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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
O selvagem
Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço.
– O que é, meu filho? – gemeu a mãe.
– Tribal.
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio para ouvir música. O porteiro dedurou. Foram expulsos.
A tia comentou:
– Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu uma candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas e na língua. A mãe tentou se conformar com a escolha.
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
– O que vai ser desse rapaz?
Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Dali a alguns meses, anunciou:
– Arrumei trabalho! É voluntário, em uma ONG para proteger meninos de rua.
– Pode ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo, eu só pensava em comprar um carro novo! – esbravejou o pai.
Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta. O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante.
– Por que veio aqui?
– Meu pai me mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade. Eles não me entendem.
– Quem sabe você possa me dizer por quê?
– Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando para ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia... e trabalhar com alguma coisa de que eu goste.
O terapeuta observou as tatuagens, o brinco ousado, a camiseta torta, os cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconheceu seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal... a juventude continuava sendo... a juventude.
– O que eu mais quero é dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado. Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Quem sabe até ter um filho, mais tarde.
Despediu-se do terapeuta com um abraço.
– Qual o problema do meu filho? – quis saber o pai.
– O problema é nosso, que esquecemos como fomos.
Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?
(Walcyr Carrasco. Veja SP, 08.06.2005. Adaptado)
Analisando o texto, é correto afirmar que o autor se utiliza
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
O selvagem
Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço.
– O que é, meu filho? – gemeu a mãe.
– Tribal.
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio para ouvir música. O porteiro dedurou. Foram expulsos.
A tia comentou:
– Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu uma candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas e na língua. A mãe tentou se conformar com a escolha.
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
– O que vai ser desse rapaz?
Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Dali a alguns meses, anunciou:
– Arrumei trabalho! É voluntário, em uma ONG para proteger meninos de rua.
– Pode ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo, eu só pensava em comprar um carro novo! – esbravejou o pai.
Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta. O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante.
– Por que veio aqui?
– Meu pai me mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade. Eles não me entendem.
– Quem sabe você possa me dizer por quê?
– Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando para ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia... e trabalhar com alguma coisa de que eu goste.
O terapeuta observou as tatuagens, o brinco ousado, a camiseta torta, os cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconheceu seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal... a juventude continuava sendo... a juventude.
– O que eu mais quero é dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado. Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Quem sabe até ter um filho, mais tarde.
Despediu-se do terapeuta com um abraço.
– Qual o problema do meu filho? – quis saber o pai.
– O problema é nosso, que esquecemos como fomos.
Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?
(Walcyr Carrasco. Veja SP, 08.06.2005. Adaptado)
Considere os trechos do texto.
• Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. (10ºparágrafo)
• Despediu-se do terapeuta com um abraço. (20º parágrafo)
A respeito desses trechos, pode-se concluir, correta e respectivamente, que
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
O selvagem
Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço.
– O que é, meu filho? – gemeu a mãe.
– Tribal.
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio para ouvir música. O porteiro dedurou. Foram expulsos.
A tia comentou:
– Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu uma candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas e na língua. A mãe tentou se conformar com a escolha.
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
– O que vai ser desse rapaz?
Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Dali a alguns meses, anunciou:
– Arrumei trabalho! É voluntário, em uma ONG para proteger meninos de rua.
– Pode ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo, eu só pensava em comprar um carro novo! – esbravejou o pai.
Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta. O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante.
– Por que veio aqui?
– Meu pai me mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade. Eles não me entendem.
– Quem sabe você possa me dizer por quê?
– Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando para ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia... e trabalhar com alguma coisa de que eu goste.
O terapeuta observou as tatuagens, o brinco ousado, a camiseta torta, os cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconheceu seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal... a juventude continuava sendo... a juventude.
– O que eu mais quero é dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado. Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Quem sabe até ter um filho, mais tarde.
Despediu-se do terapeuta com um abraço.
– Qual o problema do meu filho? – quis saber o pai.
– O problema é nosso, que esquecemos como fomos.
Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?
(Walcyr Carrasco. Veja SP, 08.06.2005. Adaptado)
Considerando o trecho – Em sua época, a juventude também fora assim. (18º parágrafo) –, pode-se concluir de acordo com o texto que, no passado, os jovens também
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.
O selvagem
Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço.
– O que é, meu filho? – gemeu a mãe.
– Tribal.
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio para ouvir música. O porteiro dedurou. Foram expulsos.
A tia comentou:
– Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu uma candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas e na língua. A mãe tentou se conformar com a escolha.
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
– O que vai ser desse rapaz?
Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Dali a alguns meses, anunciou:
– Arrumei trabalho! É voluntário, em uma ONG para proteger meninos de rua.
– Pode ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo, eu só pensava em comprar um carro novo! – esbravejou o pai.
Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta. O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante.
– Por que veio aqui?
– Meu pai me mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade. Eles não me entendem.
– Quem sabe você possa me dizer por quê?
– Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando para ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia... e trabalhar com alguma coisa de que eu goste.
O terapeuta observou as tatuagens, o brinco ousado, a camiseta torta, os cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconheceu seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal... a juventude continuava sendo... a juventude.
– O que eu mais quero é dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado. Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Quem sabe até ter um filho, mais tarde.
Despediu-se do terapeuta com um abraço.
– Qual o problema do meu filho? – quis saber o pai.
– O problema é nosso, que esquecemos como fomos.
Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?
(Walcyr Carrasco. Veja SP, 08.06.2005. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que
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Uma caixa d’água tem o interior no formato de um paralelepípedo reto retangular, com capacidade para 24 mil litros de água, ou seja, 24 m3 . Atualmente, a água contida nela ocupa 1/4 da sua capacidade total e a altura do bloco retangular de água no seu interior é de 0,5 m. Sabendo que a maior aresta da base dessa caixa d’água mede o triplo da medida da menor aresta da base, o perímetro da base dessa caixa d’água é de
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