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“ sombra da Revolução Francesa, o primeiro grande clínico da Loucura e o maior dos pensadores da Razão convergiram numa estranha, mas definitiva aliança (...)” Sobre essa aliança e seus efeitos, o autor Peter Pal Pelbart afirma:
I Trata-se da anexação da Loucura pela Razão e afirma que os ensinamentos de Pinel puderam alimentar as engrenagens filosóficas de Hegel.
II Seu legado maior foi a invenção da estrutura asilar que serviu de modelo para toda escola alienista do século XIX.
III Preconizou o tratamento moral, com suas quatro técnicas: o silêncio institucional; o julgamento perpétuo; a ridicularização e a autoridade do médico.
IV A racionalidade passou a ser força reinante na organização e no funcionamento do asilo.
Estão corretas as afirmações:
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“... sugeri que entre a mania em Platão e a Loucura em Hegel haveria não apenas uma diferença de enfoque, mas um deslocamento histórico decisivo. Levantei a hipótese de que a ‘vizinhança’, a ‘estranheza’ e o ‘vai-e-vem’, que caracterizam a abordagem platônica da ‘mania’, desembocaram na exclusão, na familiaridade e na superação hegeliana. Isso corresponde mais profundamente à passagem de uma prevalência da Desrazão para a Loucura em sua visão clínica, denominada ‘doença mental’.” Ao pensar a produção da doença mental, o autor Peter Pal Pelbart, no livro intitulado “Da Clausura do Fora ao Fora da Clausura: loucura e desrazão”, afirma:
I Enquanto na Grécia Antiga se dá a proximidade física dos chamados loucos com seus contemporâneos, ao mesmo tempo há uma distância irredutível entre o homem comum e a loucura. No alienismo ocorre o inverso: o isolamento físico gera uma proximidade total da Loucura com o Homem.
II Tanto para Platão como para Hegel, a Loucura representa um erro na razão. Logo, ela precisa ser curada, mesmo que por diferentes métodos.
III Para Platão, a Desrazão era uma modalidade de experiência e saber.
IV No deslocamento da Desrazão para a loucura, passou-se a experienciar a loucura do louco como a loucura do homem em geral.
Estão corretas as afirmações:
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A partir da concepção do Franco Basaglia sobre a realidade dos hospitais psiquiátricos / manicômios, é correto afirmar:
I Enquanto o hospital psiquiátrico / manicômio estiver seguro em seu papel de cuidado da crise (servir como local de descarga dos “doentes transtornados”), ele mesmo sustentará a existência de instituições aparentemente abertas.
II Um trabalho processual bem feito e que sustente o cuidado na comunidade pode levar ao fim o hospital psiquiátrico / manicômio, mas isso deve ser feito de modo concomitante para não desassistir ao paciente.
III Reconhece que, se o hospital psiquiátrico coexistir com as unidades de saúde abertas, a sociedade inteira pode ser reduzida gradualmente a uma enorme instituição tolerante, sutilmente controlada.
IV Acabar com o hospital psiquiátrico deve ser um processo dialético que pressupõe leis, regras estatais e a humanização dos serviços.
Estão corretas as opções:
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Franco Basaglia em “Cartas de Nova York”, ao ser convidado por um serviço comunitário norte-americano para falar sobre a importância dos serviços “de portas abertas”, descreve um modo de institucionalidade que ele denominou instituição da tolerância. Sobre esse modo institucional, é pode-se afirmar:
I É fundamental para a conscientização da comunidade para um novo lugar da loucura.
II Faz parte de um processo dialético e estratégico para a ruptura com o saber psiquiátrico.
III Por meio da “nova psiquiatria social” e da interdisciplinaridade, continua a tender a resolver tecnicamente conflitos sociais.
IV Representa a outra face da instituição violenta e revela ser gigantesca na eficiência técnica de se produzirem problemas artificiosos, para que a realidade continue a parecer imodificável a quem sofre.
Está(ão) correta(s):
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De acordo com os autores Paulon SM, Pache DF, Righi LB, no livro “Função Apoio: Da mudança institucional à institucionalização da mudança” (2014), sobre a relação equipe e apoiador, pode-se afirmar:
I A função do apoiador é supervisionar os exercícios clínicos em determinadas relações de trabalho.
II Equipe e apoiador realizam certo exercício de cogestão, sendo fundamental a contratação explícita do trabalho, para deixarem nítidas as expectativas, os objetivos e as regras. Assim, haverá uma relação de confiança entre equipe e apoiador.
III Os apoiadores devem lançar mão de cursos de capacitação e oficinas formativas, buscando qualificar o trabalho das equipes, sobretudo em regiões de médio e grande porte.
IV O apoio se estabelece na confiança e só pode existir em um contrato que lhe dá possibilidade de permanência.
Das afirmativas acima assinale a opção correta.
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Sobre a “função apoio” que tratam os autores Paulon SM, Pache DF, Righi LB, no livro “Função Apoio: Da mudança institucional à institucionalização da mudança” (2014), pode-se afirmar que
I Aparece no contraponto da ideia clássica de um supervisor do trabalho, nos moldes da gestão do trabalho industrial.
II Busca prestar apoio clínico aos usuários da rede de saúde que não são absorvidos pelos serviços tradicionais.
III É um novo exercício de trabalho em saúde, que tem interferido nos modos instituídos de se trabalhar nesse campo.
IV É uma função que produz cogestão, por isso deve partir do gestor do serviço de saúde.
Das afirmativas acima assinale a opção correta.
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Sobre a “dimensão sociocultural” da Reforma Psiquiátrica, Paulo Amarante afirma que:
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Sobre os Serviços Residenciais Terapêuticos, Paulo Amarante afirma, em “Saúde Mental e Atenção Psicossocial”:
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Sobre saúde mental e saúde da família, Amarante (2007) explicita que:
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De acordo com Paulo Amarante, em seu livro “Saúde Mental e Atenção Psicossocial” (2007), afirma-se que:
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