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Foram encontradas 440 questões.

1341473 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
COMPAIXÃO
"Era uma sexta-feira, fim de tarde. Na época, eu trabalhava no jornal The New York Times. Estava descendo as escadas do metrô, assim como centenas de cidadãos que iam para casa, quando notei um homem caído, imóvel. As pessoas, de tão apressadas, apenas pulavam por cima dele. Quando me aproximei, parei para ver o que tinha acontecido. No mesmo instante, meia dúzia de outras pessoas também parou em torno dele. Descobrimos que era um hispânico, não falava inglês, não tinha dinheiro, estava faminto e desmaiou de fome. Imediatamente, alguém trouxe um copo de suco de laranja, um outro lhe deu um cachorro-quente e ele se levantou. Tudo o que precisava era de um simples ato: o de ser percebido."
O relato da página anterior pertence ao psicólogo americano Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional (Editora Objetiva), e é um bom exemplo do que é a compaixão. Palavra originária do latim e do grego, que significa "sofrer com" ou "passar por algo com alguém", sempre esteve associada às pessoas religiosas, como Madre Tereza de Calcutá, que dedicou sua vida aos pobres, e a Jesus Cristo, que sempre esteve ao lado dos enfermos, leprosos, cegos e prostitutas. No entanto, nos tempos atuais, a compaixão desperta a atenção até mesmo do campo científico. Segundo pesquisas, todos têm em sua fisiologia o neurônio desencadeador desse sentimento.
"A neurociência social estudou a compaixão e descobriu que os circuitos cerebrais, por padrão, nos dizem para ajudar, mas eles somente funcionam quando interagimos com o outro", explica Goleman. O assunto também é abordado no livro Born to Be Good: The Science of a Meaningful Life (algo como "Nascido para Ser Bom: A Ciência de uma Vida Significativa", editora W.W. Norton & Company, ainda não publicado no Brasil), do psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). "O funcionamento do nervo vago, que se origina no topo da espinha dorsal, está associado aos sentimentos de cuidado que produzem uma sensação confortável no tórax. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são, portanto, mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade", afirma Keltner. O padre Cireneu Kuhn, missionário da Congregação do Verbo Divino, presente em vários países, incluindo o Brasil, explica que, na parábola do bom samaritano, a compaixão também é comprovada como independente da religião. "Quem parou para ajudar o homem ferido na beira da estrada não foi o sacerdote, que, ao vê-lo caído, quase morto, tomou outra direção, mas sim um samaritano, um homem comum." De uma forma simplista, basta pensar no impulso automático de salvar, por exemplo, um bebê engatinhando sozinho na beira de uma piscina. "Além disso, nascemos para viver em comunidade, somos todos interdependentes; se não fosse dessa forma, como viveríamos?
(BIS, Keila, Compaixão. Revista Bons Fuidos, p. 43-44, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “Descobrimos que era um hispânico, não falava inglês, não tinha dinheiro, estava faminto e desmaiou de fome.” (Trecho introdutório)
Em relação à organização sintática desse trecho, pode-se afirmar, EXCETO
 

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1341468 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Uma alimentação variada e equilibrada garante ao organismo o fornecimento necessário das diversas vitaminas, evitando as avitaminoses. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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1341463 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
COMPAIXÃO
"Era uma sexta-feira, fim de tarde. Na época, eu trabalhava no jornal The New York Times. Estava descendo as escadas do metrô, assim como centenas de cidadãos que iam para casa, quando notei um homem caído, imóvel. As pessoas, de tão apressadas, apenas pulavam por cima dele. Quando me aproximei, parei para ver o que tinha acontecido. No mesmo instante, meia dúzia de outras pessoas também parou em torno dele. Descobrimos que era um hispânico, não falava inglês, não tinha dinheiro, estava faminto e desmaiou de fome. Imediatamente, alguém trouxe um copo de suco de laranja, um outro lhe deu um cachorro-quente e ele se levantou. Tudo o que precisava era de um simples ato: o de ser percebido."
O relato da página anterior pertence ao psicólogo americano Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional (Editora Objetiva), e é um bom exemplo do que é a compaixão. Palavra originária do latim e do grego, que significa "sofrer com" ou "passar por algo com alguém", sempre esteve associada às pessoas religiosas, como Madre Tereza de Calcutá, que dedicou sua vida aos pobres, e a Jesus Cristo, que sempre esteve ao lado dos enfermos, leprosos, cegos e prostitutas. No entanto, nos tempos atuais, a compaixão desperta a atenção até mesmo do campo científico. Segundo pesquisas, todos têm em sua fisiologia o neurônio desencadeador desse sentimento.
"A neurociência social estudou a compaixão e descobriu que os circuitos cerebrais, por padrão, nos dizem para ajudar, mas eles somente funcionam quando interagimos com o outro", explica Goleman. O assunto também é abordado no livro Born to Be Good: The Science of a Meaningful Life (algo como "Nascido para Ser Bom: A Ciência de uma Vida Significativa", editora W.W. Norton & Company, ainda não publicado no Brasil), do psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). "O funcionamento do nervo vago, que se origina no topo da espinha dorsal, está associado aos sentimentos de cuidado que produzem uma sensação confortável no tórax. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são, portanto, mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade", afirma Keltner. O padre Cireneu Kuhn, missionário da Congregação do Verbo Divino, presente em vários países, incluindo o Brasil, explica que, na parábola do bom samaritano, a compaixão também é comprovada como independente da religião. "Quem parou para ajudar o homem ferido na beira da estrada não foi o sacerdote, que, ao vê-lo caído, quase morto, tomou outra direção, mas sim um samaritano, um homem comum." De uma forma simplista, basta pensar no impulso automático de salvar, por exemplo, um bebê engatinhando sozinho na beira de uma piscina. "Além disso, nascemos para viver em comunidade, somos todos interdependentes; se não fosse dessa forma, como viveríamos?
(BIS, Keila, Compaixão. Revista Bons Fuidos, p. 43-44, junho de 2013. Adaptado.)
A autora aborda o tema da compaixão de forma interdisciplinar, uma vez que usa pressupostos de diversas áreas das ciências humanas, entre as quais NÃO está a
 

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1341462 Ano: 2012
Disciplina: Educação Física
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Sobre os Blocos de Conteúdos colocados pelos PCNs, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1341461 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
COMPAIXÃO
"Era uma sexta-feira, fim de tarde. Na época, eu trabalhava no jornal The New York Times. Estava descendo as escadas do metrô, assim como centenas de cidadãos que iam para casa, quando notei um homem caído, imóvel. As pessoas, de tão apressadas, apenas pulavam por cima dele. Quando me aproximei, parei para ver o que tinha acontecido. No mesmo instante, meia dúzia de outras pessoas também parou em torno dele. Descobrimos que era um hispânico, não falava inglês, não tinha dinheiro, estava faminto e desmaiou de fome. Imediatamente, alguém trouxe um copo de suco de laranja, um outro lhe deu um cachorro-quente e ele se levantou. Tudo o que precisava era de um simples ato: o de ser percebido."
O relato da página anterior pertence ao psicólogo americano Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional (Editora Objetiva), e é um bom exemplo do que é a compaixão. Palavra originária do latim e do grego, que significa "sofrer com" ou "passar por algo com alguém", sempre esteve associada às pessoas religiosas, como Madre Tereza de Calcutá, que dedicou sua vida aos pobres, e a Jesus Cristo, que sempre esteve ao lado dos enfermos, leprosos, cegos e prostitutas. No entanto, nos tempos atuais, a compaixão desperta a atenção até mesmo do campo científico. Segundo pesquisas, todos têm em sua fisiologia o neurônio desencadeador desse sentimento.
"A neurociência social estudou a compaixão e descobriu que os circuitos cerebrais, por padrão, nos dizem para ajudar, mas eles somente funcionam quando interagimos com o outro", explica Goleman. O assunto também é abordado no livro Born to Be Good: The Science of a Meaningful Life (algo como "Nascido para Ser Bom: A Ciência de uma Vida Significativa", editora W.W. Norton & Company, ainda não publicado no Brasil), do psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). "O funcionamento do nervo vago, que se origina no topo da espinha dorsal, está associado aos sentimentos de cuidado que produzem uma sensação confortável no tórax. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são, portanto, mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade", afirma Keltner. O padre Cireneu Kuhn, missionário da Congregação do Verbo Divino, presente em vários países, incluindo o Brasil, explica que, na parábola do bom samaritano, a compaixão também é comprovada como independente da religião. "Quem parou para ajudar o homem ferido na beira da estrada não foi o sacerdote, que, ao vê-lo caído, quase morto, tomou outra direção, mas sim um samaritano, um homem comum." De uma forma simplista, basta pensar no impulso automático de salvar, por exemplo, um bebê engatinhando sozinho na beira de uma piscina. "Além disso, nascemos para viver em comunidade, somos todos interdependentes; se não fosse dessa forma, como viveríamos?
(BIS, Keila, Compaixão. Revista Bons Fuidos, p. 43-44, junho de 2013. Adaptado.)
Todos os recursos intertextuais são usados pela autora na construção da sua argumentação, EXCETO
 

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1341458 Ano: 2012
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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João fez um empréstimo de R$3.000,00, por 3 anos, à taxa de 12% ao ano. Quanto João pagará de juros?
 

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1341457 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Qual dos números seguintes é divisível por 3?
 

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1341453 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Vamos esperar mais 70 anos?
Em 1836, já no fim de sua viagem a bordo do Beagle, Charles Darwin, um dos maiores gênios que o mundo já conheceu, escreveu à sua irmã Susan: "Um homem que ousa desperdiçar 1 hora do tempo não descobriu o valor da vida". A frase vale para homens e para nações. O tempo não é exatamente um valor para nós, brasileiros. Somos ótimos em fazer diagnósticos e péssimos na hora de tomar as medidas necessárias para corrigir nossos problemas. Por que mudar, e arriscar perder votos hoje, se é possível deixar os atos de coragem para amanhã? Só um desprezo profundo pelo valor do tempo e pelas consequências dessa postura pode explicar a sobrevivência de um conjunto de leis que, neste ano, completarão sete décadas. A Consolidação das Leis do Trabalho foi concebida para um país e um capitalismo que há muito deixaram de existir. O mundo mudou e vem mudando numa velocidade cada vez maior. O trabalho mudou e continuará se transformando num ritmo difícil de ser acompanhado até por empresas mais contemporâneas. As tecnologias transformaram nossa vida. Não somos os mesmos — e já não vivemos como nossos pais. E foi assim, graças a uma postura autista da sociedade, que a legislação que rege o trabalho no Brasil ganhou merecidamente o título de a pior do mundo.
É a pior, entre outras razões, por ser um monumento à hipocrisia. Nossa lei determina que sejam pagos adicionais de insalubridade a trabalhadores submetidos a altas temperaturas — embora ninguém diga o que isso significa. É o fim do trabalho ao ar livre nos trópicos, ainda que não seja necessário nenhum esforço para encontrar milhares de brasileiros trabalhando como lixeiros, carteiros, pedreiros e vendedores — e assim será até que um gênio do Vale do Silício descubra uma nova maneira de desempenhar esse tipo de atividade.!$ ^{D)} !$Enquanto isso, os juízes do Trabalho estarão a postos sempre que alguém decidir "buscar seus direitos na Justiça".!$ ^{C)} !$ Jornadas flexíveis são o sonho das novas gerações de profissionais qualificados. Mas, no Brasil de 2013, é um perigo negociar 15 minutos a mais ou a menos no horário de almoço. A lei manda: 1 hora para todo mundo — até para quem não quer.
Por favor, pense 2 minutos antes de dizer que movimentos para modernizar as leis trabalhistas são cortinas de fumaça para quem quer simplesmente extirpar "os direitos conquistados pelos trabalhadores brasileiros". Os Estados Unidos têm uma das legislações mais flexíveis do mundo — e ninguém vai me convencer de que, em termos gerais, o trabalhador americano tem uma vida pior que a do brasileiro. Também não serve como argumento nossa atual situação de quase pleno emprego, com trabalhadores sorridentes, balançando a carteira profissional ao vento, numa cena típica de programa eleitoral gratuito.!$ ^{B)} !$ Restritiva por natureza nossa septuagenária CLT não vale para todo mundo. Temos uma população economicamente ativa de pouco mais de 100 milhões de pessoas. Mais da metade delas não está vinculada a esse conjunto de leis. Para mais de 52 milhões de brasileiros — empreendedores, autônomos, empregados de pequenas companhias —, o trabalho se amolda à necessidade ou à liberdade.
É evidente que o Brasil vive numa espécie de buraco negro de produtividade em vários setores da economia. Mudar esse quadro depende basicamente de nossa capacidade de inovar, qualificar a mão de obra e instituir uma regulação que concilie os interesses de trabalhadores e empresas.!$ ^{A)} !$ Descumprir a lei, por mais anacrônica, perversa e irracional que ela seja não é uma opção. Leis são feitas para serem cumpridas. A opção é lutar para transformá-las. Nas últimas sete décadas, os interesses políticos e eleitorais têm levado a melhor — talvez por pura incompetência do discurso da iniciativa privada. Setenta anos é bastante tempo. Boa parte dele foi desperdiçada pelo imobilismo. Podemos até escolher conviver mais 70 anos com a lei que está aí. Mas é preciso ficar claro que haverá um preço a pagar. A decisão vale a forma como viveremos no futuro.
(VASSALO, Cláudia. Vamos esperar mais 70 anos? Revista exame. 1.º de maio de 2013, p. 54)
Percebe-se que a autora, em alguns trechos, insere em seu argumento um tom irônico, o que acentua algumas críticas que faz. Assinale a alternativa em que NÃO se percebe o uso desse recurso.
 

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1341452 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Sabendo-se que o setor de licitação de uma prefeitura pretende promover uma licitação referente à construção de quadras poliesportivas no valor de R$1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais), marque V para as alternativas verdadeiras ou F para as falsas.
( ) Pode ser feita uma Concorrência.
( ) Deve ser feita por Convite.
( ) Pode ser feita uma Tomada de Preços.
( ) A modalidade dependerá de critérios técnicos da área de engenharia.
A sequência CORRETA é
 

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1341446 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
A figura abaixo tem
Enunciado 1341446-1
 

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