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P.A.S, 25 anos, profissional do sexo, masculino, apresenta quadro descompensado com aparecimento de infecções oportunistas (monilíase, candidíase, gripes frequentes). É portador do HIV. Nesse sentido, insta-se como definador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Pode-se afirmar que, dentre outras, as infecções oportunistas destacam-se:
I- O sarcoma de Kaposi, linfoma não Hodgkin e câncer de colo uterino, em mulheres jovens.
II- Pneumocistose, neurotoxoplasmose, tuberculose pulmonar atípica ou disseminada, meningite criptocócica e retinite por citomegalovírus.
III- As infecções e manifestações não infecciosas, uma vez que o HIV pode causar doenças por dano direto a certos órgãos ou por processos inflamatórios, tais como miocardiopatia, nefropatia e neuropatias que podem estar presentes durante toda a evolução da infecção pelo HIV-1.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Após a leitura do artigo abaixo, extraído de Veja - 06/03/19, responda a questão a seguir.
AS UTIs ESTÃO NA UTI
Faltam vagas, médicos, recursos e medicamentos. O cenário dramático das unidades de terapia intensiva do país faz com que os profissionais muitas vezes tenham de escolher a quem ceder o leito. A unidade de terapia intensiva é uma estrutura hospitalar caracterizada pela capacidade de atender pacientes em estado grave ou potencialmente grave. Para cumprir sua missão, deve ser dotada de recursos humanos e técnicos de excelência para minimizar o sofrimento das pessoas, aliviar e proporcionar conforto, e sobretudo promover a cura. Com o aumento de expectativa de vida da população e a predominância de doenças crônicas como as principais causas de mortalidade, a necessidade de leitos de UTI hoje é crescente no Brasil, à semelhança da maioria dos países desenvolvidos. A questão é que o cenário da terapia intensiva está muitíssimo aquém das necessidades da população – tanto em números quanto em quantidade.
Estudo recente do Conselho Federal de Medicina demonstrou que menos de 10% dos municípios brasileiros oferecem esse tipo de leito pelo Sistema Único de Saúde (SUS): apenas 532 de 5570 municípios. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, o Brasil tem quase 45000 leitos de UTI. Desses, 49% estão disponíveis para o SUS e 51%, para instituições privadas ou de saúde suplementar. Também chama a atenção a distribuição irregular dos leitos: a Região Sudeste concentra 53,4% do total. A Região Norte tem apenas 5%. A falta de leitos e a baixa qualidade do atendimento em terapia intensiva são constatadas nos dois sistemas de saúde, mas o cenário dramático é mais visível no SUS, pois os hospitais privados têm maior disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos, além de melhores instalações físicas.
O dia a dia de um intensivista no Brasil, em especial de um hospital público, é feito de desafios inimagináveis: devemos escolher a quem ceder o leito (o paciente em estado mais grave entre milhares de outros em estado grave); determinar quem é o paciente que deverá receber hemodiálise (pois não há hemodiálise para todos que precisam dela); deixar de administrar o antibiótico adequado (por ele não estar acessível no hospital); ter de utilizar o tratamento menos eficiente; deixar de caminhar com o paciente na UTI pois não há equipe de fisioterapia; restringir a permanência da família ao lado do paciente (Não há infraestrutura para isso); não possibilitar dignidade durante o processo de morte... São muitos nãos. Ao não dispormos de terapias intensivas avançadas, não estamos cumprindo o artigo 196 da nossa constituição – a saúde é direito de todos e dever do Estado – no momento mais difícil que uma família enfrenta [...]
Apresentam-se na sequência versões correspondentes (paráfrases) de excertos extraídos do texto acima, estando ausentes os conectivos que estabelecem relações lógico-semânticas. Preencha as lacunas, considerando o contexto.
I- A necessidade de leitos de UTI hoje é crescente no Brasil, ______________a expectativa de vida da população aumentou e que doenças crônicas, que são as principais causadoras de mortalidade, predominam.
II- O cenário dramático é mais visível no SUS _____________ falta de leitos e a baixa qualidade do atendimento em terapia intensiva sejam constatadas nos dois sistemas de saúde, _______________ os hospitais privados têm maior disponibilidade de recursos humanos e tecnológicos, além de melhores instalações físicas.
III- Não estamos cumprindo o artigo 196 da nossa constituição – a saúde é direito de todos e dever do Estado, ______________ não dispomos de terapias avançadas.
A disposição CORRETA dos conectivos que preenchem as lacunas está na alternativa:
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Na língua de sinais, as configurações das mãos são as diversas formas que a(s) mão(s) toma(m) na realização de um sinal. Em qual das alternativas a seguir todos os itens lexicais são realizados com a mesma configuração de mão?
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Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos procedimentos de diagnóstico audiológico:
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1670399
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Picuí-PB
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Picuí-PB
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No regime do Simples Nacional, instituído pela Lei complementar nº 123, de 14 de dezembro 2006, as receitas oriundas da locação de bens móveis são tributadas na forma do anexo
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Sobre o Código de Ética do intérprete de língua de sinais, podemos afirmar que:
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O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
A autora inicia a crônica nos contando que foi em Praga que surgiu o hábito do café “pendente”, que consiste em:
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Ainda sobre a história do atendimento a crianças, em creches ou instituições semelhantes, no Brasil, podemos dizer que ela esteve, de forma mais evidente, durante o Século XX, atrelada ao desenvolvimento do capitalismo, que absolveu a mulher no mercado de trabalho, e a movimentos sociais, políticos e educacionais. As décadas deste Século apresentam características importantes dessa história, culminando com o reconhecimento constitucional da Educação Infantil, e da responsabilidade de sua oferta, por instâncias públicas de entes federados, no final dos anos oitenta.
Julgue as assertivas abaixo acerca desse período:
I- Nos primeiros anos da década de 20, amplia-se do número de creches e de “jardins de infância” em todo o país (Juhlmann Jr. 2000). O crescimento, nos centros urbanos maiores, da urbanização e industrialização, acabam por contribuir com a modificação da estrutura familiar tradicional, quanto ao cuidado dos filhos pequenos.
II- A inserção da mulher no mercado de trabalho, levam as mães operárias a tomarem medidas paliativas para cuidado de seus filhos. Assim, surgem as chamadas “criadeiras” ou “fazedoras de anjos”, que por dinheiro cuidavam das crianças.
III- Na década de 40 prosperam iniciativas governamentais na saúde, previdência e assistência. Nesta época, a perspectiva de educação de crianças pequenas era dominada pelo higienismo, a filantropia e a puericultura. Entendida como “mal necessário”, as creches eram planejadas como instituições de saúde (Zilma Ramos de Oliveira, 2002).
IV- Na década de 70, a teoria da “privação cultural”, como explicação para o fracasso escolar, elaborada nos Estados Unidos e Europa, influenciou decisões políticas de educação infantil no Brasil. Uma dessas decisões, foi a difusão da ideia de “educação compensatória” através de propostas de trabalho para o atendimento público à pré-escolas e creches, como forma de superar condições sociais, a que estavam sujeitas crianças de classes sociais menos favorecidas.
V- Com a Constituição de 1988, a Educação Infantil passa a ser reconhecida como direito da criança.
É VERDADE o que se afirma em:
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Sobre a fonologia das línguas de sinais, analise a veracidade das proposições a seguir:
I- Apesar da diferença existente entre línguas de sinais e línguas orais, referindo-se à modalidade de produção e percepção, o termo fonologia tem sido utilizado para reportar-se também ao estudo dos elementos básicos das línguas de sinais.
II- Uma das metas de um pesquisador de uma determinada língua de sinais é identificar as configurações de mão, as locações e os movimentos que têm um caráter distintivo.
III- As expressões não-manuais (movimento dos olhos, da cabeça, da face ou do tronco) prestam-se a dois papéis nas línguas de sinais: marcação de construções sintáticas e diferenciação de itens léxicos.
Indique a alternativa que responde CORRETAMENTE:
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1660023
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Picuí-PB
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Picuí-PB
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao tratar da sua relação com os Currículos, afirma que esta “tem papel complementar para assegurar as aprendizagens essenciais definidas para cada etapa da Educação Básica, uma vez que tais aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo em ação”.
Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas, tendo por base as ações previstas na BNCC.
( ) Contextualizar os conteúdos dos componentes curriculares, identificando estratégias para apresentá-los, representá-los, exemplificá-los, conectá-los e torná-los significativos, com base na realidade do lugar e do tempo nos quais as aprendizagens estão situadas.
( ) Conceber e pôr em prática situações e procedimentos para motivar e engajar os alunos nas aprendizagens.
( ) Construir e aplicar procedimentos de avaliação de controle para atribuição de notas e classificação dos alunos.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
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