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Os algoritmos estão em toda parte. Quando a bolsa sobe ou desce, eles geralmente estão envolvidos.
Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
investidores programados para reagir instantaneamente ante determinadas situações são responsáveis por
mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Os algoritmos estão em toda parte. Quando a bolsa sobe ou desce, eles geralmente estão envolvidos.
Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
investidores programados para reagir instantaneamente ante determinadas situações são responsáveis por
mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Os algoritmos estão em toda parte. Quando a bolsa sobe ou desce, eles geralmente estão envolvidos.
Segundo dados divulgados em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), robôs
investidores programados para reagir instantaneamente ante determinadas situações são responsáveis por
mais de 40% das decisões de compra e venda no mercado de ações no país – nos Estados Unidos, o
percentual chegou a 70%. O sucesso de uma simples pesquisa no Google depende de uma dessas receitas
escritas em linguagem de programação computacional, que é capaz de filtrar em segundos bilhões de
páginas na web – a importância de uma página, definida por um algoritmo, baseia-se na quantidade e na boa
procedência de links que remetem a ela. [...]
Embora influenciem até mesmo atividades cotidianas prosaicas, como a procura de atalhos no trânsito com a
ajuda de aplicativos de celular, os algoritmos costumam ser vistos como objetos intangíveis pela população
em geral – que sente seus efeitos, mas não conhece ou compreende seu formato e modo de ação. Um
algoritmo nada mais é do que uma sequência de etapas para resolver um problema ou realizar uma tarefa de
forma automática, quer ele tenha apenas uma dezena de linhas de programação ou milhões delas empilhadas
em uma espécie de pergaminho virtual. “É o átomo de qualquer processo computacional”, define o cientista
da computação Roberto Marcondes Cesar Junior, pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística da
Universidade de São Paulo (IME-USP).
Tome-se o exemplo da sequência de passos realizada pelo algoritmo do Facebook. A escolha do que vai
aparecer no feed de notícias de um usuário depende, em primeiro lugar, do conjunto de postagens
produzidas ou que circulam entre os amigos. Em linhas gerais, o algoritmo analisa essas informações,
descarta posts denunciados como de conteúdo violento ou impróprio, os que pareçam spam ou os que
tenham uma linguagem identificada como “caça-cliques”, com exageros de marketing. Por fim, o algoritmo
atribui uma nota para cada uma das publicações com base no histórico da atividade do usuário, tentando
supor o quanto ele seria suscetível a curtir ou compartilhar aquela informação.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-mundo-mediado-por-algoritmos/. Acesso em: 05/07/2022)
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Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails, ou a acusar
Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
( ) Em ... encontram aqui pelo menos parte da resposta., o elemento sublinhado faz referência ao contexto situacional.
( ) No terceiro parágrafo, os elementos esse modelo de negócio retomam todas as informações apresentadas no segundo parágrafo, sintetizando-as.
( ) No período ... o Facebook tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso., os elementos referenciais quase isso retomam o trecho 2 bilhões de usuários em todo o mundo, relativizando-o.
( ) A conjunção No entanto estabelece entre o segundo e terceiro parágrafo uma relação de adversidade.
Assinale a sequência correta.
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Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails, ou a acusar
Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
I - No primeiro parágrafo, a forma verbal tagarelar sugere discurso falacioso.
II - Em o Facebook tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso., a segunda vírgula indica a supressão da forma verbal tem.
III - No período Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails , o pronome interrogativo Quem exerce a função de sujeito , e o pronome pessoal oblíquo se, usado para expressar ação reflexiva, exerce a função de objeto indireto da forma verbal pergunta.
IV - Em as informações pesquisadas e verificadas das mídias estabelecidas desaparecem, a forma verbal desaparecem concorda em número e pessoa com o sujeito mídias.
Está correto o que se afirma em
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Quem se pergunta por que de repente velhos conhecidos começam a tagarelar sobre chemtrails, ou a acusar
Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
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Bill Gates de querer, furtivamente, implantar chips na humanidade através da vacinação, encontram aqui
pelo menos parte da resposta.
Quando os algoritmos recomendam novos conteúdos, para eles tanto faz quanta verdade contenham e o que
desencadeiem nos usuários. Decisivo é apenas: o usuário permanece no site? Para monetizar nossa atenção,
conteúdos cada vez mais extremos tendem a ser mais reforçados, numa espécie de espiral descendente
movida à tecnologia. E a "voz da razão", talvez um tanto mais monótona, fica de fora.
Ativistas designaram esse modelo de negócios com a fórmula hate for profit – ódio traz lucro. Mesmo que
apenas um indivíduo em cada 100 seja receptivo a teorias de conspiração, o Facebook tem mais de 2 bilhões
de usuários em todo o mundo, e o Youtube, quase isso.
No entanto, as redes sociais, enquanto distribuidoras de informação centrais, direcionam o modo como
vemos o mundo. E enquanto, por um lado, conteúdos não comprovados e extremos são varridos das margens
da sociedade para seu interior; por outro, cada vez mais as informações pesquisadas e verificadas das mídias
estabelecidas desaparecem por trás dos paywalls de acesso pago.
(Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/opini%C3%A3o-redes-sociais-o-monstro-digital. Acesso em: 05/07/2022)
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(Disponível em: https://www.otempo.com.br/charges/charge-o-tempo-01-07-2022-1.2692347. Acesso em: 04/07/2022.)
( ) A palavra impossível é formada pelo processo de prefixação e sufixação.
( ) O uso da linguagem informal está coerente com a situação discursiva.
( ) A expressão No preço que tá faz referência ao contexto situacional em que a charge foi produzida.
( ) O autor dessa charge tem como intencionalidade usar o humor para fazer uma reflexão acerca de uma situação cotidiana.
Assinale a sequência correta.
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(Disponível em: https://www.otempo.com.br/charges/charge-o-tempo-01-07-2022-1.2692347. Acesso em: 04/07/2022.)
Considerando a situação discursiva dessa charge, é correto afirmar:
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
.
Cerca de 1,5 milhão de brasileiros trabalharam em 2021 para plataformas digitais em aproximadamente
1.500 aplicativos que estão em operação no Brasil. De olho nesse universo, um estudo publicado por
pesquisadores da Clínica de Direito do Trabalho da UFPR se debruçou sobre a legislação e jurisprudências
em torno dos direitos desses trabalhadores.
O relatório “O trabalho controlado por plataformas digitais no Brasil: dimensões, perfis e direitos” apontou
que quase 80% desses trabalhadores exercem suas atividades informalmente.
A pesquisa examinou 485 decisões da Justiça do Trabalho em todo o país relacionadas às plataformas Uber,
99 Pop, iFood, Rappi, Loggi e Play Delivery. Neste conjunto, 78,14% das decisões não reconheceram a
relação de emprego; 15,88% não versaram sobre a existência de relação de emprego; e apenas 5,98% das
decisões reconheceram a relação de emprego entre trabalhador e plataforma.
(https://veja.abril.com.br/coluna/radar/quase-80-dos-trabalhadores-de-aplicativos-sao-informais-diz-pesquisa/24/06/2022. Acesso
em: 01/07/2022.)
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