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Paulo Freire, em seu livro Pedagogia da Autonomia, afirma que a educação não pode ser neutra. Nessa perspectiva, ele quer dizer que
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O gráfico da função quadrática !$ f : \mathbb{R} \rightarrow \mathbb{R} !$, definida por !$ f (x) = (k^2 − k −1)x^2 − 6x + 3 !$, é representado por
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COMPAIXÃO
"Era uma sexta-feira, fim de tarde. Na época, eu trabalhava no jornal The New York Times. Estava descendo as escadas do metrô, assim como centenas de cidadãos que iam para casa, quando notei um homem caído, imóvel. As pessoas, de tão apressadas, apenas pulavam por cima dele. Quando me aproximei, parei para ver o que tinha acontecido. No mesmo instante, meia dúzia de outras pessoas também parou em torno dele. Descobrimos que era um hispânico, não falava inglês, não tinha dinheiro, estava faminto e desmaiou de fome. Imediatamente, alguém trouxe um copo de suco de laranja, um outro lhe deu um cachorro-quente e ele se levantou. Tudo o que precisava era de um simples ato: o de ser percebido."
O relato da página anterior pertence ao psicólogo americano Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional (Editora Objetiva), e é um bom exemplo do que é a compaixão. Palavra originária do latim e do grego, que significa "sofrer com" ou "passar por algo com alguém", sempre esteve associada às pessoas religiosas, como Madre Tereza de Calcutá, que dedicou sua vida aos pobres, e a Jesus Cristo, que sempre esteve ao lado dos enfermos, leprosos, cegos e prostitutas. No entanto, nos tempos atuais, a compaixão desperta a atenção até mesmo do campo científico. Segundo pesquisas, todos têm em sua fisiologia o neurônio desencadeador desse sentimento.
"A neurociência social estudou a compaixão e descobriu que os circuitos cerebrais, por padrão, nos dizem para ajudar, mas eles somente funcionam quando interagimos com o outro", explica Goleman. O assunto também é abordado no livro Born to Be Good: The Science of a Meaningful Life (algo como "Nascido para Ser Bom: A Ciência de uma Vida Significativa", editora W.W. Norton & Company, ainda não publicado no Brasil), do psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). "O funcionamento do nervo vago, que se origina no topo da espinha dorsal, está associado aos sentimentos de cuidado que produzem uma sensação confortável no tórax. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são, portanto, mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade", afirma Keltner. O padre Cireneu Kuhn, missionário da Congregação do Verbo Divino, presente em vários países, incluindo o Brasil, explica que, na parábola do bom samaritano, a compaixão também é comprovada como independente da religião. "Quem parou para ajudar o homem ferido na beira da estrada não foi o sacerdote, que, ao vê-lo caído, quase morto, tomou outra direção, mas sim um samaritano, um homem comum." De uma forma simplista, basta pensar no impulso automático de salvar, por exemplo, um bebê engatinhando sozinho na beira de uma piscina. "Além disso, nascemos para viver em comunidade, somos todos interdependentes; se não fosse dessa forma, como viveríamos?
(BIS, Keila, Compaixão. Revista Bons Fuidos, p. 43-44, junho de 2013. Adaptado.)
Como recurso de expressão, na argumentação da autora, encontram-se presentes, reiteradamente, todas as funções da linguagem citadas abaixo, EXCETO
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Considerando a Demonstração das Variações Patrimoniais, o recebimento de um bem em doação é considerado
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Eu me perdoo, eu te perdoo...
Para você, perdoar é fácil ou difícil? Sente gratidão por sua vida no momento presente? Ou está preso a experiências passadas em que alguém o magoou? É capaz de se perdoar pelos erros que cometeu? Tais questões são o foco central da psicologia positiva, já que evidências científicas nos mostram que saber perdoar é vital para nosso bem-estar físico e emocional. Por milhares de anos, os maiores líderes religiosos exaltaram o valor e o poder do perdão. Tanto as tradições do Oriente como as do Ocidente honram a habilidade de liberar-se de sentimentos como raiva e sofrimento em relação a eventos passados, e enaltecem a atitude sábia de livrar-se de tais emoções aprisionadoras.
Como psicólogo clínico, posso confirmar que proferir tais palavras com sinceridade todos os dias é extremamente benéfico. Tal oração nos purifica de emoções debilitantes, como amargura, ressentimento e desejo de vingança. Dessa maneira, podemos nos revitalizar e deixar para trás as mágoas do passado. Pesquisas médicas estão descobrindo que aqueles que perdoam grandes transgressões têm batimentos cardíacos e pressão sanguínea em níveis mais regulares em comparação àqueles que não perdoam. A Dra. Kathleen Row, da Universidade da Carolina do Leste, nos Estados Unidos, tem estudado extensivamente como hostilidade e perdão impactam o corpo humano. Descobriu-se, por exemplo, que a qualidade do sono é afetada pela tendência a nutrir pensamentos de vingança. No campo da psicologia, pesquisas apontam que mulheres têm maior predisposição para perdoar do que homens, no entanto são menos propensas a se perdoarem. Mas, à medida que envelhecemos, nossa tendência é de perdoar cada vez mais. Talvez porque, quanto mais vivemos, somos capazes de perceber com mais clareza o todo que nos cerca. Nesse sentido, a habilidade de perdoar é uma qualidade que todos nós deveríamos desenvolver se quisermos gerar mais oportunidades para a felicidade.
(HOFFMAN, Edward. Eu me perdoo, eu te perdoo... Revista Bons Fluídos, p. 18, junho de 2013. Adaptado.)
O autor deixa claro no texto que o que impede as pessoas de perdoar é, EXCETO
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Todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO
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1341282
Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Sobre os planos ortogonais, marque a alternativa INCORRETA.
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Um engenheiro está prevendo, para uma obra, que serão cravadas 200 estacas pré-moldadas de concreto. Conforme a norma NBR 6122:2010 (Projeto e execução de fundações), será necessário elaborar o diagrama de cravação de
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Assinale V para as afirmativas verdadeiras ou F para as afirmativas falsas.
( ) A paralisia laríngea é uma entidade que apresenta uma grande variação de sintomas, dependentes principalmente do acometimento de uma ou ambas as pregas vocais e de sua posição com relação à laringe.
( ) O paciente com paralisia laríngea pode apresentar-se com disfonia, dispneia, alteração da deglutição ou mesmo assintomático, dependendo da conformação laríngea adquirida com a paralisia.
( ) A paralisia laríngea, apesar de rara, é a segunda causa de estridor em recém-nascidos. Ela pode ser causada por malformações do sistema nervoso central, doenças e malformações cardiovasculares, traumas cirúrgicos e traumas decorrentes do parto.
( ) A eletromiografia laríngea é o exame feito para avaliar as desordens neuromusculares da laringe, entre elas a paralisia de pregas vocais.
Assinale a sequência CORRETA.
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A Hipovitaminose A é uma doença nutricional grave e é a causa mais frequente de cegueira prevenível entre crianças. Além das alterações oculares que podem levar à cegueira, a deficiência de vitamina A contribui para o aumento das mortes e doenças infecciosas na infância.
Analise as alternativas abaixo e marque a alternativa INCORRETA.
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