Foram encontradas 60 questões.
Leia a afirmativa a seguir.
“A empresa formalizou a _______ de direitos autorais e abriu uma nova ________ de atendimento ao público.”
Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
“A empresa formalizou a _______ de direitos autorais e abriu uma nova ________ de atendimento ao público.”
Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
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Leia a afirmativa a seguir.
“Ele estudou muito, _____ ainda errou a conta; chegou _____ confiante do que ontem.
Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
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Em qual alternativa as palavras são acentuadas pela
mesma regra?
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Leia o texto e responda à questão.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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3916674
Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paramoti-CE
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paramoti-CE
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Leia o texto e responda à questão.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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Leia o texto e responda à questão.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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Leia o texto e responda à questão.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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Leia o texto e responda à questão.
Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.
A coleta seletiva começa dentro de casa, quando
separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa
distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e
serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e
organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata
apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para
a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente
embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.
Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes
após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a
chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma
lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao
mercado depois de reprocessada, economizando energia em
comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens
mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais
diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos,
vale consultar orientações locais para o descarte correto.
Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando
há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos
com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a
evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem
proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com
recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais
diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos
expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o
conteúdo.
Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A
reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de
recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos
recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira
um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados
expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar,
acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que
constroem uma rotina sustentável e cidadã.
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
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