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Foram encontradas 110 questões.

4037358 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais, assinale a alternativa que apresenta ações de reconhecimento da população afro-brasileira na educação.
 

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A partir dos princípios básicos da carreira do magistério público municipal, conforme o art 3º da Lei Municipal nº 3.460/2022, a concepção de valorização profissional ultrapassa a dimensão remuneratória porque:
 

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4037356 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
A BNCC concebe a escola como espaço de aprendizagem e de democracia inclusiva. Conforme essa concepção, qual deve ser a conduta da escola?
 

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4037355 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
A noção de competência adotada pela BNCC assume papel central na orientação das decisões pedagógicas. Nesse sentido, qual é a definição de competência?
 

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4037354 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
A Educação Digital Escolar, conforme prevista na Política Nacional de Educação Digital, caracteriza-se por uma abordagem que:
 

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4037353 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
A respeito da vigência, do cumprimento das metas e dos critérios de referência estatística do Plano Nacional de Educação (PNE), assinale a alternativa correta.
 

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4037352 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
Ao estruturar políticas de inovação educacional, um sistema público de ensino implementa um plano de educação digital que garante conectividade em alta velocidade a todas as escolas, integração de ferramentas digitais aos processos pedagógicos e o uso orientado dessas tecnologias no fortalecimento das práticas de ensino e aprendizagem. Considerando a LDBEN, essa política:
 

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4037351 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS
Um estudante regularmente matriculado em uma escola pública solicita, com fundamento em sua liberdade de consciência e de crença, a realização de atividade alternativa a uma prova marcada para dia incompatível com seus preceitos religiosos. A direção da escola indefere o pedido, alegando inviabilidade administrativa, preservação da isonomia entre os alunos e observância estrita ao calendário escolar previamente aprovado. De acordo com a LDBEN, a postura da escola:
 

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4037350 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

O lixo não começa na lixeira

Por Jaques Paes

“Faça sua parte”. A frase, repetida à exaustão em campanhas ambientais, virou mantra

cívico do nosso tempo. O apelo ..... consciência do consumidor está por toda parte: no rótulo

reciclável, na embalagem “amiga do planeta”, no selo verde que defende a ideia de

sustentabilidade do produto. É sedutor dizer que cada escolha de consumo conta. Mas essa

lógica, que parece empoderadora, é também conveniente. Desloca o foco da responsabilidade

para o fim da cadeia e transforma um problema sistêmico em questão de comportamento

individual.

Estímulos, excesso de oferta, infraestrutura precária e práticas padronizadas de mercado

são fatores estruturais. Ainda assim, a cobrança recai sobre o consumidor – como se ele tivesse

liberdade plena de escolha ou controle sobre o ciclo do produto. Boa parte do lixo que geramos

já nasce com data marcada para o descarte. Foi pensado assim, produzido assim, vendido assim.

Nas palavras de Jean Baudrillard, não compramos o objeto em si, mas sua representação – um

valor simbólico. No “produto sustentável”, compramos ..... ideia de fazer a coisa certa. Essa

lógica simbólica caminha junto a um dilema ético. Num mundo onde a cidadania se expressa

pelo consumo, a responsabilidade torna-se acessível para quem pode pagar – e inalcançável para

quem não pode. Quando vira atributo de mercado, a ética deixa de ser crítica e vira vitrine; a

moral, absorvida pela lógica da oferta e da demanda.

A Política Nacional de Economia Circular tenta reverter esse quadro. Prevê incentivos .....

reutilização, selos de sustentabilidade, compras públicas e fóruns com participação social. Mas

isso não enfrenta a pergunta incômoda: quem, de fato, é o responsável pelo lixo que produzimos?

Indivíduos. Essa é a resposta fácil – afinal, somos nós que consumimos, descartamos,

desperdiçamos. Depois vêm as empresas, que projetam produtos de vida útil curta e embalagens

excessivas; os governos, que falham em prover regulação e infraestrutura; e o setor de resíduos,

que opera no limite. Mas tratar o indivíduo como causa isola mal o problema e empobrece a

análise. Seu comportamento não surge no vácuo: é moldado por estímulos, escassez de

alternativas, padrões industriais e ausência de infraestrutura. Responsável? Sim. Mas não

sozinho. Culpado? Não exatamente.

Responsabilizar só o consumidor pressiona quem compra, mas poupa quem projeta.

Separar o lixo em casa é nobre. Levar tudo no mesmo caminhão ao mesmo lixão, nem tanto. O

lixo não começa na lixeira. Reduzir, reutilizar e reciclar seguem válidos – mas exigem um passo

anterior: recusar. Recusar a lógica que nos transforma em clientes de um problema que não

criamos.

Levantamentos recentes mostram que a maior parte dos resíduos vem da indústria –

insumos, processos, embalagens. O design, com obsolescência programada, materiais não

recicláveis e excesso de volume, amplia o problema. E a ausência de políticas públicas sólidas

apenas o reforça. Talvez a pergunta que nos reste não seja “o que você tem feito pelo planeta?”,

mas: — Por que colocaram justamente você para consertar isso?

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2025/10/o-lixo-nao-comeca-na-lixeira.ghtml texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Nas palavras de Jean Baudrillard, não compramos o objeto em si, mas sua representação – um valor simbólico”, a expressão sublinhada estabelece com a oração anterior uma relação de:

 

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4037349 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

O lixo não começa na lixeira

Por Jaques Paes

“Faça sua parte”. A frase, repetida à exaustão em campanhas ambientais, virou mantra

cívico do nosso tempo. O apelo ..... consciência do consumidor está por toda parte: no rótulo

reciclável, na embalagem “amiga do planeta”, no selo verde que defende a ideia de

sustentabilidade do produto. É sedutor dizer que cada escolha de consumo conta. Mas essa

lógica, que parece empoderadora, é também conveniente. Desloca o foco da responsabilidade

para o fim da cadeia e transforma um problema sistêmico em questão de comportamento

individual.

Estímulos, excesso de oferta, infraestrutura precária e práticas padronizadas de mercado

são fatores estruturais. Ainda assim, a cobrança recai sobre o consumidor – como se ele tivesse

liberdade plena de escolha ou controle sobre o ciclo do produto. Boa parte do lixo que geramos

já nasce com data marcada para o descarte. Foi pensado assim, produzido assim, vendido assim.

Nas palavras de Jean Baudrillard, não compramos o objeto em si, mas sua representação – um

valor simbólico. No “produto sustentável”, compramos ..... ideia de fazer a coisa certa. Essa

lógica simbólica caminha junto a um dilema ético. Num mundo onde a cidadania se expressa

pelo consumo, a responsabilidade torna-se acessível para quem pode pagar – e inalcançável para

quem não pode. Quando vira atributo de mercado, a ética deixa de ser crítica e vira vitrine; a

moral, absorvida pela lógica da oferta e da demanda.

A Política Nacional de Economia Circular tenta reverter esse quadro. Prevê incentivos .....

reutilização, selos de sustentabilidade, compras públicas e fóruns com participação social. Mas

isso não enfrenta a pergunta incômoda: quem, de fato, é o responsável pelo lixo que produzimos?

Indivíduos. Essa é a resposta fácil – afinal, somos nós que consumimos, descartamos,

desperdiçamos. Depois vêm as empresas, que projetam produtos de vida útil curta e embalagens

excessivas; os governos, que falham em prover regulação e infraestrutura; e o setor de resíduos,

que opera no limite. Mas tratar o indivíduo como causa isola mal o problema e empobrece a

análise. Seu comportamento não surge no vácuo: é moldado por estímulos, escassez de

alternativas, padrões industriais e ausência de infraestrutura. Responsável? Sim. Mas não

sozinho. Culpado? Não exatamente.

Responsabilizar só o consumidor pressiona quem compra, mas poupa quem projeta.

Separar o lixo em casa é nobre. Levar tudo no mesmo caminhão ao mesmo lixão, nem tanto. O

lixo não começa na lixeira. Reduzir, reutilizar e reciclar seguem válidos – mas exigem um passo

anterior: recusar. Recusar a lógica que nos transforma em clientes de um problema que não

criamos.

Levantamentos recentes mostram que a maior parte dos resíduos vem da indústria –

insumos, processos, embalagens. O design, com obsolescência programada, materiais não

recicláveis e excesso de volume, amplia o problema. E a ausência de políticas públicas sólidas

apenas o reforça. Talvez a pergunta que nos reste não seja “o que você tem feito pelo planeta?”,

mas: — Por que colocaram justamente você para consertar isso?

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2025/10/o-lixo-nao-comeca-na-lixeira.ghtml texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “Boa parte do lixo que geramos já nasce com data marcada para o descarte”, qual é a função sintática do pronome relativo “que”?

 

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