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3424715 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

São considerados atributos da redação oficial, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, as seguintes caracteristicas:

1. Clareza e imprecisão;

2. Subjetividade;

3. Concisão;

4. Coesão e coerência;

5.Ambiguidade;

6. Impessoalidade;

7. Formalidade e despadronização.

Estão corretos apenas os itens:

 

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3424714 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

Sobre a variação dos documentos oficiais, remetentes e destinatário, é correto afirmar:

1

OFÍCIO CIRCULAR

2

OFÍCIO CONJUNTO

3

OFÍCIO CONJUNTO CIRCULAR

( )

Quando um órgão envia o mesmo expediente para mais de um órgão receptor.

A sigla na epigrafe será apenas do órgão remetente.

( )

Quando mais de um órgão envia, conjuntamente, o mesmo expediente para

mais de um órgão receptor. As siglas dos órgãos remetentes constarão na epigrafe.

( )

Quando mais de um órgão envia, conjuntamente, o mesmo expediente para

um único órgão receptor. As siglas dos órgãos remetentes constarão na epigrafe.

A sequência correta obtida no sentido de cima para baixo é:

 

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3424713 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

Observe atentamente os termos em negrito e suas relações coesivas estabelecidas nos parágrafos abaixo, em seguida, aponte a alternativa que apresenta os itens corretos.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no país e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo”.

I.O uso do pronome “ela” é um caso de coesão referencial por substituição por pró-formas.

II.Em “se tornou”, ocorre um processo de coesão referencial por meio de relação de hiperonimia.

III.O uso da palavra “especialista” caracteriza um recurso coesivo referencial por meio do uso de substantivo que possui uma certa relação de sinonímia.

IV.O termo “inclusive” é um operador argumentativo que marca o argumento mais forte de uma estrutura encaminhada para a conclusão.

V.O uso do nome “Bicudo” caracteriza uma coesão referencial denominada elipse.

VI.A conjunção “e” foi empregada na oração “e se tomou uma das primeiras professoras universitárias negras” com sentido adversativo e não aditivo.

Estão corretos

 

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3424712 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

Em “Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo”, ocorreu corretamente a ênclse com o pronome “SE”. Com base nas regras de colocação pronominal, aponte a alternativa em que ocorre ERRO na posição do pronome obliquo átono.

 

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3424711 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

Em relação ao fenômeno linguístico da crase, indique a opção em que o sinal indicativo da crase foi empregado por exigência de um verbo transitivo direto e indireto, assim como ocorreu no período abaixo.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970”.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3424710 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

De acordo com o texto, a psicanalista Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Sempre estudou sobre temáticas relevantes na sociedade, tornando-se uma pesquisadora e uma profissional de referência no país. Dentre seus posicionamentos apresentados no texto, destaca-se

 

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3424709 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.

À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml

O texto publicado pelo portal de notícias BBC apresenta características textuais que podem classificá-lo como um tipo de

 

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3424778 Ano: 2023
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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No processo penal, uma vez oferecida a denúncia, a representação será:

Questão Anulada

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3424777 Ano: 2023
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Sobre Redes Sociais, correlacione as lacunas abaixo.

1

Linkedin

2

WhatsApp

3

witter

()

É uma rede social e um serviço de micro blog para comunicação em tempo real usado por milhões de pessoas e organizações

()

É uma rede social com finalidade de mostrar áreas de atuação, habilidades comportamentais, e técnicas, que são as Soft Skills e as Hard Skills.

É uma rede social com possibilidade de compartilhar mensagens, fotos e até fazer chamadas de forma gratuita e ilimitada

À sequência correta obtida no sentido de cima para baixo é:

Questão Anulada

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3424776 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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Um professor de matemática possui 7 projetos na área da educação a serem criados com o programa Java e 4 na área da saúde. Vislumbrando realizar uma atividade interdisciplinar, quantas organizações de 3 projetos educacionais e 3 da área da saúde podem ser formados?

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