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ABase Nacional Comum Curricular (BNCC) constitui um “documento de caráter normativo que define [...] aprendizagens essenciais
que todos os alunos devem desenvolver [...] de modo a que tenham assegurados os seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento”
Fonte: (BRASIL, 2017, p.7).
Sobre a BNCC, analise as proposições a seguir:
I- Estabelece aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas a todos os estudantes ao longo da educação básica em todo o território nacional.
II- Tem caráter consultivo e orientador, devendo inspirar a elaboração dos currículos das diversas redes de ensino.
III- Relaciona aprendizagens essenciais ao desenvolvimento de competências gerais que estruturam a proposta curricular.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: (BRASIL, 2017, p.7).
Sobre a BNCC, analise as proposições a seguir:
I- Estabelece aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas a todos os estudantes ao longo da educação básica em todo o território nacional.
II- Tem caráter consultivo e orientador, devendo inspirar a elaboração dos currículos das diversas redes de ensino.
III- Relaciona aprendizagens essenciais ao desenvolvimento de competências gerais que estruturam a proposta curricular.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Em 2017, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública publicou um estudo intitulado “Medo da Violência e o Apoio ao Autoritarismo no
Brasil” no qual analisou a relação entre medo da violência e tendências autoritárias na sociedade brasileira. O estudo envolveu a
realização de 2.087 entrevistas com pessoas com 16 anos ou mais em 130 municípios brasileiros. Como resultado, foi apresentado o
Índice de Propensão ao apoio a Posições Autoritárias. Este índice é influenciado por diversas variáveis, sendo uma delas a
escolaridade, como apresentado no gráfico a seguir.
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Medo da Violência e o Apoio ao Autoritarismo no Brasil – índice de propensão ao apoio a posições autoritárias. São
Paulo, 2017. p.15
Considere o excerto a seguir, constante no documento referido:
“A segurança pública precisa ser tomada como uma prioridade política e institucional e, caso a ideia seja não cair no reducionismo vigente que traduz tais políticas apenas à esfera das polícias e da justiça criminal, o resultado observado do índice dá pistas para se pensar em como a educação pode ser aproveitada como fator de promoção da cidadania e de prevenção da violência”.
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Medo da Violência e o Apoio ao Autoritarismo no Brasil – índice de propensão ao apoio a posições autoritárias. São Paulo, 2017. p.15
De acordo com o excerto, é CORRETO afirmar que:
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Medo da Violência e o Apoio ao Autoritarismo no Brasil – índice de propensão ao apoio a posições autoritárias. São
Paulo, 2017. p.15
Considere o excerto a seguir, constante no documento referido:
“A segurança pública precisa ser tomada como uma prioridade política e institucional e, caso a ideia seja não cair no reducionismo vigente que traduz tais políticas apenas à esfera das polícias e da justiça criminal, o resultado observado do índice dá pistas para se pensar em como a educação pode ser aproveitada como fator de promoção da cidadania e de prevenção da violência”.
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Medo da Violência e o Apoio ao Autoritarismo no Brasil – índice de propensão ao apoio a posições autoritárias. São Paulo, 2017. p.15
De acordo com o excerto, é CORRETO afirmar que:
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No capítulo que trata da Educação, o art. 208 da Constituição Federal passou a prever, após a Emenda Constitucional nº 14 de 1996, que
é dever do Estado a garantia da progressiva universalização do ensino médio gratuito. Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), Lei nº 9.394/1996, após alteração em sua redação dada pela Lei nº 12.796/2013, lê-se:
“Art. 4º O dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
I – educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: a) pré-escola; b) ensino fundamental; c) ensino médio”.
Fonte: BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em 22/08/2025.
Considere as proposições a seguir:
I- A universalização do ensino médio continua a ser um objetivo perseguido pelo Estado, sendo considerada a ampliação de matrículas neste nível de ensino, inclusive, pelo Plano Nacional de Educação – PNE, Lei nº 13.005/2014.
II- ALDB abandonou a pretensão de o Estado alcançar a universalização do ensino médio gratuito.
III- O Estado brasileiro passou a definir como prioridade a oferta dos ensinos fundamental e médio gratuitos apenas na idade certa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
“Art. 4º O dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
I – educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: a) pré-escola; b) ensino fundamental; c) ensino médio”.
Fonte: BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em 22/08/2025.
Considere as proposições a seguir:
I- A universalização do ensino médio continua a ser um objetivo perseguido pelo Estado, sendo considerada a ampliação de matrículas neste nível de ensino, inclusive, pelo Plano Nacional de Educação – PNE, Lei nº 13.005/2014.
II- ALDB abandonou a pretensão de o Estado alcançar a universalização do ensino médio gratuito.
III- O Estado brasileiro passou a definir como prioridade a oferta dos ensinos fundamental e médio gratuitos apenas na idade certa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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A segunda edição do Plano Nacional de Educação – PNE, Lei nº 13.005/2014, estabeleceu 20 metas para a educação, em todos os
níveis, para o decênio 2014 – 2024. Neste PNE, a meta 15 previa o seguinte:
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam
Fonte: BRASIL. Plano Nacional de Educação (PNE). Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2014. p.35.
O Censo Escolar 2024, publicado em 09 de abril de 2025, apresentou dados de evolução da escolaridade dos docentes da educação básica no decênio abrangido pelo PNE, conforme reproduzido no gráfico a seguir:
Fonte: Adaptado de BRASIL. INEP. Estatísticas Censo Escolar. Disponível em: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiN2ViNDBjNDEtMTM0
OC00ZmFhLWIyZWYtZjI1YjU0NzQzMTJhIiwidCI6IjI2ZjczODk3LWM4YWMtNGIxZS05NzhmLWVhNGMwNzc0MzRiZiJ9. Acesso em 29 ago. de 2025.
(Adaptado)
A partir deste gráfico, analise as afirmativas abaixo.
I- A meta 15 do PNE não foi alcançada e, considerada a linha de tendência, serão necessários, pelo menos, mais de 10 (dez) anos para ser atingida.
II- No período 2014-2024, observa-se que o número de docentes da educação básica com título de bacharel diminuiu.
III- Em relação ao ano de 2014, o número de docentes apenas com o ensino médio ou grau inferior diminuiu substancialmente em 2024.
É CORRETO o que se afirma em:
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam
Fonte: BRASIL. Plano Nacional de Educação (PNE). Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2014. p.35.
O Censo Escolar 2024, publicado em 09 de abril de 2025, apresentou dados de evolução da escolaridade dos docentes da educação básica no decênio abrangido pelo PNE, conforme reproduzido no gráfico a seguir:
Fonte: Adaptado de BRASIL. INEP. Estatísticas Censo Escolar. Disponível em: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiN2ViNDBjNDEtMTM0
OC00ZmFhLWIyZWYtZjI1YjU0NzQzMTJhIiwidCI6IjI2ZjczODk3LWM4YWMtNGIxZS05NzhmLWVhNGMwNzc0MzRiZiJ9. Acesso em 29 ago. de 2025.
(Adaptado)
A partir deste gráfico, analise as afirmativas abaixo.
I- A meta 15 do PNE não foi alcançada e, considerada a linha de tendência, serão necessários, pelo menos, mais de 10 (dez) anos para ser atingida.
II- No período 2014-2024, observa-se que o número de docentes da educação básica com título de bacharel diminuiu.
III- Em relação ao ano de 2014, o número de docentes apenas com o ensino médio ou grau inferior diminuiu substancialmente em 2024.
É CORRETO o que se afirma em:
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto III e responda à questão.
Texto III

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 07 out. 2024.
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto III e responda à questão.
Texto III

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 07 out. 2024.
I- Há uma duplicidade de sentido provocada pelo emprego do termo “conexão”.
II- Os dois sujeitos envolvidos na situação comunicativa estão se referindo ao mesmo tipo de conexão.
III- Há uma duplicidade de sentido provocada pelo emprego do termo “problema”.
IV- Cada um dos sujeitos envolvidos na situação comunicativa apresentada atribui um sentido distinto para o termo “conexão”.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II

Fonte: Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/327214729176284990/. Acesso em 23 nov. 2024.
I- Na fala de Mafalda, “A fome e a pobreza no mundo acabaram?”, o sujeito da oração é classificado como sujeito composto.
II- A expressão “foi que” em “Então para que foi que a gente mudou de ano?!” é uma partícula expletiva, usada para dar ênfase.
III- Os termos “as” e “nucleares” em “As armas nucleares foram suprimidas?” funcionam como adjuntos adnominais do termo “armas”.
IV- Na oração “As armas nucleares foram suprimidas?” o sujeito da oração é composto.
É CORRETO o que se afirma em:
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II

Fonte: Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/327214729176284990/. Acesso em 23 nov. 2024.
I- Mafalda manifesta preocupação com questões sociais, evidenciando seu senso crítico.
II- Na tirinha, o pai de Mafalda questiona o valor simbólico da mudança de ano.
III- As perguntas de Mafalda revelam sua visão crítica em relação à mudança de ano.
IV- A pergunta “Sim?” no terceiro quadrinho reflete a expectativa de Mafalda por uma resposta positiva.
V- A tirinha defende uma visão pessimista, enfatizando o conformismo e a total impossibilidade na resolução de problemas globais.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Felicidade clandestina - Clarice Lispector
[...] No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte
para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando,
que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os
dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá
estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder,
que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com
meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu
corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes
aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de
tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se
cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia
estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão
silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até
que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem
quis ler! [...]
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro.
Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o
contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Fonte: LISPECTOR, Clarisse. Felicidade clandestina. In: O Primeiro Beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. [adaptado].
I- O pronome oblíquo está em posição proclítica.
II- Em “o livro” e “comprimindo-o”, observa-se que o elemento “o” recebe a mesma classificação morfológica.
III- O primeiro “o” funciona como um determinante de “comprimindo”.
IV- O segundo “o” é um pronome oblíquo e está funcionando como objeto direto.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia o Texto I e responda à questão:
Texto I
Felicidade clandestina - Clarice Lispector
[...] No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me
mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte
para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando,
que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os
dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí
nenhuma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá
estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder,
que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com
meu coração batendo.
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu
corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes
aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de
tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se
cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia
estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão
silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até
que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem
quis ler! [...]
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro.
Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o
contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Fonte: LISPECTOR, Clarisse. Felicidade clandestina. In: O Primeiro Beijo. São Paulo, Ed. Ática, 1996. [adaptado].
A: “No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo” (1º§).
B: “Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã” (4º§).
I- Os empregos das crases nos fragmentos Ae B se justificam pela mesma regra.
II- O acento indicativo da crase no fragmento Ase justifica em razão da presença da preposição exigida pelo verbo “ir” e da presença do artigo que facultativamente antecede o pronome possessivo.
III- O acento indicativo da crase no fragmento B se justifica em razão de ser um adjunto adverbial feminino.
IV- Não se admite artigo antes de pronome possessivo “sua”, razão pela qual o acento grave foi empregado indevidamente no fragmento A.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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