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Foram encontradas 440 questões.

1341412 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Considere as retas !$ r !$,!$ s !$ e !$ t !$ e um plano !$ \alpha !$ . Todas as afirmações seguintes são falsas, EXCETO
 

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1341395 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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“Entre as tendências que definem a alfabetização, uma delas atribui a esse processo um significado muito amplo negando-lhe, assim, sua especificidade, com reflexos indesejáveis na caracterização de sua natureza, na configuração das habilidades básicas de leitura e escrita, na definição da competência de alfabetizar”.
Com essa afirmação, o autor quer defender o processo de alfabetização em seu sentido próprio, específico, qual seja:
 

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1341394 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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As alternativas abaixo expressam concepções de Paulo Freire em relação ao processo ensino-aprendizagem, EXCETO
 

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1341383 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Baseando-se nos modelos de conteúdo XML, analise as afirmativas abaixo e marque V para as verdadeiras ou F para as falsas.
( ) < ! ELEMENT a (b?, (c | d) +) > descreve um elemento chamado a com um elemento b opcional e, então, um elemento c ou d que podem aparecer uma ou mais vezes.
( ) < ! ELEMENT c (#PCDATA) > descreve um elemento chamado c como sendo PCDATA e que aparece apenas uma vez.
( ) < ! ELEMENT a (b | c) *> descreve um elemento chamado a com elementos b ou c que aparecem apenas uma vez.
( ) < ! ELEMENT a (b, (c | d) *) > descreve um elemento chamado a, um elemento b que aparece apenas uma vez e, então, um elemento c ou d que pode aparecer apenas uma vez.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
 

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1341372 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
O Brasil lê mal
Afirmei nesta coluna que os cursos E (no Provão) podiam trazer grandes benefícios aos alunos. Alguns médicos enviaram e-mails protestando: como? Ser tratado por um médico formado em escola E? Ora, a coluna excluía taxativamente a medicina, ao dizer: "Na área médica ou em outras em que há questões de segurança envolvidas, que se exijam mínimos invioláveis". Um punhadinho de doutos médicos não soube ler o texto. Se até na carreira mais elitizada de todas parece haver uma patologia no ato de ler, imagine-se no resto.
Para diagnosticar tal enfermidade, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) buscou uma clínica de luxo, o Pisa. Trata-se de um sistema de testes de rendimento escolar organizado sob a bandeira dos países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos ricos. A iniciativa trouxe resultados de incalculável valia.
Ao contrário dos testes convencionais, não se trata de professores decidindo o que os alunos devem saber. Os organizadores foram ao mundo real das sociedades modernas e perguntaram que conhecimentos linguísticos seriam necessários para operar com êxito nas empresas e na vida. Portanto, os testes buscaram a competência em leitura que se usa no mundo real – é o que migra da escola para a prática.
Como o único outro país do Terceiro Mundo era o México, a dúvida era se seríamos os últimos ou os penúltimos. Melhor não podíamos esperar. Mas saber que carregamos a lanterninha é de interesse menor.
Foram prejudicados os países onde há muitos alunos com defasagem idade-série, como o Brasil, pois o teste toma alunos de 15 anos (na série em que estejam). Analisando apenas os estudantes sem atraso, nossos escores empatam com os da Rússia. Resultado horripilante para a Rússia, que já teve um dos melhores sistemas educativos do mundo.
Mas isso tudo é irrelevante. O que interessa saber é por que não aprendemos a ler corretamente. O Pisa mostra que os alunos brasileiros conseguem decifrar o texto e ter uma ideia geral sobre o que ele está dizendo. Daí para a frente, empacam.
Isso não seria uma grande surpresa, diante da realidade das nossas escolas públicas, ainda esmagadas por problemas angustiantes no seu funcionamento básico. Mas poderíamos esperar que nossas escolas de elite fizessem uma bela apresentação. Afinal, operam com os melhores professores, os melhores alunos e sem problemas econômicos prementes.
Contudo, o nível de leitura de nossas elites é, ao mesmo tempo, o resultado mais trágico e o que mais esperanças traz. Saímo-nos mal, muito mal. A proporção de brasileiros de elite capazes de compreensão perfeita dos textos escritos é muito pequena, comparada com a taxa de outros países (1%, em vez dos 6% da Coreia e dos 13% dos EUA).
Ou seja, nossa incapacidade de decifrar um texto escrito não se deve à pobreza, mas a um erro sistêmico. Estamos ensinando sistematicamente errado. Se é assim, passar a ensinar certo deve trazer incontáveis benefícios para a educação e para a sociedade. E não pode ser tão difícil assim.
Parece haver uma estratégia errada no ensino da leitura. Os alunos se contentam com uma compreensão superficial do texto. Satisfeitos, passam a divagar sobre o que pensam, sobre o que o autor poderia estar pensando, sobre o que evoca o texto. Mas isso tudo ocorre antes de acabarem de processar cognitivamente o texto, de decifrá-lo segundo os códigos rígidos da sintaxe. Dispara a imaginação, trava-se a cognição. Lemos como poetas e não como cientistas. Mas antes da hora de ler poesia, após o jantar, há que ler contratos, cartas comerciais, bulas de remédio, instruções de serviço, manuais, análises da sociedade e dos políticos e por aí afora.
A revolução possível na competência em leitura de nossa gente nos permitiria galgar outro patamar de desenvolvimento. E isso pode ser feito a custo praticamente nulo. É só querer. Na Europa, o Pisa provoca um feroz debate. Nas terras tupiniquins, só a notícia do último lugar conseguiu chegar à imprensa. A tônica foi criticar o governo, em vez de entender ou tirar lições.
(http://veja.abril.com.br/060302/ponto-de-vista.html. Acesso em 30 de junho de 2013.)
Considere o título do texto: “ O Brasil lê mal”.
Assinale a alternativa que identifica corretamente a figura de linguagem usada pelo autor para construir esse título.
 

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1341367 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
O Brasil lê mal
Afirmei nesta coluna que os cursos E (no Provão) podiam trazer grandes benefícios aos alunos. Alguns médicos enviaram e-mails protestando: como? Ser tratado por um médico formado em escola E? Ora, a coluna excluía taxativamente a medicina, ao dizer: "Na área médica ou em outras em que há questões de segurança envolvidas, que se exijam mínimos invioláveis". Um punhadinho de doutos médicos não soube ler o texto. Se até na carreira mais elitizada de todas parece haver uma patologia no ato de ler, imagine-se no resto.
Para diagnosticar tal enfermidade, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) buscou uma clínica de luxo, o Pisa. Trata-se de um sistema de testes de rendimento escolar organizado sob a bandeira dos países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos ricos. A iniciativa trouxe resultados de incalculável valia.
Ao contrário dos testes convencionais, não se trata de professores decidindo o que os alunos devem saber. Os organizadores foram ao mundo real das sociedades modernas e perguntaram que conhecimentos linguísticos seriam necessários para operar com êxito nas empresas e na vida. Portanto, os testes buscaram a competência em leitura que se usa no mundo real – é o que migra da escola para a prática.
Como o único outro país do Terceiro Mundo era o México, a dúvida era se seríamos os últimos ou os penúltimos. Melhor não podíamos esperar. Mas saber que carregamos a lanterninha é de interesse menor.
Foram prejudicados os países onde há muitos alunos com defasagem idade-série, como o Brasil, pois o teste toma alunos de 15 anos (na série em que estejam). Analisando apenas os estudantes sem atraso, nossos escores empatam com os da Rússia. Resultado horripilante para a Rússia, que já teve um dos melhores sistemas educativos do mundo.
Mas isso tudo é irrelevante. O que interessa saber é por que não aprendemos a ler corretamente. O Pisa mostra que os alunos brasileiros conseguem decifrar o texto e ter uma ideia geral sobre o que ele está dizendo. Daí para a frente, empacam.
Isso não seria uma grande surpresa, diante da realidade das nossas escolas públicas, ainda esmagadas por problemas angustiantes no seu funcionamento básico. Mas poderíamos esperar que nossas escolas de elite fizessem uma bela apresentação. Afinal, operam com os melhores professores, os melhores alunos e sem problemas econômicos prementes.
Contudo, o nível de leitura de nossas elites é, ao mesmo tempo, o resultado mais trágico e o que mais esperanças traz. Saímo-nos mal, muito mal. A proporção de brasileiros de elite capazes de compreensão perfeita dos textos escritos é muito pequena, comparada com a taxa de outros países (1%, em vez dos 6% da Coreia e dos 13% dos EUA).
Ou seja, nossa incapacidade de decifrar um texto escrito não se deve à pobreza, mas a um erro sistêmico. Estamos ensinando sistematicamente errado. Se é assim, passar a ensinar certo deve trazer incontáveis benefícios para a educação e para a sociedade. E não pode ser tão difícil assim.
Parece haver uma estratégia errada no ensino da leitura. Os alunos se contentam com uma compreensão superficial do texto. Satisfeitos, passam a divagar sobre o que pensam, sobre o que o autor poderia estar pensando, sobre o que evoca o texto. Mas isso tudo ocorre antes de acabarem de processar cognitivamente o texto, de decifrá-lo segundo os códigos rígidos da sintaxe. Dispara a imaginação, trava-se a cognição. Lemos como poetas e não como cientistas. Mas antes da hora de ler poesia, após o jantar, há que ler contratos, cartas comerciais, bulas de remédio, instruções de serviço, manuais, análises da sociedade e dos políticos e por aí afora.
A revolução possível na competência em leitura de nossa gente nos permitiria galgar outro patamar de desenvolvimento. E isso pode ser feito a custo praticamente nulo. É só querer. Na Europa, o Pisa provoca um feroz debate. Nas terras tupiniquins, só a notícia do último lugar conseguiu chegar à imprensa. A tônica foi criticar o governo, em vez de entender ou tirar lições.
(http://veja.abril.com.br/060302/ponto-de-vista.html. Acesso em 30 de junho de 2013.)
Considere a palavra grifada no trecho: “Para diagnosticar tal enfermidade, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) buscou uma clínica de luxo, o Pisa.”
Em relação ao emprego da palavra negritada no trecho, pode-se afirmar:
 

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1341366 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
As inversões financeiras são despesas de capital. Qual das alternativas abaixo NÃO pode ser considerada como inversão financeira?
 

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1341364 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Provas:
Todas as alternativas abaixo são instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente, previstos na Lei n.º 6.938/81, EXCETO
 

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1341363 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Provas:
A definição da concepção do sistema de tratamento de esgotos sanitários depende, entre outros aspectos, da caracterização da água residuária a ser tratada. Todas as alternativas abaixo são fatores que podem afetar a vazão afluente a uma ETE, EXCETO
 

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1341360 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Provas:
É dispensável a licitação, EXCETO
 

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