Em distribuições Linux, a estrutura de diretórios não lembra em nada a utilizada no Windows. Basicamente, no Windows os arquivos do sistema são concentrados nas pastas Windows e arquivos de programas podem ser criados e organizados da forma que o usuário quiser. No Linux é basicamente o contrário. O diretório raiz está tomado pelas pastas do sistema e espera-se o armazenamento dos arquivos pessoais dentro do diretório /home. Tudo faz parte de um único diretório, chamado diretório raiz. Exemplificando, no Linux enquanto um diretório concentra os arquivos de configuração do sistema, substituindo de certa forma o registro do Windows, em outro diretório são armazenados links e programas para dispositivos de hardware, como placa de som e mouse. Esses diretórios são conhecidos, respectivamente, como:
No que diz respeito aos sistemas operacionais, o recurso
conhecido por memória virtual simula memória RAM adicional
usando o armazenamento interno do dispositivo, visando
gerenciar e otimizar o desempenho geral, permitindo que mais
aplicativos sejam executados simultaneamente no computador.
Nesse contexto, podem ser empregadas duas técnicas, sendo
que a primeira emprega um tipo de gerência de memória onde
programas são divididos em unidades de tamanhos variados cada
um com seu próprio espaço de endereçamento, sendo que o S. O.
mantém uma tabela com as áreas livres e ocupadas da memória
e somente as unidades referenciadas são transferidas para a
memória principal. Na segunda, o programa pode ser espalhado
por áreas não contíguas de memória, sendo que, com isso, o
espaço de endereçamento lógico de um processo e a memória
física são divididas em unidades lógicas de tamanho fixo. Assim,
o programa é carregado unidade a unidade, cada uma ocupando
um espaço físico não sendo necessariamente contíguo. Nesse
contexto, as duas técnicas de gerência de memória, descritas são
denominadas, respectivamente:
No que se refere à montagem e manutenção de
computadores, a figura abaixo apresenta diversos conectores
existentes no gabinete de um microcomputador versão desktop.
RAID é uma sigla utilizada para uma técnica de
armazenamento, que utiliza um conjunto de discos de HD
ou SSD, para melhorar o desempenho e a confiabilidade do
armazenamento de dados, sendo especialmente importante
em situações em que a segurança dos dados é imprescindível.
Existem três tipos de RAID, dos quais dois são caracterizados a
seguir.
I. os dados são gravados nos diversos discos do sistema, sendo
que cópias idênticas aos arquivos originais são armazenadas
em pelo menos mais um disco do sistema. O objetivo principal
é garantir a redundância dos dados, assegurando maior
segurança para os arquivos. Por outro lado, a velocidade não
é aprimorada, já que o processo de gravação é replicado em
vários discos. Além disso, o custo de implementação tende
a ser mais alto, já que grande parte dos discos é dedicada a
cópias dos arquivos.
II. os dados adicionais são gravados junto aos arquivos originais,
garantindo a segurança do sistema, porque, em caso de falha
em um HD ou SSD, esses dados os arquivos poderão ser
reconstruídos e recuperados sem perda de informação. Neste
tipo, é realizada a cópia completa dos arquivos em diferentes
discos. Dessa forma, ocorre um processo de otimização e, ao
mesmo tempo, a melhoria da segurança e do desempenho
do sistema, já que a recuperação completa dos dados poderá
ser realizadas sem ocupar espaço com cópias de arquivos.
Esses tipos de RAID são conhecidos, respectivamente, como de:
A figura abaixo ilustra um tipo de placa mãe, empregada na
configuração de microcomputadores Intel.
Os componentes de hardware conhecidos por slot de memória
RAM DDR, soquete associado ao barramento SATA e o barramento
PCI Express estão identificados, respectivamente, como:
Um sistema automatizado opera com base em uma modalidade
de processamento, que possui diversas características, sendo
duas descritas a seguir.
I. funciona de forma interativa, sendo que os dados são
processados imediatamente quando são inseridos, com
destaque para o fato dos usuários geralmente só precisarem
esperar um curto período de tempo por uma resposta.
Um exemplo do uso desse tipo de processamento são as
transações individuais inseridas por meio de equipamentos
terminais, validadas e utilizadas para atualização imediata
de arquivos de computador. Os resultados ficam então
imediatamente disponíveis para consultas ou relatórios.
II. funciona com um tempo de execução que é parte do processo
interativo, sendo a entrada contínua, obtida automaticamente
de um sensor, por exemplo, que é imediatamente processada
para responder à entrada no menor tempo possível. O tempo
de resposta do sistema é requisito básico. Quando o sistema
termina de responder à leitura do próximo conjunto de dados
de entrada, ele o processa imediatamente. Este sistema não
exige que o usuário o controle, ele funciona automaticamente.
Com base nesses requisitos, pode-se afirmar que esse sistema
constitui exemplo de uma modalidade de processamento
conhecida por:
Um celular custa R$ 2.500,00 e é vendido com um desconto
de 20%. No momento da compra, é aplicado um imposto de 10%
sobre o preço final com desconto. O preço final pago na compra
foi de:
Considere dois conjuntos A e B com |A| =15, |B| = 20 e
|A B| =28. Nessas condições a cardinalidade do conjunto P (A ∩ B), ou seja, o número de subconjuntos da interseção é
igual a:
Em uma pesquisa de mercado, 1200 pessoas foram
entrevistadas sobre o consumo dos produtos A, B e C. Sabe-se que 150 consomem apenas A, 200 consomem apenas B,
250 consomem apenas C. Além disso, 100 consomem A e B,
80 consomem B e C, e 70 consomem A e C. Se 30 pessoas
consomem os três produtos, então o número de pessoas que
consomem exatamente dois produtos é igual a:
De um grupo de 10 mulheres e 8 homens, deseja-se formar
uma equipe de 6 pessoas. O número de maneiras de formar a
equipe, onde o número de mulheres é o dobro do número de
homens é igual a: