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Foram encontradas 290 questões.

1409317 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
O humor da bolinha de papel
Pensa-se que ler bem é ser capaz de descobrir ou localizar as informações contidas nos textos. Isso é verdade para textos informativos (a fórmula de remédios, a altura do Everest, o endereço da festa, etc.). Mas nem todo texto é informativo ou só informativo.
Por exemplo, matéria da Folha de S. Paulo (2/4/2010) dizia que era opinião de Marina da Silva que a falta de diálogo entre PT e PSDB levou os governos a depender de bases parlamentares baseadas no fisiologismo. Marina comparou a aliança PT-PMDB no governo Lula à do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM. "O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB".
A manchete que introduzia a matéria foi "Lula virou refém do PMDB, afirma Marina". O Estado de S. Paulo, no mesmo dia, publicou matéria semelhante. Mas a manchete era "Marina prega diálogo de PT e PSDB contra crise". A comparação das chamadas obriga a levar a sério que ler não é só descobrir informações.
Suponha-se que certos leitores só tivessem acesso a uma das manchetes. Quem leu só a da Folha ou a do Estado situaria Marina Silva em posições distintas. Se lesse não só as duas manchetes, mas as matérias, talvez classificasse os jornais em posições políticas diferentes (e decidiria assinar um, não o outro, por exemplo).
Muitos textos supõem leitores capazes de relacionar o que está dito com outros textos, anteriores ou paralelos. A quantidade de passagens em que um texto pede um leitor "cooperativo" (Umberto Eco) varia segundo a natureza dos textos. Os humorísticos não podem dizer tudo (em especial, se o humor depende de apelo politicamente incorreto, de coisas que se pensam, e não se dizem).
Exemplo é a coluna de José Simão de 22 de outubro (Folha de S. Paulo), em plena campanha presidencial. Lida no dia da publicação, era fácil dar-se conta dos fatos que o texto supunha que o leitor evocaria. Lida mais tarde, é possível que a memória do leitor o traia. Um evento fundamental à compreensão do texto envolveu o então candidato José Serra. Numa versão, ele foi atingido antes por um papel amassado e depois por um rolo de fita adesiva.
O texto de Simão não tem função informativa ou investigativa. Nem esta análise. Portanto, não importa saber qual das versões é verdadeira para a leitura do texto. Frequentemente (a frequência é diferente em tipos diferentes de textos) os leitores são "exigidos" de maneira especial. Não só devem descobrir o que os textos dizem, mas o que não dizem, mas é exigido para que façam sentido. Ler é "completar" um texto "incompleto". Curiosamente, se o texto já estivesse completo, seria chato. Pelo menos, não seria cômico.
POSSENTI, Sírio. Revistalingua.uol.com.br/textos/63/artigo249010-1.asp.
Acesso em 31/1/2014.
Assinale a alternativa em que o termo negritado NÃO constitui um elemento anafórico.
 

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1409038 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
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Conforme o Código de Ética Profissional dos Assistentes Sociais, analise e marque como CORRETA a alternativa em que se expressa o que constitui dever do assistente social nas relações com os usuários.
 

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1409026 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
A política da República Velha foi marcada:
1.º - pelas oligarquias estaduais.
2.º - pelo coronelismo.
Esses dois fatos relacionam-se da seguinte forma:
 

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1408869 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
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No texto “Saberes e práticas da inclusão. Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais”, os autores, sob a Coordenação Geral SEESP/MEC, tratando da avaliação, assim observam: “Para tanto, além de ampliar o recorte do que deve ser avaliado, também devem ser ressignificados os procedimentos de análise e, principalmente, a utilização das informações obtidas.” Sob esse enfoque, a avaliação deve:
 

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1408591 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
The Fear of Being Touched
There is nothing that man fears more than the touch of the unknown. He wants to see what is reaching towards him, and to be able to recognize or at least classify it. Man always tends to avoid physical contact with anything strange. In the dark, the fear of an unexpected touch can mount to panic. Even clothes give insufficient security: it is easy to tear them and pierce through to the naked, smooth, defenceless flesh of the victim.
All the distances which men create round themselves are dictated by this fear. They shut themselves in houses which no one may enter, and only there feel some measure of security. The fear of burglars is not only the fear of being robbed, but also the fear of a sudden and unexpected clutch out of the darkness.
The repugnance to being touched remains with us when we go out among people; the way we move in a busy street, in restaurants, trains or buses, is governed by it. Even when we are standing next to them and are able to watch and examine them closely, we avoid actual contact if we can. If we do not avoid it, it is because we feel attracted to someone; and then it is we who make the approach.
The promptness with which apology is offered for an unintentional contact, the tension with which it is awaited, our violent and sometimes even physical reaction when it is not forthcoming, the antipathy and hatred we feel for the offender, even when we cannot be certain who it is – the whole knot of shifting and intensely sensitive reactions to an alien touch – proves that we are dealing here with a human propensity as deep-seated as it is alert and insidious; something which never leaves a man when he has once established the boundaries of his personality. Even in sleep, when he is far more unguarded, he can all too easily be disturbed by a touch.
It is only in a crowd that man can become free of this fear of being touched. That is the only situation in which the fear changes into its opposite. The crowd he needs is the dense crowd, in which body is pressed to body; a crowd, too, whose physical constitution is also dense, or compact, so that he no longer notices who it is that presses against him. As soon as a man has surrendered himself to the crowd, he ceases to fear its touch. Ideally, all are equal there; no distinctions count, not even that of sex. The man pressed against him is the same as himself. He feels him as he feels himself. Suddenly it is as though everything were happening in one and the same body. This is perhaps one of the reasons why a crowd seeks to close in on itself: it wants to rid each individual as completely as possible of the fear of being touched. The more fiercely people press together, the more certain they feel that they do not fear each other. The reversal of the fear of being touched belongs to the nature of crowds. The feeling of relief is most striking where the density of the crowd is greatest.
(From Crowds and Power by Elias Canetti) Fonte: http://www.sheilaomalley.com/?p=4297
Acesso em 22 dez. 2013.
People fear burglars because they
 

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1408493 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Sobre a história da Geografia no Brasil, assinale F para a afirmativa falsa ou V para a afirmativa verdadeira.
( ) Surgiu simultaneamente com a Escola Alemã de Humboltd.
( ) O Geógrafo Milton Santos se destaca no panorama mundial pelas críticas à ineficácia da teoria marxista.
( ) o IBGE faz uso, nos seus ensinamentos, das teorias e propostas da escola quantitativa da Geografia.
( ) A geografia tradicional brasileira estava inserida numa política do Estado que consistia em aplicar os conhecimentos geográficos de informações espaciais sobre o território.
A sequência CORRETA é:
 

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1408423 Ano: 2013
Disciplina: Nutrição
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
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Obtida sobretudo a partir da parede celular de leveduras, a beta glucana possui propriedades funcionais, já que essa substância é capaz de auxiliar na redução do colesterol e no fortalecimento do sistema imunológico. Entre as alternativas abaixo, assinale aquela que apresenta uma fonte de obtenção da beta glucana:
 

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1408103 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
“A reflexão psicopedagógica necessita apoiar-se em uma reflexão epistemológica. Em diferentes experiências que tivemos com profissionais de ensino, apareceram três dificuldades principais que precisam ser inicialmente colocadas: em primeiro lugar, a visão que um adulto já alfabetizado tem do sistema de escrita; em segundo lugar, a confusão entre escrever e desenhar letras; finalmente, a redução do conhecimento do leitor ao conhecimento das letras e seu valor sonoro convencional.”
Com essa informação, o autor pretende:
 

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1407645 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, está INCORRETA a seguinte diretriz:
 

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1407635 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Gameleiras-MG
Os Parâmetros Curriculares Nacionais para a Língua Portuguesa, quando discutem sobre o texto como unidade de ensino, orientam que “Se o objetivo é que o aluno aprenda a produzir e a interpretar textos, não é possível tomar como unidade básica de ensino nem a letra, nem a sílaba, nem a palavra, nem a frase que, descontextualizadas, pouco têm a ver com a competência discursiva, que é questão central.
Dentro desse marco, a unidade básica de ensino só pode ser o texto, mas isso não significa que não se enfoquem palavras ou frases nas situações didáticas específicas que o exijam. É necessário refletir com os alunos sobre as diferentes modalidades de leitura e os procedimentos que elas requerem do leitor. São coisas muito diferentes ler para se divertir, ler para escrever, ler para estudar, ler para descobrir o que deve ser feito, ler buscando identificar a intenção do escritor, ler para revisar. É completamente diferente ler em busca de significado — a leitura, de um modo geral — e ler em busca de inadequações e erros — a leitura para revisar.” Observada essa diretriz, é CORRETO afirmar:
 

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