Foram encontradas 153 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Passo Torres-SC
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Ainda, de acordo com Plano de Cultura Oficial de Passo de Torres, em 1993 foi organizado pelo município e promovido um concurso para escolha do brasão, em conjunto com a Escola Estadual Governador Ildo Meneghetti. Foram apresentados 4 trabalhos de acordo com a heráldica internacional. A vencedora do concurso foi a aluna Paloma de Quadros Costa, que apresentou um brasão com elementos que remetem à cultura do município.
Sobre a composição do brasão de Passo de Torres, considerando o disposto no plano de cultura do município, analise as assertivas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso, e logo após assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) O milho, o arroz, o fumo e a mandioca representam a produção agrícola
( ) Sobre a atividade do campo também tem o suíno, no lado esquerdo, abaixo, representando a criação de animais como forma de economia.
( ) No lado direito, abaixo, um agricultor na lida da lavoura
( ) No meio, abaixo, dividindo o suíno e o agricultor, tem um engenho representando a atividade empresarial.
( ) Acima, à esquerda, estão o farol, a âncora ao meio e a embarcação à direita representando a navegação
Alternativas:
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De acordo com o Plano de Cultura Oficial de Passo de Torres, em seu item 2.5 que fala sobre o Histórico do município. Analise o trecho a seguir:
Às margens do rio Mampituba, divisa do Estado do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, localiza-se o município de Passo de Torres ou, como era chamado antigamente, ________.
A região fora ocupada inicialmente pelo _________, cultura de coletores e caçadores que viviam basicamente da pesca, alimentavam-se de moluscos, frutos silvestres e caça de pequenos animais.
Assinale a alternativa que completa de forma CORRETA as lacunas acima:
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A respeito das estruturas sintáticas do texto abaixo, assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA:
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Alternativas:
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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
A perca
Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Martha Medeiros
Mesmo que a crônica seja por natureza um gênero textual que apresente linguagem de natureza coloquial, por mesclar a linguagem literária à jornalística, existe a busca por um vocabulário levemente mais elevado, para dar um tom artístico ao texto. Assinale a alternativa que apresente o mesmo valor semântico que o vocábulo destacado na oração abaixo:
São coagidos a tal.
Alternativas:
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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
A perca
Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Martha Medeiros
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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
A perca
Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Martha Medeiros
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Com relação à escolha e conservação dos alimentos e de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, leia os itens abaixo:
I. Frutas, legumes e verduras não devem ser consumidos caso tenham partes estragadas, mofadas ou com coloração ou textura alterada.
II. Peixes frescos devem estar sob refrigeração e apresentar escamas bem soltas ou couro íntegro, guelras escuras e olhos brilhantes e transparentes.
III. Peixes congelados devem estar devidamente embalados e conservados em temperaturas adequadas. Evite adquirir aqueles que apresentam acúmulo de água ou gelo na embalagem, pois podem ter sido descongelados e congelados novamente.
IV. Carnes não devem ser adquiridas caso apresentem cor esverdeada, cheiro desagradável ou consistência alterada. Carnes frescas apresentam cor vermelha escura (ou cor clara, no caso de aves), textura firme e gordura bem aderida e de cor escura.
V. Alimentos embalados devem estar dentro do prazo de validade, a embalagem deve estar lacrada e livre de amassados, furos ou áreas estufadas e o conteúdo não deve apresentar alterações de cor, cheiro ou consistência.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Gestão de Pessoas
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Passo Torres-SC
Qual das atitudes a seguir é considerada inadequada para um comportamento profissional no ambiente de trabalho?
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