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Foram encontradas 40 questões.

O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (em vigor desde 2009) alterou algumas regras de acentuação.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente conforme as novas normas.
 

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Texto 2

Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.

Eu quisera viver

como os passarinhos:

cantando a beira dos caminhos,

cantando ao sol, cantando aos luares,

cantando de tristeza e de prazer,

sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.

Eu quisera viver em plenos ares,

numa elevada trajetória,

numa existência quase incorpórea.

viver sem rumo, procurar guarida

a noite para, em sono, o corpo descansar,

viver em voos, de corrida

roçar apenas pela vida!

Eu quisera viver sem leis e sem senhor,

tão somente sujeita as leis da natureza,

tão somente sujeita aos caprichos do amor…

viver na selva acesa pelo fulgor solar,

o convívio feliz das mais aves gozando,

viver em bando,

a voar, a voar.

Eu quisera viver cantando como as aves

em vez de fazer versos,

sem poderem assim os humanos perversos

interpretar perfidamente meu cantar.

Eu quisera viver dentro da natureza,

sufoca-me a estreiteza

desta vida social a que me sinto presa.

Diante

de uma paisagem verdejante,

diante do céu, diante do mar,

esta minha tristeza

por momentos se finda

e desejo sofrer a vida ainda

e fico a meditar:

como os homens são maus e como a terra é linda!

Certo não fora assim tão triste a vida

se, das aves seguindo o exemplo encantador,

a humanidade livremente unida,

gozasse a natureza, a liberdade e o amor.

[…]

MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.

No Texto 2, no verso “Certo não fora assim tão triste a vida”, observe o uso do “fora” e assinale a alternativa correta.
 

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Texto 2

Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.

Eu quisera viver

como os passarinhos:

cantando a beira dos caminhos,

cantando ao sol, cantando aos luares,

cantando de tristeza e de prazer,

sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.

Eu quisera viver em plenos ares,

numa elevada trajetória,

numa existência quase incorpórea.

viver sem rumo, procurar guarida

a noite para, em sono, o corpo descansar,

viver em voos, de corrida

roçar apenas pela vida!

Eu quisera viver sem leis e sem senhor,

tão somente sujeita as leis da natureza,

tão somente sujeita aos caprichos do amor…

viver na selva acesa pelo fulgor solar,

o convívio feliz das mais aves gozando,

viver em bando,

a voar, a voar.

Eu quisera viver cantando como as aves

em vez de fazer versos,

sem poderem assim os humanos perversos

interpretar perfidamente meu cantar.

Eu quisera viver dentro da natureza,

sufoca-me a estreiteza

desta vida social a que me sinto presa.

Diante

de uma paisagem verdejante,

diante do céu, diante do mar,

esta minha tristeza

por momentos se finda

e desejo sofrer a vida ainda

e fico a meditar:

como os homens são maus e como a terra é linda!

Certo não fora assim tão triste a vida

se, das aves seguindo o exemplo encantador,

a humanidade livremente unida,

gozasse a natureza, a liberdade e o amor.

[…]

MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.

Com base nas regras gramaticais referentes ao uso da crase, assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho em itálico e apresenta justificativa adequada para o emprego (ou não) do acento:
 

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Texto 2

Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.

Eu quisera viver

como os passarinhos:

cantando a beira dos caminhos,

cantando ao sol, cantando aos luares,

cantando de tristeza e de prazer,

sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.

Eu quisera viver em plenos ares,

numa elevada trajetória,

numa existência quase incorpórea.

viver sem rumo, procurar guarida

a noite para, em sono, o corpo descansar,

viver em voos, de corrida

roçar apenas pela vida!

Eu quisera viver sem leis e sem senhor,

tão somente sujeita as leis da natureza,

tão somente sujeita aos caprichos do amor…

viver na selva acesa pelo fulgor solar,

o convívio feliz das mais aves gozando,

viver em bando,

a voar, a voar.

Eu quisera viver cantando como as aves

em vez de fazer versos,

sem poderem assim os humanos perversos

interpretar perfidamente meu cantar.

Eu quisera viver dentro da natureza,

sufoca-me a estreiteza

desta vida social a que me sinto presa.

Diante

de uma paisagem verdejante,

diante do céu, diante do mar,

esta minha tristeza

por momentos se finda

e desejo sofrer a vida ainda

e fico a meditar:

como os homens são maus e como a terra é linda!

Certo não fora assim tão triste a vida

se, das aves seguindo o exemplo encantador,

a humanidade livremente unida,

gozasse a natureza, a liberdade e o amor.

[…]

MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.

No Texto 2, tratando do poema da autora Gilka Machado, observe os versos selecionados:
“sufoca-me a estreiteza desta vida social a que me sinto presa.”
A palavra “presa”, nesse contexto, classifica-se morfologicamente como:
 

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Texto 2

Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.

Eu quisera viver

como os passarinhos:

cantando a beira dos caminhos,

cantando ao sol, cantando aos luares,

cantando de tristeza e de prazer,

sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.

Eu quisera viver em plenos ares,

numa elevada trajetória,

numa existência quase incorpórea.

viver sem rumo, procurar guarida

a noite para, em sono, o corpo descansar,

viver em voos, de corrida

roçar apenas pela vida!

Eu quisera viver sem leis e sem senhor,

tão somente sujeita as leis da natureza,

tão somente sujeita aos caprichos do amor…

viver na selva acesa pelo fulgor solar,

o convívio feliz das mais aves gozando,

viver em bando,

a voar, a voar.

Eu quisera viver cantando como as aves

em vez de fazer versos,

sem poderem assim os humanos perversos

interpretar perfidamente meu cantar.

Eu quisera viver dentro da natureza,

sufoca-me a estreiteza

desta vida social a que me sinto presa.

Diante

de uma paisagem verdejante,

diante do céu, diante do mar,

esta minha tristeza

por momentos se finda

e desejo sofrer a vida ainda

e fico a meditar:

como os homens são maus e como a terra é linda!

Certo não fora assim tão triste a vida

se, das aves seguindo o exemplo encantador,

a humanidade livremente unida,

gozasse a natureza, a liberdade e o amor.

[…]

MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.

No texto 2, no poema Aspirações, de Gilka Machado, há o predomínio de uma figura de linguagem que reforça o tom de desejo e insistência da voz poética feminina em busca de liberdade. Essa figura manifesta-se pela repetição do verso “Eu quisera viver” no início de várias estrofes.
Tal recurso é denominado:
 

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Texto 2

Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.

Eu quisera viver

como os passarinhos:

cantando a beira dos caminhos,

cantando ao sol, cantando aos luares,

cantando de tristeza e de prazer,

sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.

Eu quisera viver em plenos ares,

numa elevada trajetória,

numa existência quase incorpórea.

viver sem rumo, procurar guarida

a noite para, em sono, o corpo descansar,

viver em voos, de corrida

roçar apenas pela vida!

Eu quisera viver sem leis e sem senhor,

tão somente sujeita as leis da natureza,

tão somente sujeita aos caprichos do amor…

viver na selva acesa pelo fulgor solar,

o convívio feliz das mais aves gozando,

viver em bando,

a voar, a voar.

Eu quisera viver cantando como as aves

em vez de fazer versos,

sem poderem assim os humanos perversos

interpretar perfidamente meu cantar.

Eu quisera viver dentro da natureza,

sufoca-me a estreiteza

desta vida social a que me sinto presa.

Diante

de uma paisagem verdejante,

diante do céu, diante do mar,

esta minha tristeza

por momentos se finda

e desejo sofrer a vida ainda

e fico a meditar:

como os homens são maus e como a terra é linda!

Certo não fora assim tão triste a vida

se, das aves seguindo o exemplo encantador,

a humanidade livremente unida,

gozasse a natureza, a liberdade e o amor.

[…]

MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.

No texto 2, o poema de Gilka Machado traz, na voz do eu-lírico, uma fala sobre o desejo de ser pássaro.
Por qual motivo parece se dar esse desejo?
 

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Texto 1

Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda à questão a seguir:

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando

Então vez em quando é bom se perder

Perdido fica perguntando

Vai só procurando

E acha sem saber

Perigo é se encontrar perdido

Deixar sem ter sido

Não olhar, não ver

Bom mesmo é ter sexto sentido

Sair distraído, espalhar bem-querer

CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.

Em “Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim”, a vírgula indica:
 

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Texto 1

Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda à questão a seguir:

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando

Então vez em quando é bom se perder

Perdido fica perguntando

Vai só procurando

E acha sem saber

Perigo é se encontrar perdido

Deixar sem ter sido

Não olhar, não ver

Bom mesmo é ter sexto sentido

Sair distraído, espalhar bem-querer

CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.

No texto 1, na passagem “Perigo é se encontrar perdido / Deixar sem ter sido / Não olhar, não ver”, é possível observar que no verso “Deixar sem ter sido” apresenta uma construção que, tendo em vista a Norma Culta Padrão:
 

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Texto 1

Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda à questão a seguir:

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando

Então vez em quando é bom se perder

Perdido fica perguntando

Vai só procurando

E acha sem saber

Perigo é se encontrar perdido

Deixar sem ter sido

Não olhar, não ver

Bom mesmo é ter sexto sentido

Sair distraído, espalhar bem-querer

CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.

No texto 1, no verso “Da bondade da pessoa ruim”, existe o uso expressivo de uma figura de linguagem.

Que figura de linguagem é essa:

 

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Texto 1

Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda à questão a seguir:

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim

E da maldade de gente boa

Da bondade da pessoa ruim

Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando

Então vez em quando é bom se perder

Perdido fica perguntando

Vai só procurando

E acha sem saber

Perigo é se encontrar perdido

Deixar sem ter sido

Não olhar, não ver

Bom mesmo é ter sexto sentido

Sair distraído, espalhar bem-querer

CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.

No texto 1, a expressão “Deus me proteja de mim” revela, em seu cerne, uma reflexão sobre:
 

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