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2481939 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Existe uma técnica silvicultural que é a mais usada na eliminação de indivíduos indesejáveis. Ela tem um efeito lento e gradual, geralmente é efetiva, fácil de efetuar, de baixo custo e baixo nível de danos sobre o povoamento restante. Algumas das ferramentas usadas são de fácil acesso (faca, facão e machado); porém outras são caras (motosserra média ou pequena.) . Nesta técnica, a abertura do dossel é gradual, e quando as árvores tratadas morrem, a copa e os ramos desintegram-se e vão caindo gradualmente, o que evita impactos repentinos e violentos sobre aquelas que crescem melhor sob sombra. A técnica consiste em bloquear o fluxo de seiva elaborada através da retirada da casca e por vezes parte da madeira. Esta técnica silvicultural denomina-se:
 

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2481669 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, NÃO são de resíduos sólidos os planos:
 

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2481450 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Observe a tabela:
Distribuição regional do valor de transformação
industrial em 1970 e 2000 – Brasil
Região Participação (%)
1970 2000
Sudeste 80,7 68,9
Demais regiões 19,3 31,1
(Fonte: www.ibge.org.br)
A partir de 1970, pode ser percebida uma política de investimento das indústrias em outras regiões do Brasil, diminuindo a concentração da produção no Sudeste. Assim, empresas nacionais e multinacionais investiram em atividades produtivas no Nordeste e também:
 

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2481200 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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De acordo com a Lei Municipal nº 2.630/2009, é exigida a construção de reservatórios de acumulação de águas pluviais para fins não potáveis em edificações coletivas, residenciais, comerciais ou mistas, quando estas possuírem mais de:
 

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2481167 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
“Os problemas de abastecimento são reflexos do MAU uso e desperdícios generalizados.”
Considerando a homonímia entre MAU e MAL, pode-se afirmar que está INCORRETA a frase:
 

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2481057 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Segundo a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, das áreas de preservação permanente, para os efeitos desta Lei, considera-se Área de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os cursos d"água de menos de 10 (dez) metros de largura, as faixas marginais do curso d"água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de:
 

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2480972 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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ANTROPOCENO: O TEMPO GEOLÓGICO DO
HOMEM PODE NASCER
A Humanidade se transformou em uma força da natureza tão grande que pode até ter uma época geológica própria: o Antropoceno. Os cientistas debatem quando começou este novo tempo e apontam para meados do século XX, com o nascimento da era atômica.
Ainda vivemos no Holoceno, que começou há 12 mil anos após as últimas glaciações, e cujo clima temperado permitiu aos humanos evoluir e deixar uma marca muito profunda no planeta. Tão profunda que causou extinções e alterou ciclos naturais, e agora se estuda a designação do Antropoceno como escala geológica.
Uma equipe internacional trabalha desde 2009 sobre esse novo conceito e prepara um relatório que será debatido em 2016, em uma reunião da União Internacional de Ciências Geológicas, órgão competente para decidir as idades da Terra.
Khan Zalasiewicz, um paleobiólogo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, que dirige o estudo, afirma que o documento irá sugerir que o início da era atômica, em meados de século XX, poderia ser a data de início do Antropoceno. Sua equipe procura evidências do impacto global da Humanidade que possam medir de forma objetiva nos sedimentos e em certos isótopos radioativos libertados pelo homem, sejam testes nucleares ou acidentes como o da central japonesa de Fukushima, como um desses “marcadores”.
“O início da era nuclear é um marco, mas isso não significa que os sinais nucleares sejam mais importantes que outros, mas é por uma razão pragmática, porque podem ser reconhecidos e seguidos”, explica à Agência Efe em Viena durante a reunião anual da União Europeia de Geociências, que termina amanhã.
Outros especialistas propuseram que o Antropoceno começou com a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século XVIII, ou até muito antes, com a aparição da agricultura há 10 mil anos.
O problema é que ambas as datas não constituem fenômenos com impacto global nos sedimentos terrestres. A proliferação de espécies invasoras, a aparição de grandes megalópoles pela explosão demográfica, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera e a acidificação dos oceanos são aspectos da “Grande Aceleração”.
Zalasiewicz assinala que se em um “futuro distante” um geólogo estudasse a pegada da Humanidade do último século sobre o planeta a acharia “tão repentina e profunda quanto o impacto de um asteroide”.
Especialmente preocupante é a acidificação dos oceanos pelo CO2, que prejudica de muitas formas a vida marinha, mas, sobretudo, afeta o desenvolvimento de corais, moluscos e certas formas de fitoplâncton, fundamentais na cadeia trófica.
Zalasiewicz destaca que as cinco extinções maciças, a última há 65 milhões de anos, que acabou com os dinossauros do planeta, estiveram vinculadas à incapacidade dos corais de criar recifes, algo que, se seguir a tendência atual, pode acontecer em “um futuro geológico próximo”.
Para Tony Brown, um paleontólogo e geógrafo físico da Universidade de Southampton, Reino Unido, que também trabalha em outra comissão científica para definir e delimitar o conceito de Antropoceno, vivemos em uma época diferente do Holoceno porque a Humanidade se transformou na maior força de transformação do planeta.
“Os humanos movimentam mais sedimentos no planeta do que os processos naturais, como os rios, por isso não podemos deixar de estudar os humanos como principal agente de transformação”, declarou à imprensa durante a reunião científica em Viena.
John Burrows, um químico atmosférico da Universidade de Bremen, Alemanha, destaca que, além disso, o debate acadêmico e a designação de nosso tempo como Antropoceno podem ajudar a nos conscientizarmos do enorme impacto das nossas ações.
Como exemplo, indicou que a agroindústria de adubos químicos transtornou no último século o ciclo do nitrogênio, e é uma fonte de grande contaminação para os aquíferos e os rios.
(Revista Exame, 02/05/2014.)
Nos trechos transcritos abaixo, o emprego da(s) vírgula(s) foi feito em conformidade com uma mesma norma de pontuação, EXCETO em:
 

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2480837 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Os odores característicos do esgoto são causados pelos gases formados no processo de decomposição. Assim, o odor de mofo, típico do esgoto fresco, é razoavelmente suportável, e o odor de ovo podre, insuportável, é típico do esgoto velho ou séptico, em virtude da presença de gás:
 

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2480720 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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A vantagem dos heterozigotos para a anemia falciforme onde a malária é endêmica é um caso de seleção:
 

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2480707 Ano: 2014
Disciplina: Biologia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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“O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Fundação Municipal de Saúde de Niterói, realiza no sábado (...) ações de combate à dengue e à leptospirose no Morro do Bumba, no Viçoso Jardim.”
(http://www.niteroi.rj.gov.br/)
A leptospirose é doença:
 

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