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Recomeço: a vida dos refugiados sírios em São Paulo
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/recomeco-a-vida-dos-refugiados-sirios-em-sao-paulo. Acesso em: setembro de 2015.)
Acerca da inserção, no 1º período do texto, da informação “[...] cinco meses antes da imagem do corpo do menino
Aylan Kurdi, de três anos, estirado nas areias da praia de Bodrum dar um tapa na cara da humanidade,[...]" é
possível reconhecer como intenção do discurso, principalmente, que Em março deste ano, cinco meses antes da imagem do corpo do menino Aylan Kurdi, de três anos, estirado nas
areias da praia de Bodrum dar um tapa na cara da humanidade, o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, o
português Antônio Guterres, classificou a guerra civil da Síria como “a pior crise humanitária da nossa era" – ou pelo
menos a mais grave pós-Segunda Guerra. Em quatro anos e meio, o conflito insano que destruiu o país árabe deixou
mais de 250.000 mortos e espalhou 4 milhões de refugiados pelo mundo – 25% deles menores de idade. Do grupo que
arriscou cruzar o Atlântico rumo às Américas, a maioria desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na
região metropolitana de São Paulo. No Brasil, o primeiro destino foi bater à porta da mesquita de Guarulhos, a 10
quilômetros de onde aterrissaram, em busca de abrigo.
Foi esse o caminho percorrido no ano passado por Marah Khamis, de 23 anos, ao lado do marido, dos pais e de três irmãs, que deixaram Damasco depois que um familiar desenvolveu um câncer em consequência de uma bomba química. Os bens foram convertidos em passagens aéreas para o Brasil. Desembarcaram com poucas malas e economias suficientes para algumas semanas. O único endereço em mente era a mesquita de Guarulhos, onde foram acolhidos e se juntaram a cerca de 150 conterrâneos que seguiram o mesmo itinerário – hoje, o país contabiliza 2.077 refugiados sírios, segundo a ONU.
Uma tragédia também foi o motivo que trouxe ao Brasil a síria Fateh Saymeh, de 29 anos, o marido, Mohamed Saymeh, e as duas filhas de cinco anos. “Minha casa explodiu na minha frente", lembra Fateh, de fala calma e serena ante as memórias da guerra. A indignação fica por conta do marido, que assumiu uma dura rotina para sustentar a família. Saymeh é funcionário de um restaurante das 9h às 18h, o que lhe rende 1.000 reais por mês – dinheiro que tem como destino o aluguel da casa. Para complementar a renda, ele trabalha na Feira da Madrugada, no Brás. Embora ainda não consiga se comunicar em português, ele já aprendeu a pronunciar as únicas palavras que definem sua realidade – e a de milhares de brasileiros: “Muito cansado".
Foi esse o caminho percorrido no ano passado por Marah Khamis, de 23 anos, ao lado do marido, dos pais e de três irmãs, que deixaram Damasco depois que um familiar desenvolveu um câncer em consequência de uma bomba química. Os bens foram convertidos em passagens aéreas para o Brasil. Desembarcaram com poucas malas e economias suficientes para algumas semanas. O único endereço em mente era a mesquita de Guarulhos, onde foram acolhidos e se juntaram a cerca de 150 conterrâneos que seguiram o mesmo itinerário – hoje, o país contabiliza 2.077 refugiados sírios, segundo a ONU.
Uma tragédia também foi o motivo que trouxe ao Brasil a síria Fateh Saymeh, de 29 anos, o marido, Mohamed Saymeh, e as duas filhas de cinco anos. “Minha casa explodiu na minha frente", lembra Fateh, de fala calma e serena ante as memórias da guerra. A indignação fica por conta do marido, que assumiu uma dura rotina para sustentar a família. Saymeh é funcionário de um restaurante das 9h às 18h, o que lhe rende 1.000 reais por mês – dinheiro que tem como destino o aluguel da casa. Para complementar a renda, ele trabalha na Feira da Madrugada, no Brás. Embora ainda não consiga se comunicar em português, ele já aprendeu a pronunciar as únicas palavras que definem sua realidade – e a de milhares de brasileiros: “Muito cansado".
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/recomeco-a-vida-dos-refugiados-sirios-em-sao-paulo. Acesso em: setembro de 2015.)
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O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.
“É lembrado nesta quinta-feira (06/08/2015) o 70º aniversário do primeiro ataque nuclear da história: quando uma
aeronave americana lançou a bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, matando cerca de 140
mil pessoas até o final daquele ano – de um total de 350 mil que viviam ali.”
(Disponível
em:http://www.bbc.com/portuguese/videos_e_fotos/2015/08/150805_hiroshima_70anos_pai.)
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Considerando a anatomia do sistema de canais radicares, qual dente pode apresentar-se com uma raiz
mesiovestibular mais larga no sentido vestíbulo-lingual e contendo os canais mesiopalatino e mesiovestibular?
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São cimentos endodônticos que contêm em sua composição hidróxido de cálcio, EXCETO:
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Relacione adequadamente as propriedades com as substâncias químicas usadas no preparo dos canais radiculares.
1. É uma associação de tetraciclina, ácido cítrico e detergente.
2. Apresenta na sua composição química EDTA, peróxido de ureia e carbowax.
3. É um sal, derivado de um ácido fraco, que promove a quelação de íons cálcio da destina.
4. Se liga a hidroxiapatita e grupos de glicoproteínas, sendo liberada lentamente, permitindo um tempo de ação
prolongado.
( ) Ácido etilenodiamino tetracético dissódico.
( ) Clorexidina.
( ) MTAD.
( ) RC Prep.
A sequência está correta em
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Relacione adequadamente os grupos dentais com a forma de conveniência para o acesso endodôntico.
1. Molar inferior.
2. Molar superior.
3. Canino superior.
4. Pré-molar inferior.
( ) A forma de conveniência apresenta base terminando em ponta de lança, classificada como losangular, devido ao
divertículo central correspondente à cúspide perfurante desse dente.
( ) Forma de conveniência triangular com vértice voltado para palatina.
( ) A cavidade final tem conformação circular ou ovoide, localizada na metade mesial da face oclusal.
( ) Quando apresenta três canais tem forma trapezoidal com base maior para mesial, porém, quando apresenta-se
com quatro canais, a abertura toma forma retangular ou quadrada.
A sequência está correta em
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A conicidade de uma lima endodôntica manual é de 0,02 mm/mm. Qual o D0 e D16, respectivamente, de uma lima de
número 25 da primeira série?
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“Paciente apresenta-se com dor espontânea, pulsátil, lancinante e localizada, mobilidade dentária, ligeira extrusão
dental e cárie coronária extensa. Resposta negativa aos testes de sensibilidade pulpar e, no exame radiográfico,
constata-se espessamento do ligamento periodontal na região apical.” Esses sinais e sintomas correspondem ao
diagnóstico de:
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O Hidróxido de Cálcio PA é uma substância largamente utilizada nos tratamentos endodônticos como medicação
intracanal. Analise as afirmativas sobre o Ca(OH)2, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) As propriedades do Ca(OH)2 dependem da dissociação iônica em íons cálcio e íons hidroxila.
( ) Quando há presença de dióxido de carbono, o Ca(OH)2 transforma-se em carbonato de cálcio, sendo esse produto
eficaz nas infecções endodônticas devido às propriedades biológicas adicionais que apresenta.
( ) Os veículos aquosos proporcionam uma dissociação mais lenta do Ca(OH)2 em íons Ca e OH, permitindo uma ação
lenta e contínua dessa medicação, quando comparado aos veículos viscosos.
( ) O paramonoclorofenol canforado é um veículo, considerado biologicamente ativo, que pode ser associado ao
Ca(OH)2 formando uma pasta com efeitos adicionais aos proporcionados pelo Ca(OH)2 quando associado a
veículos inertes.
( ) O propilenoglicol é classificado como um veículo hidrossolúvel viscoso e biologicamente ativo.
A sequência está correta em
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Quanto à microbiota presente na infecção endodôntica secundária, em dentes com insucesso do tratamento
endodôntico, assinale a afirmativa correta.
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