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Ao fenômeno que consiste na separação espontânea da água de mistura, que naturalmente aflora pelo efeito conjunto da diferença de densidades entre o cimento e a água e o grau de permeabilidade que permanece na pasta do cimento, dá-se o nome de
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O humor da bolinha de papel
Pensa-se que ler bem é ser capaz de descobrir ou localizar as informações contidas nos textos. Isso é verdade para textos informativos(b) (a fórmula de remédios, a altura do Everest, o endereço da festa, etc.). Mas nem todo texto é informativo ou só informativo.
Por exemplo, matéria da Folha de S. Paulo (2/4/2010) dizia que era opinião de Marina da Silva que a falta de diálogo entre PT e PSDB levou os governos a depender de bases parlamentares baseadas no fisiologismo(a). Marina comparou a aliança PT-PMDB no governo Lula à do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM. "O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB".
A manchete que introduzia a matéria foi "Lula virou refém do PMDB, afirma Marina". O Estado de S. Paulo, no mesmo dia, publicou matéria semelhante. Mas a manchete era "Marina prega diálogo de PT e PSDB contra crise". A comparação das chamadas obriga a levar a sério que ler não é só descobrir informações.
Suponha-se que certos leitores só tivessem acesso a uma das manchetes. Quem leu só a da Folha ou a do Estado situaria Marina Silva em posições distintas. Se lesse não só as duas manchetes, mas as matérias, talvez classificasse os jornais em posições políticas diferentes (e decidiria assinar um, não o outro, por exemplo).
Muitos textos supõem leitores capazes de relacionar o que está dito com outros textos, anteriores ou paralelos. A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor "cooperativo" (Umberto Eco) varia segundo a natureza dos textos(c). Os humorísticos não podem dizer tudo (em especial, se o humor depende de apelo politicamente incorreto, de coisas que se pensam, e não se dizem).
Exemplo é a coluna de José Simão de 22 de outubro (Folha de S. Paulo), em plena campanha presidencial. Lida no dia da publicação, era fácil dar-se conta dos fatos que o texto supunha que o leitor evocaria(d). Lida mais tarde, é possível que a memória do leitor o traia. Um evento fundamental à compreensão do texto envolveu o então candidato José Serra. Numa versão, ele foi atingido antes por um papel amassado e depois por um rolo de fita adesiva.
O texto de Simão não tem função informativa ou investigativa. Nem esta análise. Portanto, não importa saber qual das versões é verdadeira para a leitura do texto. Frequentemente (a frequência é diferente em tipos diferentes de textos) os leitores são "exigidos" de maneira especial. Não só devem descobrir o que os textos dizem, mas o que não dizem, mas é exigido para que façam sentido. Ler é "completar" um texto "incompleto". Curiosamente, se o texto já estivesse completo, seria chato. Pelo menos, não seria cômico.
POSSENTI, Sírio. Revistalingua.uol.com.br/textos/63/artigo249010-1.asp.
Acesso em 31/1/2014.
Vários são os recursos expressivos usados pelo autor na construção do texto. Entre esses recursos está a intertextualidade. Marque a alternativa em que NÃO se observa o uso desse recurso.
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Cipriano Carlos Luckezi, em seu Livro Filosofia da Educação, apresenta, como a lógica da racionalidade humana no exercício da ação, pontos de referência do processo didático, quais sejam:
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Quando voltou à Rússia após o exílio na Suíça, Lênin lançou o seu programa político conhecido como as “Teses de Abril” sobre o qual é INCORRETO afirmar:
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Segundo Naura Ferreira, “Um novo conteúdo se impõe hoje para a supervisão educacional: novas relações e compromissos desafiam os profissionais da educação não só voltada para a qualidade do trabalho educativo e suas rigorosas formas de realização, mas também e, sobremaneira, compromissada com a construção de um novo conhecimento – o conhecimento emancipação”. Esse conhecimento de que fala a autora é o que permite:
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Na figura abaixo, temos duas circunferências de mesmo raio. A da esquerda tem centro em !$ P !$, e a da direita tem centro em !$ Q !$. Cada um dos pontos A, B, C, D, E, P e !$ Q !$ estão sobre uma dessas circunferências. Os pontos C, B e !$ Q !$ estão alinhados, assim como os pontos D, E e !$ Q !$. Se B!$ \hat{A} !$E = 30º , podemos concluir que a medida do ângulo C!$ \hat{P} !$D vale

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Todos os princípios apresentados abaixo constituem a base para a Política Nacional de Assistência Farmacêutica, EXCETO
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Para determinar se o indivíduo está ou já esteve exposto a alguma atividade cariogênica, uma série de fatores podem ser avaliados ou utilizados, EXCETO
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O conjunto de todos os pontos (x, y) do plano cartesiano, tais que !$ \chi \, + \, y \, \geq \, 0 !$ e !$ \chi \, - \, y \, \geq \, 0 !$, pode ser representado, geometricamente, pela região
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Analisando-se a produção literária, acadêmica e didática disponível acerca da história da América Latina, desde os tempos coloniais até a contemporaneidade, é possível identificar uma “visão derrotista” a respeito das trajetórias dos povos da região. Sobre esse ponto de vista, analise as afirmativas a seguir.
I - Eduardo Galeano, premiado jornalista e escritor uruguaio, autor de As veias abertas da América Latina, está entre os principais críticos da representação derrotista da história da América Latina; o foco de sua obra tem sido a denúncia dos evidentes prejuízos da hegemonia dessa vertente para o avanço do processo de formação da cidadania na região.
II - A “visão derrotista” da história latino-americana reitera uma “imagem histórica” recorrente da “destruição”, do “genocídio” e de “uma passividade dos povos latino-americanos perante seus conquistadores”, entretanto essa imagem se encontra totalmente superada desde a década de 1940.
III - As crônicas registradas por Bartolomé de las Casas (1474-1566), bispo em Chiapas, no México, à época da colonização, conferiram os primeiros contornos da imagem revolucionária da América Latina ao narrar a revolta dos índios diante da opressão colonizadora.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
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