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Foram encontradas 40 questões.

Se somarmos dois números inteiros e consecutivos obtemos o número 47. Qual o produto desses números?
 

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Um casal mantém relacionamento à distância por conta do trabalho. Mairela é engenheira de petróleo e fica sempre 17 dias fora de casa, folgando no décimo oitavo dia. Robiel é internacionalista e ausenta-se de sua residência por 11 dias, tendo o décimo segundo dia para descansar. Se o casal iniciarem uma viagem hoje, daqui a quantos dias eles irão se encontrar em casa?
 

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Para realização do controle de qualidade de uma empresa que fabrica lâmpadas, cada lote possui 15 lâmpadas. Sabe-se que um lote possui 5 lâmpadas defeituosas. Escolhido ao acaso 3 lâmpadas desse lote, qual a probabilidade aproximada de que exatamente uma seja defeituosa?
 

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Enunciado 3540999-1

A parábola da figura acima representa o gráfico de uma função:

 

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Qual é a quantidade de anagrama que podem ser formados com a palavra AMADA?
 

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Uma torneira consegue encher completamente um tanque com água em 2 horas e 24 minutos. Um ralo, que fica no fundo desse mesmo tanque, é capaz de esvaziá-lo completamente em exatas 4 horas (estando o tanque completamente cheio inicialmente). Com o tanque vazio e abrindo-se a torneira e o ralo simultaneamente, o tempo gasto para encher completamente o mesmo tanque é de:
 

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Em uma fila de espera em um grande hospital público, a penúltima pessoa era a sétima. Três pessoas foram chamadas, duas pessoas abandonaram da fila, e oito pessoas novas entraram na fila. Assim sendo, a antepenúltima pessoa da fila é a:
 

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Considere a PA (x,4, y) e a PG (x, 3, y), qual será o valor de 1/ X + 1/ Y ?
 

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2798929 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Creative
Orgão: Pref. Itá-SC
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A arte da paciência
'Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou?'
Esperar é um verbo que conjugo sem dificuldade. Não lembro de nenhum instante da minha vida em que tenha conquistado algo na hora exata em que o desejei — tudo pra mim demora. Começando pela infância, ela própria. Houvesse opção, eu teria crescido mais rápido, mas não havia. Então me distraí andando de bicicleta em volta da quadra, brincando com bonecas que tinham um único vestido e colecionando livrinhos de história, enquanto aguardava o mundo adulto me puxar para o outro lado, onde eu escreveria meus próprios livros, usaria os vestidos que quisesse e daria algumas voltas pelo mundo, não só no quarteirão.
Foi um processo lento. Nunca fui desbravadora, pioneira, essas palavras que dão consistência a um currículo. Mais cautelosa que impulsiva, fui subindo cada degrau lentamente, um a um — inclusive retrocedendo alguns — e deu tudo certo, vem dando.
Quando caí em mim, já era expert em paciência. Passei a confiar no tempo. Hoje, sei que ele nunca traz minhas “encomendas” no ato. Confabula antes com os astros e só então decide quando será a entrega. A mim, resta tocar a vida e aguardar com a casa limpa, bebida gelada, flores nos vasos.
Paciência não é preguiça. A pessoa paciente não espera sentada. Ela continua em movimento e tropeça em meia dúzia de erros até ser encontrada pelo acerto. Respeita o relógio do destino. Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou? Aconteceu pontualmente, nós é que não sabíamos, ainda, que a hora certa estava programada para mais tarde.
A maturidade ajuda a lapidar a paciência. Tenho procurado ser mais dócil com minhas filhas, apesar da ansiedade natural de todas as mães — e com minhas orquídeas, cujos brotos estão custando a abrir. Mais tolerante com meus pais, que apresentam as dificuldades inerentes à sua idade, e paciente comigo mesma, que sempre dependi de algumas convicções antes de agir, e elas têm sido mais raras, as dúvidas se acumulam. E mesmo quando as tenho — convicções — não bastam que sejam só minhas. (...) Mas a paciência é uma arte. Enquanto espero, escuto Lenine: “mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma/até quando o corpo pede um pouco mais de alma/a vida não para”. Talvez tenhamos que aguardar mais quatro anos, talvez apenas mais uns 20 dias. Respiremos fundo.
Martha Medeiros. A arde da paciência. O globlo / 10/2022
‘‘e com minhas orquídeas, cujos brotos estão custando a abrir’’. O temo em destaque pode ser substituído sem alterar o sentido e de acordo com as regras gramaticais vigentes por:
 

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2798928 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Creative
Orgão: Pref. Itá-SC
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A arte da paciência
'Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou?'
Esperar é um verbo que conjugo sem dificuldade. Não lembro de nenhum instante da minha vida em que tenha conquistado algo na hora exata em que o desejei — tudo pra mim demora. Começando pela infância, ela própria. Houvesse opção, eu teria crescido mais rápido, mas não havia. Então me distraí andando de bicicleta em volta da quadra, brincando com bonecas que tinham um único vestido e colecionando livrinhos de história, enquanto aguardava o mundo adulto me puxar para o outro lado, onde eu escreveria meus próprios livros, usaria os vestidos que quisesse e daria algumas voltas pelo mundo, não só no quarteirão.
Foi um processo lento. Nunca fui desbravadora, pioneira, essas palavras que dão consistência a um currículo. Mais cautelosa que impulsiva, fui subindo cada degrau lentamente, um a um — inclusive retrocedendo alguns — e deu tudo certo, vem dando.
Quando caí em mim, já era expert em paciência. Passei a confiar no tempo. Hoje, sei que ele nunca traz minhas “encomendas” no ato. Confabula antes com os astros e só então decide quando será a entrega. A mim, resta tocar a vida e aguardar com a casa limpa, bebida gelada, flores nos vasos.
Paciência não é preguiça. A pessoa paciente não espera sentada. Ela continua em movimento e tropeça em meia dúzia de erros até ser encontrada pelo acerto. Respeita o relógio do destino. Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou? Aconteceu pontualmente, nós é que não sabíamos, ainda, que a hora certa estava programada para mais tarde.
A maturidade ajuda a lapidar a paciência. Tenho procurado ser mais dócil com minhas filhas, apesar da ansiedade natural de todas as mães — e com minhas orquídeas, cujos brotos estão custando a abrir. Mais tolerante com meus pais, que apresentam as dificuldades inerentes à sua idade, e paciente comigo mesma, que sempre dependi de algumas convicções antes de agir, e elas têm sido mais raras, as dúvidas se acumulam. E mesmo quando as tenho — convicções — não bastam que sejam só minhas. (...) Mas a paciência é uma arte. Enquanto espero, escuto Lenine: “mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma/até quando o corpo pede um pouco mais de alma/a vida não para”. Talvez tenhamos que aguardar mais quatro anos, talvez apenas mais uns 20 dias. Respiremos fundo.
Martha Medeiros. A arde da paciência. O globlo / 10/2022
Durante o texto, a autora flexionou o verbo em suas variadas formas. Nesse sentido, dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que se diferencia quanto ao tempo verbal.
 

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