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Segundo a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, das áreas de preservação permanente, para os efeitos desta Lei, considera-se Área de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os cursos d’água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta.) metros de largura, as faixas marginais do curso d’água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de:
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Para a reação CO(g) + Cl2(g) = COCl2(g) a 395 °C, o valor da constante de equilíbrio em função das concentrações (Kc.) é de 1.233. Tendo como base esses dados, o valor da constante de equilíbrio em função das pressões (Kp) é de aproximadamente:
Dados:
- Constante dos gases = 0,082 atm.L/mol.K
- o símbolo “=” significa reversibilidade (equilíbrio)
- Constante dos gases = 0,082 atm.L/mol.K
- o símbolo “=” significa reversibilidade (equilíbrio)
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ÁGUA: A CRÔNICA DA FALTA DE BOM SENSO
Os problemas de abastecimento são reflexos do mau uso e desperdícios generalizados.
Um calor acima do previsto e chuvas que não caem como em anos anteriores. Além disso, um consumo em alta e os reservatórios em baixa atingindo marcas históricas negativas. Todos esses fatores somados resultam na séria e concreta ameaça de racionamento de água na região Sudeste, a mais populosa do país.
É claro que esse estado de coisas deve ser considerado atípico, mas diante da crise anunciada e um iminente “apagão” no fornecimento desse líquido precioso, lá vamos nós caçar os culpados da hora!
A mídia responsabiliza governos pela ausência de investimentos no setor. Os partidos pró e contra defendem ou atacam conforme a conveniência, e a população reclama de todos afirmando que pagam suas contas em dia e, portanto, não aceitam abrir mão do direito de ter água nas torneiras e chuveiros sempre que quiserem fazer uso dela.
Afinal, foi o fenômeno climático, como consequência do aquecimento global, o maior responsável pelas altas temperaturas e pela ausência de chuvas? Em parte podemos até afirmar que sim. Mas depender totalmente dos ciclos de chuva do bom comportamento climático, apenas revela um despreparo muito grande e que deve realmente assustar a todos nós.
Então, a quem cabe a maior responsabilidade? Acredito que seja da visão limítrofe generalizada que ainda é capaz de dar pouca importância a esse insumo fundamental para a vida de todos.
Façamos um exercício bastante simples. Imagine a falta de muitos serviços que temos à disposição dentro das nossas casas. Pense que durante um período você ficará totalmente sem energia elétrica, sem telefone ou mesmo sem dispor da internet e da televisão a cabo. Muito ruim sem dúvida e que podem trazer prejuízos diversos. Agora reflita sobre a total ausência de água. Sem entrar na individualização dos problemas acarretados por cada um desses serviços, o que naturalmente o obrigaria a sair de casa para buscar uma solução é exatamente a água. Ela não é apenas vital para o nosso dia a dia, pessoal ou profissionalmente, como tantos outros, é basicamente uma questão de sobrevivência.
Agora, com raras exceções, o mais essencial é, invariavelmente, o mais barato de todos. É ao final das contas uma impressionante inversão de valores, o que é mais importante custa menos que o supérfluo… e vice-versa. Nessa hora prevalece a lógica do famigerado mercado tão pouco afeito a enxergar além do curto prazo.
Esse olhar distorcido é o primeiro responsável pela nossa crise de abastecimento de água. Depois dele tudo vai se complicando numa espiral de problemas sobrepostos.
(CANTO, Reinaldo. Carta Capital, 10/03/2014.)
“Então, a quem cabe a maior responsabilidade?”
Como ocorre na oração transcrita acima, das orações transcritas abaixo, aquela em que o constituinte sujeito está posposto ao verbo é:
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De acordo com a Constituição da República de 1988, a proteção do meio ambiente é de competência comum de todos os entes da federação. De maneira a harmonizar as políticas e ações administrativas para evitar sobreposição de atuação entre os entes federativos, a Lei Complementar no 140, de 08 de dezembro de 2011, define as competências administrativas ambientais dos três entes. De acordo com a referida Lei, NÃO é de competência administrativa dos Municípios:
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2482872
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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De acordo com Setti et al. (2000), a produção agrícola é uma atividade de alta intensidade de uso da água, e utiliza, de toda a água captada dos rios, lagos e aquíferos do mundo, cerca de:
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2482830
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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O homem dominou a tecnologia de aproveitamento desse potencial hidrelétrico que, em alguns países, é a opção mais econômica e de menor efeito sobre o meio ambiente para a geração de energia. O uso da água para geração de energia elétrica pelas hidroelétricas pode ser considerado um uso:
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De acordo com a Lei nº 9.433/97, toda outorga de direitos de uso de recursos hídricos far-se-á por prazo NÃO excedente a:
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Dentre as unidades de conservação, são de posse e domínio públicos, conforme estabelece a Lei nº 9.985/2000:
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ANTROPOCENO: O TEMPO GEOLÓGICO DO
HOMEM PODE NASCER
HOMEM PODE NASCER
A Humanidade se transformou em uma força da natureza tão grande que pode até ter uma época geológica própria: o Antropoceno. Os cientistas debatem quando começou este novo tempo e apontam para meados do século XX, com o nascimento da era atômica.
Ainda vivemos no Holoceno, que começou há 12 mil anos após as últimas glaciações, e cujo clima temperado permitiu aos humanos evoluir e deixar uma marca muito profunda no planeta. Tão profunda que causou extinções e alterou ciclos naturais, e agora se estuda a designação do Antropoceno como escala geológica.
Uma equipe internacional trabalha desde 2009 sobre esse novo conceito e prepara um relatório que será debatido em 2016, em uma reunião da União Internacional de Ciências Geológicas, órgão competente para decidir as idades da Terra.
Khan Zalasiewicz, um paleobiólogo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, que dirige o estudo, afirma que o documento irá sugerir que o início da era atômica, em meados de século XX, poderia ser a data de início do Antropoceno. Sua equipe procura evidências do impacto global da Humanidade que possam medir de forma objetiva nos sedimentos e em certos isótopos radioativos libertados pelo homem, sejam testes nucleares ou acidentes como o da central japonesa de Fukushima, como um desses “marcadores”.
“O início da era nuclear é um marco, mas isso não significa que os sinais nucleares sejam mais importantes que outros, mas é por uma razão pragmática, porque podem ser reconhecidos e seguidos”, explica à Agência Efe em Viena durante a reunião anual da União Europeia de Geociências, que termina amanhã.
Outros especialistas propuseram que o Antropoceno começou com a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século XVIII, ou até muito antes, com a aparição da agricultura há 10 mil anos.
O problema é que ambas as datas não constituem fenômenos com impacto global nos sedimentos terrestres. A proliferação de espécies invasoras, a aparição de grandes megalópoles pela explosão demográfica, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera e a acidificação dos oceanos são aspectos da “Grande Aceleração”.
Zalasiewicz assinala que se em um “futuro distante” um geólogo estudasse a pegada da Humanidade do último século sobre o planeta a acharia “tão repentina e profunda quanto o impacto de um asteroide”.
Especialmente preocupante é a acidificação dos oceanos pelo CO2, que prejudica de muitas formas a vida marinha, mas, sobretudo, afeta o desenvolvimento de corais, moluscos e certas formas de fitoplâncton, fundamentais na cadeia trófica.
Zalasiewicz destaca que as cinco extinções maciças, a última há 65 milhões de anos, que acabou com os dinossauros do planeta, estiveram vinculadas à incapacidade dos corais de criar recifes, algo que, se seguir a tendência atual, pode acontecer em “um futuro geológico próximo”.
Para Tony Brown, um paleontólogo e geógrafo físico da Universidade de Southampton, Reino Unido, que também trabalha em outra comissão científica para definir e delimitar o conceito de Antropoceno, vivemos em uma época diferente do Holoceno porque a Humanidade se transformou na maior força de transformação do planeta.
“Os humanos movimentam mais sedimentos no planeta do que os processos naturais, como os rios, por isso não podemos deixar de estudar os humanos como principal agente de transformação”, declarou à imprensa durante a reunião científica em Viena.
John Burrows, um químico atmosférico da Universidade de Bremen, Alemanha, destaca que, além disso, o debate acadêmico e a designação de nosso tempo como Antropoceno podem ajudar a nos conscientizarmos do enorme impacto das nossas ações.
Como exemplo, indicou que a agroindústria de adubos químicos transtornou no último século o ciclo do nitrogênio, e é uma fonte de grande contaminação para os aquíferos e os rios.
(Revista Exame, 02/05/2014.)
“O problema É QUE ambas as datas não constituem fenômenos com impacto global nos sedimentos terrestres.”
Considerando-se o valor gramatical dos termos destacados no período transcrito acima, pode-se afirmar que também estão empregados com idêntico valor gramatical em:
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- CONAMAResolução CONAMA nº 358/2005 - Tratamento e Disposição Final dos Resíduos dos Serviços de Saúde
Segundo Resolução CONAMA nº 358, de 29 de abril de 2005, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde, os resíduos sólidos que não poderão ser dispostos no meio ambiente sem tratamento prévio (a eliminação das características de periculosidade do resíduo, a preservação dos recursos naturais, e o atendimento aos padrões de qualidade ambiental e de saúde pública.) são do grupo:
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