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Foram encontradas 232 questões.

2242751 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Para que seja aceita uma iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município, da cidade ou de bairros, a Constituição Federal de 1988 determina que:

 

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2242750 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Consumidor
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Em relação à publicidade, a proteção contratual, as práticas abusivas e o sistema nacional de defesa do consumidor, o Código de Deefesa do Consumidor afirma que:
 

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2242749 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Compete às Secretarias Municipais de Saúde:
I – Inserir a estratégias de Saúde da Família em sua rede de serviços.
II – Definir no Plano de Saúde estratégias, objetivos e metas para o acompanhamento da Saúde da Família.
III – Garantir o funcionamento das equipes de Saúde.
IV - Garantir recursos materiais, equipamentos e insumos suficientes para o conjunto de ações propostas.
 

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2242748 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
A CARTA
Esta outra história é de dois namorados, ele chamado Haroldo e ela, por coincidência, Marta. Os dois brigaram feio, e Marta escreveu uma carta para Haroldo, rompendo definitivamente o namoro e ainda dizendo uma verdade que ele precisava ouvir. Ou, no caso, ler. Mas Marta se arrependeu do que tinha escrito e no dia seguinte fez plantão na calçada em frente do edifício de Haroldo, esperando o carteiro. Precisava interceptar a carta de qualquer jeito. Quando o carteiro apareceu, Marta fingiu que estava chegando ao edifício e perguntou:
− Alguma coisa para o 702? Eu levo.
Mas não tinha nada para o 702. No dia seguinte tinha, mas não a carta de Marta. No terceiro dia, o carteiro desconfiou, hesitou em entregar a correspondência a Marta, que foi obrigada a fazer uma encenação dramática. Não era do 702. Era a autora de uma carta para o 702. E queria a carta de volta. Precisava daquela carta. Era importantíssimo ter aquela carta. Não podia dizer por quê. Afinal, a carta era dela mesma, devia ter o direito de recuperá-la quando quisesse! O carteiro disse que o que ela estava querendo fazer era crime federal, mas mesmo assim olhou os envelopes do 702 para ver se entre eles estava a carta. Não estava. No dia seguinte – quando Marta ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé e, apesar de tão jovem, já era viúvo, além de colorado – também não. No outro dia também não, e o carteiro convidou Marta para, quem sabe, um chope. Na manhã depois do chope, a carta ainda não tinha chegado e Marta e Jessé combinaram ir ver Titanic juntos. No dia seguinte – nem sinal da carta – Jessé perguntou se Marta não queria conhecer sua casa. Era uma casa pobre, morava com a mãe, mas, se ela não se importasse... Marta disse que ia pensar.
No dia seguinte, chegou a carta. Jessé deu a carta a Marta. Ela ficou olhando o envelope por um longo minuto. Depois a devolveu ao carteiro e disse:
− Entrega.
E, diante do espanto de Jessé, explicou que só queria ver se tinha posto o endereço certo.
No quarto dia “Marta ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé [...]”. A partir desta afirmação pode-se inferir que:
 

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2242747 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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No licenciamento ambiental de uma atividade mineradora, é incorreto afirmar:
 

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BASEANDO-SE NA LEI ORGÂNICA MUNICIPAL DE PADRE BERNARDO, RESPONDA A QUESTÃO.

Julgue as proposições a seguir sobre os impostos dos quais o município de Padre Bernardo não possui ingerência:

I. Sobre patrimônio, renda, ou serviços da União, do Estado e outros Municípios.

II. Templos de qualquer culto.

III. Patrimônio, renda, ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas funções, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e assistência social sem fins lucrativos, atendidos ou requisitados pela lei federal.

IV. Jornais e revistas.

Estão corretas:

 

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2242745 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Todos sabem da importância da administração ambiental e os municípios devem tomar algumas medidas básicas que favoreçam o acompanhamento das condições ambientais locais. Dentre elas podemos citar:
 

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2242744 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
A CARTA
Esta outra história é de dois namorados, ele chamado Haroldo e ela, por coincidência, Marta. Os dois brigaram feio, e Marta escreveu uma carta para Haroldo, rompendo definitivamente o namoro e ainda dizendo uma verdade que ele precisava ouvir. Ou, no caso, ler. Mas Marta se arrependeu do que tinha escrito e no dia seguinte fez plantão na calçada em frente do edifício de Haroldo, esperando o carteiro. Precisava interceptar a carta de qualquer jeito. Quando o carteiro apareceu, Marta fingiu que estava chegando ao edifício e perguntou:
− Alguma coisa para o 702? Eu levo.
Mas não tinha nada para o 702. No dia seguinte tinha, mas não a carta de Marta. No terceiro dia, o carteiro desconfiou, hesitou em entregar a correspondência a Marta, que foi obrigada a fazer uma encenação dramática. Não era do 702. Era a autora de uma carta para o 702. E queria a carta de volta. Precisava daquela carta. Era importantíssimo ter aquela carta. Não podia dizer por quê. Afinal, a carta era dela mesma, devia ter o direito de recuperá-la quando quisesse! O carteiro disse que o que ela estava querendo fazer era crime federal, mas mesmo assim olhou os envelopes do 702 para ver se entre eles estava a carta. Não estava. No dia seguinte – quando Marta ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé e, apesar de tão jovem, já era viúvo, além de colorado – também não. No outro dia também não, e o carteiro convidou Marta para, quem sabe, um chope. Na manhã depois do chope, a carta ainda não tinha chegado e Marta e Jessé combinaram ir ver Titanic juntos. No dia seguinte – nem sinal da carta – Jessé perguntou se Marta não queria conhecer sua casa. Era uma casa pobre, morava com a mãe, mas, se ela não se importasse... Marta disse que ia pensar.
No dia seguinte, chegou a carta. Jessé deu a carta a Marta. Ela ficou olhando o envelope por um longo minuto. Depois a devolveu ao carteiro e disse:
− Entrega.
E, diante do espanto de Jessé, explicou que só queria ver se tinha posto o endereço certo.
As ações dos personagens são concentradas num determinado período de tempo e espaço. Assinale a alternativa que possibilita a identificação do tempo e do espaço em que se desenvolve a da narrativa:
 

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2242743 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
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Escola da Família Agrícola de Garibaldi enfrenta dificuldades
Após um ano da inauguração, direção luta para
manter instituição em funcionamento e atender aos
27 alunos de nove municípios.
No dia 27 de maio de 2014, a Escola da Família Agrícola de Garibaldi completou um ano de funcionamento. Atualmente, 27 alunos, de nove
municípios (2 de Barão, 1 de Boa Vista do Sul, 4 de Caxias do Sul, 2 de Farroupilha, 4 de Coronel Pilar, 7 de Garibaldi, 3 de Ipê, 2 de Bento Gonçalves e 2 de Carlos Barbosa) frequentam a instituição que trabalha com a pedagogia de alternância, na qual permanecem uma semana na escola, em regime de internato, e outra em casa com a família, aplicando na prática os conhecimentos. São duas turmas: uma de primeiro ano, com 13 alunos que ingressaram em 2014; e outra de segundo ano, com 14 matriculados desde 2013. Os estudantes são acompanhados por oito professores com pós-graduação, mestrado ou doutorado, sendo que quatro são monitores e dormem na escola.
A EFA Serra Gaúcha foi a realização do sonho de um grupo de agricultores que, em 2011, se reuniu com a intenção de criar uma escola de ensino médio e técnico agrícola para estimular a permanência dos jovens na propriedade rural. Depois de dois anos de pesquisas, entrevistas com cerca de 500 famílias de agricultores e visitas a instituições semelhantes, a ideia foi concretizada e as aulas iniciaram. Na época, além de investimentos federais, estaduais e da iniciativa privada, a promessa era que os municípios que tivessem alunos matriculados na escola contribuíssem com uma verba mensal para ajudar nas despesas dos mesmos, já que cada um custa em média R$ 1,2 mil por mês, considerando gastos com alojamento, transporte e estudos.
Porém, um ano após o início das aulas, a EFA Serra Gaúcha passa por dificuldades financeiras. Conforme a coordenadora geral e uma das fundadoras, Ivone Möllmann Manica, hoje apenas Garibaldi, Boa Vista do Sul e Coronel Pilar estão contribuindo com R$ 500 por aluno dos municípios, um total de R$ 6 mil. O restante da renda provém dos pais que contribuem com R$ 200 por mês, além de R$ 200 que cada aluno recebe em virtude da participação deles no programa federal do Pronatec Campo. A cada três meses, a escola também recebe uma quantia por aluno, por meio do Fundeb, do governo do Estado. As parcerias com as instituições privadas, firmadas no primeiro ano, ainda não foram renovadas em 2014.
Dificuldades para equilibrar as contas
Em virtude da falta de recursos, Ivone destaca que tem sido difícil equilibrar as contas mensais com aluguel do prédio (R$ 3.180), almoço, transporte dos alunos e salário dos professores. Segundo ela, os estudantes estão trazendo de casa os alimentos que consomem durante a semana, no café da manhã e na janta. “Para não fechar a escola, algumas vezes os administradores já tiraram dinheiro do próprio bolso. A nossa situação está bem complicada”, aponta.
Ivone, que também leciona na EFA, salienta que diversas vezes os professores já tiveram os salários atrasados por mais de três meses. “Nesse ano, tivemos dificuldades para contratar professores, pois eles não queriam trabalhar aqui porque não tinham a certeza que iriam receber no final do mês. No ano passado, a situação era essa. Contudo, nesse ano, não atrasamos nem um dia os salários. Estamos conseguindo pagar em dia”, conta.
Ela comenta que as dificuldades estão sendo superadas, pois a direção e os professores da EFA Serra Gaúcha acreditam que o projeto dará certo no futuro. “A EFASC, de Santa Cruz do Sul, é um exemplo de que essa ideia pode dar certo. No começo, eles também tiveram muitas dificuldades, mas não desistiram e hoje estão muito bem. Nesse momento, estamos focados em conseguir ajuda de todos os municípios que possuem alunos aqui. Isso resolveria a nossa situação”, pontua.
Ivone frisa que os pais são os maiores incentivadores da escola, já que os alunos se mostram interessados e aplicam o que aprendem em aula nas propriedades, melhorando os negócios das famílias.
100% de aproveitamento
Ao final de três anos e meio, o aluno recebe o certificado de conclusão do ensino médio e a habilitação para atuar como técnico agrícola. As aulas teóricas são ministradas na própria EFA Serra Gaúcha e na Faculdade de Integração do Ensino Superior do Cone Sul (FISUL) de Garibaldi.
As aulas práticas são feitas na escola e na propriedade rural da família do aluno. A coordenadora geral da EFASG, Ivone Möllmann Manica, explica que o desenvolvimento dos alunos nesse primeiro ano tem sido notável, com diversas mudanças positivas, inclusive no convívio com as pessoas. “Eles estão muito satisfeitos e percebemos que 70% deles irão mesmo permanecer em suas propriedades rurais, o que é o nosso grande objetivo”. Porém, a coordenadora destaca que a vontade de permanecer na propriedade rural não é um quesito obrigatório para quem deseja ingressar na EFA. “Eles podem estudar aqui para ter uma formação técnica em agricultura. Muitos querem ser veterinários, por exemplo. Aqui eles têm um aprendizado específico e solidificado para que também possam competir em boas universidades”, destaca.
Esse é o caso da estudante Jenifer dos Santos Stumm, 16 anos. Ela iria cursar o segundo ano do ensino médio em uma escola regular quando decidiu que queria ingressar na EFA Serra Gaúcha. Em 2014, ela matriculou-se na instituição e voltou para o primeiro ano. A jovem mora na cidade de Garibaldi e sua família não trabalha com agricultura. Porém, ela conta que seu sonho é se formar em Medicina Veterinária. “Fiquei sabendo da escola e pesquisei mais na internet. Gostei da metodologia de ensino, pois temos áreas voltadas para o que desejo fazer no futuro”, conta ela, frisando o quanto está satisfeita com a escolha. “Estou aprendendo muita coisa que nunca havia me interessado antes e está sendo muito melhor do que eu esperava. Certamente essa formação irá agregar muito para a minha carreira”, completa.
Fonte: http://www.avindima.com.br/?p=6249
A pedagogia da alternância surgiu na França no ano de 1935, a partir das preocupações do Padre Granereau com a juventude e com o descaso das autoridades políticas frente aos problemas enfrentados pelos sujeitos do campo. A pedagogia da alternância ganhou força em todo o mundo e se capilarizou na Itália e em outros países da Europa, África e América Latina, às vezes vinculada à Igreja, em outros momentos como uma política de governo. No Brasil, a pedagogia da alternância chega em 1969, por meio da criação das escolas da família agrícola, através do Movimento de Educação Promocional do Espírito Santo – MEPES –, pertencente à Igreja Católica, que iniciou suas atividades no município de Anchieta e se espalhou por outras regiões deste estado. Experiências mais fecundas foram percebidas com a participação das organizações sociais e sindicais na oferta de cursos que utilizam a pedagogia da alternância, por iniciativas próprias ou articuladas com a igreja, partidos políticos ou o Estado. A pedagogia da Alternância se constitui na organização articulada de tempos educativos vivenciados na instituição escolar e na família/comunidade. Com efeito, esta formação corrobora o respeito à realidade e diversidade geográfica, produtiva, cultural, social, climática, de gênero, entre outras dos povos do campo. Aponte para a alternativa que contempla corretamente o posicionamento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN – no 9.394/1996 – sobre a Pedagogia da Alternância:
 

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2242742 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Itame
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Sobre o SUS e o sistema de atendimento domiciliar e a internação hospitalar:
 

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