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“(...) Aprendemos atravès da experiência, e
ninguém ensina nada a ninguém. Isto é válido
tanto para a criança que se movimenta
inicialmente chutando o ar, engatinhando e
depois andando, como para o cientista com suas
equações. Se o ambiente permitir, pode-se
aprender qualquer coisa, e se o indivíduo
permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele
tem para ensinar. "Talento" ou "falta de talento"
tem muito pouco a ver com isso (...)”.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. (São Paulo: Perspectiva, 1979).
Na perspectiva da autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
( ) É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar.
( ) É no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada.
( ) A espontaneidade nos aprisiona a quadros de referência estáticos, a memórias sufocadas por velhos fatos e informações, a teorias não digeridas e a técnicas que são na realidade descobertas de outros.
( ) Experienciar é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Dos três, o intuitivo, que é o mais vital para a situação de aprendizagem, é negligenciado.
A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo é:
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. (São Paulo: Perspectiva, 1979).
Na perspectiva da autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
( ) É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar.
( ) É no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada.
( ) A espontaneidade nos aprisiona a quadros de referência estáticos, a memórias sufocadas por velhos fatos e informações, a teorias não digeridas e a técnicas que são na realidade descobertas de outros.
( ) Experienciar é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Dos três, o intuitivo, que é o mais vital para a situação de aprendizagem, é negligenciado.
A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo é:
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(...) Além da essencial característica metafórica,
os jogos ajudam a desmecanização do corpo e da
mente alienados às tarefas repetitivas do dia a
dia, especialmente às do trabalho e às condições
econômicas, ambientais e sociais de quem os
pratica.
(...)” BOAL, Augusto. Teatro do oprimido. (Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991).
A respeito dos jogos teatrais, na perspectiva do autor, pode-se afirmar que os jogos teatrais:
I - Reúnem características essenciais da vida em sociedade: possuem regras, como a sociedade possui leis, mas necessitam de liberdade criativa para que o jogo, ou a vida, não se transforme em servil obediência.
II - Ajudam o corpo a responder aos estímulos que recebem criando, em si mesmo, uma máscara muscular e outra de comportamento social.
III - São diálogos sensoriais onde, dentro da disciplina necessária, exigem a criatividade que é sua essência.
IV - Devem ser trabalhados na escola, pois endossam o caráter lúdico e recreativo da arte, sendo solo fértil para a educação estética.
Estão corretas as afirmações:
(...)” BOAL, Augusto. Teatro do oprimido. (Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991).
A respeito dos jogos teatrais, na perspectiva do autor, pode-se afirmar que os jogos teatrais:
I - Reúnem características essenciais da vida em sociedade: possuem regras, como a sociedade possui leis, mas necessitam de liberdade criativa para que o jogo, ou a vida, não se transforme em servil obediência.
II - Ajudam o corpo a responder aos estímulos que recebem criando, em si mesmo, uma máscara muscular e outra de comportamento social.
III - São diálogos sensoriais onde, dentro da disciplina necessária, exigem a criatividade que é sua essência.
IV - Devem ser trabalhados na escola, pois endossam o caráter lúdico e recreativo da arte, sendo solo fértil para a educação estética.
Estão corretas as afirmações:
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“(...) Empregamos a palavra______ para designar a maneira pela qual compositores de épocas e países
diferentes apresentam esses______________ em suas obras. Como veremos, a maioria deles - se não
a totalidade - está presente em todos os períodos da história da música, embora inexistisse _______________na música medieval da primeira fase e não haja, por assim dizer, _____________em certas
composições do século XX (...)”.
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
A alternativa que preenche as lacunas corretamente é:
BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.
A alternativa que preenche as lacunas corretamente é:
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BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1998.
De acordo com o autor, os monges medievais foram os primeiros a escrever e a indicar em linhas horizontais os sons com suas respectivas alturas. Ao modo pelo qual os sons são expressos numa folha de papel dá-se o nome de:
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Relacione alguns dos elementos musicais
apresentados por Roy Bennett às suas definições.
1 - Timbre 2 - Altura 3 - Volume ou Intensidade
( ) Depende da frequência de vibrações por segundo. Quanto mais alta a frequência, mais aguda será a nota.
( ) Depende da força das vibrações, chamada de amplitude. Quanto mais força ou energia for aplicada no processo das vibrações, maior será a amplitude.
( ) Característica ou qualidade sonora do instrumento ou voz. Possibilita que se reconheça, por exemplo, a diferença entre um trompete e um violino, mesmo que estejam tocando a mesma nota.
1 - Timbre 2 - Altura 3 - Volume ou Intensidade
( ) Depende da frequência de vibrações por segundo. Quanto mais alta a frequência, mais aguda será a nota.
( ) Depende da força das vibrações, chamada de amplitude. Quanto mais força ou energia for aplicada no processo das vibrações, maior será a amplitude.
( ) Característica ou qualidade sonora do instrumento ou voz. Possibilita que se reconheça, por exemplo, a diferença entre um trompete e um violino, mesmo que estejam tocando a mesma nota.
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Todo som ouvido é causado por alguma coisa
que vibra. As vibrações são levadas através do ar
na forma de ondas sonoras que se espalham
simultaneamente em todas as direções. Acabam
por atingir a membrana do tímpano fazendo com
que também se ponha a vibrar. Transformadas,
então, em impulsos nervosos, são transmitidas ao
cérebro que as identifica como tipos diferentes de
sons.
BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1998.
A respeito de som e barulho, pode-se afirmar que:
BENNETT, Roy. Elementos Básicos da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1998.
A respeito de som e barulho, pode-se afirmar que:
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Através de nossos corpos aprendemos subliminar
e inconscientemente (caso não tenhamos
aprendido a ter uma postura crítica diante da
vida) quem somos, o que querem de nós, por que
estamos neste mundo e como devemos nos
comportar diante de suas demandas. Conceitos e
regras sobre gênero, raça, etnia, classe social etc.
estão/são incorporados durante nosso processo
de ensino-aprendizado sem que muitas vezes nos
demos conta daquilo que estamos construindo ou
até mesmo (re)produzindo.
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. (São Paulo: Cortez Editora, 2003).
Na perspectiva da autora, analise as afirmações a seguir:
I - Nossos corpos são "projetos comunitários" quanto à forma, peso, postura, saúde etc. e raramente somos incentivados a arriscar, a tentar o novo, a variar nossos movimentos ou até mesmo a descobrir nossas próprias vozes neles contidas
II - De fora para dentro, regras posturais baseadas na anatomia padrão, seqüências de exercícios preparadas para todas as turmas do mesmo modo, repertórios rígidos e impostos nos conectam com nossas próprias experiências e permitem novos ideais de corpo e comportamento em sociedade.
III - Existem múltiplas mensagens e interpretações ocultas nos repertórios (tradicionais ou não) de dança e na forma com que ensinamos corpos em nossa salas de aula através de exercícios e seqüências de movimentos.
IV - Alinhados a um pensamento foucaultiano (1991) de que o poder está no corpo, ou mesmo à vasta literatura que diz respeito ao simbolismos das artes, ao imaginário social nelas contido, além de denunciar, poderíamos, como professores(as), começar a trabalhar de maneira crítica.
Estão corretas as afirmações:
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. (São Paulo: Cortez Editora, 2003).
Na perspectiva da autora, analise as afirmações a seguir:
I - Nossos corpos são "projetos comunitários" quanto à forma, peso, postura, saúde etc. e raramente somos incentivados a arriscar, a tentar o novo, a variar nossos movimentos ou até mesmo a descobrir nossas próprias vozes neles contidas
II - De fora para dentro, regras posturais baseadas na anatomia padrão, seqüências de exercícios preparadas para todas as turmas do mesmo modo, repertórios rígidos e impostos nos conectam com nossas próprias experiências e permitem novos ideais de corpo e comportamento em sociedade.
III - Existem múltiplas mensagens e interpretações ocultas nos repertórios (tradicionais ou não) de dança e na forma com que ensinamos corpos em nossa salas de aula através de exercícios e seqüências de movimentos.
IV - Alinhados a um pensamento foucaultiano (1991) de que o poder está no corpo, ou mesmo à vasta literatura que diz respeito ao simbolismos das artes, ao imaginário social nelas contido, além de denunciar, poderíamos, como professores(as), começar a trabalhar de maneira crítica.
Estão corretas as afirmações:
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Em minha proposta para o ensino de dança nas
escolas estou interessada no que Fritjof Capra
(1982) chamou de "eco-ação": uma maneira
múltipla e sistêmica de conectar conhecimento,
as pessoas e suas realidades sociais, políticas e
culturais, o que, acredito, nos possibilitaria viver
neste mundo dentro de uma perspectiva
diferente. Para Capra, esta ação trabalha em
direção à cooperação e aos relacionamentos, em
vez de valorizar a separação e o individualismo.
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. (São Paulo: Cortez Editora, 2003).
A respeito dessa perspectiva, segundo a autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
( ) Esta ação trabalha em direção à cooperação e aos relacionamentos, em vez de valorizar a separação e o individualismo e é parte inseparável da sociedade contemporânea que já está abandonando as noções de progresso linear, crença em verdades universais, no essencialismo, em favor da diversidade, da ecologia, do pluralismo e do conhecimento conectado.
( ) a seleção dos conteúdos para uma aula de dança, assim como a elaboração de um planejamento, tornam-se incompatíveis com o que tradicionalmente aprendemos nos cursos de didática e prática de ensino, ou seja, as "listas de conteúdos por série e faixa etária" e o planejamento "em colunas”.
( ) a pluralidade das conexões artístico-educativas possíveis em dança seriam viabilizados somente pelas estratégias e métodos escolhidos pelo artista-docente, sem relação com a escolha dos conteúdos a serem trabalhados com os alunos(as).
( ) A seleção e conteúdos devem ser uma articulação entre os conteúdos e o contexto vivido, percebido e imaginado dos alunos(as).
A alternativa que preenche os parênteses corretamente, de cima para baixo é:
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. (São Paulo: Cortez Editora, 2003).
A respeito dessa perspectiva, segundo a autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
( ) Esta ação trabalha em direção à cooperação e aos relacionamentos, em vez de valorizar a separação e o individualismo e é parte inseparável da sociedade contemporânea que já está abandonando as noções de progresso linear, crença em verdades universais, no essencialismo, em favor da diversidade, da ecologia, do pluralismo e do conhecimento conectado.
( ) a seleção dos conteúdos para uma aula de dança, assim como a elaboração de um planejamento, tornam-se incompatíveis com o que tradicionalmente aprendemos nos cursos de didática e prática de ensino, ou seja, as "listas de conteúdos por série e faixa etária" e o planejamento "em colunas”.
( ) a pluralidade das conexões artístico-educativas possíveis em dança seriam viabilizados somente pelas estratégias e métodos escolhidos pelo artista-docente, sem relação com a escolha dos conteúdos a serem trabalhados com os alunos(as).
( ) A seleção e conteúdos devem ser uma articulação entre os conteúdos e o contexto vivido, percebido e imaginado dos alunos(as).
A alternativa que preenche os parênteses corretamente, de cima para baixo é:
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O problema de avaliar a arte contemporânea,
segundo Carol Strickland, é que ela ainda está
viva e em crescimento. A história irá dizer quem
viverá na memória e quem desaparecerá. O que é
claro, entretanto, é que desde 1960 os
movimentos vêm e vão num piscar de olhos.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
Segundo a autora, a respeito da arte contemporânea pode-se dizer que:
( ) O fio condutor comum a todos os movimentos artísticos contemporâneos é a oposição ao Expressionismo Abstrato.
( ) Todas as formas, os materiais e os conteúdos possíveis foram expandidos a tal ponto que nada parecia além dos limites e os artistas se viam diante do desafio da novidade, uma vez que a originalidade deixou de ser importante.
( ) À medida que o século XX caminhou para seu término, a arte se tornou mais intencional e diversificada que nunca. Depois de um século de experimentação, o legado é a liberdade total.
( ) As únicas tendências permanentes na arte pós-contemporânea são a arte minimalista, que aniquilou o culto à personalidade; a arte pop, que se apropriou de imagens comerciais e os conceitualistas que fizeram a arte existir mais na mente que na tela.
A alternativa que preenche os parênteses corretamente, de cima para baixo é:
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.
Segundo a autora, a respeito da arte contemporânea pode-se dizer que:
( ) O fio condutor comum a todos os movimentos artísticos contemporâneos é a oposição ao Expressionismo Abstrato.
( ) Todas as formas, os materiais e os conteúdos possíveis foram expandidos a tal ponto que nada parecia além dos limites e os artistas se viam diante do desafio da novidade, uma vez que a originalidade deixou de ser importante.
( ) À medida que o século XX caminhou para seu término, a arte se tornou mais intencional e diversificada que nunca. Depois de um século de experimentação, o legado é a liberdade total.
( ) As únicas tendências permanentes na arte pós-contemporânea são a arte minimalista, que aniquilou o culto à personalidade; a arte pop, que se apropriou de imagens comerciais e os conceitualistas que fizeram a arte existir mais na mente que na tela.
A alternativa que preenche os parênteses corretamente, de cima para baixo é:
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Martins Pena, segundo Sábato Magaldi, é
fundador de um “(...) filão rico e responsável pela
maioria das obras felizes que realmente contam
na literatura teatral brasileira. (...) Poucos, talvez,
na ocasião assinalassem o significado do
acontecimento. Começava aí, porém, uma
carreira curta e fecunda, e o verdadeiro teatro
nacional, naquilo que tem de mais específico e
autêntico (...)”.
Panorama do teatro brasileiro. (Global Editora, 2004).
O autor refere-se
Panorama do teatro brasileiro. (Global Editora, 2004).
O autor refere-se
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