Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

De acordo com a autora do texto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

Acerca do emprego e sentido que a forma verbal destacada imprime às relações estabelecidas em “Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas.” (2º§), pode-se afirmar que representa o fato como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

Observando-se a estética da linguagem, é possível afirmar que a partir das relações de significado estabelecidas entre as frases e palavras no contexto apresentado, é perceptível ao leitor a expressão de ideias a partir de determinadas figuras de linguagem. Observe os fragmentos destacados a seguir:

I. “[...] não deparo com esses antigos ‘sabores’.” (2º§)

II. “[...] nos momentos em que a maioria dorme [...]” (2º§)

III. “Borboletas coloriam os jardins da minha infância.” (1º§)

IV. “[...] resgatarmos toda a doçura de que somos capazes.” (4º§)

Pode-se constatar o emprego de figura de linguagem apenas em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

“No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela.” (6º§) O segmento destacado apresenta uma reescrita que preserva seu sentido original em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

É correto afirmar que os termos destacados a seguir têm função anafórica que contribui para que haja sustentação da coerência e da coesão textuais, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

Considerando a estrutura, o conteúdo e a forma com que o texto é apresentado, está correta a afirmação:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

De acordo com os aspectos textuais que constituem o tipo de texto em análise, pode-se afirmar que sua principal função está relacionada a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

O trecho que apresenta o ponto de vista do enunciador está corretamente indicado em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Precisamos resgatar a doçura das abelhas

Borboletas coloriam os jardins da minha infância. [...] As abelhas, principalmente as pequenininhas, me assustavam ao se embaraçarem no anelado dos meus cabelos. E o céu, quantas estrelas a dividirem o imenso espaço!

O passar dos anos me afastaram de muitas coisas que deixaram saudade, e quando sobra tempo para caminhar pela cidade, não deparo com esses antigos “sabores”. Vez ou outra, fico a imaginar por onde andarão as borboletas, os pirilampos a produzirem bioluminescência e, até mesmo, as abelhas. Quanto ao céu, quando o contemplo, muitas estrelas parecem ter desaparecido. Não vejo mais as cadentes e sorrio cada vez que reencontro as Três Marias e o Cruzeiro do Sul, nos momentos em que a maioria dorme e que o silêncio é o que mais ouço ao meu redor.

Nasci no século XX e estou aqui em pleno século XXI procurando acompanhar as mudanças. Confesso que há momentos em que o fôlego parece faltar e que muito tenho deixado de lado, pois caso contrário a sensação de estar obsoleta tomará conta de mim. As cenas dos filmes de ficção invadiram a realidade e, se lá atrás as abelhas me assustavam, hoje me apavora a ausência delas. Sem abelhas, sem a polinização de mais de setenta das cem plantas que servem de alimento para toda a humanidade. Impacto devastador. Ai de ti, ai de mim, ai de nós! Sem abelhas, sem mel.

Tudo leva a crer que passou da hora de resgatarmos toda a doçura de que somos capazes. Preocupados demais com o que nos torna mais competitivos, mais ágeis, mais diferenciados, estamos deixando de enxergar e de cuidar do que há de humano e de divino em nós. É preciso mais colaboração, mais dedicação e comunhão. Investimos em Inteligência Artificial para mantermos os nossos negócios e surpreendermos com experiências de encantamento os nossos clientes, e muitas vezes não acessamos a sabedoria humana que requer apenas um certo olhar, amor, gratidão e atitudes que já participam de forma natural do nosso DNA.

Se ainda parece pouco, vamos além. O alerta está por todos os lados. Desmatamento no mundo, superfície que superaquece, aquecimento global, poluição, derretimento das geleiras. Sobre a Terra e sob as águas, o risco de extinção de um milhão de espécies de plantas e animais. Diante desse fato incontestável, a maioria parece até a própria geleira. Como se a sua existência passasse ao largo de tamanha obviedade.

No meu imaginário, vejo uma estrela cadente. O meu desejo é tão intenso quanto ela. Desejo de que possamos ver a reversão desse processo. Borboletas multicor, abelhas fabricando mel, Via-Láctea brilhando sobre nós, fauna e flora em todo o seu esplendor e a humanidade livre do medo da intenção do desconhecido que vai ao lado. Cadeiras na calçada ao anoitecer, crianças correndo atrás da bola, educação, (com)paixão... quem sabe?! Assumamos o comando com comprometimento profundo e vamos juntos servir ao mundo.

(Claudia Maria Chaves, Casa Vip. Edição 02/2019. Adaptado.)

A partir da relação estabelecida entre significantes como palavras e frases, por exemplo, e o que eles representam, assinale a consideração correta acerca do título atribuído ao texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Mariana circulou, sequencialmente, as três palavras a seguir em um dicionário:

  • Panela
  • Mente
  • Saci

Considerando que as palavras circuladas por Mariana formam uma sequência com formação lógica, qual palavra pode dar continuidade a essa sequência?

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas