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A quantidade de anagramas da palavra SOTERRADO que começa com T e termina com D é:
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1562348
Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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As organizações, assim como as pessoas possuem um ciclo de vida bem definido, nascem, crescem e envelhecem. São quatro os estágios que compõem o ciclo de vida das organizações: nascimento, infância, juventude e maturidade. Cada um dos estágios possui desafios estratégicos a serem enfrentados pelos administradores. Considerando os elementos que compõem o ciclo de vida organizacional 1. Estágio de nascimento, 2. Estágio de infância, 3. Estágio de juventude e 4. Estágio de maturidade, relacione adequadamente as colunas a seguir.
( ) Quando a organização se estabiliza em um tamanho grande, geralmente com uma estrutura mecanística; ela passa a correr o risco de tornar-se complacente elenta nos mercados competitivos e a requerer criatividade e inovação.
( ) Quando a organização é fundada por um empreendedor; a estrutura é extremamente simples.
( ) Quando a organização começa a crescer rapidamente; a estrutura começa a expandir-se e as responsabilidades se espraiam entre as pessoas. Começam a surgir sinais de stresse decorrentes da mudança; aumento gradativo da especialização vertical e horizontal.
( ) Quando a organização tornar-se maior por causa do sucesso; a organização vai ficando mais complexa e sua estrutura formal mais fortalecida; surgem vários níveis administrativos na cadeia de comando e o fundador passa a ter dificuldade em manter o controle total do negócio.
A sequência está correta em
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Texto para responder à questão.
Mídias sociais ampliam oportunidades
Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais
rompem bolha social ao democratizar experiências,
compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico.
rompem bolha social ao democratizar experiências,
compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico.
Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada à internet, segundo a última Pesquisa por Amostra Nacional de Domicílios Contínua (PNAD). E 62% têm um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade via celular nos últimos seis anos – em 2012, apenas 14% dos brasileiros possuíam telefones desse tipo.
“No passado, só tinham acesso à internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem”, conta o antropólogo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, recém-publicado no livro Mídias sociais no Brasil emergente – Como a internet afeta a mobilidade social (Educ/UCL Press). “Foi a partir de meados dos anos 2000, por intermédio do Orkut, que a rede se popularizou.” No caso do Brasil, a estabilidade política e o desenvolvimento econômico experimentados nos últimos 20 anos propiciaram o acesso da população a computadores domésticos e dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Intrigado com a popularização de ferramentas de acesso à internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em São Paulo, e se mudou para uma vila-dormitório para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou até maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fictício de Balduíno.
Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antropólogos passaram sete meses se preparando, sob a orientação do antropólogo e arqueólogo Daniel Miller, da UCL. Após revisar a bibliografia correlata ao tema(C), estabeleceram as principais questões a serem abordadas na investigação: a razão do uso das redes sociais, sua utilidade prática, o grau de interferência na educação, o papel político que desempenham e o quão aproximam – ou distanciam – as pessoas.
“Depois de seis meses em Balduíno, eu já estava integrado ao local”, conta Spyer. A partir daí, o antropólogo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e também fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas “amigas” na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a população local. “Não quisemos uma pesquisa só com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experiência on-line não é menos relevante”, diz Spyer.
Em Balduíno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hotéis e em outros negócios do polo turístico ao norte da cidade de Salvador. “Suas aspirações de consumo(B) incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Aliás, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar físico e simbólico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos”, diz Spyer. “A pesquisa constatou que, na população de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunicação mais avançada, característica de alguém que teve alguma formação”, explica. “Mas, paradoxalmente(D), a comunicação digital também fortalece redes tradicionais de ajuda mútua(A) que estavam se diluindo por causa da urbanização.”
A investigação levou Spyer a descontruir alguns estereótipos sobre o comportamento de usuários da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. “Em meados dos anos 2000, recebia pacientes no consultório que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line”, recorda a psicanalista Patrícia Ferreira, pós-doutoranda em psicologia clínica na Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, as postagens mudaram e surgem como a confirmação do ‘eu’ que se idealiza ser, a selfie perfeita.”
Patrícia pesquisa a apropriação política exteriorizada na retórica das mídias sociais a partir das manifestações de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do país, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte público. Utilizando ferramentas da psicanálise, ela realiza o que define como “escuta do coletivo” com informações publicadas em perfis e discussões em grupos com posições opostas. Apesar de ainda não estar concluído, o estudo tem evidenciado a função “protetora” da tela, que encoraja os usuários a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.
(Valéria França, edição 273. Nov. 2018. Comunicação
Educação. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/ 19/midias-sociais-ampliam-oportunidades.)
De acordo com o contexto em que estão inseridos os vocábulos destacados a seguir, indique o significado correto apresentado:
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No intervalo de 1942 e 1994, o Brasil mudou de moeda 10 vezes. O auge dessa mudança se concentrou nas décadas de 1980 e 1990, quando ocorreram seis modificações. Em algumas situações, a mudança não era compatível com a capacidade técnica em emitir o novo papel moeda, exigindo que as notas fossem carimbadas com o novo padrão monetário. [...] A modificação monetária foi encerrada com o lançamento do Plano Real, que criou o Real, moeda que permanece até hoje. O Plano Real, lançado no contexto do governo de Itamar Franco, foi responsável pela:
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A avaliação musical genuína é a chave para uma educação musical efetiva (…).
(SWANWICK, Keith. Ensinando Música Musicalmente;
tradução deAlda Oliveira e Cristina Tourinho. São Paulo: Moderna, 2003. P. 80.)
Levando em consideração que a atividade musical é amplamente avaliada, é possível afirmar que essa avaliação se dá durante, EXCETO:
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Observe no quadro a seguir o resultado de uma pesquisa com homens e mulheres a respeito da escolaridade:
| Curso Superior Completo | Ensino Médio Completo | Não concluíram o Ensino Médio | |
| Mulheres | 18 | 34 | 25 |
| Homens | 23 | 30 | 20 |
Um presente foi sorteado entre as pessoas entrevistadas. Considerando que a pessoa sorteada não concluiu o ensino médio, a probabilidade de ela ser mulher é, aproximadamente:
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A gestação do povo brasileiro,
a universidade e o saber popular
a universidade e o saber popular
[...] As universidades são urgidas a buscar um enraizamento orgânico nas periferias, nas bases populares e nos setores ligados diretamente à produção. Aqui pode se estabelecer uma fecunda troca de saberes, entre o saber popular, de experiências feito, e o saber acadêmico, constituído pelo espírito crítico; dessa aliança surgirão seguramente novas temáticas teóricas nascidas do confronto com a anti-realidade popular e da valorização da riqueza incomensurável do povo na sua capacidade de encontrar, sozinho, saídas para os seus problemas. Aqui se dá a troca de saberes, uns completando os outros, no estilo proposto pelo prêmio Nobel de Química (1977) Ilya Prigorine (cf. A nova aliança, UNB 1984).
Deste casamento, se acelera a gênese de um povo; permite um novo tipo de cidadania, baseada na con-cidadania dos representantes da sociedade civil e acadêmica e das bases populares que tomam iniciativas por si mesmos e submetem o Estado a um controle democrático, cobrando-lhe os serviços básicos especialmente para as grandes populações periféricas.
Nestas iniciativas populares, com suas várias frentes (casa, saúde, educação, direitos humanos, transporte coletivo etc.), os movimentos sociais sentem necessidade de um saber profissional. É onde a universidade pode e deve entrar, socializando o saber, oferecendo encaminhamentos para soluções originais e abrindo perspectivas às vezes insuspeitadas por quem é condenado a lutar só para sobreviver. [...]
(BOFF, Leonardo. A gestação do povo brasileiro, a universidade e o saber popular. Disponível em: https://leonardoboff.wordpress. com/2014/03/01/a-gestacao-do-povo-brasileiro-a-universidade-eo- saber-popular/. Acesso em: 09/2019. Fragmento.)
Sobre o segmento “Aqui pode se estabelecer uma fecunda troca de saberes”, tendo em vista o contexto apresentado, pode-se afirmar que:
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O currículo com um espaço: em que se reescreve o conhecimento escolar; que se explicita a ancoragem social dos conteúdos; de reconhecimento de nossas identidades culturais; de questionamento de nossas representações sobre os “outros”; de crítica cultural e de desenvolvimento de pesquisas, são princípios para:
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O tratamento do paciente com diarreia sem sinais de desidratação pode ser realizado no domicílio. Porém, algumas orientações devem ser passadas ao paciente ou cuidadores. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A solução de reidratação oral não substitui as refeições.
( ) Para adultos e crianças, a alimentação habitual deve ser mantida.
( ) Quando ocorre na criança, o aleitamento materno deve ser suspenso.
( ) A Solução de Reidratação Oral (SRO) deve ser oferecida de duas em duas horas.
( ) Para adultos e crianças, a alimentação habitual deve ser mantida.
( ) Quando ocorre na criança, o aleitamento materno deve ser suspenso.
( ) A Solução de Reidratação Oral (SRO) deve ser oferecida de duas em duas horas.
A sequência está correta em
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Nathália comprou bombons e resolveu distribuir alguns para os seus três sobrinhos: Stella, José Carlos e João. Para Stella ela deu !$ { \Large { 1 \over 4}} !$ dos bombons que possuía; José Carlos recebeu 3 bombons a menos que Stella; e, João recebeu 1 bombom a menos que José Carlos. Levando em consideração que Nathália ainda ficou com 17 bombons, a quantidade de bombons que ela comprou é:
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