Foram encontradas 120 questões.
São características qualitativas da informação incluídas nos Relatórios Contábeis de Propósito Geral das Entidades do Setor Público, EXCETO:
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No conceito de modernidade, utilizado por ldalberto Chiavenato, à obra Gestão de Pessoas, tanto organizações quanto pessoas buscam objetivos que não são coincidentes. Dentre os objetivos abaixo, qual NÃO é organizacional?
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- Código PenalCrimes Contra a Administração PúblicaPraticados por Funcionário PúblicoAdvocacia administrativa
Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, caracteriza:
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1263060
Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Sobre orçamento por programas que trata Heilio Kohama, à obra Contabilidade pública: teoria e prática, é CORRETO afirmar que:
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Para responder a próxima questão, leia o excerto abaixo, retirado da obra A Cartomante.
Como daí chegaram ao amor, não o soube ele nunca. A verdade é que gostava de passar as horas ao lado dela; era a sua enfermeira moral, quase uma irmã, mas principalmente era mulher e bonita. Odor di femmina: eis o que ele aspirava nela, e em volta dela, para incorporá-lo(c) em si próprio(c). Liam os mesmos livros, iam juntos a teatros e passeios. Camilo(d) ensinou-lhe as damas e o xadrez e jogavam às noites; - ela mal, - ele(d), para lhe ser agradável, pouco menos mal. Até aí as O cousas. Agora a ação da pessoa, os olhos teimosos de Rita(a, e), que(a) procuravam muita vez os dele(e), que(b) os consultavam antes de o fazer ao marido, as mãos frias(b), as atitudes insólitas. Um dia, fazendo ele anos, recebeu de Vilela uma rica bengala de presente, e de Rita apenas um cartão com um vulgar cumprimento a lápis, e foi então que ele pôde ler no próprio coração; não conseguia arrancar os olhos do bilhetinho. Palavras vulgares; mas há vulgaridades sublimes, ou, pelo menos, deleitosas. A velha caleça de praça, em que pela primeira vez passeaste com a mulher amada, fechadinhos ambos, vale o carro de Apolo. Assim é o homem, assim são as cousas que o cercam.
Autor: Machado de Assis.
Sobre os elementos de retomada do texto, assinale a alternativa CORRETA
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De acordo com a Lei de Improbidade Administrativa, são atos de improbidade administrativa que causam prejuízo ao erário: I. Negar publicidade aos atos oficiais; II. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício; III. Permitir ou facilitar a aquisição, permuta ou locação de bem ou serviço por preço superior ao de mercado.
Está(ão) CORRETA(S):
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Quanto ao planejamento da Lei Orçamentária Anual, conforme a Lei Complementar nº 101/2000, é CORRETO afirmar que:
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1183558
Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Conforme a Lei nº 4. 320/1964, que estatui normas gerais de direito financeiro, a Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para:
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A questão a seguir se refere ao Regime Jurídico dos Funcionários Públicos de Pelotas/RS.
O decreto de provimento deverá conter, sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem der posse, as seguintes indicações, EXCETO:
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O garçom, o cão e os direitos humanos
A cena inusitada se deu em um restaurante. Eu acabara de pedir a conta e, enquanto esperava, fazia anotações em uma caderneta. O garçom, velho conhecido, me pergunta:
- E aí? Preparando uma. ..
- Não - eu disse, explicando que estava listando tópicos para um debate sobre direitos humanos para o qual fora convidado.
- Direitos humanos? Sou contra! - exclamou o O garçom, com o cenho franzido.
Eu levei um susto. Perguntei a ele como alguém pode ser contra os direitos humanos. E só então percebi o tamanho do mal-entendido.
- Esse pessoal dos direitos humanos vive defendendo os bandidos sem se importar com as pessoas de bem!
A reação amarga e mal-humorada do garçom, sujeito boa-praça e brincalhão, é a prova de um tipo de corrupção que se tornou praga no Brasil: a da linguagem. A expressão "direitos humanos" foi destituída de seu sentido original para virar um aparato, um grupo, uma instituição - uma "coisa" talvez seja a palavra mais adequada - que existe "para ir lá e defender os bandidos".
É essa linguagem corrompida que fabrica clichês, reforça o senso comum e produz variações como "direitos humanos só para os humanos direitos", "onde estavam os direitos humanos quando aquele pai de família foi morto?", "os direitos humanos não apareceram pra defender aquela moça que foi estuprada", etc, etc, etc ...
A prosperidade dessa, digamos, interpretação do significado da expressão direitos humanos é especialmente dura para um repórter que entende o jornalismo não apenas como um conjunto de técnicas que permitem a mediação entre os fatos e os leitores, telespectadores ou ouvintes. Jornalismo é, sobretudo, uma forma específica de conhecimento. Ou seja, é no campo do conhecimento que estamos perdendo a batalha da linguagem para as formulações tacanhas do atraso. Inevitável o sentimento de derrota. Onde estamos falhando? O que fazer para proteger a integridade da linguagem?
Conhecer o mundo é se apropriar de um conjunto de conceitos que foram produzidos pela experiência humana através dos tempos. Esses conceitos são expressos pela linguagem. A apropriação das palavras e de seus significados denota justamente a apropriação do mundo concreto. Então, zelar pela inteireza da linguagem, do significado das palavras, é zelar pelo conhecimento acumulado pela humanidade, patrimônio simbólico de todos nós e, sobretudo, uma vitória da civilização sobre a barbárie. Eu trabalho com linguagem. Defendê-la contra sua distorção, portanto, é também uma tarefa minha como jornalista.
Imbuído dessa missão, e ciente de que precisava de mais e melhores argumentos para convencer meu amigo garçom de que ele estava sendo enganado pela corrupção da linguagem, peguei meu celular, dei uma busca no Google até achar uma conhecida charge do cartunista André Dahmer. Chamei meu camarada e mostrei o desenho: era um cachorrinho falando para outro simplesmente o seguinte: "sou contra os direitos dos animais!".
-Que Cusco burro! - divertiu-se o garçom, de supetão, para depois cair em si e coçar a careca.
Paguei a conta e fui embora feliz de ter ao menos lhe deixado uma pulga atrás da orelha.
Autor: Marcelo Canelas (adaptado).
Em Eu levei um susto, o termo sublinhado exerce a função sintática de:
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