Foram encontradas 20 questões.
Apresenta as leis em ordem cronológica:
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Nasceu em 1896 na cidade de Orsha, na Rússia, e morreu em Moscou em 1934, com apenas 38 anos. Formou-se em Direito, História e Filosofia. Por esses dados biográficos podemos perceber de início o pano de fundo que influenciou decisivamente a sua formação e o seu trabalho: a revolução russa de 1917 e o período de solidificação que se sucede.
É um marxista e tenta desenvolver uma Psicologia com estas características:
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Segundo a norma ISO 216, uma folha de papel de tamanho A0 tem área de 1m2 e a cada aumento (A1, A2, A3, etc), a área diminui pela metade da anterior. Seguindo essa lógica, qual a área de uma folha de papel A4 usado em impressoras?
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Em um empréstimo a juros simples de R$ 3.000,00 Mariana pagou R$ 90,00 de juros. Como ela pagou essa dívida em 60 dias, qual foi a taxa de juros mensal que o banco a cobrou?
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Um investimento com taxa anual de 40% ao ano foi aplicado por 9 meses a juros simples, resultando em um montante de R$1.690,00. Qual o valor do investimento inicial dessa aplicação?
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Nossas crianças estão bem mais espertas do que as que as antecederam. "Já nasceram com um chip a mais", costumam dizer muitos paisI).
Antes de completarem um ano, eles já sabem mover telas de tablets, que incrível! Será mesmo tão incrível assim? Qual seria a diferença entre essa atividade e a de mover peças de móbiles coloridos e sonoros que alguns pais colocavam no berço ou em outro local ao alcance do bebê? Nenhuma! Mas, para nós, adultos, o bebê aprender a mexer em tablets tem significado um índice de inteligência diferente - superior, digamos - ao das crianças que nasceram alguns anos atrás.
Nossas crianças já sabem o que querem. Aos três anos, por exemplo, elas se apoderam do controle remoto da televisão de casa - e escolhem a maior delas, investigam os canais dos quais gostam, que são em geral os que apresentam desenhos animados, e zapeiam por eles. E, se os pais ou as mães pedem-pedem! - que o filho ou a filha vá assistir ao desenho em seu quarto para que eles vejam seus programas prediletos, ele ou ela se negam veementemente. E você sabe, caro leitor, quais comportamentos as crianças usam para tanto, não sabe?
Quando a criança pegou o controle remoto pela primeira vez, conseguiu apertar uma tecla, viu o resultado e aprendeu a repetir e a universalizar, os pais ficaram admirados e orgulhosos. Ficaram impressionados com a precocidade cognitiva e a agilidade motora das mãos e dedos, de tão rápido aprendizado. Por esse motivo, incentivaram e estimularam essa prática.
Elas sabem também escolher, a dedo e a olho, a comida que queremII) e da qual gostam e, principalmente, a que não querem. Não tem sido incomum crianças terem ânsia quando colocadas frente a determinados alimentos. Sabemos muito bem a alimentação que elas escolhem: em geral, um único tipo de alimento e essas porcarias industrializadas gostosas.
Os pais não costumam se dar conta de que foram eles os garotos-propaganda mais sedutores das publicidades para as crianças, apresentando-lhes tais alimentos na mais tenra idade, os quais compram aos montes para deixar na despensa de casa. E, quando o filho se recusa a comer a refeição proposta pelos pais, "não tem jeito" é a expressão mais usada para justificar a troca pelas porcarias que eles exigem comer.
Nossas crianças parecem saber o que é melhor para elasIII). E para seus pais. Afinal, são elas que têm decidido como viver e muitos rumos para a família toda seguir. Aí, é hora de nos perguntarmos: qual é a nossa função em relação a elas? Elas estão à deriva, ao sabor de seus caprichos e impulsos - infantis, é bom lembrar -, e nós temos nos orgulhado disso. Deveríamos?
Adaptado de Folha de S. Paulo, 06/10/2015)
Em relação ao sujeito das orações destacadas abaixo, assinale a alternativa que relaciona corretamente a sua classificação:
I. “...costumam dizer muitos pais.”.
II. “...que querem (...)”.
III. “...que é melhor para elas.” .
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Nossas crianças estão bem mais espertas do que as que as antecederam. "Já nasceram com um chip a mais", costumam dizer muitos pais.
Antes de completarem um ano, eles já sabem mover telas de tablets, que incrível! Será mesmo tão incrível assim? Qual seria a diferença entre essa atividade e a de mover peças de móbiles coloridos e sonoros que alguns pais colocavam no berço ou em outro local ao alcance do bebê? Nenhuma! MasA), para nós, adultos, o bebê aprender a mexer em tablets tem significado um índice de inteligência diferente -B) superior, digamos -B) ao das crianças que nasceram alguns anos atrás.
Nossas crianças já sabem o que querem. Aos três anos, por exemplo, elas se apoderam do controle remoto da televisão de casa - e escolhem a maior delas, investigam os canais dos quais gostam, que são em geral os que apresentam desenhos animados, e zapeiam por eles. E, se os pais ou as mães pedem-pedem! - que o filho ou a filha vá assistir ao desenho em seu quarto para que eles vejam seus programas prediletos, ele ou ela se negam veementemente. E você sabe, caro leitor, quais comportamentos as crianças usam para tanto, não sabe?
Quando a criança pegou o controle remoto pela primeira vez, conseguiu apertar uma tecla, viu o resultado e aprendeu a repetir e a universalizar, os pais ficaram admirados e orgulhosos. Ficaram impressionados com a precocidade cognitiva e a agilidade motora das mãos e dedos, de tão rápido aprendizado. Por esse motivo, incentivaram e estimularam essa prática.
Elas sabem também escolher, a dedo e a olho, a comida que querem e da qual gostam e, principalmenteC), a que não querem. Não tem sido incomum crianças terem ânsia quando colocadas frente a determinados alimentos. Sabemos muito bem a alimentação que elas escolhem: em geral, um único tipo de alimento e essas porcarias industrializadas gostosas.
Os pais não costumam se dar conta de que foram eles os garotos-propaganda mais sedutores das publicidades para as crianças, apresentando-lhes tais alimentos na mais tenra idade, os quais compram aos montes para deixar na despensa de casa. E, quando o filho se recusa a comer a refeição proposta pelos pais, "não tem jeito" é a expressão mais usada para justificar a troca pelas porcarias que eles exigem comer.
Nossas crianças parecem saber o que é melhor para elas. E para seus pais. Afinal, são elas que têm decidido como viver e muitos rumos para a família toda seguir. Aí, é hora de nos perguntarmos:D) qual é a nossa função em relação a elas? Elas estão à deriva, ao sabor de seus caprichos e impulsos - infantis, é bom lembrar -, e nós temos nos orgulhado disso. Deveríamos?
Adaptado de Folha de S. Paulo, 06/10/2015)
Em relação à pontuação do texto, assinale a opção correta:
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Nossas crianças estão bem mais espertas do que as que as antecederam. "Já nasceram com um chip a mais", costumam dizer muitos pais.
Antes de completarem um ano, eles já sabem mover telas de tablets, que incrível! Será mesmo tão incrível assim? Qual seria a diferença entre essa atividade e a de mover peças de móbiles coloridos e sonoros que alguns pais colocavam no berço ou em outro local ao alcance do bebê? Nenhuma! Mas, para nós, adultosA), o bebê aprender a mexer em tablets tem significado um índice de inteligência diferente-superior, digamos-ao das crianças que nasceram alguns anos atrás.
Nossas crianças já sabem o queB) querem. Aos três anos, por exemplo, elas se apoderam do controle remoto da televisão de casa - e escolhem a maior delas, investigam os canais dos quais gostam, que são em geral os que apresentam desenhos animados, e zapeiam por eles. E, se os pais ou as mães pedem-pedem! - que o filho ou a filha vá assistir ao desenho em seu quarto para que eles vejam seus programas prediletos, ele ou ela se negam veementemente. E você sabe, caro leitor, quais comportamentos as crianças usam para tanto, não sabe?
Quando a criança pegou o controle remoto pela primeira vez, conseguiu apertar uma tecla, viu o resultado e aprendeu a repetir e a universalizar, os pais ficaram admirados e orgulhosos. Ficaram impressionados com a precocidade cognitiva e a agilidade motora das mãos e dedos, de tão rápido aprendizado. Por esse motivo, incentivaram e estimularam essa prática.
Elas sabem também escolher, a dedo e a olho, a comida que querem e da qual gostam e, principalmente, a que não querem. Não tem sido incomum crianças terem ânsia quando colocadas frente a determinados alimentos. Sabemos muito bem a alimentação que elas escolhem: em geral, um único tipo de alimento e essas porcarias industrializadas gostosas.
Os pais não costumam se darC) conta de que foram eles os garotos-propaganda mais sedutores das publicidades para as crianças, apresentando-lhes tais alimentos na mais tenra idade, os quais compram aos montes para deixar na despensa de casa. E, quando o filho se recusa a comer a refeição proposta pelos pais, "não tem jeito" é a expressão mais usada para justificar a troca pelas porcarias que eles exigem comer.
Nossas crianças parecem saber o que é melhor para elas. E para seus pais. Afinal, são elas que têmD) decidido como viver e muitos rumos para a família toda seguir. Aí, é hora de nos perguntarmos: qual é a nossa função em relação a elas? Elas estão à deriva, ao sabor de seus caprichos e impulsos - infantis, é bom lembrar -, e nós temos nos orgulhado disso. Deveríamos?
Adaptado de Folha de S. Paulo, 06/10/2015)
Em relação às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta:
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Nossas crianças estão bem mais espertas do que as que as antecederam. "Já nasceram com um chip a mais", costumam dizer muitos pais.
Antes de completarem um ano, eles já sabem mover telas de tablets, que incrível! Será mesmo tão incrível assim? Qual seria a diferença entre essa atividade e a de mover peças de móbiles coloridos e sonoros que alguns pais colocavam no berço ou em outro local ao alcance do bebê? Nenhuma! Mas, para nós, adultos, o bebê aprender a mexer em tablets tem significado um índice de inteligência diferente-superior, digamos-ao das crianças que nasceram alguns anos atrás.
Nossas crianças já sabem o que querem. Aos três anos, por exemplo, elas se apoderam do controle remoto da televisão de casa - e escolhem a maior delas, investigam os canais dos quais gostam, que são em geral os que apresentam desenhos animados, e zapeiam por eles. E, se os pais ou as mães pedem-pedem! - que o filho ou a filha vá assistir ao desenho em seu quarto para que eles vejam seus programas prediletos, ele ou ela se negam veementemente. E você sabe, caro leitor, quais comportamentos as crianças usam para tanto, não sabe?
Quando a criança pegou o controle remoto pela primeira vez, conseguiu apertar uma tecla, viu o resultado e aprendeu a repetir e a universalizar, os pais ficaram admirados e orgulhosos. Ficaram impressionados com a precocidade cognitiva e a agilidade motora das mãos e dedos, de tão rápido aprendizado. Por esse motivo, incentivaram e estimularam essa prática.
Elas sabem também escolher, a dedo e a olho, a comida que querem e da qual gostam e, principalmente, a que não querem. Não tem sido incomum crianças terem ânsia quando colocadas frente a determinados alimentos. Sabemos muito bem a alimentação que elas escolhem: em geral, um único tipo de alimento e essas porcarias industrializadas gostosas.
Os pais não costumam se dar conta de que foram eles os garotos-propaganda mais sedutores das publicidades para as crianças, apresentando-lhes tais alimentos na mais tenra idade, os quais compram aos montes para deixar na despensa de casa. E, quando o filho se recusa a comer a refeição proposta pelos pais, "não tem jeito" é a expressão mais usada para justificar a troca pelas porcarias que eles exigem comer.
Nossas crianças parecem saber o que é melhor para elas. E para seus pais. Afinal, são elas que têm decidido como viver e muitos rumos para a família toda seguir. Aí, é hora de nos perguntarmos: qual é a nossa função em relação a elas? Elas estão à deriva, ao sabor de seus caprichos e impulsos - infantis, é bom lembrar -, e nós temos nos orgulhado disso. Deveríamos?
Adaptado de Folha de S. Paulo, 06/10/2015)
A expressão “...as que as (...)” apresenta, na ordem em que os termos aparecem:
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Nossas crianças estão bem mais espertas do que as que as antecederam. "Já nasceram com um chip a mais", costumam dizer muitos pais.
Antes de completarem um ano, eles já sabem mover telas de tablets, que incrível! Será mesmo tão incrível assim? Qual seria a diferença entre essa atividade e a de mover peças de móbiles coloridos e sonoros que alguns pais colocavam no berço ou em outro local ao alcance do bebê? Nenhuma! Mas, para nós, adultos, o bebê aprender a mexer em tablets tem significado um índice de inteligência diferente-superior, digamos-ao das crianças que nasceram alguns anos atrás.
Nossas crianças já sabem o que querem. Aos três anos, por exemplo, elas se apoderam do controle remoto da televisão de casa - e escolhem a maior delas, investigam os canais dos quais gostam, que são em geral os que apresentam desenhos animados, e zapeiam por eles. E, se os pais ou as mães pedem-pedem! - que o filho ou a filha vá assistir ao desenho em seu quarto para que eles vejam seus programas prediletos, ele ou ela se negam veementemente. E você sabe, caro leitor, quais comportamentos as crianças usam para tanto, não sabe?
Quando a criança pegou o controle remoto pela primeira vez, conseguiu apertar uma tecla, viu o resultado e aprendeu a repetir e a universalizar, os pais ficaram admirados e orgulhosos. Ficaram impressionados com a precocidade cognitiva e a agilidade motora das mãos e dedos, de tão rápido aprendizado. Por esse motivo, incentivaram e estimularam essa prática.
Elas sabem também escolher, a dedo e a olho, a comida que querem e da qual gostam e, principalmente, a que não querem. Não tem sido incomum crianças terem ânsia quando colocadas frente a determinados alimentos. Sabemos muito bem a alimentação que elas escolhem: em geral, um único tipo de alimento e essas porcarias industrializadas gostosas.
Os pais não costumam se dar conta de que foram eles os garotos-propaganda mais sedutores das publicidades para as crianças, apresentando-lhes tais alimentos na mais tenra idade, os quais compram aos montes para deixar na despensa de casa. E, quando o filho se recusa a comer a refeição proposta pelos pais, "não tem jeito" é a expressão mais usada para justificar a troca pelas porcarias que eles exigem comer.
Nossas crianças parecem saber o que é melhor para elas. E para seus pais. Afinal, são elas que têm decidido como viver e muitos rumos para a família toda seguir. Aí, é hora de nos perguntarmos: qual é a nossa função em relação a elas? Elas estão à deriva, ao sabor de seus caprichos e impulsos - infantis, é bom lembrar -, e nós temos nos orgulhado disso. Deveríamos?
Adaptado de Folha de S. Paulo, 06/10/2015)
Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto e marque a opção correta. As novidades dessa geração, como as novas tecnologias, introduziram atividades na infância em geral estranhas a esta fase. Sobre a opinião do autor, pode-se afirmar:
I. Há um desenvolvimento psicomotor maior atualmente, devido à agilidade desenvolvida pelas crianças em razão de aparelhos de controle remoto, celulares e outros equipamentos eletrônicos.
II. Hoje, os pais acabam intransigentes às escolhas dos filhos, fazendo com que não tenham controle das atitudes das crianças, as quais, muitas vezes, por eles incentivadas inicialmente.
III. As crianças não possuem maturidade para fazer escolhas, por conseguinte, os pais devem vigiar as atitudes de seus filhos a fim de que retroaja à criação baseada em valores e em princípios.
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