Foram encontradas 20 questões.
Leia o texto a seguir:
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção
Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa
No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.
1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração
Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.
2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo
Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.
3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão
Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.
O papel como aliado da memória e do aprendizado
Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.
Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiaisimpressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2F lbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia”. Os textos costumam ser tipologicamente variados. O trecho destacado nesta questão é predominantemente:
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Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção
Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa
No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.
1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração
Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.
2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo
Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.
3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão
Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.
O papel como aliado da memória e do aprendizado
Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.
Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiaisimpressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2F lbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia”. Em seu contexto de uso, a palavra destacada é um tipo de conectivo classificado como:
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Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção
Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa
No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.
1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração
Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.
2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo
Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.
3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão
Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.
O papel como aliado da memória e do aprendizado
Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.
Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiaisimpressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2F lbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
A leitura do texto permite a inferência de que:
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Como preconiza a Base Nacional Comum Curricular, a educação em direitos humanos deve:
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Considerando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, em seu Artigo 11, é incumbência do município:
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Leia o texto a seguir:
Pandemia de Covid-19 afetou até a Lua; entenda
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando
Pesquisadores descobriram que a superfície da Lua pode ter sido indiretamente impactada pela pandemia da Covid-19. A equipe descobriu que as temperaturas noturnas na superfície lunar caíram significativamente durante o rigoroso período de bloqueio, de abril a maio de 2020.
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando. E eles propõem que isso aconteceu devido à queda da radiação emitida da Terra pela atividade humana, que diminuiu de forma significativa durante os períodos de isolamento. O estudo foi publicado no mês passado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters.
Eles acreditam que esse estranho fenômeno pode ser explicado por uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa durante o bloqueio, o que acabou levando ao resfriamento da superfície lunar.
"A Lua possivelmente sofreu o efeito do bloqueio da COVID-19, visualizado como uma diminuição anômala nas temperaturas da superfície lunar noturna durante esse período", afirmaram os pesquisadores em seu relatório.
Pesquisadores observaram que, durante a noite lunar, a temperatura da superfície teve queda brusca em seis locais observados no lado do nosso satélite natural que fica sempre voltado para a Terra. Os pesquisadores levantam a hipótese de que esse resfriamento foi causado por uma queda repentina na radiação emitida pela Terra, à medida que a atividade humana foi interrompida durante o bloqueio, o que por sua vez reduziu a quantidade de calor que escapava da atmosfera.
A primeira onda de Covid-19 impactou o mundo em março de 2020. Naquela época, as vacinas ainda não estavam disponíveis. Neste período, governos de todo mundo emitiram protocolos de lockdown rigorosos em uma tentativa de desacelerar a disseminação do vírus. Em abril, aproximadamente metade da população global foi solicitada ou ordenada a ficar dentro de casa.
Isso reduziu significativamente a quantidade de radiação terrestre gerada na Terra. Isso porque o lockdown interrompeu muitas atividades geradoras de gases de efeito estufa, como deslocamento, industrialização e mineração. Pesquisas mostraram que as emissões globais diárias de CO² caíram cerca de 17% no início de abril de 2020, em comparação aos níveis médios de 2019.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/10/03/pandemia-de-covid-19-afetou-ate-a-lua-entenda.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
Em “Pesquisadores observaram que, durante a noite lunar, a temperatura da superfície teve queda brusca em seis locais observados no lado do nosso satélite natural que fica sempre voltado para a Terra” (5º parágrafo), as vírgulas foram empregadas à esquerda e à direita do termo destacado, pois o objetivo foi demarcar:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia o texto a seguir:
Pandemia de Covid-19 afetou até a Lua; entenda
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando
Pesquisadores descobriram que a superfície da Lua pode ter sido indiretamente impactada pela pandemia da Covid-19. A equipe descobriu que as temperaturas noturnas na superfície lunar caíram significativamente durante o rigoroso período de bloqueio, de abril a maio de 2020.
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando. E eles propõem que isso aconteceu devido à queda da radiação emitida da Terra pela atividade humana, que diminuiu de forma significativa durante os períodos de isolamento. O estudo foi publicado no mês passado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters.
Eles acreditam que esse estranho fenômeno pode ser explicado por uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa durante o bloqueio, o que acabou levando ao resfriamento da superfície lunar.
"A Lua possivelmente sofreu o efeito do bloqueio da COVID-19, visualizado como uma diminuição anômala nas temperaturas da superfície lunar noturna durante esse período", afirmaram os pesquisadores em seu relatório.
Pesquisadores observaram que, durante a noite lunar, a temperatura da superfície teve queda brusca em seis locais observados no lado do nosso satélite natural que fica sempre voltado para a Terra. Os pesquisadores levantam a hipótese de que esse resfriamento foi causado por uma queda repentina na radiação emitida pela Terra, à medida que a atividade humana foi interrompida durante o bloqueio, o que por sua vez reduziu a quantidade de calor que escapava da atmosfera.
A primeira onda de Covid-19 impactou o mundo em março de 2020. Naquela época, as vacinas ainda não estavam disponíveis. Neste período, governos de todo mundo emitiram protocolos de lockdown rigorosos em uma tentativa de desacelerar a disseminação do vírus. Em abril, aproximadamente metade da população global foi solicitada ou ordenada a ficar dentro de casa.
Isso reduziu significativamente a quantidade de radiação terrestre gerada na Terra. Isso porque o lockdown interrompeu muitas atividades geradoras de gases de efeito estufa, como deslocamento, industrialização e mineração. Pesquisas mostraram que as emissões globais diárias de CO² caíram cerca de 17% no início de abril de 2020, em comparação aos níveis médios de 2019.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/10/03/pandemia-de-covid-19-afetou-ate-a-lua-entenda.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
Em “Eles acreditam que esse estranho fenômeno pode ser explicado por uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa durante o bloqueio, o que acabou levando ao resfriamento da superfície lunar” (3º parágrafo), os verbos destacados estão respectivamente flexionados nos seguintes tempos do modo indicativo:
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Leia o texto a seguir:
Pandemia de Covid-19 afetou até a Lua; entenda
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando
Pesquisadores descobriram que a superfície da Lua pode ter sido indiretamente impactada pela pandemia da Covid-19. A equipe descobriu que as temperaturas noturnas na superfície lunar caíram significativamente durante o rigoroso período de bloqueio, de abril a maio de 2020.
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando. E eles propõem que isso aconteceu devido à queda da radiação emitida da Terra pela atividade humana, que diminuiu de forma significativa durante os períodos de isolamento. O estudo foi publicado no mês passado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters.
Eles acreditam que esse estranho fenômeno pode ser explicado por uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa durante o bloqueio, o que acabou levando ao resfriamento da superfície lunar.
"A Lua possivelmente sofreu o efeito do bloqueio da COVID-19, visualizado como uma diminuição anômala nas temperaturas da superfície lunar noturna durante esse período", afirmaram os pesquisadores em seu relatório.
Pesquisadores observaram que, durante a noite lunar, a temperatura da superfície teve queda brusca em seis locais observados no lado do nosso satélite natural que fica sempre voltado para a Terra. Os pesquisadores levantam a hipótese de que esse resfriamento foi causado por uma queda repentina na radiação emitida pela Terra, à medida que a atividade humana foi interrompida durante o bloqueio, o que por sua vez reduziu a quantidade de calor que escapava da atmosfera.
A primeira onda de Covid-19 impactou o mundo em março de 2020. Naquela época, as vacinas ainda não estavam disponíveis. Neste período, governos de todo mundo emitiram protocolos de lockdown rigorosos em uma tentativa de desacelerar a disseminação do vírus. Em abril, aproximadamente metade da população global foi solicitada ou ordenada a ficar dentro de casa.
Isso reduziu significativamente a quantidade de radiação terrestre gerada na Terra. Isso porque o lockdown interrompeu muitas atividades geradoras de gases de efeito estufa, como deslocamento, industrialização e mineração. Pesquisas mostraram que as emissões globais diárias de CO² caíram cerca de 17% no início de abril de 2020, em comparação aos níveis médios de 2019.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/10/03/pandemia-de-covid-19-afetou-ate-a-lua-entenda.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando” (2º parágrafo). Em seu contexto de uso, a palavra destacada tem sentido:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Leia o texto a seguir:
Pandemia de Covid-19 afetou até a Lua; entenda
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando
Pesquisadores descobriram que a superfície da Lua pode ter sido indiretamente impactada pela pandemia da Covid-19. A equipe descobriu que as temperaturas noturnas na superfície lunar caíram significativamente durante o rigoroso período de bloqueio, de abril a maio de 2020.
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando. E eles propõem que isso aconteceu devido à queda da radiação emitida da Terra pela atividade humana, que diminuiu de forma significativa durante os períodos de isolamento. O estudo foi publicado no mês passado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters.
Eles acreditam que esse estranho fenômeno pode ser explicado por uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa durante o bloqueio, o que acabou levando ao resfriamento da superfície lunar.
"A Lua possivelmente sofreu o efeito do bloqueio da COVID-19, visualizado como uma diminuição anômala nas temperaturas da superfície lunar noturna durante esse período", afirmaram os pesquisadores em seu relatório.
Pesquisadores observaram que, durante a noite lunar, a temperatura da superfície teve queda brusca em seis locais observados no lado do nosso satélite natural que fica sempre voltado para a Terra. Os pesquisadores levantam a hipótese de que esse resfriamento foi causado por uma queda repentina na radiação emitida pela Terra, à medida que a atividade humana foi interrompida durante o bloqueio, o que por sua vez reduziu a quantidade de calor que escapava da atmosfera.
A primeira onda de Covid-19 impactou o mundo em março de 2020. Naquela época, as vacinas ainda não estavam disponíveis. Neste período, governos de todo mundo emitiram protocolos de lockdown rigorosos em uma tentativa de desacelerar a disseminação do vírus. Em abril, aproximadamente metade da população global foi solicitada ou ordenada a ficar dentro de casa.
Isso reduziu significativamente a quantidade de radiação terrestre gerada na Terra. Isso porque o lockdown interrompeu muitas atividades geradoras de gases de efeito estufa, como deslocamento, industrialização e mineração. Pesquisas mostraram que as emissões globais diárias de CO² caíram cerca de 17% no início de abril de 2020, em comparação aos níveis médios de 2019.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/10/03/pandemia-de-covid-19-afetou-ate-a-lua-entenda.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“A equipe descobriu que as temperaturas noturnas na superfície lunar caíram significativamente durante o rigoroso período de bloqueio, de abril a maio de 2020” (1º parágrafo). Nesse trecho, a oração destacada pode ser classificada como:
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Pandemia de Covid-19 afetou até a Lua; entenda
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando
Pesquisadores descobriram que a superfície da Lua pode ter sido indiretamente impactada pela pandemia da Covid-19. A equipe descobriu que as temperaturas noturnas na superfície lunar caíram significativamente durante o rigoroso período de bloqueio, de abril a maio de 2020.
Segundo um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Pesquisa de Física em Ahmedabad, na Índia, a Lua ficou bem mais fria no início de 2020, quando a pandemia ainda estava começando. E eles propõem que isso aconteceu devido à queda da radiação emitida da Terra pela atividade humana, que diminuiu de forma significativa durante os períodos de isolamento. O estudo foi publicado no mês passado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters.
Eles acreditam que esse estranho fenômeno pode ser explicado por uma redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa durante o bloqueio, o que acabou levando ao resfriamento da superfície lunar.
"A Lua possivelmente sofreu o efeito do bloqueio da COVID-19, visualizado como uma diminuição anômala nas temperaturas da superfície lunar noturna durante esse período", afirmaram os pesquisadores em seu relatório.
Pesquisadores observaram que, durante a noite lunar, a temperatura da superfície teve queda brusca em seis locais observados no lado do nosso satélite natural que fica sempre voltado para a Terra. Os pesquisadores levantam a hipótese de que esse resfriamento foi causado por uma queda repentina na radiação emitida pela Terra, à medida que a atividade humana foi interrompida durante o bloqueio, o que por sua vez reduziu a quantidade de calor que escapava da atmosfera.
A primeira onda de Covid-19 impactou o mundo em março de 2020. Naquela época, as vacinas ainda não estavam disponíveis. Neste período, governos de todo mundo emitiram protocolos de lockdown rigorosos em uma tentativa de desacelerar a disseminação do vírus. Em abril, aproximadamente metade da população global foi solicitada ou ordenada a ficar dentro de casa.
Isso reduziu significativamente a quantidade de radiação terrestre gerada na Terra. Isso porque o lockdown interrompeu muitas atividades geradoras de gases de efeito estufa, como deslocamento, industrialização e mineração. Pesquisas mostraram que as emissões globais diárias de CO² caíram cerca de 17% no início de abril de 2020, em comparação aos níveis médios de 2019.
https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/10/03/pandemia-de-covid-19- afetou-ate-a-lua-entenda.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_ campaign=OGlobo&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024
A leitura atenta do texto permite a conclusão de que a pandemia de covid foi capaz de:
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