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2182828
Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Jaíba-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Jaíba-MG
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São direitos assegurados ao Assistente Social nas suas relações profissionais estabelecidas com as instituições empregadoras:
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Só NÃO pode(m) ser apontada(s) como tendência(s) presente(s) na conjuntura atual que incide(m) na configuração e execução das políticas que legitimam a seguridade social brasileira:
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Marilda Villela Iamamoto (2009), ao discorrer sobre o “Serviço Social na cena contemporânea”, afirma que o trabalho dos Assistentes Sociais podem ser desenvolvidos em distintos espaços ocupacionais, tais como nas esferas estatais (legitimadas pelos poderes executivo, legislativo e judiciário), em empresas privadas, organizações da sociedade civil sem fins lucrativos e, também, no campo da assessoria e consultoria a organizações e movimentos sociais. As relações sociais estabelecidas condicionam o caráter, as possibilidades e os limites do trabalho realizado incidindo, de forma contundente, no “significado social e efeitos na sociedade”. Tendo essa assertiva como referência, indique a alternativa que contém atividade(s) NÃO considerada(s) como possibilidade(s) de trabalho dos assistentes sociais nesses distintos espaços ocupacionais:
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Ao considerar as relações sociais no âmbito das instituições e as particularidades da intervenção em Serviço Social analisadas por Vicente de Paula Faleiros (2005), pode-se afirmar, EXCETO
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Diferentes análises têm sido realizadas, por distintos sujeitos sociais, sobre a Reforma Trabalhista e as propostas Governamentais de Reforma da Previdência Social. Frente às ameaças de a população brasileira não ser beneficiada futuramente por esse tipo de contribuição social, destacam-se os argumentos da Marilda Villela Iamamoto (2009) e Maria Carmelita Yazbek (2009) sobre as determinações e inferências, da conjuntura atual, nas políticas públicas e sociais. Partindo dessas premissas, assinale a alternativa que apresenta análises equivocadas a respeito do que essas autoras elencaram, nos seus textos publicados no livro “Serviço social: direitos sociais e competências profissionais”, organizado pelo CFESS/ABEPSS (2009).
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- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Organização e da Gestão
Correlacione os termos referentes à Lei Orgânica de Assistência Social e à Política de Assistência Social, com os seus respectivos conteúdos, conceitos e/ou significados:
1 Gestão das ações na área de assistência social
2 Controle social
3 Centro de Referência em Assistência Social (CRAS)
4 Princípios da Política de Assistência Social
5 Proteção Social Especial
2 Controle social
3 Centro de Referência em Assistência Social (CRAS)
4 Princípios da Política de Assistência Social
5 Proteção Social Especial
( ) Referência na execução de intervenções especializadas que contribuem para a reconstrução de vínculos familiares e comunitários; para a proteção de famílias e indivíduos que vivenciam situações de risco pessoal ou social, por violação de direitos ou contingência.
( ) Supremacia do atendimento às necessidades sociais sobre as exigências de rentabilidade econômica.
( ) Localizado em contextos comunitários de vulnerabilidade social tendo as famílias e os indivíduos como público-alvo, articula-se à rede de serviços socioassistenciais direcionados pela Política de Assistência Social.
( ) Universalização dos direitos sociais, a fim de tornar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas demais políticas públicas.
( ) Integração da rede de serviços (pública e privada), programas, projetos e benefícios de assistência social, afiançando a vigilância socioassistencial e a garantia de direitos.
( ) Efetivação da participação popular no processo de gestão político- administrativo- financeira e técnico- operativa, com caráter democrático e descentralizado.
A partir da correlação estabelecida, assinale a alternativa que contém a sequência numérica CORRETA, de cima para baixo:
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A saúde é destacada na Lei n.º 8.080/1990, que dispõe “sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes”, como um direito humano fundamental. A universalidade é um dos seus princípios basilares, principalmente quando se consideram as necessidades populacionais, a complexidade das demandas e dos serviços de saúde, em todos os níveis. Nessa direção, tendo a lei citada como referência, analise os conteúdos diversificados apresentados abaixo e marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) A responsabilidade pela obrigatoriedade da fiscalização das agressões ao meio ambiente, com repercussão sobre a saúde humana, é da direção da Política Estadual de Saúde sendo facultativa a participação dos municípios.
( ) As populações indígenas, impossibilitadas de participar dos organismos colegiados de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas de saúde, contam com a representação dos Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde, como instâncias responsáveis por deliberar sobre as prioridades, sobre a disponibilidade e a qualidade dos serviços de saúde prestados em seu território.
( ) Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos podem exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
( ) Serviços prestados direta ou indiretamente por empresas, sustentado ou não por capitais estrangeiros, são caracterizados como atividades de apoio à assistência à saúde.
( ) A preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral e a igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, são princípios que devem ser assegurados pela Política de Saúde em todo o território nacional.
( ) O atendimento e a internação devem ser realizados pelo médico, que atua nos níveis da medicina curativa, psicossocial e de recuperação.
( ) O perfil epidemiológico da população a ser coberta, bem como o desempenho técnico, econômico e financeiro, no período anterior, são alguns dos critérios estabelecidos para que os Estados, Distrito Federal e Municípios recebam as transferências de recursos (valores) destinadas à execução das Políticas de Saúde.
A partir da análise sobre as afirmativas acima, assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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Sobre a Política Nacional do Idoso, é coerente afirmar, EXCETO:
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2182820
Ano: 2017
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Jaíba-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Jaíba-MG
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Um adolescente de 15 anos expôs outro adolescente a uma situação de violência e grave ameaça. Armado, roubou o seu celular numa rua de pouco movimento, em uma cidade norte-mineira. Na tentativa de fuga, dois policiais, aproximando-se do local, avistaram a cena. Apesar da tentativa, os policiais conseguiram apreender o adolescente. Ele estava com uma arma e o celular da vítima. Com base nessa situação e tendo o artigo 173 do ECA como referência, são considerados procedimentos e atitudes que devem ser observados por esses agentes de Segurança Pública, EXCETO:
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TEXTO 01
VIDA A DOIS
Relacionar-se é como estacionar um carro sedã numa vaga bastante apertada. É preciso manobrar com precisão o automóvel, entender onde se está a cada momento, olhar para a frente e pelo retrovisor quase ao mesmo tempo, considerar os pontos cegos. Só que, às vezes, você é o motorista e, às vezes, o flanelinha, cuja função é dar alguns toques ao condutor, com a vantagem de quem vê (o outro) de fora. Do lado de dentro do carro (ou de si), o motorista nunca sabe ao certo quando avança muito ou recua demais. Tem de contar, então, com a orientação externa para evitar colisões. Viver a dois é se dedicar a essa alternância numa baliza que nunca termina completamente. Ora parece que coube direitinho, ora é preciso recomeçar. [...] A visão romântica do amor sugere que as pessoas ingressam em relacionamentos problemáticos por engano, enquanto uma leitura psicológica do assunto entende que essas escolhas expressam necessidades inconscientes – o modo precário com que se aprende a amar e a ser amado na infância. Por isso, tem cônjuge que depende o tempo todo da aprovação do outro, como um filho inseguro, e parceiros que se provocam até que um deles sucumba em uma explosão de raiva, como uma criança birrenta. Terminar um relacionamento construído nessas condições talvez não seja a melhor resposta, porque o problema seguiria mal resolvido, disponível para reprise com o próximo parceiro. Em vez disso, o filósofo suíco Alain de Botton sugere uma pausa para a reflexão, uma pergunta crucial: o que uma pessoa madura faria agora? Às vezes, é o que basta para recobrar o cuidado com o outro e o respeito consigo mesmo, cada um invocar a melhor versão de si. Os dois não são mais crianças indefesas, vitimadas pelas falhas dos pais. Podem agora pensar e agir como adultos, desde que se lembrem disso. Sem essa consciência, os parceiros podem se tirar do sério até pelo que parece banal, como um impasse na escolha de um filme ou uma camiseta esquecida fora do lugar. A comunicação fica truncada, reduzida a cobranças, acusações e silêncios. Na verdade, se algo incomoda, é importante. [...] É por isso que terapia ajuda tanto, individualmente ou em dupla. [...]
Mas como ser, ao mesmo tempo, um motorista mais atento e um flanelinha de fato prestativo quando a terapia está fora de questão para o casal num determinado momento? Insights da psicologia, da filosofia e até da neurociência podem ser de grande ajuda. Porque compreensão é sempre um belo começo – seja de si, do outro, do ideal do amor romântico ou dos relacionamentos conjugais como realmente são. Os mecanismos orgânicos do amor estão atrelados a um relacionamento íntimo vigente em nós, nunca mencionado em contos de fadas e comédias românticas – o casamento entre a mente e o cérebro. A sensação de aperto no coração, o disparar, tudo isso é real, mas desencadeado por neurotransmissões e descargas hormonais. Tudo começa na cabeça – o coração é apenas o mensageiro, só dá o recado. É preciso separar a base biológica da qual somos feitos do que é cultural e pode ser desconstruído. O ideal do amor romântico só faz bem quando inspira a delicadeza com o outro, a valorização da união. Quando se torna um catalisador de expectativas extravagantes e fantasiosas, só favorece a decepção e o ressentimento, como a fraude do “felizes para sempre”. A verdade é que relacionamentos têm fases porque cumprem ciclos psíquicos já claramente identificados pela ciência: a paixão, o amor romantizado e o amor companheiro, nessa ordem. [...]
Uma pessoa desfruta, em média, de aproximadamente 86 bilhões de neurônios, capazes de realizar um número insondável de sinapses. É essa extraordinária engenharia em você que se apaixona e ama. A fase da paixão, mais motivada, ansiosa e sexualizada, costuma durar de seis meses a dois anos e é exaustiva para a mente. [...] Na sequência, vem o amor romantizado, em que a libido ainda é um componente importante e presente, mas na qual a relação tende a ser vivida com mais serenidade. Na terceira fase, a do companheirismo, o desejo perde espaço, ao mesmo tempo em que aumentam o vínculo e o compromisso. [...] O problema é que a cultura não compactua com a biologia e muitas pessoas se frustram com a dissipação do furor inicial. Além disso, a progressão das fases não ocorre em sincronia – um dos cônjuges pode mudar de estágio antes do outro, favorecendo o desencontro.
Com o aumento da expectativa de vida, a fase do companheirismo pode se prolongar por décadas – para os que chegam a conhecê-las, claro. Ao mesmo tempo, os parceiros são hoje cada vez mais expostos à felicidade editada de outros casais, compartilhada à exaustão nas redes sociais. Como se sabe, no entanto, é sempre fora do enquadramento que os relacionamentos enfrentam seus maiores desafios. O trunfo dos casais contemporâneos é a possibilidade de poder compreender toda essa complexidade – e conversar abertamente sobre ela. Saber de tudo isso, conhecer e também aceitar os processos biológicos e sociais atrelados ao amor pode ser de grande ajuda para qualquer relacionamento. [...] Por isso, a melhor estratégia talvez seja manter uma perspectiva racional diante do tempo – é possível que acabe eventualmente; se calhar de uma conexão verdadeira persistir até que a morte os separe, que seja uma grata surpresa. [...]
A diminuição gradual da libido, queixa frequente em relacionamentos longevos, pode ser contida com uma combinação de estratégias. Uma delas é a prática regular de atividade física, que estimula a produção da testosterona no organismo, hormônio diretamente relacionado ao tesão. Uma dieta balanceada que inclua alimentos afrodisíacos, como o cacau e a pimenta, é outro recurso a considerar – pode aumentar tanto o desejo quanto o prazer sexual. Desfrutar de bons momentos juntos também funciona: o prazer compartilhado ao ver um filme, sair para jantar ou fazer uma viagem também estimula o interesse mútuo, renovando em cada parceiro memórias felizes relacionadas à união. Outro elemento crucial é a presença de contato físico. Muitos casais já fazem uso desse recurso inconscientemente, com o chamado “sexo de reconciliação”, intenso o bastante para restabelecer a conexão em momentos de fragilidade. Mas há outras abordagens. Pesquisas mostram que casais que se comunicam bem – que se expressam e se ouvem – também tendem a se manter juntos por mais tempo. O mesmo vale para aqueles que se valorizam: a admiração mútua, demonstrada pela troca regular de elogios sinceros, fortalece o vínculo. [...]
Se hoje o casamento não é mais uma condenação perpétua, se agora as pessoas têm liberdade para mudar de ideia e seguir em frente – o que, em muitos casos, é louvável –, também há o perigo denunciado pelo sociólogo polonês Zygmund Bauman de nunca se estabelecerem conexões verdadeiras e vagar em busca de uma satisfação que jamais se concretiza. [...] Por isso, quem ama precisa sempre se manter atento. Nada está dado. Quando a vaga parece segura, sob a sombra oportuna de uma árvore exuberante numa tarde de sol, o casal pode reclinar os bancos para se permitir um descanso temporário, lado a lado. Que seja restaurador... Porque, de tempos em tempos, será preciso manobrar outra vez.
QUINTANILHA, Leandro. Vida a dois. Disponível em:
<http://vidasimples.uol.com.br/noticias/capa/vida-a-dois.phtml#.WZbfuj6GMdU>. Acesso em: 18 ago. 2017. Adaptado.
A palavra “flanelinha”, no contexto empregado, é classificada gramaticalmente como:
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