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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Giruá, a deliberação temporária acerca de empréstimos e operações de créditos no âmbito da administração pública municipal, bem como a forma e os meios de seus pagamentos, é uma competência da Câmara de Vereadores Municipal, porém ressalta que a referida deliberação precisa da sanção:
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A Lei Orgânica do Município de Giruá, ao tratar da competência da Câmara Municipal, ressalta a necessidade da sanção do Prefeito em determinadas deliberações, dentre elas, a de eleger sua Mesa, elaborar o Regimento Interno e dispor sobre sua:
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A transmissão “intervivos”, prevista na Lei Orgânica do Município de Giruá, abrange qualquer título, por ato oneroso de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos a sua aquisição. O tributo, na geração do imposto sobre a transmissão “intervivos”, é uma competência:
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Por determinação do Plano Diretor do Município de Giruá, a Secretaria da Saúde gerenciará o sistema de saúde municipal de acordo com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, que são universalidade, igualdade, equidade, integralidade, intersetorialidade, descentralização e controle:
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Entre outros, a Câmara Municipal de Giruá tem como objeto para deliberação, na forma do Regimento Interno, autorizações, indicações e:
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Considerando uma função do segundo grau do tipo !$ x !$2 + !$ b !$!$ x !$ + !$ c !$, em que !$ b !$ e !$ c !$ são valores reais positivos, podemos afirmar com certeza que:
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Podemos afirmar que a divisão polinomial de !$ x !$3 + 2!$ x !$2 − !$ x !$ + 4 por !$ x !$ − 2 resulta em:
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O perímetro de um triângulo retângulo com ângulos de 30°, 60° e 90° dividido pela medida do seu lado menor resulta em:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Se “medidas” (l. 31) e “Eles” (l. 34) estivessem, ambas no singular, quantas outras palavras, em cada um dos respectivos períodos, deveriam ser flexionadas para efeito de concordância?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere o seguinte segmento do texto e o que se afirma sobre o emprego de sinais de pontuação nele.
“Muito da exploração da Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma sustentável”.
I. A primeira vírgula separa dois sujeitos da frase.
II. A primeira vírgula separa dois termos coordenados.
III. A segunda vírgula justifica-se porque antecede a mudança de sujeito.
IV. A terceira vírgula antecede uma oração de caráter explicativo.
Quais estão corretas?
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