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Foram encontradas 489 questões.

1618470 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre o processo de avaliação de desempenho dos servidores municipais para fins de progressão horizontal previsto nos artigos 40 e 41, apenas não se pode afirmar:
 

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1618445 Ano: 2017
Disciplina: Serviço Social
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Agestão do trabalho no âmbito do SUAS deve também, exceto:
 

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1618034 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Com relação aos estágios do pensamento do individuo definidos por Piaget, marque a alternativa correta:
 

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1617944 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

A oração adverbial "Quando se trata de violência contra a mulher" no trecho: "Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra." dá ideia de:

 

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1617913 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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A Lei n.º 8.080/90 dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde,. a organização e o funcionamento dos serviços do Sistema Unico de Saúde (SUS).
Quanto esta lei, não é correto afirmar que:
 

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1617278 Ano: 2017
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Em 8 de janeiro de 1997, foi criada a Lei nº9.433, também conhecida como a Lei das Águas, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). Sobre a PNRH, e especificamente sobre os Planos de Recursos Hídricos, marque a alternativa correta.
I - Os planos de Recursos Hídricos são planos diretores que visam fundamentar e orientar a implementação da política Nacional de Recursos Hídricos e o gerenciamento dos recursos hídricos.
II - Os planos de Recursos Hídricos são planos de curto prazo, com horizonte de planejamento compatível com o período de implantação de seus programas e projetos.
III - Os planos de Recursos Hídricos devem prever dentre outros conteúdos mínimos, prioridades para outorga de direitos de uso de recursos hidricos, bem como, diretrizes e critérios para a cobrança pelo uso dos recursos hídricos.
IV - Os planos de Recursos Hídricos serão elaborados por bacia de esgotamento, por Estado e País.
 

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"Todos estamos deitados na sarjeta, só que alguns estão olhando para as estrelas."
Esta citação foi tirada de O leque de lady Windermere, uma obra de teatro de Oscar Wilde que estreou em Londres em 1892. Ela nos faz lembrar que, independentemente de nossa situação, o que importa é a perspectiva que mantemos.
Há pessoas que aparentemente têm tudo na vida - saúde, beleza, dinheiro, liberdade - e são infelizes. Isso acontece porque elas fíxam a atenção naquilo que lhes falta ou simplesmente não sabem o que querem da vida.
Outras, ao contrário, vivem situações penosas, mas são capazes de enxergar um cantinho do jardim onde bate um raio de sol.
A escritora, filósofa e conferencista norte-americana Helen Keller, que ficou cega e surda ainda muito jovem, explicava assim seu segredo para nunca deixar de ver as estrelas:
Abro as portas do meu ser a tudo o que é bom e as fecho cuidadosamente diante do que é ruim. Essa força tão bela e persistente me permite enfrentar qualquer obstáculo. Nunca me sinto desanimada, pensando que me faltam coisas boas. A dúvida e a insegurança são apenas o pânico gerado por uma mente fraca. Com um coração firme e uma mente aberta, tudo se torna possível.
(Fonte: PERCY,Allan. OscarWilde para inquietos. p.10.)
Assinale a alternativa que completa, com correção, as lacunas:
Abro portas __________ a tudo o que nos deixa ____________ com a alegria. Nós _____________ podemos ficar ___________ a isso, disse a mulher agredida.
 

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1615347 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Sobre as doenças bolhosas, assinale a alternativa incorreta:
 

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1614662 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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"As farmacias têm como sua principal função a dispensação dos medicamentos de acordo com a prescrição médica, nas quantidades e especificações solicitadas, de forma segura e no prazo requerido, promovendo o uso seguro e correto de medicamentos e correlatos." (SBRAFH, 1997; GOMES; REIS, 2000)
Quanto à dispensação de medicamentos, é incorreto afirmar:
 

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1614409 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
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Não, nós não gostamos de apanhar!

"Mas, Maria Laura, tem mulher que gosta de apanhar", disse uma empresária.

Outro conhecido acrescentou: "São relacionamentos abusivos, as mulheres batem nos companheiros e acabam apanhando". Esses comentários me chocaram. Foram feitos em resposta a uma recente pesquisa sobre violência doméstica em Roraima, estado com maior taxa de homicídios de mulheres no país.

A pesquisa, na qual trabalhei, expôs as falhas do governo no enfrentamento da violência doméstica. Mas algumas pessoas parecem não perceber os inegáveis equívocos estatais e, em vez disso minimizam a violência e culpam as mulheres. Notícia do século XXI: a agressão às mulheres continua bem real, assim como a decepcionante resposta do Estado. A culpa não é das mulheres.

Vejamos o caso de "Ana", que sofreu ofensas e agressões de seu parceiro por oito anos, em dezembro, ele a expulsou de casa e, no meio da rua, bateu em sua cabeça, no rosto e nos braços, ele só parou quando um filho dela o afastou. A filha de Ana, de 13 anos, chamou a polícia que não fez nada "Apenas deixou um cartão". Às três da manhã, as duas caminharam por uma hora até uma delegacia onde escutaram que teriam de ir à delegacia da mulher para denunciar a agressão, apesar de ela estar fechada naquele dia. Só na semana seguinte Ana conseguiu registrar a ocorrência e pedir proteção.

É claro que algumas mulheres podem também agredir. Isso não tem absolutamente nada a ver com o sofrimento de milhares delas que sentem que não têm escolha senão suportar abusos, esconder hematomas e fingir que nada aconteceu.

Mulheres sofrem violência por anos sem procurar ajuda. Apenas 25% reportam agressões. Podem sofrer pressão familiar com o parceiro. Podem se preocupar em como alimentar, vestir e abrigar seus filhos. O peso do estigma pode inibi-Ias de compartilhar suas experiências e traumas com a polícia. Muitas vezes temem que o agressor faça suas ameaças, caso descubra que elas foram à polícia, sem que essa possa detê-lo. Mas uma das principais razões para não reportarem a violência está na descrença de que isso fará diferença.

Quando se trata de violência contra a mulher, a impunidade é a regra. Encontramos cerca de 8400 boletins de ocorrência de violência doméstica acumulados na delegacia da mulher em Boa Vista. A delegada-chefe disse que falta pessoal para tornar os "passos iniciais de investigação", inclusive ouvir a vítima, que permitiria a instauração de inquérito. Roraima reflete um problema nacional.

Temos uma legislação abrangente para prevenir a violência e garantir a justiça e o Brasil participa de tratados que protegem os direitos das mulheres, infelizmente, muitos avanços continuam sempre no papel. Comentários que ouvi mostram que o machismo permanece vivo e permite a impunidade, tornando-nos cúmplices. Para mudar, devemos reconhecer que as mulheres sofrem abusos cotidianamente e que a lei é insuficiente. Muitos casos não são registrados nem investigados, muito menos concluídos. Os homens que agridem sua companheira continuarão a fazê-lo enquanto permanecem impunes.

(Fonte: CANINEU, Maria Laura" Revista Veja. Data: 12 de julho 2017)

Marque a alternativa que substitui, sem alterar o sentido, o termo "caso" em: "faça suas ameaças, caso descubra que elas (...)".

 

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