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No desenvolvimento das atividades de auditoria interna, exige-se que sejam obtidas evidências suficientes e adequadas para cobrir o escopo da auditoria. Considerando essa afirmativa, assinale a alternativa CORRETA.
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A auditoria interna de uma determinada prefeitura calculou diversos indicadores para avaliar as alterações quantitativas do Balanço Financeiro do município nos últimos cinco anos. Esse procedimento técnico básico de auditoria é conhecido como
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Considerando o disposto nas Normas Brasileiras de Contabilidade, faça a associação dos termos da primeira coluna com a segunda coluna.
I - Risco de negócio
II - Risco significativo
III - Risco de controle
IV - Risco de detecção
V - Risco de auditoria
( ) Risco relacionado à eficácia dos controles planejados e executados pela administração. Importa verificar se eles estão funcionando para monitorar os riscos identificados que possam afetar os relatórios financeiros.
( ) Risco que resulta de condições, eventos, circunstâncias, ações ou falta de ações significativas que possam afetar adversamente a capacidade da entidade de alcançar seus objetivos e executar suas estratégias.
( ) Risco de distorção relevante identificado e avaliado que requer consideração especial na auditoria.
( ) Risco de o auditor expressar uma opinião de auditoria inadequada quando os relatórios financeiros contiverem distorção relevante.
( ) Risco que está diretamente relacionado à natureza, à época e à extensão dos procedimentos aplicados pelo auditor.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA da segunda coluna, de cima para baixo.
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O planejamento da auditoria envolve a definição de estratégia global para o trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria. Nesse contexto, é CORRETO afirmar:
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O relatório é o documento através do qual a auditoria interna apresenta o resultado dos seus trabalhos. Ele é redigido com objetividade e imparcialidade de forma a expressar, claramente, as conclusões, as recomendações e as providências a serem tomadas pela administração da entidade. Entre os aspectos que ele deve abordar estão, EXCETO
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Nos termos da Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração, os critérios são referências usadas para mensurar ou avaliar determinado objeto. Os critérios adequados são requeridos para mensuração ou avaliação razoável consistente com o objeto dentro do contexto do julgamento profissional. Analise os itens a seguir considerando a característica exigida dos critérios adequados.
( ) Relevância: critérios relevantes resultam na informação do objeto que auxilia a tomada de decisões dos usuários previstos.
( ) Compreensibilidade: critérios compreensíveis resultam em informação do objeto a qual pode ser compreendida pelos usuários previstos.
( ) Confiabilidade: critérios confiáveis resultam em informação do objeto que está livre de tendências como apropriado nas circunstâncias do trabalho.
( ) Neutralidade: critérios neutros permitem a mensuração ou a avaliação consistente de determinado objeto, incluindo, se relevante, apresentação e divulgação, quando usadas em circunstâncias similares por auditores independentes diferentes.
( ) Integralidade: critérios integrais resultam em informação do objeto, preparada de acordo com eles, sem omissão de fatores relevantes que poderiam, razoavelmente, afetar decisões dos usuários tomadas com base nessa informação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Considerando o papel do auditor interno, os conceitos e os fundamentos da auditoria interna, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A auditoria interna deve ser independente, e os auditores internos devem ser objetivos ao executar seus trabalhos.
( ) A auditoria interna deve avaliar e propor recomendações apropriadas para melhorar os processos de governança da organização.
( ) Gerenciamento de riscos consiste na verificação da aderência das práticas de uma entidade às políticas, planos, procedimentos, leis, regulamentações, contratos ou outros requisitos.
( ) A independência é a liberdade de condições que ameaçam a capacidade do auditor interno de cumprir com suas responsabilidades de forma imparcial.
( ) A forma e o conteúdo das políticas e procedimentos dependem do tamanho e da estrutura da atividade de auditoria interna, e da complexidade de seu trabalho.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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São propósitos das Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna emitidas pelo Institute of Internal Auditors (IIA):
I - Fornecer uma estrutura para a execução e a promoção de um amplo espectro de atividades de auditoria interna de valor agregado.
II - Estabelecer as bases para a avaliação de desempenho da auditoria interna.
III - Fomentar a melhoria dos processos e operações organizacionais.
IV - Estruturar os trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis, que visam certificar a conformidade dos relatórios financeiros de uma entidade com as práticas nacionais e internacionais de contabilidade, para usuários em geral.
Assinale a alternativa que contém os propósitos CORRETOS.
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Entre as Normas Brasileiras de Contabilidade, a NBC TI 01 versa sobre conceitos e procedimentos de auditoria interna. Sobre esse assunto, é INCORRETO afirmar:
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TEXTO 01
VIDA A DOIS
Relacionar-se é como estacionar um carro sedã numa vaga bastante apertada. É preciso manobrar com precisão o automóvel, entender onde se está a cada momento, olhar para a frente e pelo retrovisor quase ao mesmo tempo, considerar os pontos cegos. Só que, às vezes, você é o motorista e, às vezes, o flanelinha, cuja função é dar alguns toques ao condutor, com a vantagem de quem vê (o outro) de fora. Do lado de dentro do carro (ou de si), o motorista nunca sabe ao certo quando avança muito ou recua demais. Tem de contar, então, com a orientação externa para evitar colisões. Viver a dois é se dedicar a essa alternância numa baliza que nunca termina completamente. Ora parece que coube direitinho, ora é preciso recomeçar. [...] A visão romântica do amor sugere que as pessoas ingressam em relacionamentos problemáticos por engano, enquanto uma leitura psicológica do assunto entende que essas escolhas expressam necessidades inconscientes – o modo precário com que se aprende a amar e a ser amado na infância. Por isso, tem cônjuge que depende o tempo todo da aprovação do outro, como um filho inseguro, e parceiros que se provocam até que um deles sucumba em uma explosão de raiva, como uma criança birrenta. Terminar um relacionamento construído nessas condições talvez não seja a melhor resposta, porque o problema seguiria mal resolvido, disponível para reprise com o próximo parceiro. Em vez disso, o filósofo suíco Alain de Botton sugere uma pausa para a reflexão, uma pergunta crucial: o que uma pessoa madura faria agora? Às vezes, é o que basta para recobrar o cuidado com o outro e o respeito consigo mesmo, cada um invocar a melhor versão de si. Os dois não são mais crianças indefesas, vitimadas pelas falhas dos pais. Podem agora pensar e agir como adultos, desde que se lembrem disso. Sem essa consciência, os parceiros podem se tirar do sério até pelo que parece banal, como um impasse na escolha de um filme ou uma camiseta esquecida fora do lugar. A comunicação fica truncada, reduzida a cobranças, acusações e silêncios. Na verdade, se algo incomoda, é importante. [...] É por isso que terapia ajuda tanto, individualmente ou em dupla. [...]
Mas como ser, ao mesmo tempo, um motorista mais atento e um flanelinha de fato prestativo quando a terapia está fora de questão para o casal num determinado momento? Insights da psicologia, da filosofia e até da neurociência podem ser de grande ajuda. Porque compreensão é sempre um belo começo – seja de si, do outro, do ideal do amor romântico ou dos relacionamentos conjugais como realmente são. Os mecanismos orgânicos do amor estão atrelados a um relacionamento íntimo vigente em nós, nunca mencionado em contos de fadas e comédias românticas – o casamento entre a mente e o cérebro. A sensação de aperto no coração, o disparar, tudo isso é real, mas desencadeado por neurotransmissões e descargas hormonais. Tudo começa na cabeça – o coração é apenas o mensageiro, só dá o recado. É preciso separar a base biológica da qual somos feitos do que é cultural e pode ser desconstruído. O ideal do amor romântico só faz bem quando inspira a delicadeza com o outro, a valorização da união. Quando se torna um catalisador de expectativas extravagantes e fantasiosas, só favorece a decepção e o ressentimento, como a fraude do “felizes para sempre”. A verdade é que relacionamentos têm fases porque cumprem ciclos psíquicos já claramente identificados pela ciência: a paixão, o amor romantizado e o amor companheiro, nessa ordem. [...]
Uma pessoa desfruta, em média, de aproximadamente 86 bilhões de neurônios, capazes de realizar um número insondável de sinapses. É essa extraordinária engenharia em você que se apaixona e ama. A fase da paixão, mais motivada, ansiosa e sexualizada, costuma durar de seis meses a dois anos e é exaustiva para a mente. [...] Na sequência, vem o amor romantizado, em que a libido ainda é um componente importante e presente, mas na qual a relação tende a ser vivida com mais serenidade. Na terceira fase, a do companheirismo, o desejo perde espaço, ao mesmo tempo em que aumentam o vínculo e o compromisso. [...] O problema é que a cultura não compactua com a biologia e muitas pessoas se frustram com a dissipação do furor inicial. Além disso, a progressão das fases não ocorre em sincronia – um dos cônjuges pode mudar de estágio antes do outro, favorecendo o desencontro.
Com o aumento da expectativa de vida, a fase do companheirismo pode se prolongar por décadas – para os que chegam a conhecê-las, claro. Ao mesmo tempo, os parceiros são hoje cada vez mais expostos à felicidade editada de outros casais, compartilhada à exaustão nas redes sociais. Como se sabe, no entanto, é sempre fora do enquadramento que os relacionamentos enfrentam seus maiores desafios. O trunfo dos casais contemporâneos é a possibilidade de poder compreender toda essa complexidade – e conversar abertamente sobre ela. Saber de tudo isso, conhecer e também aceitar os processos biológicos e sociais atrelados ao amor pode ser de grande ajuda para qualquer relacionamento. [...] Por isso, a melhor estratégia talvez seja manter uma perspectiva racional diante do tempo – é possível que acabe eventualmente; se calhar de uma conexão verdadeira persistir até que a morte os separe, que seja uma grata surpresa. [...]
A diminuição gradual da libido, queixa frequente em relacionamentos longevos, pode ser contida com uma combinação de estratégias. Uma delas é a prática regular de atividade física, que estimula a produção da testosterona no organismo, hormônio diretamente relacionado ao tesão. Uma dieta balanceada que inclua alimentos afrodisíacos, como o cacau e a pimenta, é outro recurso a considerar – pode aumentar tanto o desejo quanto o prazer sexual. Desfrutar de bons momentos juntos também funciona: o prazer compartilhado ao ver um filme, sair para jantar ou fazer uma viagem também estimula o interesse mútuo, renovando em cada parceiro memórias felizes relacionadas à união. Outro elemento crucial é a presença de contato físico. Muitos casais já fazem uso desse recurso inconscientemente, com o chamado “sexo de reconciliação”, intenso o bastante para restabelecer a conexão em momentos de fragilidade. Mas há outras abordagens. Pesquisas mostram que casais que se comunicam bem – que se expressam e se ouvem – também tendem a se manter juntos por mais tempo. O mesmo vale para aqueles que se valorizam: a admiração mútua, demonstrada pela troca regular de elogios sinceros, fortalece o vínculo. [...]
Se hoje o casamento não é mais uma condenação perpétua, se agora as pessoas têm liberdade para mudar de ideia e seguir em frente – o que, em muitos casos, é louvável –, também há o perigo denunciado pelo sociólogo polonês Zygmund Bauman de nunca se estabelecerem conexões verdadeiras e vagar em busca de uma satisfação que jamais se concretiza. [...] Por isso, quem ama precisa sempre se manter atento. Nada está dado. Quando a vaga parece segura, sob a sombra oportuna de uma árvore exuberante numa tarde de sol, o casal pode reclinar os bancos para se permitir um descanso temporário, lado a lado. Que seja restaurador... Porque, de tempos em tempos, será preciso manobrar outra vez.
QUINTANILHA, Leandro. Vida a dois. Disponível em:
<http://vidasimples.uol.com.br/noticias/capa/vida-a-dois.phtml#.WZbfuj6GMdU>. Acesso em: 18 ago. 2017. Adaptado.
A palavra “flanelinha”, no contexto empregado, é classificada gramaticalmente como:
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