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2155341 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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Sua filosofia baseia-se no diálogo entre professor e aluno, procurando transformar o estudante em um aprendiz ativo. O autor enfatiza que “o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa”. Além disso, outras características são necessárias para que esse tipo de educação, a educação libertadora, se concretize, tais como: colaboração, união, relação horizontal e síntese cultural. Assinale a alternativa que aponta o autor dessa concepção educacional.

 

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2155340 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder às questões que a ele se referem.

Texto 1

Hoje não, amanhã!

Margot Cardoso

1 Finalmente escrevo sobre um tema que eu domino completamente: a procrastinação. Sou detentora de

recordes olímpicos nessa modalidade. Inclusive, há muito tempo procrastino pensar sobre a procrastinação —

inclusive tenho procrastinado a escrever sobre o assunto. E, agora mesmo — antes de iniciar este parágrafo —

estive à deriva na internet. Já percorri as salas virtuais do Museu Rodin, em Paris; vi como estava o tempo em

5 Bruxelas, vi a agenda de hoje do Parlamento europeu, admirei a última coleção da Miu Miu, visualizei a página da

BBC News e observei os gráficos das temperaturas médias do ar no planeta. E, em meio a isso tudo, reli trechos do

livro Os Filósofos e o Amor — que acabei de ler e passei os olhos sobre o prólogo do livro que comprei ontem A

Sociedade Paliativa, de Byung-Chul Han.

E como se não bastassem todas essas distrações, quando começo a pensar no ato de procrastinar, ainda

10 divago e penso que a questão realmente importante é: por que razão uma pessoa tem de escolher viver uma vida se

pode passá-la obsessivamente a clicar em diversas outras vidas possíveis? Veja o tamanho — e a criatividade — da

minha capacidade de procrastinar. E isso tudo porque a minha ideia era ter começado a escrever este texto ontem.

Apesar da palavra ser pouco usada na oralidade nossa de cada dia, todos sabemos do que se trata.

Procrastinar é adiar, postergar, enrolar, “empurrar com a barriga”, deixar para amanhã, perder o foco, ocupar-se de

15 outras coisas “menos importantes”. Humano, o ato de procrastinar está em nós desde o início dos tempos. O filósofo

Sêneca, um mentor para todas as horas, escreveu que, “enquanto desperdiçamos nosso tempo hesitando e adiando,

a vida se dissipa”. Muito antes dele, Hesíodo — a quem devemos o conhecimento mitológico da origem do mundo —

aconselhou, na obra Os Trabalhos e os Dias, “Não adies para amanhã, nem para depois de amanhã; celeiros não se

enchem por aqueles que postergam e dedicam seu tempo ao infrutífero”.

20 Agora imagina que Hesíodo (650 a.C.) e Sêneca (4 a.C.) já denunciavam a procrastinação antes das

inúmeras distrações modernas, como a internet. E, claro, há muito mais procrastinadores hoje. Porque quanto mais

opções, mais demoramos para decidir por uma delas. Passamos a analisar cada escolha e o gasto de energia nessa

tarefa leva-nos à paralisia. Por qual caminho optar? E se esse for o caminho errado? E se eu me arrepender?

Incapaz de decidir, paralisamos, e eis que a procrastinação se materializa bem diante dos nossos olhos. Você sabe

25 do que se trata. Há uma semana, você experienciou esse processo. E agora, neste momento, sua mente está em

turbilhão. Você não tem certeza de que fez a escolha certa. Pensa que deveria ter optado pela escolha oposta. Você

imagina como estaria se tivesse optado pela opção três. Vê com clareza consequências nefastas da opção um (a

escolhida), está arrependido. Você tem a nítida impressão de que deveria ter esperado mais, isto é, ter

procrastinado. Agora é tarde demais para mudar de ideia. Porém, diante desse drama, há grandes chances de você

30 — de agora em diante, acovardado — ser mais procrastinador.

Porém, procrastinar pode ser tão doloroso quanto a nossa falta de talento para fazer escolhas e ações de

qualidade. Ela está entre as grandes barreiras para a satisfação de viver. É sabido que lamentamos mais do que não

fizemos do que fizemos. O arrependimento e a culpa podem nos perseguir até o fim da vida por aquilo que não

fizemos (ou não dissemos), muito mais do que aquilo que efetivamente fizemos.

35 E por que isso é tão dramático? Ora, [...] não temos todo o tempo do mundo. À luz desse fato, o tempo é o

nosso bem mais precioso. Mais do que o dinheiro. Diferentemente do dinheiro, o tempo não se ganha, não se

compra. Por isso, sentimos culpa quando pensamos que estamos desperdiçando o nosso tempo. E daí todo o malestar

gerado pelo ato de procrastinar.

Que atire a primeira pedra quem — de vez em quando — não adie uma tarefa difícil, entediante ou

40 desagradável, e se atire a outras mais fáceis e prazerosas, porém menos importantes? Os politicamente corretos

tentam diferenciar procrastinação e preguiça? Não é. São exatamente a mesma coisa: negligenciar ou descuidar das

coisas que tem a obrigação de fazer. A preguiça não é bem-vista. Considerada um dos sete pecados capitais, ela

nos atormenta. Não deveria. Todos temos direito à preguiça. Temos o direito a procrastinar. Assim, como temos o

direito de relaxar, divagar e se “ausentar” quando a mente e o corpo pedem. Então, por que a vergonha e o drama da

45 preguiça/procrastinação? Ora, porque o procrastinador pode deixar de cumprir uma tarefa ou falhar um prazo. E isso

para a nossa sociedade da competência — e do sucesso a todo custo — é considerado um desastre. [...]

Porém, aos poucos, essa caça às bruxas procrastinadoras vem sendo suavizada. Já há estudos que

associam o ato de procrastinar à qualidade do pensamento e das decisões. Agora, admite-se que há uma

procrastinação boa e outra má. Há o procrastinador ativo que adia tarefas, mas faz outras tarefas mais importantes

50 ou mais urgentes. E há o passivo. O que não faz nada e desperdiça o tempo.

E aqui descobrimos algo maravilhoso da procrastinação: ela faz parte da excelência. Há realmente tarefas

na vida que se beneficiam da procrastinação. Às vezes, procrastinar é um indicador de que devemos mesmo

esperar. Se você é um caso extremo de procrastinação, que atrapalha a sua vida e a dos outros, você talvez precise

da ajuda. [...] Caso contrário, ela não é necessariamente má. [...]

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/procrastinar-hoje-nao-amanha/. Acesso em: 22 dez. 2021. Adaptado.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos usados pela autora para construir a sua argumentação.

I. Interrogações.

II. Argumentos de autoridade.

III. Referências.

IV. Expressões metafóricas.

Estão CORRETOS os itens

 

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2155339 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder às questões que a ele se referem.

Texto 1

Hoje não, amanhã!

Margot Cardoso

1 Finalmente escrevo sobre um tema que eu domino completamente: a procrastinação. Sou detentora de

recordes olímpicos nessa modalidade. Inclusive, há muito tempo procrastino pensar sobre a procrastinação —

inclusive tenho procrastinado a escrever sobre o assunto. E, agora mesmo — antes de iniciar este parágrafo —

estive à deriva na internet. Já percorri as salas virtuais do Museu Rodin, em Paris; vi como estava o tempo em

5 Bruxelas, vi a agenda de hoje do Parlamento europeu, admirei a última coleção da Miu Miu, visualizei a página da

BBC News e observei os gráficos das temperaturas médias do ar no planeta. E, em meio a isso tudo, reli trechos do

livro Os Filósofos e o Amor — que acabei de ler e passei os olhos sobre o prólogo do livro que comprei ontem A

Sociedade Paliativa, de Byung-Chul Han.

E como se não bastassem todas essas distrações, quando começo a pensar no ato de procrastinar, ainda

10 divago e penso que a questão realmente importante é: por que razão uma pessoa tem de escolher viver uma vida se

pode passá-la obsessivamente a clicar em diversas outras vidas possíveis? Veja o tamanho — e a criatividade — da

minha capacidade de procrastinar. E isso tudo porque a minha ideia era ter começado a escrever este texto ontem.

Apesar da palavra ser pouco usada na oralidade nossa de cada dia, todos sabemos do que se trata.

Procrastinar é adiar, postergar, enrolar, “empurrar com a barriga”, deixar para amanhã, perder o foco, ocupar-se de

15 outras coisas “menos importantes”. Humano, o ato de procrastinar está em nós desde o início dos tempos. O filósofo

Sêneca, um mentor para todas as horas, escreveu que, “enquanto desperdiçamos nosso tempo hesitando e adiando,

a vida se dissipa”. Muito antes dele, Hesíodo — a quem devemos o conhecimento mitológico da origem do mundo —

aconselhou, na obra Os Trabalhos e os Dias, “Não adies para amanhã, nem para depois de amanhã; celeiros não se

enchem por aqueles que postergam e dedicam seu tempo ao infrutífero”.

20 Agora imagina que Hesíodo (650 a.C.) e Sêneca (4 a.C.) já denunciavam a procrastinação antes das

inúmeras distrações modernas, como a internet. E, claro, há muito mais procrastinadores hoje. Porque quanto mais

opções, mais demoramos para decidir por uma delas. Passamos a analisar cada escolha e o gasto de energia nessa

tarefa leva-nos à paralisia. Por qual caminho optar? E se esse for o caminho errado? E se eu me arrepender?

Incapaz de decidir, paralisamos, e eis que a procrastinação se materializa bem diante dos nossos olhos. Você sabe

25 do que se trata. Há uma semana, você experienciou esse processo. E agora, neste momento, sua mente está em

turbilhão. Você não tem certeza de que fez a escolha certa. Pensa que deveria ter optado pela escolha oposta. Você

imagina como estaria se tivesse optado pela opção três. Vê com clareza consequências nefastas da opção um (a

escolhida), está arrependido. Você tem a nítida impressão de que deveria ter esperado mais, isto é, ter

procrastinado. Agora é tarde demais para mudar de ideia. Porém, diante desse drama, há grandes chances de você

30 — de agora em diante, acovardado — ser mais procrastinador.

Porém, procrastinar pode ser tão doloroso quanto a nossa falta de talento para fazer escolhas e ações de

qualidade. Ela está entre as grandes barreiras para a satisfação de viver. É sabido que lamentamos mais do que não

fizemos do que fizemos. O arrependimento e a culpa podem nos perseguir até o fim da vida por aquilo que não

fizemos (ou não dissemos), muito mais do que aquilo que efetivamente fizemos.

35 E por que isso é tão dramático? Ora, [...] não temos todo o tempo do mundo. À luz desse fato, o tempo é o

nosso bem mais precioso. Mais do que o dinheiro. Diferentemente do dinheiro, o tempo não se ganha, não se

compra. Por isso, sentimos culpa quando pensamos que estamos desperdiçando o nosso tempo. E daí todo o malestar

gerado pelo ato de procrastinar.

Que atire a primeira pedra quem — de vez em quando — não adie uma tarefa difícil, entediante ou

40 desagradável, e se atire a outras mais fáceis e prazerosas, porém menos importantes? Os politicamente corretos

tentam diferenciar procrastinação e preguiça? Não é. São exatamente a mesma coisa: negligenciar ou descuidar das

coisas que tem a obrigação de fazer. A preguiça não é bem-vista. Considerada um dos sete pecados capitais, ela

nos atormenta. Não deveria. Todos temos direito à preguiça. Temos o direito a procrastinar. Assim, como temos o

direito de relaxar, divagar e se “ausentar” quando a mente e o corpo pedem. Então, por que a vergonha e o drama da

45 preguiça/procrastinação? Ora, porque o procrastinador pode deixar de cumprir uma tarefa ou falhar um prazo. E isso

para a nossa sociedade da competência — e do sucesso a todo custo — é considerado um desastre. [...]

Porém, aos poucos, essa caça às bruxas procrastinadoras vem sendo suavizada. Já há estudos que

associam o ato de procrastinar à qualidade do pensamento e das decisões. Agora, admite-se que há uma

procrastinação boa e outra má. Há o procrastinador ativo que adia tarefas, mas faz outras tarefas mais importantes

50 ou mais urgentes. E há o passivo. O que não faz nada e desperdiça o tempo.

E aqui descobrimos algo maravilhoso da procrastinação: ela faz parte da excelência. Há realmente tarefas

na vida que se beneficiam da procrastinação. Às vezes, procrastinar é um indicador de que devemos mesmo

esperar. Se você é um caso extremo de procrastinação, que atrapalha a sua vida e a dos outros, você talvez precise

da ajuda. [...] Caso contrário, ela não é necessariamente má. [...]

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/procrastinar-hoje-nao-amanha/. Acesso em: 22 dez. 2021. Adaptado.

Para a autora, a procrastinação é

 

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2155338 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

Entre as violações verbais, é importante discutir o fato de a expressão bullying aparecer de forma generalizada nas falas de muitos atores do contexto escolar, sobretudo entre os estudantes. Sua banalização tornou-o presente no imaginário da população em geral, quando se refere às várias formas de violência que ocorrem na escola. O conceito de bullying abarca

I - desde apelidos de mau gosto até agressões físicas, designando situações que levam uma pessoa ou um grupo a realizar atos repetidos de violência simbólica, psicológica e/ou física contra um terceiro, para isolá-lo, humilhá-lo e/ou depreciá-lo.

II - somente agressões físicas, designando situações, primordialmente entre jovens, que levam uma pessoa ou um grupo a realizar atos repetidos.

III - somente agressões verbais, ou seja, o uso de apelidos como “magrela(o)”, “feia(o)” e “baixinha(o)”.

Assinale a alternativa que contém a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

 

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2155337 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

O atendimento educacional especializado (AEE) tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, a partir de suas necessidades específicas. De acordo com o Decreto n.º 7.611, de 17 de novembro de 2011, considere os objetivos do AEE e assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados, de acordo com as necessidades individuais dos estudantes.

( ) Fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem.

( ) Garantir recursos de acessibilidade para os educandos somente da escola pública.

( ) Assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis, etapas e modalidades de ensino.

A sequência CORRETA para as afirmativas acima, considerando-as de cima para baixo, é:

 

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2145872 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

Quanto ao estudo da história e cultura afro-brasileiras e indígenas, é importante contextualizar factualmente a relevância do tema afro-brasileiro e indígena no currículo escolar, como explicita a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9.394/1996. Sobre esse tema, é CORRETO afirmar que:

I - O estudo da história e cultura afro-brasileiras e indígenas torna-se obrigatório nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, público e privado.

II - Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileiras e dos povos indígenas brasileiros são ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.

III - O estudo da história e cultura afro-brasileiras e indígenas é obrigatório somente no ensino superior, tendo em vista a proximidade desses temas com questões sociais e práticas do cotidiano dos alunos. Assinale a alternativa que contém a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

 

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2145871 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

A Lei de Diretrizes e Bases (LDB), Lei n.º 9.394/1996, é a legislação que regulamenta o sistema educacional do Brasil. De acordo com a LDB, as escolas devem

I - divulgar seu regimento escolar e proposta pedagógica, explicitando suas normas e procedimentos.

II - abolir regulamentos, em respeito à sua autonomia pedagógica e à diversidade cultural dos alunos.

III - abster-se das normas, pois é necessário o respeito às diferenças individuais dos educadores e educandos.

IV - desenvolver o currículo sem adaptações e, quando necessário, incluir atividades da vida autônoma e social.

Assinale a alternativa que contém a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

 

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2145870 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

Segundo Libâneo (2013), a didática é considerada arte e ciência do ensino. Ela não objetiva apenas conhecer por conhecer, mas procura aplicar seus princípios com a finalidade de desenvolver no indivíduo habilidades cognitivas para torná-lo crítico e reflexivo. De acordo com o autor, a didática tem como objeto de estudo

 

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2145869 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

Compartilhar fotos ou vídeos com conteúdo pejorativo, notícias falsas, criar perfil falso, inventar informações, chantagear, humilhar ou fazer piadas de alguém são ações que identificam uma nova forma de bullying cyberbullying. Segundo Belsey (2006), essa ação envolve utilizar informação e comunicação junto da tecnologia para hostilizar um grupo ou indivíduo, de forma deliberada e repetida. Essa nova forma de bullying é denominada:

 

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2145868 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG

Considerando os objetivos da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, marque, a seguir, V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir acesso ao ensino regular e ao atendimento especializado, com professores especializados.

( ) Assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir acesso ao ensino regular, objetivando somente a aprendizagem dos conteúdos.

( ) Promover a inclusão e o fortalecimento das políticas de acessibilidade somente nas escolas públicas, orientando os sistemas de ensino para garantir acesso ao ensino regular e ao atendimento especializado, com professores especializados.

( ) Promover a inclusão, de forma que a escola seja um espaço que receba todas as crianças indistintamente e possa se adaptar de tal forma que não precise de aparelhamento específico, professores especializados e nem reformas do espaço físico.

A sequência CORRETA para as afirmativas acima, considerando-as de cima para baixo, é:

 

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