Magna Concursos

Foram encontradas 430 questões.

3826680 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias

O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.

Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.

Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.

"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.

Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.

Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.

Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

O esquecimento de uma informação recém-utilizada se dá, de acordo com a professora do Centro Universitário Tiradentes,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826679 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias

O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.

Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.

Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.

"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.

Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.

Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.

Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

Com relação aos processos de formação, a palavra assimilaridade é formada pelo processo de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826678 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias

O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.

Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.

Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.

"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.

Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.

Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.

Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

De acordo com Cunha e Cintra (2016, p. 122), “A nomenclatura científica, técnica e literária é fundamentalmente constituída de palavras formadas pelo modelo de composição greco-latina”. Muitas dessas palavras são constituídas por radicais gregos e latinos; outras tantas, apenas por radicais latinos; outras ainda, apenas por radicais gregos, tais como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826677 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias

O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.

Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.

Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.

"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.

Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.

Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.

Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

No período “Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo”, encontra-se a palavra “se”, que, nesse contexto, deve ser classificada gramaticalmente como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826676 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:

Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias

O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.

Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.

Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.

"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.

Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.

Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.

Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

Indique, dentre os períodos a seguir, aquele que é composto por três orações, na ordem: oração principal, oração subordinada substantiva completiva nominal e oração subordinada adverbial final.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826675 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Read Text 2 and answer question.

TEXT 2
Criticisms of Methods
    Despite the potential gains from a study of methods, it is important to acknowledge that a number of writers in our field have criticized the concept of language teaching methods. Some say that methods are prescriptions for classroom behavior, and that teachers are encouraged by textbook publishers and academics to implement them whether or not the methods are appropriate for a particular context (Pennycook 1989). Others have noted that the search for the best method is ill-advised (Prabhu 1990; Bartolome 1994); that teachers do not think about methods when planning their lessons (Long 1991); that methodological labels tell us little about what really goes on in classrooms (Katz 1996); and that teachers experience a certain fatigue concerning the constant coming and going of fashions in methods (Rajagopalan 2007). Hinkel (2006) also notes that the need for situationally relevant language pedagogy has brought about the decline of methods.
    These criticisms deserve consideration. It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others. However, these others are likely to be disappointed if they hope that mandating a particular method will lead to standardization. For we know that teaching is more than following a recipe. Any method is going to be shaped by a teacher’s own understanding, beliefs, style, and level of experience. Teachers are not mere conveyor belts delivering language through inflexible prescribed and proscribed behaviors (Larsen-Freeman 1991); they are professionals who can, in the best of all worlds, make their own decisions-informed by their own experience, the findings from research, and the wisdom of practice accumulated by the profession (see, for example, Kumaravadivelu 1994).
    Furthermore, a method is decontextualized. How a method is implemented in the classroom is not only going to be affected by who the teacher is, but also by who the students are, what they and the teacher expect as appropriate social roles, the institutional constraints and demands, and factors connected to the wider sociocultural context in which the instruction takes place. Even the ‘right’ method will not compensate for inadequate conditions of learning, or overcome sociopolitical inequities. Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations. Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture of what is happening in the classroom. Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities rather than methodological choices when they plan their lessons.
    What critics of language teaching methods have to offer us is important. Admittedly, at this point in the evolution of our field, there is little empirical support for a particular method, although there may be some empirical support in second language acquisition research for methodological principles (Long 2009). Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy.
LARSEN-FREEMAN, D.; ANDERSON, M. Techniques & Principles in Language Teaching. 2011. Oxford: OUP. Adaptado.
In the sentence “Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy”, the author uses the Present Perfect Simple
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826674 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Read Text 2 and answer question.

TEXT 2
Criticisms of Methods
    Despite the potential gains from a study of methods, it is important to acknowledge that a number of writers in our field have criticized the concept of language teaching methods. Some say that methods are prescriptions for classroom behavior, and that teachers are encouraged by textbook publishers and academics to implement them whether or not the methods are appropriate for a particular context (Pennycook 1989). Others have noted that the search for the best method is ill-advised (Prabhu 1990; Bartolome 1994); that teachers do not think about methods when planning their lessons (Long 1991); that methodological labels tell us little about what really goes on in classrooms (Katz 1996); and that teachers experience a certain fatigue concerning the constant coming and going of fashions in methods (Rajagopalan 2007). Hinkel (2006) also notes that the need for situationally relevant language pedagogy has brought about the decline of methods.
    These criticisms deserve consideration. It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others. However, these others are likely to be disappointed if they hope that mandating a particular method will lead to standardization. For we know that teaching is more than following a recipe. Any method is going to be shaped by a teacher’s own understanding, beliefs, style, and level of experience. Teachers are not mere conveyor belts delivering language through inflexible prescribed and proscribed behaviors (Larsen-Freeman 1991); they are professionals who can, in the best of all worlds, make their own decisions-informed by their own experience, the findings from research, and the wisdom of practice accumulated by the profession (see, for example, Kumaravadivelu 1994).
    Furthermore, a method is decontextualized. How a method is implemented in the classroom is not only going to be affected by who the teacher is, but also by who the students are, what they and the teacher expect as appropriate social roles, the institutional constraints and demands, and factors connected to the wider sociocultural context in which the instruction takes place. Even the ‘right’ method will not compensate for inadequate conditions of learning, or overcome sociopolitical inequities. Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations. Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture of what is happening in the classroom. Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities rather than methodological choices when they plan their lessons.
    What critics of language teaching methods have to offer us is important. Admittedly, at this point in the evolution of our field, there is little empirical support for a particular method, although there may be some empirical support in second language acquisition research for methodological principles (Long 2009). Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy.
LARSEN-FREEMAN, D.; ANDERSON, M. Techniques & Principles in Language Teaching. 2011. Oxford: OUP. Adaptado.
Consider the fragment Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities [...]”. The connective in bold expresses the same meaning as in
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826673 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Read Text 2 and answer question.

TEXT 2
Criticisms of Methods
    Despite the potential gains from a study of methods, it is important to acknowledge that a number of writers in our field have criticized the concept of language teaching methods. Some say that methods are prescriptions for classroom behavior, and that teachers are encouraged by textbook publishers and academics to implement them whether or not the methods are appropriate for a particular context (Pennycook 1989). Others have noted that the search for the best method is ill-advised (Prabhu 1990; Bartolome 1994); that teachers do not think about methods when planning their lessons (Long 1991); that methodological labels tell us little about what really goes on in classrooms (Katz 1996); and that teachers experience a certain fatigue concerning the constant coming and going of fashions in methods (Rajagopalan 2007). Hinkel (2006) also notes that the need for situationally relevant language pedagogy has brought about the decline of methods.
    These criticisms deserve consideration. It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others. However, these others are likely to be disappointed if they hope that mandating a particular method will lead to standardization. For we know that teaching is more than following a recipe. Any method is going to be shaped by a teacher’s own understanding, beliefs, style, and level of experience. Teachers are not mere conveyor belts delivering language through inflexible prescribed and proscribed behaviors (Larsen-Freeman 1991); they are professionals who can, in the best of all worlds, make their own decisions-informed by their own experience, the findings from research, and the wisdom of practice accumulated by the profession (see, for example, Kumaravadivelu 1994).
    Furthermore, a method is decontextualized. How a method is implemented in the classroom is not only going to be affected by who the teacher is, but also by who the students are, what they and the teacher expect as appropriate social roles, the institutional constraints and demands, and factors connected to the wider sociocultural context in which the instruction takes place. Even the ‘right’ method will not compensate for inadequate conditions of learning, or overcome sociopolitical inequities. Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations. Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture of what is happening in the classroom. Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities rather than methodological choices when they plan their lessons.
    What critics of language teaching methods have to offer us is important. Admittedly, at this point in the evolution of our field, there is little empirical support for a particular method, although there may be some empirical support in second language acquisition research for methodological principles (Long 2009). Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy.
LARSEN-FREEMAN, D.; ANDERSON, M. Techniques & Principles in Language Teaching. 2011. Oxford: OUP. Adaptado.
“Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations.” The expression in bold indicates
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826672 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Read Text 2 and answer question.

TEXT 2
Criticisms of Methods
    Despite the potential gains from a study of methods, it is important to acknowledge that a number of writers in our field have criticized the concept of language teaching methods. Some say that methods are prescriptions for classroom behavior, and that teachers are encouraged by textbook publishers and academics to implement them whether or not the methods are appropriate for a particular context (Pennycook 1989). Others have noted that the search for the best method is ill-advised (Prabhu 1990; Bartolome 1994); that teachers do not think about methods when planning their lessons (Long 1991); that methodological labels tell us little about what really goes on in classrooms (Katz 1996); and that teachers experience a certain fatigue concerning the constant coming and going of fashions in methods (Rajagopalan 2007). Hinkel (2006) also notes that the need for situationally relevant language pedagogy has brought about the decline of methods.
    These criticisms deserve consideration. It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others. However, these others are likely to be disappointed if they hope that mandating a particular method will lead to standardization. For we know that teaching is more than following a recipe. Any method is going to be shaped by a teacher’s own understanding, beliefs, style, and level of experience. Teachers are not mere conveyor belts delivering language through inflexible prescribed and proscribed behaviors (Larsen-Freeman 1991); they are professionals who can, in the best of all worlds, make their own decisions-informed by their own experience, the findings from research, and the wisdom of practice accumulated by the profession (see, for example, Kumaravadivelu 1994).
    Furthermore, a method is decontextualized. How a method is implemented in the classroom is not only going to be affected by who the teacher is, but also by who the students are, what they and the teacher expect as appropriate social roles, the institutional constraints and demands, and factors connected to the wider sociocultural context in which the instruction takes place. Even the ‘right’ method will not compensate for inadequate conditions of learning, or overcome sociopolitical inequities. Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations. Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture of what is happening in the classroom. Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities rather than methodological choices when they plan their lessons.
    What critics of language teaching methods have to offer us is important. Admittedly, at this point in the evolution of our field, there is little empirical support for a particular method, although there may be some empirical support in second language acquisition research for methodological principles (Long 2009). Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy.
LARSEN-FREEMAN, D.; ANDERSON, M. Techniques & Principles in Language Teaching. 2011. Oxford: OUP. Adaptado.
“Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture [...].” The use of the gerund in saying means
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3826671 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
Provas:
Read Text 2 and answer question.

TEXT 2
Criticisms of Methods
    Despite the potential gains from a study of methods, it is important to acknowledge that a number of writers in our field have criticized the concept of language teaching methods. Some say that methods are prescriptions for classroom behavior, and that teachers are encouraged by textbook publishers and academics to implement them whether or not the methods are appropriate for a particular context (Pennycook 1989). Others have noted that the search for the best method is ill-advised (Prabhu 1990; Bartolome 1994); that teachers do not think about methods when planning their lessons (Long 1991); that methodological labels tell us little about what really goes on in classrooms (Katz 1996); and that teachers experience a certain fatigue concerning the constant coming and going of fashions in methods (Rajagopalan 2007). Hinkel (2006) also notes that the need for situationally relevant language pedagogy has brought about the decline of methods.
    These criticisms deserve consideration. It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others. However, these others are likely to be disappointed if they hope that mandating a particular method will lead to standardization. For we know that teaching is more than following a recipe. Any method is going to be shaped by a teacher’s own understanding, beliefs, style, and level of experience. Teachers are not mere conveyor belts delivering language through inflexible prescribed and proscribed behaviors (Larsen-Freeman 1991); they are professionals who can, in the best of all worlds, make their own decisions-informed by their own experience, the findings from research, and the wisdom of practice accumulated by the profession (see, for example, Kumaravadivelu 1994).
    Furthermore, a method is decontextualized. How a method is implemented in the classroom is not only going to be affected by who the teacher is, but also by who the students are, what they and the teacher expect as appropriate social roles, the institutional constraints and demands, and factors connected to the wider sociocultural context in which the instruction takes place. Even the ‘right’ method will not compensate for inadequate conditions of learning, or overcome sociopolitical inequities. Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations. Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture of what is happening in the classroom. Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities rather than methodological choices when they plan their lessons.
    What critics of language teaching methods have to offer us is important. Admittedly, at this point in the evolution of our field, there is little empirical support for a particular method, although there may be some empirical support in second language acquisition research for methodological principles (Long 2009). Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy.
LARSEN-FREEMAN, D.; ANDERSON, M. Techniques & Principles in Language Teaching. 2011. Oxford: OUP. Adaptado.
The modal verb in “It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others.” can be replaced by ______ without significantly changing the meaning of the sentence:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas