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Foram encontradas 50 questões.

3794660 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
O Projeto Político Pedagógico é um plano construído por toda a comunidade escolar. No que diz respeito ao aspecto político, assinale a afirmativa correta.
 

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3794659 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), os docentes incumbir-se-ão na organização do ensino de:

I. Zelar pela aprendizagem dos alunos.

II. Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.

III. Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.

IV. Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.

V. Ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar parcialmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional.


Está correto o que se afirma apenas em
 

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3794658 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Analise a informação a seguir: “o aluno é visto como depositário passivo dos conhecimentos, que devem ser acumulados na mente através de associações. O professor é quem deposita os conhecimentos, pois ele é visto como um especialista na aplicação de manuais; sendo sua prática extremamente controlada”. Trata-se, portanto, de uma tendência pedagógica:
 

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Sobre os adicionais remuneratórios de acordo com a Lei Municipal nº 2.378/1992, assinale a afirmativa correta.
 

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A Lei Municipal nº 3.526/2003 aduz que todas as afirmativas a seguir constituem deveres especiais dos servidores do Magistério, a EXCEÇÃO de uma; assinale-a.
 

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3794653 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Em 2023, os números de reclamações contra certa empresa por mês é uma sequência regida por uma progressão aritmética. Sabe-se que em janeiro desse ano foram efetuadas 12 reclamações e em agosto do mesmo ano foram efetuadas 40 reclamações. Tendo em vista tais informações, quantas reclamações foram efetuadas contra a empresa em 2023?
 

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3794652 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Laura possui duas caixinhas (X e Y) onde guarda todos os seus anéis idênticos, exceto pela cor. Na caixinha X, ela armazena 9 anéis azuis e, na caixinha Y, são alocados 9 anéis rosas. Laura retirou, de forma aleatória, 4 anéis da caixinha X e colocou na caixinha Y. Na sequência, ela retirou, também de forma aleatória, 4 anéis da caixinha Y e colocou na caixinha X. Após essas manipulações, é correto afirmar, necessariamente, que:
 

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3794651 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Uma pesquisa foi feita com 544 pessoas visando avaliar a utilização dos serviços de duas grandes operadoras de internet (A e B) atualmente. Observou-se que 320 pessoas utilizam os serviços da operadora de internet A, 80 pessoas utilizam os serviços de ambas as operadores e 64 pessoas utilizam, exclusivamente, os serviços de outras operadoras. Considerando tais informações, quantas pessoas utilizam somente os serviços da operadora de internet B?
 

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3794645 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Na escuridão miserável
   Eram sete horas da noite quando entrei no carro, ali no Jardim Botânico. Senti que alguém me observava, enquanto punha o motor em movimento. Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados como os de um bicho, a me espiar, através do vidro da janela, junto ao meio-fio. Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um fiapo de gente encostado ao poste como um animalzinho, não teria mais que uns sete anos. Inclinei-me sobre o banco, abaixando o vidro:
   – O que foi, minha filha? – perguntei, naturalmente, pensando tratar-se de esmola.
   – Nada não senhor – respondeu-me, a medo, um fio de voz infantil.
   – O que é que você está me olhando aí?
   – Nada não senhor – repetiu.– Tou esperando o ônibus...
   – Onde é que você mora?
   – Na Praia do Pinto.
   – Vou para aquele lado. Quer uma carona?
   Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta:
   – Entra aí, que eu te levo.
   Acabou entrando, sentou-se na pontinha do banco, e enquanto o carro ganhava velocidade, ia olhando duro para a frente, não ousava fazer o menor movimento. Tentei puxar conversa:
   – Como é o seu nome?
   – Teresa.
   – Quantos anos você tem, Teresa?
   – Dez.
   – E o que estava fazendo ali, tão longe de casa?
   – A casa da minha patroa é ali.
   – Patroa? Que patroa?
   Pela sua resposta, pude entender que trabalhava na casa de uma família no Jardim Botânico: lavava roupa, varria a casa, servia a mesa. Entrava às sete da manhã, saía às oito da noite.
   – Hoje saí mais cedo. Foi jantarado.
   – Você já jantou?
   – Não. Eu almocei.
   – Você não almoça todo dia?
   – Quando tem comida pra levar, eu almoço: mamãe faz um embrulho de comida pra mim.
   – E quando não tem?
   – Quando não tem, não tem – e ela até parecia sorrir, me olhando pela primeira vez. Na penumbra do carro, suas feições de criança, esquálidas, encardidas de pobreza, podiam ser as de uma velha. Eu não me continha mais de aflição, pensando nos meus filhos bem nutridos – um engasgo na garganta me afogava no que os homens experimentados chamam de sentimentalismo burguês:
   – Mas não te dão comida lá? – perguntei, revoltado.
   – Quando eu peço eles dão. Mas descontam no ordenado, mamãe disse pra eu não pedir.
   – E quanto é que você ganha?
   Diminuí a marcha, assombrado, quase parei o carro. Ela mencionara uma importância ridícula, uma ninharia, não mais que alguns trocados. Meu impulso era voltar, bater na porta da tal mulher e meter-lhe a mão na cara.
   – Como é que você foi parar na casa dessa... foi parar nessa casa? – perguntei ainda, enquanto o carro, ao fim de uma rua do Leblon, se aproximava das vielas da Praia do Pinto. Ela disparou a falar:
    – Eu estava na feira com mamãe e então a madame pediu para eu carregar as compras e aí noutro dia pediu a mamãe pra eu trabalhar na casa dela, então mamãe deixou porque mamãe não pode deixar os filhos todos sozinhos e lá em casa é sete meninos fora dois grandes que já são soldados pode parar que é aqui moço, obrigado.
    Mal detive o carro, ela abriu a porta e saltou, saiu correndo, perdeu-se logo na escuridão miserável da Praia do Pinto.
(SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro. Sabiá, 1972.)
Conotação é o sentido que se dá a uma palavra ou expressão a partir de seu contexto; é aquilo que se quer dizer a partir de um contexto. Denotação é o sentido literal, aquele que está no dicionário. Assinale, a seguir, a transcrição literal que está no sentido denotativo.
 

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3794644 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Nova Iguaçu-RJ
Na escuridão miserável
   Eram sete horas da noite quando entrei no carro, ali no Jardim Botânico. Senti que alguém me observava, enquanto punha o motor em movimento. Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados como os de um bicho, a me espiar, através do vidro da janela, junto ao meio-fio. Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um fiapo de gente encostado ao poste como um animalzinho, não teria mais que uns sete anos. Inclinei-me sobre o banco, abaixando o vidro:
   – O que foi, minha filha? – perguntei, naturalmente, pensando tratar-se de esmola.
   – Nada não senhor – respondeu-me, a medo, um fio de voz infantil.
   – O que é que você está me olhando aí?
   – Nada não senhor – repetiu.– Tou esperando o ônibus...
   – Onde é que você mora?
   – Na Praia do Pinto.
   – Vou para aquele lado. Quer uma carona?
   Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta:
   – Entra aí, que eu te levo.
   Acabou entrando, sentou-se na pontinha do banco, e enquanto o carro ganhava velocidade, ia olhando duro para a frente, não ousava fazer o menor movimento. Tentei puxar conversa:
   – Como é o seu nome?
   – Teresa.
   – Quantos anos você tem, Teresa?
   – Dez.
   – E o que estava fazendo ali, tão longe de casa?
   – A casa da minha patroa é ali.
   – Patroa? Que patroa?
   Pela sua resposta, pude entender que trabalhava na casa de uma família no Jardim Botânico: lavava roupa, varria a casa, servia a mesa. Entrava às sete da manhã, saía às oito da noite.
   – Hoje saí mais cedo. Foi jantarado.
   – Você já jantou?
   – Não. Eu almocei.
   – Você não almoça todo dia?
   – Quando tem comida pra levar, eu almoço: mamãe faz um embrulho de comida pra mim.
   – E quando não tem?
   – Quando não tem, não tem – e ela até parecia sorrir, me olhando pela primeira vez. Na penumbra do carro, suas feições de criança, esquálidas, encardidas de pobreza, podiam ser as de uma velha. Eu não me continha mais de aflição, pensando nos meus filhos bem nutridos – um engasgo na garganta me afogava no que os homens experimentados chamam de sentimentalismo burguês:
   – Mas não te dão comida lá? – perguntei, revoltado.
   – Quando eu peço eles dão. Mas descontam no ordenado, mamãe disse pra eu não pedir.
   – E quanto é que você ganha?
   Diminuí a marcha, assombrado, quase parei o carro. Ela mencionara uma importância ridícula, uma ninharia, não mais que alguns trocados. Meu impulso era voltar, bater na porta da tal mulher e meter-lhe a mão na cara.
   – Como é que você foi parar na casa dessa... foi parar nessa casa? – perguntei ainda, enquanto o carro, ao fim de uma rua do Leblon, se aproximava das vielas da Praia do Pinto. Ela disparou a falar:
    – Eu estava na feira com mamãe e então a madame pediu para eu carregar as compras e aí noutro dia pediu a mamãe pra eu trabalhar na casa dela, então mamãe deixou porque mamãe não pode deixar os filhos todos sozinhos e lá em casa é sete meninos fora dois grandes que já são soldados pode parar que é aqui moço, obrigado.
    Mal detive o carro, ela abriu a porta e saltou, saiu correndo, perdeu-se logo na escuridão miserável da Praia do Pinto.
(SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro. Sabiá, 1972.)
Assinale a alternativa em que ocorra erro de concordância.
 

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