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Foram encontradas 489 questões.

1631783 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre as fontes de energia e carbono dos seres vivos, marque a alternativa correta.
I - Os seres fotoautótrofos têm como fonte de energia a luz e fonte de carbono o !$ CO_2 !$
II - Os seres quimioautótrofos têm como fonte de energia a matéria inorgânica e fonte de carbono o !$ CO_2 !$
III - Os seres fotoheterótrofos têm como fonte de energia a luz e fonte de carbono a matéria inorgânica
IV - Os seres quimioheterótrofos têm como fonte de energia e fonte de carbono a matéria inorgânica.
 

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1629373 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!
"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.
Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.
A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.
Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.
É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.
Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.
Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.
Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.
(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)
Em norma culta, não se deve contrair a preposição "de" se o termo seguinte estiver exercendo a função de sujeito. Exemplifica essa regra em:
 

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A Trump o que é de César
Há algumas semanas, um sujeito muito parecido com Donald Trump levou 33 punhaladas no meio do Central Park, em Nova York. O sangue era cênico e os punhais eram falsos, mas o furor causado pela encenação nada teve de figurativo. Entre 23 de maio e 18 de junho, milhares de pessoas enfrentaram filas para assistir ao assassinato, enquanto outras tantas campeavam a internet denunciando a peça como apologia do terror polítíco. Nada mau, repare-se, para um texto que anda entre nós há mais de 400 anos: o espetáculo em questão é uma montagem de Júlio César, peça escrita porWilliam Shakespeare em 1599. Nessa adaptação, dirigida por Oskar Eustin, O personagem-título tinha uma cabeleíreíra desbotada e usava terno azul, com gravata vermelha mais comprida que o aconselhável; sua esposa, Calpúrnia, falava com reconhecível sotaque eslavo. Um sósia presidencíal encharcado de sangue é visão que não poderia passar incólume em um país que já teve quatro presidentes assassinados: após as primeiras sessões, patrocinadores cancelaram seu apoio, fãs do presidente interromperam a peça aos gritos, e e-mails de ódio choveram sobre companhias teatrais que nada tinham a ver com o assunto - exceto pelo fato de carregarem a palavra "Shakespeare" no nome.
Trocar togas por ternos não é ideia nova. Orson Welles fez isso em 1973, no Mercury Theater de Nova York; nessa célebre montagem, o ditador romano ganhou ares de Mussolini e foi esfaqueado pelo próprio Welles, que interpretava Brutus. Nas décadas seguintes, outras figuras modernas emprestaram trajes e trejeitos ao personagem: entre elas, Charles de Gaulle, Fidel Castro e Nicolae Ceausescu. Atualizações como essas expandem, mas não esgotam, o texto de Shakespeare - é muito dificil determinar, pela leitura da peça, se a intenção do bardo era louvar, condenar ou apenas retratar, com imparcialidade, os feitos sanguinolentos dos Idos de Março. Por conta dessa neutralidade filosófica, a tarefa de identificar o protagonista da peça é famosamente complicada: há quem prefira Brutus; há que escolha MarcoAntônio ou até o velho Júlio.
O texto, como bom texto, não corrobora nem refuta: ele nos observa. Tragédias não são panfletos, e obras que se exaurem em mensagens inequívocas dificilmente continuarão a causar deleite e fúria quatro séculos após terem sido escritas. Em certo sentido, a boa literatura é uma combinação bem-sucedida de exatidão e ambiguidade: se os versos de Shakespeare ainda causam tamanho alvoroço, é porque desencadeiam interpretações inesgotáveis e, às vezes, contraditórias, compelindo o sucessivo universo humano a se espelhar em suas linhas. Ao adaptar a grande literatura do passado ao nosso tempo, também nós nos adaptamos a ela: procuramos formas de comunicar o misterioso entusiasmo que essas obras nos causam e projetamos o mundo, como o vemos em suas páginas.
Não, Shakespeare não precisa ter terno e gravata para ser atual - mas se o figurino cai bem, por que não vesti-lo?
(Fonte:BOTELHO, José Francisco. Revista VEJA. Data: 18 de julho de 2017)
A relação do vocábulo e seu sinônimo está indevida no seguinte contexto:
 

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1628611 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Enunciado 2859581-1
Qual é o valor do perimetro do quadrado?
 

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1628427 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre Maconha, leis e Bandidos
Tornar as drogas ilegais não as faz indisponiveis.
Quando vamos a uma padaria, no caixa, à vista de uma criança, há sempre uma propaganda de cigarro, responsável por incontáveis mortes em todo o mundo. E, no entanto, um jovem amigo meu - branco de classe média - foi preso comprando maconha, e não há nenhuma morte associada ao seu uso. Ele dormiu numa cela com quarenta bandidos, até que no dia seguinte foi solto: sua mãe conseguiu um advogado. Se ele fosse da periferia, onde a maior parte dos jovens é afrodescendente, provavelmente estaria até hoje apodrecendo na cadeia. Para que punir quem usa droga com prisão, quando se sabe que não existe cadeia sem drogas?
Recentemente, uma amiga num dos hotéis da rede Holiday antropóloga fez uma pesquisa numa conferência de sadomasoquismo num dos hotéis do Holiday Inn. Se os sadomasoquistas podem curtir sua vida como quiserem, por que um sujeito não pode escolher a substância que pretende consumir? Se alguém pode saltar de paraquedas ou praticar algum esporte de risco, apenas seguindo algumas poucas regras de segurança, por que, no caso de uma substância recreativa, o governo pode proibi-Ia.
O cigarro mata, faz mal, dá mau hálito, mas alguém acha que proibir é o bom caminho? Muitos dizem que em paises como o Brasil as pessoas não têm educação para decidir o que fazer. Na nação das construtoras, a democracia é carbonizada com propina. Além de ser dificil confiar nos nossos legisladores, tornar as drogas ilegais não as fará indisponiveis. Tenho a convicção de que a porta de entrada é o traficante, porque é ele quem vai oferecer uma nova substância mais ativa ao usuário, e não a maconha em si. Não faz sentido achar que a maconha leva ao crack. É como dizer que masturbação leva ao estupro. Hein? A Holanda sabe disso e, apoiada na teoria da separação de mercados, lançou mão de uma anomalia juridica: o coffeeshop, onde a polícia tolera a venda de pequenas quantidades de maconha obtida de forma ilegal. Ainda assim, o pais teve sucesso em afastar o usuário de maconha da heroina. Décadas depois, o Estado do Colorado, nos Estados Unidos, foi além: criou os dispensaries, que vendem maconha legal a maiores de idade, minando a vida de traficantes locais, economizando em construção e manutenção de presidios e ganhando dinheiro de impostos para investir em escolas.
Um amigo meu me levou outro dia a um bar caro e chique de samba no Vidigal, no Rio local antigamente chamado de favela. Por que não se vende ali maconha de forma legal? Os impostos não poderiam ajudar a ter escolas melhores, mais esportes, lazer e cultura, estes sim fundamentais na prevenção ao abuso? Alguém acredita que a lei realmente impede alguém de fumar maconha num morro? Ciência e a racionalidade estão acima do moralismo, tradicional cortina de fumaça usada por muitos para esconder suas verdadeiras agendas. Brasil, está na hora de regulamentar a maconha. Afinal, não estamos apertando os aposentados e trabalhadores em busca de mais recursos para o Estado? Por que não lucrar com os impostos da maconha e economizar dinheiro da falida guerra contra as drogas? Mais importantes são as vidas perdidas e o futuro interrompido na periferia.
(Fonte:ANDRADE. Fernando Grostein. Revista VEJA. 03.05.2017.)
"Na nação das construtoras, a democracia é carbonizada com propina". Sobre a frase não se pode afirmar:
 

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1628414 Ano: 2017
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre o Processamento Auditivo, marque a alternativa correta:
I - Os objetivos iniciais da avaliação do Processamento Auditivo são a identificação e a categorização da desordem.
II - Antes da Avaliação do Processamento Auditivo, deve ser feita somente uma Avaliação Audiológica básica, incluindo somente audiometria tonal liminar.
III - Aavaliação do Processamento Auditivo permite o diagnóstico do processo gnósico auditivo.
IV - Individuos com distúrbio do Processamento Auditivo apresentam respostas consistentes a tons puros.
 

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1628281 Ano: 2017
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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À União, por intermédio do ministério responsável pela assistência e promoção social, compete, nos termos do art. 8°, exceto:
 

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1628259 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Segundo o art. 225. da Constituição Federal Brasileira de 1988: "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial á sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e á coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações". Para assegurar a efetividade do direito descrito anteriormente, incumbe ao poder público, exceto:

 

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1627954 Ano: 2017
Disciplina: Nutrição
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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O nutricionista de um restaurante comercial previu no cardápio do almoço: bife de coxão mole acebolado. Esse restaurante é frequentado por 150 clientes diariamente, e o profissional considera o consumo per capita de 100g de carne. Nessa situação hipotética, sabendo que o fator de correção da carne do tipo coxão mole é de 1,3, a quantidade de carne que deve ser adquirida para realizar o almoço é de:
 

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1627755 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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"A ___________ advertiu nesta segunda-feira (11, horário local) aos Estados Unidos que lhe infiigirá"o maior dos sofrimentos" se Washington prosseguir exortando a ONU a endurecer suas sanções contra Pyongyang após seu sexto teste nuclear. Em comunicado reproduzido pela agência oficial KCNA, o ministério (...) adverte que se Washington "aplicar esta resolução ilegal sobre um endurecimento das sanções, a _______________ garantirá que os Estados Unidos paguem o preço." (Fonte: Portal ORM. Data de acesso: 14.09.2017). Marque a alternativa que complete corretamente a lacuna.
 

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