Foram encontradas 1.030 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 36 a 38.
O estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos. É esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas.
Ensinar inglês com essa finalidade tem, para o currículo, três implicações importantes. A primeira é que esse caráter formativo obriga a rever as relações entre língua, território e cultura, na medida em que os falantes de inglês já não se encontram apenas nos países em que essa é a língua oficial. Esse fato provoca uma série de indagações, dentre elas, “Que inglês é esse que ensinamos na escola?”. Alguns conceitos parecem já não atender as perspectivas de compreensão de uma língua que “viralizou” e se tornou “miscigenada”, como é o caso do conceito de língua estrangeira, fortemente criticado por seu viés eurocêntrico. Outras terminologias, mais recentemente propostas, também provocam um intenso debate no campo, tais como inglês como língua internacional, como língua global, como língua adicional, como língua franca, dentre outras. Em que pese as diferenças entre uma terminologia e outra, suas ênfases, pontos de contato e eventuais sobreposições, o tratamento dado ao componente na BNCC prioriza o foco da função social e política do inglês e, nesse sentido, passa a tratá-la em seu status de língua franca. O conceito não é novo e tem sido recontextualizado por teóricos do campo em estudos recentes que analisam os usos da língua inglesa no mundo contemporâneo. Nessa proposta, a língua inglesa não é mais aquela do “estrangeiro”, oriundo de países hegemônicos, cujos falantes servem de modelo a ser seguido.
(BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. 2019. Adaptado)
A preocupação trazida na BNCC relativa à conscientização sobre a função social e política do inglês está explicitamente presente na seguinte habilidade que compõe o syllabus para o Ensino Fundamental II:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 36 a 38.
O estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos. É esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas.
Ensinar inglês com essa finalidade tem, para o currículo, três implicações importantes. A primeira é que esse caráter formativo obriga a rever as relações entre língua, território e cultura, na medida em que os falantes de inglês já não se encontram apenas nos países em que essa é a língua oficial. Esse fato provoca uma série de indagações, dentre elas, “Que inglês é esse que ensinamos na escola?”. Alguns conceitos parecem já não atender as perspectivas de compreensão de uma língua que “viralizou” e se tornou “miscigenada”, como é o caso do conceito de língua estrangeira, fortemente criticado por seu viés eurocêntrico. Outras terminologias, mais recentemente propostas, também provocam um intenso debate no campo, tais como inglês como língua internacional, como língua global, como língua adicional, como língua franca, dentre outras. Em que pese as diferenças entre uma terminologia e outra, suas ênfases, pontos de contato e eventuais sobreposições, o tratamento dado ao componente na BNCC prioriza o foco da função social e política do inglês e, nesse sentido, passa a tratá-la em seu status de língua franca. O conceito não é novo e tem sido recontextualizado por teóricos do campo em estudos recentes que analisam os usos da língua inglesa no mundo contemporâneo. Nessa proposta, a língua inglesa não é mais aquela do “estrangeiro”, oriundo de países hegemônicos, cujos falantes servem de modelo a ser seguido.
(BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. 2019. Adaptado)
According to BNCC, in English as a Lingua Franca (ELF) teaching-learning contexts,
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 36 a 38.
O estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos. É esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas.
Ensinar inglês com essa finalidade tem, para o currículo, três implicações importantes. A primeira é que esse caráter formativo obriga a rever as relações entre língua, território e cultura, na medida em que os falantes de inglês já não se encontram apenas nos países em que essa é a língua oficial. Esse fato provoca uma série de indagações, dentre elas, “Que inglês é esse que ensinamos na escola?”. Alguns conceitos parecem já não atender as perspectivas de compreensão de uma língua que “viralizou” e se tornou “miscigenada”, como é o caso do conceito de língua estrangeira, fortemente criticado por seu viés eurocêntrico. Outras terminologias, mais recentemente propostas, também provocam um intenso debate no campo, tais como inglês como língua internacional, como língua global, como língua adicional, como língua franca, dentre outras. Em que pese as diferenças entre uma terminologia e outra, suas ênfases, pontos de contato e eventuais sobreposições, o tratamento dado ao componente na BNCC prioriza o foco da função social e política do inglês e, nesse sentido, passa a tratá-la em seu status de língua franca. O conceito não é novo e tem sido recontextualizado por teóricos do campo em estudos recentes que analisam os usos da língua inglesa no mundo contemporâneo. Nessa proposta, a língua inglesa não é mais aquela do “estrangeiro”, oriundo de países hegemônicos, cujos falantes servem de modelo a ser seguido.
(BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. 2019. Adaptado)
A expressão “inglês como língua franca”
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 35.
Discussions of Communicative Language Teaching (CLT) not infrequently lead to questions of grammatical or formal accuracy. The perceived displacement of attention to morphosyntactic features in learner expression in favor of a focus on meaning has led in some cases to the impression that grammar is unimportant or that proponents of CLT favor learner self-expression without regard to form. While involvement in communicative events is seen as central to language development, this involvement requires attention to form.
The nature of contribution to language development of both form-focused and meaning-focused classroom activity remains a question in ongoing research. Undoubtedly, the optimum combination of these activities in any given instructional setting depends on a number of factors such as learner age, nature and length of instructional sequence, opportunities for language contact outside the classroom, teacher preparation, among other factors. However, for the development of communicative ability, research findings overwhelmingly support the integration of form-focused exercises with meaning-focused experience. Learners seem to focus best on grammar when it relates to their communicative needs and experiences.
(Sandra J. Savignon. Communicative language teaching for the Twenty-first century. In: Marianne Cerce-Murcia(ed). Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes: Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
The prefixes in-, dis- and un- can be found in a large number of English words such as “infrequently”, “displacement” and “unimportant” (paragraph 1). Negative prefixes have been correctly added to words in alternative:
Provas
- Língua Inglesa - Compreensão e Interpretação de Texto
- Gramática - Língua InglesaAdvérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 35.
Discussions of Communicative Language Teaching (CLT) not infrequently lead to questions of grammatical or formal accuracy. The perceived displacement of attention to morphosyntactic features in learner expression in favor of a focus on meaning has led in some cases to the impression that grammar is unimportant or that proponents of CLT favor learner self-expression without regard to form. While involvement in communicative events is seen as central to language development, this involvement requires attention to form.
The nature of contribution to language development of both form-focused and meaning-focused classroom activity remains a question in ongoing research. Undoubtedly, the optimum combination of these activities in any given instructional setting depends on a number of factors such as learner age, nature and length of instructional sequence, opportunities for language contact outside the classroom, teacher preparation, among other factors. However, for the development of communicative ability, research findings overwhelmingly support the integration of form-focused exercises with meaning-focused experience. Learners seem to focus best on grammar when it relates to their communicative needs and experiences.
(Sandra J. Savignon. Communicative language teaching for the Twenty-first century. In: Marianne Cerce-Murcia(ed). Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes: Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
Viewpoint adverbs express the author’s position about the statement made, modifying entire sentences rather than individual elements within them. The point-of-view adverb “Undoubtedly” means, in the context of the second paragraph,
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 35.
Discussions of Communicative Language Teaching (CLT) not infrequently lead to questions of grammatical or formal accuracy. The perceived displacement of attention to morphosyntactic features in learner expression in favor of a focus on meaning has led in some cases to the impression that grammar is unimportant or that proponents of CLT favor learner self-expression without regard to form. While involvement in communicative events is seen as central to language development, this involvement requires attention to form.
The nature of contribution to language development of both form-focused and meaning-focused classroom activity remains a question in ongoing research. Undoubtedly, the optimum combination of these activities in any given instructional setting depends on a number of factors such as learner age, nature and length of instructional sequence, opportunities for language contact outside the classroom, teacher preparation, among other factors. However, for the development of communicative ability, research findings overwhelmingly support the integration of form-focused exercises with meaning-focused experience. Learners seem to focus best on grammar when it relates to their communicative needs and experiences.
(Sandra J. Savignon. Communicative language teaching for the Twenty-first century. In: Marianne Cerce-Murcia(ed). Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes: Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
When preparing a reading lesson, a teacher who believes in form-focused language learning experiences will give priority to activities which emphasize, for example, the ability to
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 35.
Discussions of Communicative Language Teaching (CLT) not infrequently lead to questions of grammatical or formal accuracy. The perceived displacement of attention to morphosyntactic features in learner expression in favor of a focus on meaning has led in some cases to the impression that grammar is unimportant or that proponents of CLT favor learner self-expression without regard to form. While involvement in communicative events is seen as central to language development, this involvement requires attention to form.
The nature of contribution to language development of both form-focused and meaning-focused classroom activity remains a question in ongoing research. Undoubtedly, the optimum combination of these activities in any given instructional setting depends on a number of factors such as learner age, nature and length of instructional sequence, opportunities for language contact outside the classroom, teacher preparation, among other factors. However, for the development of communicative ability, research findings overwhelmingly support the integration of form-focused exercises with meaning-focused experience. Learners seem to focus best on grammar when it relates to their communicative needs and experiences.
(Sandra J. Savignon. Communicative language teaching for the Twenty-first century. In: Marianne Cerce-Murcia(ed). Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes: Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
It is an example of a meaning-focused classroom activity, aimed at fulfilling a genuine communicative purpose:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 35.
Discussions of Communicative Language Teaching (CLT) not infrequently lead to questions of grammatical or formal accuracy. The perceived displacement of attention to morphosyntactic features in learner expression in favor of a focus on meaning has led in some cases to the impression that grammar is unimportant or that proponents of CLT favor learner self-expression without regard to form. While involvement in communicative events is seen as central to language development, this involvement requires attention to form.
The nature of contribution to language development of both form-focused and meaning-focused classroom activity remains a question in ongoing research. Undoubtedly, the optimum combination of these activities in any given instructional setting depends on a number of factors such as learner age, nature and length of instructional sequence, opportunities for language contact outside the classroom, teacher preparation, among other factors. However, for the development of communicative ability, research findings overwhelmingly support the integration of form-focused exercises with meaning-focused experience. Learners seem to focus best on grammar when it relates to their communicative needs and experiences.
(Sandra J. Savignon. Communicative language teaching for the Twenty-first century. In: Marianne Cerce-Murcia(ed). Teaching English as a second or foreign language. Boston, Massachusstes: Heinle&Heinle. 3rd edition. 2001. Adaptado)
Depreende-se da leitura do texto que, para manter a coerência com os princípios do ensino comunicativo, a avaliação do desenvolvimento da competência comunicativa deverá
Provas
O cartum é um gênero textual que, frequentemente, ajuda a compor unidades de ensino em diferentes disciplinas. São exemplos de gêneros presentes em aulas de língua inglesa:
Provas
Leia o cartum.

"Every yaer Hollywood makes tons of remakes and
nobody bats an eye. I remake someone else's
homework and now i'm here!"
(https://andertoons.com)
In the cartoon, the boy
Provas
Caderno Container