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2135424 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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‘La Casa de Papel’, a série de quem passa muito tempo
confinado

Não se pode dizer que a série não se manteve fiel a si
mesma. Preserva os mesmos pontos fortes e fracos na
quarta temporada, que chegou hoje à Netflix

Por Natalia Marcos

A população de meio mundo está há várias semanas trancada em casa. A quarentena está sendo longa. Mas quem parece que já passou metade da vida entre quatro paredes são os ladrões de La Casa de Papel. Os dois confinamentos, o da vida real e o da ficção, terão um final, claro. Mas os dois estão demorando demais.

Não se pode dizer que La Casa de Papel não se manteve fiel a si mesma. Desde o começo, a série teve os mesmos pontos fortes e fracos. As duas primeiras temporadas, exibidas inicialmente no canal espanhol Antena 3 e que depois se tornaram um repentino sucesso mundial na Netflix, tinham momentos de adrenalina pura, com personagens cujas motivações era impossível não compreender. A mistura de ação desenfreada e drama emocional funcionava muito bem. Visualmente, La Casa de Papel era (e é) um canhão, com um uso da cor, da luz e a iconografia que a torna reconhecível em qualquer lugar do mundo, no idioma que for. Em sua passagem para a Netflix, com duas novas fornadas de capítulos depois que o primeiro ataque teve um final fechado, manteve e reforçou essa aposta estética e a boa conjunção com a música que a acompanha, com uma direção muito bem executada. Personagens carismáticos e diálogos repletos de frases ideais para serem estampadas em camisetas se encarregaram do resto. Sem falar nesse fator misterioso que ninguém sabe o que é e que transforma séries em sucessos, enquanto outras são sepultadas pelo tsunami de conteúdos.

Depois de ver quatro capítulos dos oito que chegam nesta sexta-feira à Netflix, também se constata que La Casa de Papel volta a tropeçar nas mesmas pedras da primeira etapa. Então, como agora, já teve desigualdades no desenvolvimento da história, com um trecho central muito esticado. O começo da quarta entrega retoma a história no ponto em que parou: os ladrões dentro do Banco da Espanha passando por momentos complicados, e uma deles, Nairóbi, à beira da morte, enquanto o Professor continua acreditando que Lisboa morreu nas mãos da Polícia, quando na realidade só está detida. Mas mostra sintomas claros de desgaste uma história que já vai se prolongando demais e que tem cada vez mais dificuldades para surpreender ao espectador, que já sabe do que são capazes uns e outros. Os roubos, tanto o da Fábrica da Moeda e Selo como o do Banco da Espanha, duraram muitos capítulos. Tampouco parece que a esta altura faça muito sentido manter os flashbacks de Berlim, do Professor e de Palermo que não seja para continuar contando com o personagem de Pedro Alonso.

La Casa de Papel, como Elite há umas semanas, chega à Netflix no melhor momento, com milhões de pessoas presas em suas casas e loucas por um entretenimento no qual se engancharem. A canhão, seja como for, está pronto para disparar.

Disponível em https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-03/la-casa-de-papel-aserie-
de-quem-passa-muito-tempo-confinado.html

Assinale a alternativa que apresenta orações subordinadas.

 

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2133824 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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‘La Casa de Papel’, a série de quem passa muito tempo
confinado

Não se pode dizer que a série não se manteve fiel a si
mesma. Preserva os mesmos pontos fortes e fracos na
quarta temporada, que chegou hoje à Netflix

Por Natalia Marcos

A população de meio mundo está há várias semanas trancada em casa. A quarentena está sendo longa. Mas quem parece que já passou metade da vida entre quatro paredes são os ladrões de La Casa de Papel. Os dois confinamentos, o da vida real e o da ficção, terão um final, claro. Mas os dois estão demorando demais.

Não se pode dizer que La Casa de Papel não se manteve fiel a si mesma. Desde o começo, a série teve os mesmos pontos fortes e fracos. As duas primeiras temporadas, exibidas inicialmente no canal espanhol Antena 3 e que depois se tornaram um repentino sucesso mundial na Netflix, tinham momentos de adrenalina pura, com personagens cujas motivações era impossível não compreender. A mistura de ação desenfreada e drama emocional funcionava muito bem. Visualmente, La Casa de Papel era (e é) um canhão, com um uso da cor, da luz e a iconografia que a torna reconhecível em qualquer lugar do mundo, no idioma que for. Em sua passagem para a Netflix, com duas novas fornadas de capítulos depois que o primeiro ataque teve um final fechado, manteve e reforçou essa aposta estética e a boa conjunção com a música que a acompanha, com uma direção muito bem executada. Personagens carismáticos e diálogos repletos de frases ideais para serem estampadas em camisetas se encarregaram do resto. Sem falar nesse fator misterioso que ninguém sabe o que é e que transforma séries em sucessos, enquanto outras são sepultadas pelo tsunami de conteúdos.

Depois de ver quatro capítulos dos oito que chegam nesta sexta-feira à Netflix, também se constata que La Casa de Papel volta a tropeçar nas mesmas pedras da primeira etapa. Então, como agora, já teve desigualdades no desenvolvimento da história, com um trecho central muito esticado. O começo da quarta entrega retoma a história no ponto em que parou: os ladrões dentro do Banco da Espanha passando por momentos complicados, e uma deles, Nairóbi, à beira da morte, enquanto o Professor continua acreditando que Lisboa morreu nas mãos da Polícia, quando na realidade só está detida. Mas mostra sintomas claros de desgaste uma história que já vai se prolongando demais e que tem cada vez mais dificuldades para surpreender ao espectador, que já sabe do que são capazes uns e outros. Os roubos, tanto o da Fábrica da Moeda e Selo como o do Banco da Espanha, duraram muitos capítulos. Tampouco parece que a esta altura faça muito sentido manter os flashbacks de Berlim, do Professor e de Palermo que não seja para continuar contando com o personagem de Pedro Alonso.

La Casa de Papel, como Elite há umas semanas, chega à Netflix no melhor momento, com milhões de pessoas presas em suas casas e loucas por um entretenimento no qual se engancharem. A canhão, seja como for, está pronto para disparar.

Disponível em https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-03/la-casa-de-papel-aserie-
de-quem-passa-muito-tempo-confinado.html

Assinale a alternativa que apresenta vocábulos com a mesma regra de acentuação gráfica.

 

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2133823 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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‘La Casa de Papel’, a série de quem passa muito tempo
confinado

Não se pode dizer que a série não se manteve fiel a si
mesma. Preserva os mesmos pontos fortes e fracos na
quarta temporada, que chegou hoje à Netflix

Por Natalia Marcos

A população de meio mundo está há várias semanas trancada em casa. A quarentena está sendo longa. Mas quem parece que já passou metade da vida entre quatro paredes são os ladrões de La Casa de Papel. Os dois confinamentos, o da vida real e o da ficção, terão um final, claro. Mas os dois estão demorando demais.

Não se pode dizer que La Casa de Papel não se manteve fiel a si mesma. Desde o começo, a série teve os mesmos pontos fortes e fracos. As duas primeiras temporadas, exibidas inicialmente no canal espanhol Antena 3 e que depois se tornaram um repentino sucesso mundial na Netflix, tinham momentos de adrenalina pura, com personagens cujas motivações era impossível não compreender. A mistura de ação desenfreada e drama emocional funcionava muito bem. Visualmente, La Casa de Papel era (e é) um canhão, com um uso da cor, da luz e a iconografia que a torna reconhecível em qualquer lugar do mundo, no idioma que for. Em sua passagem para a Netflix, com duas novas fornadas de capítulos depois que o primeiro ataque teve um final fechado, manteve e reforçou essa aposta estética e a boa conjunção com a música que a acompanha, com uma direção muito bem executada. Personagens carismáticos e diálogos repletos de frases ideais para serem estampadas em camisetas se encarregaram do resto. Sem falar nesse fator misterioso que ninguém sabe o que é e que transforma séries em sucessos, enquanto outras são sepultadas pelo tsunami de conteúdos.

Depois de ver quatro capítulos dos oito que chegam nesta sexta-feira à Netflix, também se constata que La Casa de Papel volta a tropeçar nas mesmas pedras da primeira etapa. Então, como agora, já teve desigualdades no desenvolvimento da história, com um trecho central muito esticado. O começo da quarta entrega retoma a história no ponto em que parou: os ladrões dentro do Banco da Espanha passando por momentos complicados, e uma deles, Nairóbi, à beira da morte, enquanto o Professor continua acreditando que Lisboa morreu nas mãos da Polícia, quando na realidade só está detida. Mas mostra sintomas claros de desgaste uma história que já vai se prolongando demais e que tem cada vez mais dificuldades para surpreender ao espectador, que já sabe do que são capazes uns e outros. Os roubos, tanto o da Fábrica da Moeda e Selo como o do Banco da Espanha, duraram muitos capítulos. Tampouco parece que a esta altura faça muito sentido manter os flashbacks de Berlim, do Professor e de Palermo que não seja para continuar contando com o personagem de Pedro Alonso.

La Casa de Papel, como Elite há umas semanas, chega à Netflix no melhor momento, com milhões de pessoas presas em suas casas e loucas por um entretenimento no qual se engancharem. A canhão, seja como for, está pronto para disparar.

Disponível em https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-03/la-casa-de-papel-aserie-
de-quem-passa-muito-tempo-confinado.html

Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo com 7 letras e 6 fonemas.

 

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2133822 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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‘La Casa de Papel’, a série de quem passa muito tempo
confinado

Não se pode dizer que a série não se manteve fiel a si
mesma. Preserva os mesmos pontos fortes e fracos na
quarta temporada, que chegou hoje à Netflix

Por Natalia Marcos

A população de meio mundo está há várias semanas trancada em casa. A quarentena está sendo longa. Mas quem parece que já passou metade da vida entre quatro paredes são os ladrões de La Casa de Papel. Os dois confinamentos, o da vida real e o da ficção, terão um final, claro. Mas os dois estão demorando demais.

Não se pode dizer que La Casa de Papel não se manteve fiel a si mesma. Desde o começo, a série teve os mesmos pontos fortes e fracos. As duas primeiras temporadas, exibidas inicialmente no canal espanhol Antena 3 e que depois se tornaram um repentino sucesso mundial na Netflix, tinham momentos de adrenalina pura, com personagens cujas motivações era impossível não compreender. A mistura de ação desenfreada e drama emocional funcionava muito bem. Visualmente, La Casa de Papel era (e é) um canhão, com um uso da cor, da luz e a iconografia que a torna reconhecível em qualquer lugar do mundo, no idioma que for. Em sua passagem para a Netflix, com duas novas fornadas de capítulos depois que o primeiro ataque teve um final fechado, manteve e reforçou essa aposta estética e a boa conjunção com a música que a acompanha, com uma direção muito bem executada. Personagens carismáticos e diálogos repletos de frases ideais para serem estampadas em camisetas se encarregaram do resto. Sem falar nesse fator misterioso que ninguém sabe o que é e que transforma séries em sucessos, enquanto outras são sepultadas pelo tsunami de conteúdos.

Depois de ver quatro capítulos dos oito que chegam nesta sexta-feira à Netflix, também se constata que La Casa de Papel volta a tropeçar nas mesmas pedras da primeira etapa. Então, como agora, já teve desigualdades no desenvolvimento da história, com um trecho central muito esticado. O começo da quarta entrega retoma a história no ponto em que parou: os ladrões dentro do Banco da Espanha passando por momentos complicados, e uma deles, Nairóbi, à beira da morte, enquanto o Professor continua acreditando que Lisboa morreu nas mãos da Polícia, quando na realidade só está detida. Mas mostra sintomas claros de desgaste uma história que já vai se prolongando demais e que tem cada vez mais dificuldades para surpreender ao espectador, que já sabe do que são capazes uns e outros. Os roubos, tanto o da Fábrica da Moeda e Selo como o do Banco da Espanha, duraram muitos capítulos. Tampouco parece que a esta altura faça muito sentido manter os flashbacks de Berlim, do Professor e de Palermo que não seja para continuar contando com o personagem de Pedro Alonso.

La Casa de Papel, como Elite há umas semanas, chega à Netflix no melhor momento, com milhões de pessoas presas em suas casas e loucas por um entretenimento no qual se engancharem. A canhão, seja como for, está pronto para disparar.

Disponível em https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-03/la-casa-de-papel-aserie-
de-quem-passa-muito-tempo-confinado.html

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.

 

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2133821 Ano: 2020
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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São doenças transmitidas por alimentos (DTA) aquelas causadas pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados. A maioria delas são infecções causadas por bactérias e suas toxinas, vírus e outros parasitas. Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) No Brasil, a maioria das doenças transmitidas por alimentos são causadas por bactérias (principalmente por Salmonella, Escherichia coli e Staphylococcus).

( ) Para prevenir DTAs recomenda-se lavar os ovos em água potável, um por vez, sempre antes de estocar.

( ) Para desinfecção de hortifruti (frutas, legumes e verduras) deve-se imergir os alimentos em uma solução preparada com 10 ml (1 colher de sopa) de vinagre de álcool para cada litro de água tratada.

( ) Em casos de diarreia aguda, recomenda-se a ingestão de bebidas esportivas para reposição dos fluídos e eletrólitos.

 

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2133820 Ano: 2020
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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Considere que uma Unidade de Alimentação e Nutrição atende 2000 comensais no horário do almoço (que vai das 12:00 as 13:00). Cada pessoa leva em média 15 minutos para comer. Sendo assim, qual a quantidade ideal de assentos no refeitório?

 

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2133819 Ano: 2020
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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Os indicadores de preparo de alimentos foram estabelecidos para indicar a relação de perda e ganho dos alimentos. Considerando que são necessários 2,0Kg de chuchu para preparar um suflê e que o seu fator de correção é igual a 1,5, a quantidade de chuchu que se deve comprar, em kg, é igual a

 

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2133818 Ano: 2020
Disciplina: Nutrição
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna. “A hipogeusia é caracterizada pela diminuição do paladar devido à deficiência de .”

 

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2133817 Ano: 2020
Disciplina: Nutrição
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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A sucralose foi aprovada pela Food and Drug Administration (FDA) como um edulcorante de mesa em 1998, seguindo-se a aprovação como um adoçante de uso geral em 1999. Sobre esse adoçante, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Apesar de informações circulantes de malefícios sobre a sucralose, não foram encontrados estudos científicos (desenvolvidos com humanos e em quantidade representativa) que suportem as afirmações de que o consumo do edulcorante aumentaria a secreção de insulina, causaria alterações na tireoide e câncer.

( ) A Ingestão Diária Aceitável (ADI) é de 0-15 mg/kg de peso corporal.

( ) O Conselho Federal de Nutricionistas recomenda ao nutricionista proibir a utilização de adoçantes artifciais a todos os pacientes.

 

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2133816 Ano: 2020
Disciplina: Nutrição
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Luiziana-PR
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As vitaminas são substâncias orgânicas presentes em pequena quantidade nos alimentos, tendo por finalidade a participação em variadas reações metabólicas controladas por enzimas e coenzimas. São indispensáveis ao funcionamento do organismo na forma de co-fatores. Sobre a Vitamina K, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. A vitamina K encontra-se em alimentos animais e vegetais, com a maior concentração em folhas verdes escuras.

II. A vitamina K atua como co-fator para a carboxilação de resíduos específicos de ácido glutâmico para formar o ácido gama carboxiglutâmico (Gla), aminoácido presente nos fatores de coagulação (fatores II, VII, IX e X) e que se apresenta ligado ao cálcio podendo, ainda, regular a disposição do elemento cálcio na matriz óssea como parte da osteocalcina.

III. A deficiência da vitamina K é detectada através de sintomas como hemorragias, equimoses, melena, hematúria, hematêmese e osteoporose.

 

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