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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
Com relação aos mecanismos linguísticos usados no texto, é CORRETO afirmar:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
Leia:
“Isso significa que os órgãos educacionais” (L.20/21).
No fragmento em evidência, a palavra “que” possui o mesmo valor morfológico que o vocábulo “que” da frase:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
Os termos “mesmo” (L.3) e “por exemplo” (L.7/8), respectivamente, expressam ideias:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
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- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
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Completa o sentido de um verbo o termo transcrito em:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
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- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
No texto,
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
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- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
Expressa uma relação de causa e consequência, respectivamente, o trecho em destaque na alternativa:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
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- A educação brasileira recebe investimento alto, porém é carente de qualidade. São cerca de 6,4%
- do PIB investidos em educação, correspondendo a cerca de 17% do gasto público total (2012). Tal valor está
- acima da média mundial levantada pela OCDE (cerca de 12%), e mesmo assim, alguns problemas estruturais
- persistem. Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de
- informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por
- mês, trabalhando 40 horas semanais. 6
- Na esfera pública, é comum haver atrasos em repasses para os governos. Em maio de 2018, por
- exemplo, foi organizada uma Comissão Externa na Câmara dos Deputados para apurar o motivo de recursos
- do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
- Educação (FUNDEB) ainda não terem chegado ao seu destino. Em função de um erro de cálculo do Tribunal
- de Contas da União (TCU), municípios receberam cerca de R$ 90 bilhões a menos do que deveriam, o que
- representa um rombo considerável para as gestões municipais. Somado a isso, existem procedimentos de
- registro de aula e frequência, além de formas de documentação das práticas docentes, que exigem grande
- atenção da equipe escolar. Essa alta demanda de tempo dos profissionais é explicado por, na maioria das
- escolas, tais documentos ainda serem escritos à mão, demandando que funcionários das secretarias gastem
- muito tempo transferindo os dados para um sistema unificado. Este é um exemplo real de burocracia que
- ainda persiste e que poderia ser substituído por um programa de computador único, integrado e nacional, por
- exemplo.
- Além disso, embora os órgãos educacionais em todas as esferas possuam atribuições próprias, eles
- compartilham a responsabilidade de gerir a educação brasileira, ou seja, de mantê-la coesa. Isso significa que
- os órgãos educacionais precisam dialogar e estabelecer uma linha de ordem para que a comunicação entre
- eles seja efetiva, existindo, então, uma hierarquização dentro da federação. No caso, o Ministério da
- Educação (MEC) e a União são aqueles que detém maior autonomia em relação aos outros. “Descendo” na
- pirâmide organizacional, tem-se o nível estadual e, então, chega-se às redes municipais, que dependem das
- decisões das demais esferas para que possam funcionar. A lógica dessa hierarquização, em termos de manter
- a educação coesa, faz sentido, porém ela não é claramente aplicada.
- Existem cidades onde as redes estadual e municipal ofertam ensino fundamental, que acabam
- competindo pelo mesmo público e, consequentemente, gerando vagas que não são ocupadas. Existem,
- também, muitos processos de autorização ou burocratização entre os agentes coordenadores da educação
- brasileira, o que pode fazer com que muitos programas federais demorem a chegar a todas as escolas. Essa
- burocracia gera um “bloqueio” no sentido de que a educação brasileira é pouco adaptável às necessidades de
- cada geração e vem seguindo um mesmo modelo há décadas.
- Não é preciso ir muito longe para ver que é possível encontrar soluções para muitos dilemas
- internos e externos da educação brasileira. Em Santo André (SP), durante o ano de 2014, creches e escolas da
- cidade elegeram representantes infantis para fazerem parte da discussão sobre educação na prefeitura,
- durante as plenárias sobre orçamento participativo. Após 30 representantes da cidade serem eleitos, usando
- até recursos de urna eletrônica, os mesmos diagnosticaram nas escolas e bairros problemas enfrentados pelas
- crianças e trouxeram suas reivindicações em desenhos. Naquele ano, 66 propostas para a Câmara Municipal
- foram encaminhadas pelos meninos. Será que ouvir os estudantes não pode ajudar a resolver problemas
- estruturais e gritantes desse sistema? Afinal, o que os estudantes têm a dizer sobre o meio em que convivem
- todos os dias?
FONTE: https://www.politize.com.br/educacao-brasileira-realidade-e-desafios/
" Os mais comuns são a falta de professores, bibliotecas, quadras esportivas e laboratórios de informática. Além disso, 99% dos professores do ensino básico no país ganham menos de R$ 3,5 mil por mês, trabalhando 40 horas semanais." (L.4/6)
Com a declaração em destaque, o articulista
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Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais – Meio Ambiente, “a opção pelo trabalho com o tema Meio Ambiente traz a necessidade de aquisição de conhecimento e informação por parte da escola para que se possa desenvolver um trabalho adequado junto dos alunos” (BRASIL, 1997, p. 30). Assim, as experiências escolares devem se organizar de forma a gerar oportunidades para que o aluno possa utilizar o conhecimento sobre Meio Ambiente para compreender a sua realidade e atuar sobre a mesma. Sobre o documento citado acima, analise as afirmativas abaixo:
I. O professor deve, sempre que possível, possibilitar a aplicação dos conhecimentos à realidade local, para que o aluno se sinta potente, com uma contribuição a dar, por pequena que seja, para que possa exercer sua cidadania desde cedo.
II. É importante que o professor possa dimensionar o trabalho, levando em conta a importância de se trabalhar com a realidade imediata da criança, mas sem haver a necessidade em reforçar nela o interesse pelo que transcende e amplia essa realidade, tendo em vista sua falta de compreensão.
III. A participação da escola em movimentos amplos de defesa do meio ambiente, quando estiverem relacionados aos objetivos escolhidos pela escola para o trabalho com o tema Meio Ambiente, deve ser incentivada.
A alternativa CORRETA é:
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As primeiras manifestações cênicas no Brasil foram trazidas pelos colonizadores portugueses. Sobre o tema é correto afirmar:
I. De grande mérito, podemos destacar os autos escritos pelo padre Antonio Vieira, conhecido como o “Apóstolo do Brasil”.
II. O teatro era usado como instrumento de catequese, que tinha como dever levar a fé e os mandamentos religiosos à audiência, num veículo ameno e agradavél.
III. Os índios eram sensíveis à música e à dança, e a mistura das várias artes atuava sobre o espectador com vigoroso impacto.
IV. É característico o plurilinguismo de alguns textos, com representações em português, outras em castelhano e ainda dialógos travados em tupi.
Assinale a alternativa que identifica a(s) afirmativa(s) CORRETA(s).
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Como parte inerente do processo de ensino, a avaliação escolar visa, pela verificação e qualificação dos resultados obtidos, determinar a correspondência destes com os objetivos propostos e, daí, orientar a tomada de decisões em relação às atividades didáticas subsequentes (LUCKESI, 2013). Isso significa que avaliar é fazer uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem, a fim de ajudar o professor na tomada de decisões sobre o seu trabalho. Com base nessa discussão, avalie as assertivas abaixo acerca da avaliação, conforme os critérios propostos pelas DCNs de Arte, verificando a veracidade delas.
I. A concepção de avaliação para a disciplina de Arte, conforme proposta nas Diretrizes Curriculares é de natureza diagnóstica e processual.
II. A avaliação em Arte supera o papel de mero instrumento de medição da apreensão de conteúdos e busca propiciar aprendizagens socialmente significativas para o aluno.
III. O método de avaliação proposto nas Diretrizes inclui observação e registro do processo de aprendizagem, com os avanços e dificuldades percebidos na apropriação do conhecimento pelos alunos.
Está(ão) CORRETA(S):
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