Foram encontradas 740 questões.
Na coarctação de aorta, quais as malformações que podem vir associadas?
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Quais os objetivos do tratamento de pacientes com coração “univentricular”?
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As complicações mais frequentes nos pós-operatório da correção da drenagem anômala total de veias pulmonares são:
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Quais os grupos de cardiopatias congênitas ou adquiridas que podem se apresentar com insuficiência cardíaca congestiva?
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Em relação à endocardite infecciosa, é correto afirmar:
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Paciente feminina de 23 anos apresentou um episódio de acidente vascular isquêmico transitório. Durante a avaliação neurológica, realizou tomografia de crânio com e sem contraste que se revelou normal, sem evidência de sangramento, sendo, então, medicada com ácido acetilsalicílico. Passou pelo cirurgião vascular que deu o laudo de “sem evidência de trombose vascular profunda”. Os exames hematológicos solicitados (hemograma completo com plaquetas e coagulograma completo) estavam normais. O ecocardiograma transesofágico evidenciou forame oval patente com prova positiva com microbolhas para “shunt” direito-esquerdo.
Qual a conduta correta e adequada nesse caso?
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Lactente de 6 meses, com peso atual de 8 kg, apresenta ganho de peso adequado e sem sintomas cardiovasculares segundo a genitora. Exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, acianótica, afebril, ativo, reativo a estímulos, FC 128 bpm; saturação periférica de O2 de 97% em ar ambiente, ritmo cardíaco a dois tempos com bulhas normofonéticas, sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa irradiando em faixa 4/6+, sem visceromegalias, pulsos normopalpáveis e simétricos.

Com base nos dados apresentados, qual seria o diagnóstico da malformação cardiovascular apresentada?
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Adolescente de 14 anos apresenta-se com diagnóstico de insuficiência mitral reumática e faz profilaxia secundária regularmente, além do uso de furosemida, espironolactona e enalapril. O ecocardiograma realizado evidencia valva mitral com fusão comissural com espessamento de suas cúspides e cordoalhas com insuficiência importante, insuficiência tricúspide moderada. PSVD = 61 mmHg. Átrio esquerdo = 50 mm. Aorta = 30 mm. Ventrículo esquerdo = 61 x 42 mm.
Qual a conduta a ser adotada?
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Paciente de 55 anos, feminina, vem encaminhada do Hospital de referência devido a quadro de cervicalgia associada a dor torácica esquerda de leve intensidade com piora ao esforço físico. Nega outras queixas. Tem como antecedentes: três gestações com parto cesárea sem intercorrências, ex-tabagista (carga baixa), etilista social, sedentária, diabetes mellitus não insulino dependente, osteoporose e hipertensão arterial sistêmica.
Ao exame físico: bom estado geral. FC = 75 bpm; FR = 20 irpm; PA = 160 x 70 mmHg; Saturação periférica de O2 em ar ambiente = 97% em membro superior direito e 98% em membro inferior direito. Presença de bulhas rítmicas, normofonéticas, em dois tempos e com sopro contínuo em região infraclavicular esquerda. Pulsos periféricos presentes e de amplitude aumentada.
Com base nesta figura de cateterismo cardíaco, qual a cardiopatia congênita diagnosticada?

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Atriotomia oblíqua direita, desinserindo proximalmente os megafolhetos anterior e posterior da valva tricúspide. Em seguida, os músculos papilares anormais e outros tecidos entre as válvulas e a parede ventricular direita são seccionados, preservando-se a fixação ao ápice do ventrículo direito. A borda livre do folheto posterior é rodada no sentido horário e suturada na borda septal do folheto anterior, transformando a nova valva tricúspide em um cone com vértice fixo na ponta do ventrículo direito. Em seguida, faz-se a plicatura longitudinal do VD atrializado, excluindo-se sua porção fina. O novo anel valvar é construído no nível anatomicamente correto por meio da plicatura do anel verdadeiro, adequando-o à base do cone previamente construído. A valva é fixada ao anel verdadeiro com pontos separados. A seguir, realiza-se uma sutura contínua, com o reforço da nova junção da valva tricúspide ao anel, passando-se pontos muito superficiais próximos à área do nó atrioventricular.
Essa técnica diz respeito à seguinte cardiopatia congênita:
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