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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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A ciência explica: por que choramos?
Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
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Choramos todos os dias para manter a córnea
lubrificada. Mas as lágrimas emocionais são as que têm
levado a mais investigações: são uma forma de libertar as internas e não devem ser suprimidas por
vergonha.
Em 1872, Charles Darwin escreveu que o choro é
um "incidente, tão sem propósito quanto a de
lágrimas provocadas por um golpe exterior ao olho". O
naturalista britânico desvalorizava a capacidade emocional
deste processo fisiológico, ignorando que envolve o sistema
límbico (localizado no cérebro e responsável pelas ).
É este que estimula o processamento de
substâncias como a noradrenalina e a serotonina que levam
o sistema nervoso autônomo (responsável por ações
motoras, como o piscar de olhos) a contrair a glândula
lacrimal que verte a lágrima. A emoção é essencial, Mister
Darwin. Até um ator, quando tem de forçar o choro, recorre
mentalmente a imagens que geram em si essa comoção em
vez de ordenar aos olhos para mecanicamente o fazerem.
São as chamadas lágrimas emocionais.
Além destas, diariamente libertamos lágrimas
basais em pequenas quantidades (uma média de 0,75 a 1,1
gramas durante 24 horas) que mantêm a córnea lubrificada
e, ocasionalmente, lágrimas reflexivas (quando o olho reage
a uma partícula estranha – como os vapores de uma cebola
cortada – ou a uma luz forte). Estas são semelhantes na sua
composição química (água, sais minerais, gordura).
Contudo, as lágrimas emocionais (seremos,
segundo o psicólogo holandês Ad Vingerhoets, os únicos
animais a produzi-las) contêm mais proteínas, por isso que
são mais viscosas: isso reduz a velocidade a que correm pela
face, ajudando-as a cumprir a missão de serem vistas pelos
outros para com eles criar laços.
(Fonte: Lusiadas.com – adaptado.)
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Aos 21 anos, os pais presentearam a filha com
R$ 10.000,00. A filha, muito animada, fez um plano de
investimentos visando a duplicar o valor a cada ano.
Começaria com os 10 mil, passaria a 20 mil, a 40 mil e,
assim, sucessivamente. Se a sua pretensão se concretizar,
ela atingirá o valor de um milhão de reais no:
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Em um dia de trabalho, o número de clientes mulheres
atendidas em um salão de beleza excede o número de
clientes homens atendidos em 20. Se o produto do número
de clientes mulheres pelo de clientes homens é 156, o total
de clientes atendidos, nesse dia, é:
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Por que rimos quando sentimos cócegas?
A pele inteira possui nervosas, mas algumas
regiões possuem mais delas: é o caso das plantas dos pés e
das axilas. Por isso, ao serem estimuladas, essas áreas
causam muitas cócegas.
Quando recebemos cócegas, sensores do nosso corpo
enviam aos neurônios a mensagem de que há um perigo -
afinal, a ação é inesperada. Então, os neurônios
responsáveis pela sensação de cócegas formam uma
conexão com os neurônios que levam ao riso. Aí, tudo se
transforma em uma mistura de coceira e gargalhada.
Diante dessa situação encarada como perigosa, nosso
corpo fica tenso e alerta e a risada também é uma forma de
relaxar e descarregar essa tensão. Essa reação é
involuntária, por isso, mesmo que você não goste de receber
cócegas e tente se delas, acaba dando risada.
Você já deve ter percebido que, se tentarmos fazer
cócegas em nós mesmos, não damos risada. Os cientistas
acreditam que isso acontece porque, para fazer isso,
precisamos mexer os braços, por exemplo. Esse tipo de
movimento, ligado a outros circuitos nervosos, desliga a área
responsável pelas cócegas.
(Fonte: Abril - adaptado.)
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Em conformidade com o Caderno de Atenção Básica
nº 20 - Carência de Macronutrientes, a anemia por
deficiência de Ferro atinge principalmente:
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2164973
Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Nova Hartz-RS
Provas:
Considerando-se o Excel 2013, assinalar a alternativa
que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Desde que haja uma coluna de referência ao lado, grosso modo, é possível dizer que um sobre a alça de preenchimento tem a mesma função de arrastar a alça de preenchimento com o mouse.
Desde que haja uma coluna de referência ao lado, grosso modo, é possível dizer que um sobre a alça de preenchimento tem a mesma função de arrastar a alça de preenchimento com o mouse.
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Em uma urna, há 7 bolas azuis, 8 bolas amarelas, 6 bolas
verdes e 9 bolas brancas. Sorteando-se, ao acaso, uma das
bolas dessa urna, a probabilidade de, na primeira retirada,
ela sair verde é de:
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