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Foram encontradas 430 questões.

3826750 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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A média harmônica de dois números naturais positivos é o inverso da média aritmética dos inversos dos números dados. Sabendo-se que a média harmônica e a média aritmética dos números inteiros a e 11 são iguais, pode-se afirmar que
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3826749 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Em um recipiente graduado, contando inicialmente com 500 mL de água, é mergulhado um pequeno abacate, elevando o nível da água para 750 mL. Notou-se que o abacate flutuou, ficando 5% do seu volume fora d'água.
O volume total, V, do abacate está no intervalo:
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3826748 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias

O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.

Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.

Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.

"Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.

Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

"As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

"Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.

Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.

Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

Tendo em vista a forma verbal “sabemos”, todas as assertivas a seguir estão corretas, EXCETO que essa forma verbal
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3826747 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Read Text 1 and answer question.


TEXT 1

English Language Teaching in Brazil:

A Gap in Policy, Problems in Practice

Only three percent of Brazilians are estimated to speak English despite the status of this language as a mandatory subject in grades 10 to 12 of basic education and preferred foreign language in grades 5 to 9. The widespread concept in the Brazilian society that speaking English is beneficial to individuals because it provides access to the globalised world does not seem to be enough to promote the actual learning of the language by the majority of the population, and it is argued here that this fact has to do with a gap in the foreign language teaching policy documents: the 2015 National Education Guidelines and Framework Law (LDB 2015), the Brazilian National Curriculum Parameters for Primary Education (PCN-EF), and the Brazilian National Curriculum Parameters for Secondary Education (PCN-EM). These documents do not prescribe the necessary conditions for English Language Teaching (ELT) to take place effectively, but, instead, provide suggestions for teachers on how to adapt to the status quo, which means focusing on reading to the detriment of the other aspects of the English language due to a number of factors ranging from a lack of resources to a large number of students per class.

Both PCN-EF (Brazil, 1998) and PCN-EM (Brazil, 2000) present progressive ideas about how a foreign language should be taught in the basic education classroom. Such ideas include a social interactionist view of language, which aligns with contemporary research in second language teaching and means a shift from the traditional grammar-translation method largely employed in Brazilian schools in previous decades. The Parameters also recommend interdisciplinary work, the implementation of cross-curricular themes, formative assessment in addition to summative, a value of students’ prior knowledge and position as critical subjects, and, thus, an approach to teaching as negotiation that aims to educate students for the full exercise of citizenship, which includes the notions of respect for difference and diversity  that can be promoted by the teaching and learning of foreign languages.

However, the Parameters fail in pointing out the necessary conditions for this teaching and learning process to occur. For example, they acknowledge that reading and writing should be focused on to the detriment of listening and speaking due to the difficulties faced by the teacher in basic education (Brazil, 1998): large classrooms, lack of appropriate resources including class and preparation time for the teacher and opportunities for the students to be exposed to the language outside the classroom, and, in many situations, teachers’ lack of knowledge of the subject matter. Instead, what they should do is to actively propose that a smaller number of students sit in English classes – as it was allowed by LDB 1996 and continues to be so by LDB 2015, that more class and preparation time be granted the teacher, that schools have English resources that students can access to familiarise themselves with the language, and that better teacher education be implemented.

BATISTA, Fernanda. English Language Teaching in Brazil: A Gap in Policy, Problems in Practice. 2020. Disponível em: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1262339.pdf. Acesso em 30/12/2023 Adaptado.

Consider the fragment “[...] a value of students’ prior knowledge and position as critical subjects, and, thus, an approach to teaching as negotiation that aims to educate students [...]”. The connective thus may be correctly replaced by ______ without changing the meaning of the sentence:
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3826746 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Jacques Le Goff, em sua obra História e Memória (Le Goff, 2013), estipula que a matéria fundamental da história é o tempo; portanto, não é de hoje que a cronologia desempenha um papel essencial como fio condutor da história. O instrumento principal da cronologia é o calendário, sendo o quadro temporal do funcionamento da sociedade. O calendário manifesta o esforço das sociedades humanas para transformar o tempo cíclico da natureza e dos mitos em um tempo linear, destacado por grupos de anos, século, eras, etc. Assim, estão intimamente conectados dois progressos essenciais: a definição de pontos de partida cronológicos (fundação de Roma, a Hégira, a queda de Constantinopla e assim por diante) e a busca de uma periodização, a criação de unidades iguais, mensuráveis, de tempo (dia de vinte e quatro horas, século, etc.).

“Hoje, a aplicação à história dos dados da filosofia, da ciência, da experiência individual e coletiva tende a introduzir, junto destes quadros mensuráveis do tempo histórico, a noção de duração, de tempo vivido, de tempos múltiplos e relativos, de tempos subjetivos ou simbólicos”.

Le Goff, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da UNICAMP, 2013.p.13

Assim, mesmo trabalhando com o conceito de tempo histórico, é preciso considerar o modelo de divisão nas eras, nas idades e nos períodos ainda presentes na disciplina História, pois esse modelo atende

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3826745 Ano: 2024
Disciplina: Geografia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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No texto Geografia Agrária Crítica: um pouco de história, Maria Inez M. Marques “analisa o contexto histórico e o teor do debate acadêmico na origem da virada radical da geografia brasileira e trata do surgimento e da trajetória da geografia agrária desenvolvida a partir da perspectiva crítica”.
Disponível em: https://www.revistas.usp.br/geousp/article/view/153292/195549 Acesso em: 5 de jan. de 2024.
Nele, a autora ainda reafirma a importância do pensamento de Ariovaldo Umbelino de Oliveira e destaca um trecho de sua pesquisa, que evidencia a sua tese fundamental sobre a expansão do capital monopolista no campo: “O que assistimos é a ação do capital em todas as direções, onde ele não pode extrair juntos lucro e renda, ele assegura o direito de extrair a renda.
Dessa forma, a expansão do modo capitalista de produção no campo se dá primeiro e fundamentalmente pela sujeição da renda da terra ao capital. Especulando com a terra, ou subordinando a produção do tipo camponês, o capital dá o primeiro passo (condição necessária para a sujeição da renda da terra) para em seguida sujeitar o trabalho que se dá na terra”.
A partir da leitura do trecho, pode-se afirmar que o autor
Questão Anulada

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3826744 Ano: 2024
Disciplina: Biologia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Uma das mais recentes pragas urbanas descobertas, o besouro Euchroma gigantea, popularmente conhecido como besouro metálico, é considerado uma praga e já causou a morte e destruição de milhares de árvores nas áreas urbanas de várias cidades do Brasil. O besouro coloca os ovos na base da planta. Ao eclodir, as larvas vão consumindo a parte inferior da árvore − o dano é significativo porque cada larva pode possuir uma cabeça de dois centímetros, o que gera vários buracos na estrutura da planta. Buscando uma solução para acabar com essa praga, pesquisadores sequenciaram o material genético da bactéria (Bacillus thuringiensis), descobrindo proteínas que atacam o intestino do besouro, levando-o a morte.

Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2023/ 10/24/besouro-metalico-conheca-o-inseto-que-derruba-varias-arvores-evirou-dor-de-cabeca-em-fortaleza-video.ghtml. Acesso em: 02 de fev. 2024, Adaptado. 

O conceito fundamental relacionado a essa estratégia é

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O Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói dispõe sobre o Acesso. É a elevação do funcionário da classe final de uma série de classes à classe inicial de outra do mesmo grupamento ocupacional, ou diferente, observando o interstício na classe, reservadas 
Assinale a opção correta.
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“Ser professora é um estilo de vida”

(Wallace Cardozo, Rede Galápagos, Salvador)

No Recife, professora diz ter encontrado propósito de vida depois de começar a atuar com educação infantil: “Vou alfabetizar quantas crianças eu puder”

Enunciado 4730570-1

O período de isolamento acabou sendo uma oportunidade para que nós, educadores, buscássemos novas soluções para a sala de aula. Na Internet, encontrei o Polo e resolvi fazer a formação Experiência e Protagonismo: a BNCC na Educação Infantil. Entendi que é preciso envolver a família para garantir o direito à aprendizagem das crianças pequenas. Pensando nisso, desenvolvi um podcast, o Educação & Família. Eu gravava em casa e enviava aos pais e responsáveis. Dessa forma, por menor que fosse seu nível de alfabetização, era possível estimular as crianças em casa.

Enquanto estive fazendo o podcast, ainda não havia conhecido a minha turma pessoalmente. Quando finalmente retornamos à modalidade presencial, fiquei surpresa ao perceber que algumas das crianças já liam. O comprometimento da família é fundamental para a aprendizagem, e eu pude perceber isso também dentro de casa. Durante a pandemia, investi muito no incentivo à leitura para os meus dois filhos. Comprei livros e li com eles, que também voltaram à escola lendo.

Além de professora sou gestora do Instituto Mucambo, cuja sede fica no quintal de minha casa. A organização surgiu para formalizar um projeto que outros educadores e eu já realizávamos, chamado Leituras Brincantes. Com crianças em situação de vulnerabilidade, realizamos atividades como mediação de leitura, contação de histórias e distribuição de livros, além de arrecadação e  doação de alimentos. No mesmo intuito de envolver as famílias, fazemos periodicamente rodas de leitura com as mães.

Inscrevemos o Instituto Mucambo no programa Leia com uma criança e recebemos caixas de livros. Nesse processo, fiz mais uma formação no Polo, dessa vez voltada à mediação de leitura para o público infantil. Gosto dos cursos da plataforma porque são objetivos e práticos. Esse tipo de abordagem é muito importante para professores porque geralmente temos muita vontade de aprender, mas pouco tempo. Usei os livros na escola, no instituto e também em casa. Por aqui, o maior sucesso foi o Meu crespo é de rainha. Ao final da leitura, meus filhos perguntaram se o cabelo deles é crespo. Quando eu disse que não, disseram que queriam ter o cabelo crespo.

Alfabetizar é o meu propósito. Em minha trajetória, pretendo ensinar a leitura e a escrita a quantas crianças conseguir. Esse é um direito delas. Fico pensando como seria a minha vida se eu não soubesse ler e escrever. Que perspectiva de vida têm aquelas pessoas que não são alfabetizadas? Foi por meio desse propósito que me encontrei ao começar a trabalhar com a educação infantil.

Antes disso, atuei com o Ensino Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Formada em letras, dava aulas de inglês e de língua portuguesa, até começar a lecionar na rede municipal, em 2016. Eu já entendia que a alfabetização era uma questão delicada, mesmo sem saber como funciona esse processo. Tive alunos do terceiro ano do ensino médio que não tinham autonomia para escrever.

A educação infantil me fez entender vulnerabilidades, como a pobreza e outras violações de direito. Esses contextos também existiam na realidade dos outros públicos com quem eu trabalhava antes, mas as crianças não mentem. Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso. Alfabetizar crianças expostas a situações de vulnerabilidade ocasionadas pela pobreza é um desafio enorme.

Desde que tive esse choque de realidade pela primeira vez, busco entender o impacto da pobreza no desenvolvimento cognitivo da criança. Durante a pandemia, por exemplo, enviamos fichas de atividades. Não funcionavam muito bem porque as fichas devem ser a finalização de todo um processo lúdico de ensino e aprendizagem, e os pais não são (nem têm que ocupar o papel de) professores. Uma parcela relevante deles tem um grau de escolaridade muito básico, o que aumentava o desafio.

Ser professora é mais do que uma profissão. É um estilo de vida. Nós pensamos e falamos em educação 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Instituto Mucambo, espaço onde posso experimentar, tem me ajudado muito nesse processo. Levo para a escola o que aprendo lá, e vice-versa. Trabalhar com crianças em vulnerabilidade é aprender todos os dias que não dá pra atuar só com um livro na mão numa realidade de insegurança alimentar. Como diz a letra da canção, “a gente quer comida, diversão e arte”.

Disponível em: https://www.itausocial.org.br/noticias/serprofessora-e-um-estilo-devida/?gad_source=1&gclid=CjwKCAiAp5qsBhAPEiwAP0qeJjaA Tmxip8Xd_91FihDufStbSH1dmUZORUMHWGygoZiMKDVDyE6 bdBoCQvUQAvD_BwE. Acesso em 23 dez.2023.

No período “Elas me dizem que estão com fome, ou que passaram a noite trabalhando, ou mesmo que sofreram algum tipo de abuso”, observa-se a presença da palavra “que” no papel de conjunção integrante. Tendo ciência disso, marque o trecho em que o “que” destacado tem a mesma classificação.
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3826741 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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De acordo com o art. 208 da Constituição Federal, o Ensino Fundamental é obrigatório e gratuito, assegurada a gratuidade também nos seguintes níveis, EXCETO
Questão Anulada

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