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Qual é a importância do trabalho na vida das pessoas?
Por José Roberto Marques
Tem quem veja o trabalho apenas como uma forma de garantir o próprio sustento. Porém, mais do que fornecer o sustento, o trabalho tem uma grande importância na vida de um indivíduo. Benjamin Franklin disse certa vez que “o trabalho dignifica o homem” e ele não estava errado em afirmar isso.
Trabalho tem a ver com outras questões que vão além do sustento. Trabalho tem a ver com pertencimento, participação. Trabalho tem a ver com ser útil e contribuir com uma causa maior. É daí que vêm a motivação e a satisfação pessoal.
Por que o trabalho é importante para as pessoas? Essa é uma pergunta bastante recorrente nos ambientes de trabalho. Muitas vezes as pessoas questionam se trabalhar é realmente importante, independentemente do cargo ou dos rendimentos financeiros que tenham. O que motiva alguém a trabalhar?
A primeira motivação que se costuma ter na hora de procurar por um emprego é o sustento – seja o de si mesmo, seja da própria família. Mas esta não é a motivação que mantém todos os profissionais do mundo exercendo suas funções. Tampouco é o que dá sentido para o trabalho.
Ter um propósito é o que diferencia as pessoas de sucesso daquelas que trabalham apenas porque é sua única opção de sobrevivência. Existe um conto muito antigo que ilustra muito bem essa diferença: três pedreiros estavam trabalhando em uma construção, porém, quando alguém perguntou o que eles estavam fazendo, cada um demonstrou ter uma visão diferente. O primeiro disse que estava assentando tijolos; o segundo, preparando a massa; enquanto isso, o terceiro afirmou que estava construindo uma bela catedral.
Inspirado no conto, eu te pergunto: quem você quer ser? Um profissional que está apenas exercendo a função que lhe foi passada ou aquele que deseja realmente fazer parte de uma causa maior e contribuir para sua realização? Tenho a certeza de que os indivíduos que se encaixam na segunda categoria terão grandes oportunidades, tanto profissionais quanto de felicidade e satisfação.
Experimente ter uma nova visão sobre o trabalho que realiza. Se é um corretor de imóveis, por exemplo, ao invés de casas, venda sonhos e conquistas para outras pessoas. Essa pequena mudança de pensamento trará diversos benefícios e, inclusive, te ajudará a fechar mais negócios, pois a sua abordagem em relação aos clientes será outra e não apenas a de um vendedor que queira receber sua comissão.
Como você pode ver, o trabalho é realmente muito importante, mas não é tudo. Manter o equilíbrio entre o lado pessoal e o profissional é fundamental para levar a vida de forma saudável, plena e feliz. Além disso, tentar se forçar a trabalhar durante mais horas do que a capacidade natural do corpo e da mente pode te levar a desenvolver problemas, como ansiedade, síndrome de burnout e estresse, por exemplo, que terão um impacto negativo sobre sua saúde emocional, mental e física e também em seu desempenho profissional.
Existem algumas fases da vida de um indivíduo em que o trabalho irá exigir um pouco mais de atenção, como, por exemplo, ao abrir um novo negócio ou se dedicar a um projeto especial. Contudo, manter uma rotina organizada e com tempo para descanso é indispensável para ter energia e conseguir conquistar seus objetivos e sonhos com saúde e equilíbrio.
(Disponível em: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/qual-e-a-importancia-do-trabalho-na-vida-
das-pessoas/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que indica o número de substantivos presentes no seguinte trecho, retirado do texto: “Manter o equilíbrio entre o lado pessoal e o profissional é fundamental”.
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Para Vasconcellos, a efetivação de uma avaliação democrática na escola depende da democratização da sociedade, de tal forma que não se precise mais usar a escola como uma das instâncias da seletividade social. Em relação à prática da reprovação escolar, é preciso ser repensada pelos seguintes motivos, EXCETO:
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácil: “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de Paula. “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptor e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vida. “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mim, é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
No trecho a seguir, retirado do texto, temos a ocorrência de um pronome proclítico “que se conectasse mais com sua experiência de vida”. Assinale a alternativa na qual a colocação pronominal esteja INCORRETA.
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A Licença concedida pela Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (SVS/MS) a empresas, instituições e órgãos, para o exercício de atividades de extração, produção, transformação, fabricação, fracionamento, manipulação, embalagem, distribuição, transporte, reembalagem, importação e exportação das substâncias constantes das listas anexas do Regulamento Técnico da Portaria nº 344/1998, bem como os medicamentos que as contenham, é chamada de:
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O volume de um recipiente de forma cilíndrica reta é de 36 cm3. Se diminuirmos o raio da base circular pela metade e mantivermos a altura, o volume será de:
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A RDC nº 67/2007 dispõe sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias. A manipulação de doses unitárias e unitarização de dose de medicamentos em serviços de saúde classifica a farmácia em qual dos seguintes Grupos?
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Assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, em relação à Educação Especial.
( ) Deve ser ofertada preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
( ) O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
( ) Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A mulher que quer desmistificar a surdez no Brasil
Por Bárbara dos Anjos Lima
Durante a infância, a gaúcha Paula Pfeifer, de 38 anos, achava que escutava bem. Com o passar dos anos, um apito no ouvido começou a incomodar. Mas os médicos que consultou na época não deram muita atenção. Até que chegou a um ponto em que alguém ligou um aspirador de pó ao lado dela e ela não escutou nada. Foi só com 16 anos que finalmente foi diagnosticada com uma surdez progressiva de causa desconhecida.
No começo, lidar com esse diagnóstico não foi fácilA): “vivi no armário da surdez durante anos”, lembra em entrevista. “Eu tinha vergonha de me admitir como surda. Não falava para as pessoas. Fui me virando e sei que muitas vezes fui tida como grossa ou mal educada quando, na verdade, não estava ouvindo que falavam comigo”. Paula tentou seguir a vida sem dar atenção ao fato – passou em concurso público, começou um blog de moda que chegou a ter 400 mil visitas únicas por mês. Mas, com o tempo, bateu a vontade de falar sobre algo que se conectasse mais com sua experiência de vida. Em 2007, começou um blog chamado Crônicas da Surdez para compartilhar sua vivência. Em pouco tempo, o site virou referência e fonte de pessoas surdas, médicos e fonoaudiólogos de todo o Brasil.
Em 2013, o conteúdo do blog virou livro, justamente em outro momento decisivo para a vida de PaulaB). “Eu ajudava os outros com meu blog, mas estava num abismo pessoal”, lembra. Foi quando descobriu a possibilidade de ouvir novamente graças a um implante coclear – um dispositivo eletrônico que proporciona aos usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Diferentemente do aparelho de surdez “comum”, o IC tem duas partes. A interna é implantada dentro do corpo, na cóclea (ouvido interno) da paciente. Essa parte possui um receptorC) e estimulador que através de eletrodos implantados estimula o nervo auditivo que, sua vez, leva os sinais para o cérebro, onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone, um microprocessador de fala e um transmissor. Graças a esse aparelho que parece coisa “do futuro” – Paula até brinca que é uma “cyborg”. Seis anos depois do implante do IC, ela avalia como tal aparelho foi transformador em sua vidaD). “Se precisasse resumir o que o implante coclear fez por mimE), é isso: o IC me devolveu a vida. Depois de 31 anos de surdez progressiva, de isolamento, de sofrimento, de vergonha, de perrengues, de sonhos enterrados, de escolhas equivocadas por causa do silêncio, voltar a ouvir foi um presente inesperado”, conta em uma dos textos do seu blog. Hoje ela fala feliz sobre a emoção que é ouvir o barulho do mar ou do filho, Lucas, de quase dois anos, gritando “Mamãeeeeee” pela casa.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta
prova.)
Assinale a alternativa na qual NÃO haja a ocorrência de pronome demonstrativo.
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Assinale a alternativa que apresenta todos os divisores de 18.
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De acordo com Braghirolli, costumam obter alto rendimento na escola, mostram uma grande variedade de interesses, empenham-se em grande número de atividades, tendem a ser populares entre seus colegas e têm êxito nos esportes, além de ser melhor ajustados emocionalmente do que os normais. Num sistema educacional comum que não atende e não aprecia a sua curiosidade e impaciência, podem sentir-se entediados, ter problemas de ajustamento e vir, até, a ser reprovados.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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