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Foram encontradas 460 questões.

2390314 Ano: 2010
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO

Dentre os materiais abaixo, qual deles é indicado para selamento provisório de um elemento dentário?

 

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2390312 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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No que se refere ao Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT, podemos afirmar, exceto:

 

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2390241 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Referente às atividades de avaliação e planejamento, é considerado instrumento indispensável:

 

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2390207 Ano: 2010
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Uma função de produção é a relação existente entre os insumos empregados e o produto final, ou seja, a correspondência entre a quantidade de insumos aplicados, usando determinada tecnologia, e a produção obtida. Considerando-se o rendimento de uma cultura agrícola como função da adubação nitrogenada, tem-se uma função de produção da cultura à aplicação nitrogênio. Neste caso, o produto marginal do nitrogênio representa:

 

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2390180 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO

Acerca do ISS (Imposto sobre Serviços de qualquer natureza), é INCORRETO afirmar:

 

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2390101 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Com o crescimento exponencial das redes de computadores surgiu o interesse em interconectar várias redes ou sub-redes diferentes e para isso foram desenvolvidos diversos equipamentos. Dos equipamentos abaixo todos servem para interconexão de redes EXCETO:

 

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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Partir

Às 5:30 tocou o bip do meu relógio. Estava acordado, há horas talvez, aguardando a luz do dia. Abençoado relógio, não aguentava mais continuar deitado ali, com o coração batendo e a boca seca. Pulei da cama e subi para o convés. Na casinha da praia, o lampião continuava aceso, e a luz do mastro do Rapa Nui, ancorado mais para fora da baía, ainda estava ligada. Todos dormiam. Sentei-me na popa, molhada de orvalho, soprando entre as mãos uma xícara de café preto e sem açúcar, quando surgiu o Hermann. Trocamos um rápido “bom-dia”. E só. Como nos tempos do remo, quando treinávamos pesado antes de uma competição importante. “Silêncio no barco!”, era a ordem, “... e firme na água!” Mas desta vez não se tratava de um treino.

Ninguém conhecia ainda a data da partida. Eu deveria defini-la nos dez dias seguintes, a partir das condições de vento e tempo. Mas, durante a madrugada daquele domingo, último dia do ano, resolvi mudar de ideia. De algum modo, o Hermann pressentira o que se passava. As fitas que prendiam a vela principal já estavam soltas, o motor virando devagarinho e o guincho de recolhimento da âncora engatado. Com os primeiros raios da manhã, o mar vermelho espelhado refletia o contorno das montanhas que protegem Jurumirim, e só os coqueiros mais altos alcançavam o sol que, pouco a pouco, ia penetrando a baía.

Lindo lugar, Jurumirim. Um porto natural cercado de matas pelos lados, com uma pequena prainha ao fundo onde, debaixo dos coqueiros, fica a sede. Muitos deles, os menores, eu plantei quando garoto. No tempo em que a fazenda era ativa, o vale atrás da praia e algumas das encostas eram forrados de bananais. Com a chegada da Rio – Santos, os barcos bananeiros – Grajaú, Meu Brasil, Fluminense – desapareceram, sendo aos poucos substituídos pelo caminhão. Em Jurumirim, a banana foi acabando e a mata fechando-se em volta. Não há estrada até ali. Todo acesso é feito por mar. Para Paraty, pela praia da frente, ou para Paraty-Mirim, pelo outro lado da fazenda, que toca a baía dos Meros. Não há luz também. As noites são iluminadas a lampião ou a vaga-lumes.

A minha canoa mais importante – Rosa – vive na praia, embaixo da velha mangueira. Gosto desse lugar, profundamente, mas pela primeira vez não queria estar ali. é difícil deixar um lugar que mora no coração, por tanto tempo. Precisava sair – rápido – da baía antes que os outros acordassem.

Ao saltar de volta para a Canoinha, o Hermann notou sob a água transparente um cabo preso junto à hélice do Paratii. Rápido, mergulhou e soltou o que ainda restava. Não tive tempo de agradecer.

“Te cuida, Amyr.”

“Pode deixar.”

Foi tudo o que consegui dizer enquanto a canoa se afastava da praia.

Na verdade, já havia partido muito antes. Os últimos meses tinham sido infernais. Milhares, milhões de preparativos, papéis, acertos, problemas gigantescos e minúsculos que precisam ser resolvidos. E, à medida que o último dia vai chegando, vai-se partindo. Os meses vão se consumindo, a tensão aumentando, as últimas semanas, o último dia e, enfim, o exato e real instante de ir embora.

Mas o barulho da corrente trazendo a âncora me traiu. O Eduardo me viu quando estava na ponta da baía. Gritava algo que não podia ouvir. Segundos depois, vi os cabelos loiros da Cabeluda acenando do Rapa Nui. Mas já estava longe. Ufa! Um enorme nó na garganta, não virei mais para trás. Sem despedidas, melhor assim.

Liguei o piloto automático e abri as velas, a grande primeiro e em seguida as duas da frente. Incrível, mas tudo parecia funcionar. Voltei para a mesa na “torre” (o meu posto de pilotagem elevado), desdobrei a carta 19 002, o Atlântico Sul, e anotei, com pressa, a hora de saída – 9:01 GMT – na página 1 do diário.

O mar liso, com longas e suaves ondas, fazia o barco balançar levemente. Fui à proa e acabei de fixar firmemente a pesada âncora. Talvez devesse tirá-la, guardá-la no porão até a próxima vez em que avistasse terra. Eram cinquenta quilos, além da quilométrica e pesada corrente, mas resolvi deixá-la instalada caso fosse necessário uma escala de emergência.

Com os pés apoiados nas asas da âncora e as pernas contra o balcão, instalei-me na extremidade máxima, à frente do barco, imitando uma carranca do São Francisco, enquanto o Paratii, com todas as velas, seguia sozinho, automático, silencioso, o seu rumo.

Pouco antes das 11:00 GMT, ultrapassei a ponta da Joatinga, o cabo Horn paratiense, e então alterei o rumo para Sul verdadeiro. Não, não era um passeio de alguns dias. Mar aberto por fim. A leste, a África. Ao sul, minha próxima parada, a península Antártica.

Ainda imóvel, na proa, fui seguindo com os olhos as últimas árvores visíveis da ponta que ia desaparecendo. Árvores. Quinze meses até a próxima árvore! Quinze meses, que eternidade!

KLINK, Amyr. Paratii: entre dois pólos. São Paulo: Companhia das Letras.

Assinale a opção cuja frase apresenta ERRO de pontuação.

 

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2390044 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Provas:

Ao se reformar um telhado, foi necessário trocar as telhas cerâmicas existentes por telhas trapezoidais de alumínio. A menor porcentagem possível do novo caimento corresponde a:

 

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2390027 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO

Tendo como base a Lei nº 8.137, de 27 de Dezembro de 1990, é considerado crime praticado pelo particular contra a ordem tributária a conduta de, EXCETO:

 

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2389934 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNVAPI
Orgão: Pref. Guaraí-TO

São TRIBUTOS de competência dos Municípios segundo a Constituição da República Federativa do Brasil:

 

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