Foram encontradas 610 questões.
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
(Versos do poema Pronominais, de Oswald de Andrade.
Pau-brasil. 2. ed., São Paulo: Globo, 2003)
O poema “Pronominais”, de Oswald de Andrade, faz uma crítica em relação à gramática da língua portuguesa. Escolha a opção que corresponde à crítica do autor.
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Em qual das opções abaixo a classificação da função da linguagem entre parêntese está correta, pois em conformidade com o exemplo?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Naturalmente, é preciso calar os nossos escrúpulos: com certeza o livro é a forma mais nobre, a mais antiga; não há dúvida de que sempre será preciso voltar a ele, mas existe uma arte literária do rádio e do filme, do editorial e da reportagem. Não há necessidade de vulgarizar: o cinema, por essência, fala às multidões; fala - lhes sobre as multidões e o seu destino; o rádio surpreende as pessoas à mesa ou na cama, no momento em que oferecem um mínimo de defesa, no abandono quase orgânico da solidão. [...] (SARTE,Jean Paul. O que é literatura? São Paulo: Ática, 1993, p. 197).
Considerando aspectos da norma culta, o excerto “ o cinema, por essência, fala às multidões" aceita a seguinte reescrita:
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O choque caracteriza-se pelo suprimento sanguíneo insuficiente para os tecidos e células do corpo.
Correspondem a tipos de choque, exceto:
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Dois pedreiros trabalham para colocar cerâmica em um prédio. Um dos pedreiros já colocou 2/5 da cerâmica, enquanto o outro colocou 3/7 da cerâmica. Com isto, os dois já colocaram 87 m2. Qual o total de cerâmica a ser colocado e quanto falta para colocar?
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Das definições que seguem, qual delas descreve uma ferida?
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Sermão do bom ladrão (fragmento)
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém, ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.
[...]
O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera, os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem S. Basílio Magno. Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem; estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco; estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos. Ditosa Grécia, que tinha tal pregador! E mais ditosas as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas! Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão, por ter furtado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes? De um, chamado Seronato, disse com discreta contraposição Sidônio Apolinar: Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo, para roubar ele só.
(Pe. Antônio Vieira, “Sermão do bom ladrão”, apud E. Gomes, Trechos Escolhidos, Rio de Janeiro: Agir, 1971, p. 81-2)
Transpondo-se a frase abaixo para a voz passiva, as formas sublinhadas devem ser substituídas, na ordem dada, por
Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões.
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Alguns problemas podem ser observados com a cimentação definitiva de uma prótese fixa, utilizando-se o fosfato de zinco; dentre elas, podemos citar um desajuste marginal.
Podemos apontar como uma causa provável desse problema:
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Sobre o controle interno e externo da Administração Pública, marque a opção errada.
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Sobre o controle de despesa com pessoal na Lei de Responsabilidade Fiscal, assinale a única opção verdadeira.
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