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2628259 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita INCORRETA do seguinte período do texto – sob o ponto de vista do conteúdo e/ou do aspecto gramatical.

“E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que estamos fracos sob vários aspectos”.

 

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2628258 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o seguinte trecho do texto e assinale a alternativa INCORRETA.

“Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente dos outros”.

 

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2628257 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que as três palavras retiradas do texto têm – cada uma – o mesmo número de letras e de fonemas.

 

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2628256 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as seguintes assertivas sobre estrutura e formação de palavras do texto.

I. “ambientalistas” e “ecologistas” têm o mesmo tipo de sufixo.

II. “predatório” e “sanitário” têm sufixos formadores de adjetivo.

III. “recomendações” e “reconhecidos” têm prefixo de mesmo sentido.

IV. “aquecimento” e “desenvolvimento” derivam de verbos; o sufixo “mento” significa “ação de”.

Quais estão corretas?

 

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2628255 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os seguintes fragmentos do texto estão em linguagem figurada, EXCETO:

 

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2628254 Ano: 2022
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cuja reescrita da oração “por mais dramática que seja” (l. 05) NÃO mantém o sentido original dessa oração.

 

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2628253 Ano: 2022
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O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre o texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Infere-se que “Menos consumo, menos transportes, mais prioridade à produção local” (l. 03-04) seriam algumas das “reivindicações antigas dos ambientalistas” (l. 03).

( ) O professor Ricardo Galvão vê como correta a ideia de que a pandemia de coronavírus pode ser uma oportunidade para que repensemos o nosso modo de vida e incluamos uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano.

( ) Já há indícios de que indústrias, produtoras de energia e setores que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta, estão revisando seus protocolos com vistas a uma pegada mais sustentável.

( ) Segundo Galvão, não há como se auferir ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma sustentável.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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O valor da ciência e a questão ambiental

  1. O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
  2. vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
  3. reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
  4. à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
  5. Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
  6. vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
  7. de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
  8. no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
  9. Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
  10. mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
  11. avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
  12. está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
  13. dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
  14. estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
  15. diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
  16. evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
  17. baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
  18. quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
  19. Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
  20. quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
  21. contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
  22. nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
  23. avanço da ciência”.
  24. Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
  25. manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
  26. há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
  27. que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
  28. governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
  29. que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
  30. os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
  31. que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
  32. impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
  33. Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
  34. conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
  35. que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
  36. sustentável.

(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assim como “interligados” e “proativos”, cuja grafia passou por mudanças após o último Acordo Ortográfico (Decreto nº 7.875/2012), está correta a grafia dos seguintes vocábulos, EXCETO:

 

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2628247 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS

Destacando-se as personalidades na área da saúde durante a pandemia do Covid-19, quem é Tedros Adhanom Ghebreyesus?

 

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2628314 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS

As tabelas verdade são importantes para conhecermos a lógica envolvida nas proposições. Na tabela verdade abaixo, faltam os valores lógicas para a última coluna.

!$ p !$

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V

V

V

V

1

V

F

V

F

4

F

V

V

F

3

F

F

F

F

2

A afirmação que contém os valores lógicos para as posições 1-2-3-4, respectivamente, é:

Questão Anulada

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