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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita INCORRETA do seguinte período do texto – sob o ponto de vista do conteúdo e/ou do aspecto gramatical.
“E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que estamos fracos sob vários aspectos”.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise o seguinte trecho do texto e assinale a alternativa INCORRETA.
“Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente dos outros”.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que as três palavras retiradas do texto têm – cada uma – o mesmo número de letras e de fonemas.
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O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as seguintes assertivas sobre estrutura e formação de palavras do texto.
I. “ambientalistas” e “ecologistas” têm o mesmo tipo de sufixo.
II. “predatório” e “sanitário” têm sufixos formadores de adjetivo.
III. “recomendações” e “reconhecidos” têm prefixo de mesmo sentido.
IV. “aquecimento” e “desenvolvimento” derivam de verbos; o sufixo “mento” significa “ação de”.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
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- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
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Os seguintes fragmentos do texto estão em linguagem figurada, EXCETO:
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- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa cuja reescrita da oração “por mais dramática que seja” (l. 05) NÃO mantém o sentido original dessa oração.
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O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes assertivas sobre o texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Infere-se que “Menos consumo, menos transportes, mais prioridade à produção local” (l. 03-04) seriam algumas das “reivindicações antigas dos ambientalistas” (l. 03).
( ) O professor Ricardo Galvão vê como correta a ideia de que a pandemia de coronavírus pode ser uma oportunidade para que repensemos o nosso modo de vida e incluamos uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano.
( ) Já há indícios de que indústrias, produtoras de energia e setores que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta, estão revisando seus protocolos com vistas a uma pegada mais sustentável.
( ) Segundo Galvão, não há como se auferir ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma sustentável.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O valor da ciência e a questão ambiental
- O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo ano, pela ONU, em 5 de junho. Desta
- vez, a data foi marcada pelo impacto da pandemia de coronavírus, que acabou acelerando
- reivindicações antigas dos ambientalistas. Menos consumo, menos transportes, mais prioridade
- à produção local. Mas quais dessas mudanças vieram para ficar?
- Muito tem se falado sobre o fato de esta crise, por mais dramática que seja sob o ponto de
- vista sanitário e humano, pode ser também uma ocasião histórica para repensar o nosso modo
- de vida. Poderíamos incluir uma série de recomendações mais ecologistas no nosso cotidiano e
- no meio empresarial. Ricardo Galvão, físico, professor da USP e ex-diretor do INPE (Instituto
- Nacional de Pesquisas Espaciais), um dos pesquisadores brasileiros mais reconhecidos no
- mundo, apontado pela revista Nature como um dos 10 mais influentes de 2019, vê essa
- avaliação como correta. “Creio que esta crise nos tornou mais conscientes de que o mundo todo
- está ligado; nenhum de nós pode pensar que vai pegar o seu ônibus para o futuro independente
- dos outros. E não só estamos interligados, como também temos deficiências e mostramos que
- estamos fracos sob vários aspectos. Vamos ter de mudar muito a maneira de pensar o futuro”,
- diz. Segundo Galvão, “o primeiro ponto importante é nos conscientizarmos de que uma
- evolução, neste século ainda, que seja sustentável e socialmente justa, não pode mais ser
- baseada num capitalismo predatório; temos de ter consciência de que não podemos mais ficar
- quietos quando vemos a degradação do meio ambiente”.
- Quando indagado sobre se, em sua experiência, já viu a ciência ter sido tão contestada
- quanto está sendo agora, o professor diz: “Já houve várias ocasiões em que a ciência foi
- contestada fortemente. Tivemos, sim, na História, muitos casos infelizmente. Mas é fato que
- nós não teremos desenvolvimento econômico, neste século, sem ser com uma base sólida no
- avanço da ciência”.
- Nesta semana mundial do Meio Ambiente, 700 personalidades europeias assinaram um
- manifesto para pedir que a retomada da economia seja uma “retomada verde”. Vemos que já
- há mais pressão nesse sentido sobre as indústrias, produtoras de energia e tantos outros setores
- que, pela poluição, aumentam o aquecimento do planeta. Para Galvão, o discurso dos
- governantes tem sido na direção correta, mas as propostas têm sido muito débeis: “é possível
- que os países se unam, até mesmo sob a égide da ONU, e criem um selo verde, para que todos
- os produtos produzidos de florestas tropicais tenham a aprovação de um consórcio internacional
- que vá na direção de reduzir impostos e facilitar a venda no exterior. Essas medidas, que têm
- impacto econômico, não estão sendo tomadas, e são medidas fáceis. Muito da exploração da
- Amazônia, da mineração etc. é feita por empresas estrangeiras no país, e os países são
- conscientes disso. Eles têm que ser muito mais proativos em medidas concretas, que mostrem
- que há ganhos econômicos explorando a biodiversidade das florestas tropicais de uma forma
- sustentável.
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/ex-diretor-do-inpe-pandemia-exaltou-o-valor-da-ciencia – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assim como “interligados” e “proativos”, cuja grafia passou por mudanças após o último Acordo Ortográfico (Decreto nº 7.875/2012), está correta a grafia dos seguintes vocábulos, EXCETO:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Giruá-RS
Destacando-se as personalidades na área da saúde durante a pandemia do Covid-19, quem é Tedros Adhanom Ghebreyesus?
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As tabelas verdade são importantes para conhecermos a lógica envolvida nas proposições. Na tabela verdade abaixo, faltam os valores lógicas para a última coluna.
!$ p !$ | !$ q !$ | !$ p !$ ∨ !$ q !$ | !$ p !$ ∧ !$ q !$ | !$ p !$ ↔ !$ q !$ |
V | V | V | V | 1 |
V | F | V | F | 4 |
F | V | V | F | 3 |
F | F | F | F | 2 |
A afirmação que contém os valores lógicos para as posições 1-2-3-4, respectivamente, é:
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