Magna Concursos

Foram encontradas 160 questões.

1564209 Ano: 2019
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Tabela para o fator !$ (1+i)^n !$ na qual “i” está na coluna e “n” está na linha.
Enunciado 3248656-1
Tabela para o fator !$ \large{1 \over (1+i)^n} !$ na qual “i” está na coluna e “n” está na linha.
Enunciado 3248656-2
Qual o valor do montante composto recebido na aplicação de R$ 50.000,00, durante oito meses, o qual rende com uma taxa de 6% ao trimestre, capitalizada mensalmente?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1564115 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
A questão refere-se ao texto abaixo.
O Homem que decompôs a Bossa Nova
Por Vladimir Safatle
Havia aquilo que fazia da trajetória de João Gilberto algo profundamente singular. Pois poderíamos falar simplesmente de sua posição como um dos “criadores” da bossa-nova, certamente um dos momentos maiores da forma-canção brasileira. Seu hibridismo que articulava o centro e a periferia, a pulsação do samba e os trabalhos harmônicos que podiam ir do jazz até lembranças das harmonias não funcionais de Debussy era a forma musical própria a um país que se acreditava destinado a produzir novas conciliações em um ritmo no qual os conflitos acabavam por se dissolver em uma inesperada acomodação.
Estávamos no final dos anos cinquenta do século passado e as travas que pareciam impor ao país suas paralisias seculares enfim estavam presumidamente a ponto de se dissolver. Sim, havia algo de utopia naquela música e seria necessário ouvi-la escutando também a utopia do tempo histórico que ela expressa. Se, do ponto de vista arquitetônico, o Brasil mostrara sua carga utópica através da instauração geométrica da conquista de seu próprio interior, isso através de um sonho modernista que redundara em Brasília e suas misturas de árvores distorcidas do cerrado e curvas de concreto armado, havia a versão musical dessa carga utópica, e ela se encontrava na bossa-nova.
A fragilidade das vozes de seus cantores e cantoras, seus tons anasalados, tão característicos do canto de João Gilberto, tinham algo da ironia de quem parece vencer o intransponível através de um menor esforço. De quem venceria as clivagens do país um pouco no tom que encontramos em “Pra que discutir com madame”, ou seja, zombando dos limites que procuravam nos impor. Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas.
Mas essa não foi a história do Brasil, e não haveria momento mais sintomático do falecimento de João Gilberto do que agora. É como se sua música ficasse como uma promessa não realizada que nos lembra de algo que queríamos, mas que não conseguimos ser. Só que há algo mais que impressiona em João Gilberto e isso pode nos ser precioso agora. Algo que nos lembra de movimentos raros, que só encontramos em verdadeiros atos de criação.
Toda criação traz em si mesma o princípio de sua própria decomposição. Mais do que o criador da bossa-nova, João Gilberto foi seu desconstrutor. Todo criador real luta contra as próprias formas que ele produz, cria falhas nos edifícios que levanta. Este João Gilberto desconstrutor é ainda mais impressionante do que o criador. Lembrem, por exemplo, de sua “versão” de "You do something to me", de Cole Porter. Raros foram os momentos em que a música popular conseguiu unir, de forma tão irônica, sutileza e anarquia. As marcações de ritmo estão “fora do tempo”, assim como o canto está em uma relação completamente anárquica com o tempo, atravessando, atrasando e acelerando. As síncopes abundam, pervertendo sistematicamente a lógica dos tempos forte e fraco. De certa forma, tudo está “fora do lugar” nessa versão, mas como se uma prova maior de inteligência consistisse em tirar as coisas do lugar e ainda permitir à forma produzir relações e “funcionar”.
Este João Gilberto era alguém que não podia se aquietar com as estruturas que ele mesmo criou, que parecia precisar complexificar cada vez mais o que tendia a se tornar, novamente, regular. Lembremos dele neste momento triste no qual um país vê ir embora um grande criador.
Texto adaptado. Disponível em: https://epoca.globo.com/
No texto, no trecho “no qual um país vê ir embora um grande criador”, encontra-se sublinhada uma figura de linguagem. Assinale a alternativa que apresenta o mesmo mecanismo empregado no trecho destacado, ou seja, a mesma figura de linguagem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1546508 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
A Lei Complementar Federal nº 116/2003 define que o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) é a prestação de serviços constantes na lista anexa, ainda que esses não se constituam na atividade preponderante do prestador. Contudo, essa mesma lei apresenta os casos de não incidência. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta, tendo por base que o imposto NÃO incide sobre:
I. O valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras.
II. As exportações de serviços para o exterior do País, exceto quanto aos serviços desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior.
III. Os serviços prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização, permissão ou concessão, com o pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço.
IV. A prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1469645 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
A questão refere-se ao texto abaixo.
O Homem que decompôs a Bossa Nova
Por Vladimir Safatle
Havia aquilo que fazia da trajetória de João Gilberto algo profundamente singular. Pois poderíamos falar simplesmente de sua posição como um dos “criadores” da bossa-nova, certamente um dos momentos maiores da forma-canção brasileira. Seu hibridismo que articulava o centro e a periferia, a pulsação do samba e os trabalhos harmônicos que podiam ir do jazz até lembranças das harmonias não funcionais de Debussy era a forma musical própria a um país que se acreditava destinado a produzir novas conciliações em um ritmo no qual os conflitos acabavam por se dissolver em uma inesperada acomodação.
Estávamos no final dos anos cinquenta do século passado e as travas que pareciam impor ao país suas paralisias seculares enfim estavam presumidamente a ponto de se dissolver. Sim, havia algo de utopia naquela música e seria necessário ouvi-la escutando também a utopia do tempo histórico que ela expressa. Se, do ponto de vista arquitetônico, o Brasil mostrara sua carga utópica através da instauração geométrica da conquista de seu próprio interior, isso através de um sonho modernista que redundara em Brasília e suas misturas de árvores distorcidas do cerrado e curvas de concreto armado, havia a versão musical dessa carga utópica, e ela se encontrava na bossa-nova.
A fragilidade das vozes de seus cantores e cantoras, seus tons anasalados, tão característicos do canto de João Gilberto, tinham algo da ironia de quem parece vencer o intransponível através de um menor esforço. De quem venceria as clivagens do país um pouco no tom que encontramos em “Pra que discutir com madame”, ou seja, zombando dos limites que procuravam nos impor. Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas.
Mas essa não foi a história do Brasil, e não haveria momento mais sintomático do falecimento de João Gilberto do que agora. É como se sua música ficasse como uma promessa não realizada que nos lembra de algo que queríamos, mas que não conseguimos ser. Só que há algo mais que impressiona em João Gilberto e isso pode nos ser precioso agora. Algo que nos lembra de movimentos raros, que só encontramos em verdadeiros atos de criação.
Toda criação traz em si mesma o princípio de sua própria decomposição. Mais do que o criador da bossa-nova, João Gilberto foi seu desconstrutor. Todo criador real luta contra as próprias formas que ele produz, cria falhas nos edifícios que levanta. Este João Gilberto desconstrutor é ainda mais impressionante do que o criador. Lembrem, por exemplo, de sua “versão” de "You do something to me", de Cole Porter. Raros foram os momentos em que a música popular conseguiu unir, de forma tão irônica, sutileza e anarquia. As marcações de ritmo estão “fora do tempo”, assim como o canto está em uma relação completamente anárquica com o tempo, atravessando, atrasando e acelerando. As síncopes abundam, pervertendo sistematicamente a lógica dos tempos forte e fraco. De certa forma, tudo está “fora do lugar” nessa versão, mas como se uma prova maior de inteligência consistisse em tirar as coisas do lugar e ainda permitir à forma produzir relações e “funcionar”.
Este João Gilberto era alguém que não podia se aquietar com as estruturas que ele mesmo criou, que parecia precisar complexificar cada vez mais o que tendia a se tornar, novamente, regular. Lembremos dele neste momento triste no qual um país vê ir embora um grande criador.
Texto adaptado. Disponível em: https://epoca.globo.com/
Conforme sublinhado no texto, o vocábulo “como” (segunda ocorrência) tem valor ____________ e poderia ser substituído por _________ desde que ___________ as alterações necessárias no período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1462527 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Assinale a assertiva correta quanto às garantias e privilégios do credito tributário.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1462525 Ano: 2019
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
A questão baseia-se na Figura 3, que mostra a ordem em que uma tarefa pode ser executada. Nesse caso, existem dois caminhos possíveis: (1) é a execução das atividades A, B, D e F, em 16 (dezesseis) dias; e (2) execução das atividades A, C, E e F, em 14 (quatorze) dias.
Enunciado 3246549-1
Figura 3 – Ordem de execução de tarefa
Segundo o Guia do PMBOK, 6ª. Edição, a Figura 3 é elaborada por meio do método:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1462511 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Assinale a alternativa correta quanto à substituição tributária.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1451670 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
A questão refere-se ao texto abaixo.
O Homem que decompôs a Bossa Nova
Por Vladimir Safatle
Havia aquilo que fazia da trajetória de João Gilberto algo profundamente singular. Pois poderíamos falar simplesmente de sua posição como um dos “criadores” da bossa-nova, certamente um dos momentos maiores da forma-canção brasileira. Seu hibridismo que articulava o centro e a periferia, a pulsação do samba e os trabalhos harmônicos que podiam ir do jazz até lembranças das harmonias não funcionais de Debussy era a forma musical própria a um país que se acreditava destinado a produzir novas conciliações!$ ^{(A)} !$ em um ritmo no qual os conflitos acabavam por se dissolver em uma inesperada acomodação.
Estávamos no final dos anos cinquenta do século passado e as travas que pareciam impor ao país suas paralisias seculares enfim estavam presumidamente a ponto de se dissolver!$ ^{(B)} !$. Sim, havia algo de utopia naquela música e seria necessário ouvi-la escutando também a utopia do tempo histórico que ela expressa. Se, do ponto de vista arquitetônico, o Brasil mostrara sua carga utópica através da instauração geométrica da conquista de seu próprio interior, isso através de um sonho modernista que redundara em Brasília e suas misturas de árvores distorcidas do cerrado e curvas de concreto armado, havia a versão musical dessa carga utópica, e ela se encontrava na bossa-nova.
A fragilidade das vozes de seus cantores e cantoras, seus tons anasalados, tão característicos do canto de João Gilberto, tinham algo da ironia de quem parece vencer o intransponível através de um menor esforço. De quem venceria as clivagens do país um pouco no tom que encontramos em “Pra que discutir com madame”, ou seja, zombando dos limites que procuravam nos impor. Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso!$ ^{(C)} !$ e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas.
Mas essa não foi a história do Brasil, e não haveria momento mais sintomático do falecimento de João Gilberto do que agora. É como se sua música ficasse como uma promessa não realizada!$ ^{(D)} !$ que nos lembra de algo que queríamos, mas que não conseguimos ser. Só que há algo mais que impressiona em João Gilberto e isso pode nos ser precioso agora. Algo que nos lembra de movimentos raros, que só encontramos em verdadeiros atos de criação.
Toda criação traz em si mesma o princípio de sua própria decomposição. Mais do que o criador da bossa-nova, João Gilberto foi seu desconstrutor. Todo criador real luta contra as próprias formas que ele produz, cria falhas nos edifícios que levanta. Este João Gilberto desconstrutor é ainda mais impressionante do que o criador. Lembrem, por exemplo, de sua “versão” de "You do something to me", de Cole Porter. Raros foram os momentos em que a música popular conseguiu unir, de forma tão irônica, sutileza e anarquia. As marcações de ritmo estão “fora do tempo”, assim como o canto está em uma relação completamente anárquica com o tempo, atravessando, atrasando e acelerando. As síncopes abundam, pervertendo sistematicamente a lógica dos tempos forte e fraco. De certa forma, tudo está “fora do lugar” nessa versão, mas como se uma prova maior de inteligência consistisse em tirar as coisas do lugar e ainda permitir à forma produzir relações e “funcionar”.
Este João Gilberto era alguém que não podia se aquietar com as estruturas que ele mesmo criou, que parecia precisar complexificar cada vez mais!$ ^{(E)} !$ o que tendia a se tornar, novamente, regular. Lembremos dele neste momento triste no qual um país vê ir embora um grande criador.
Texto adaptado. Disponível em: https://epoca.globo.com/
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uso de linguagem figurada através do emprego de figuras de linguagem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1441755 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
A questão refere-se ao texto abaixo.
O Homem que decompôs a Bossa Nova
Por Vladimir Safatle
Havia aquilo que fazia da trajetória de João Gilberto algo profundamente singular. Pois poderíamos falar simplesmente de sua posição como um dos “criadores” da bossa-nova, certamente um dos momentos maiores da forma-canção brasileira. Seu hibridismo que articulava o centro e a periferia, a pulsação do samba e os trabalhos harmônicos que podiam ir do jazz até lembranças das harmonias não funcionais de Debussy era a forma musical própria a um país que se acreditava destinado a produzir novas conciliações em um ritmo no qual os conflitos acabavam por se dissolver em uma inesperada acomodação.
Estávamos no final dos anos cinquenta do século passado e as travas que pareciam impor ao país suas paralisias seculares enfim estavam presumidamente a ponto de se dissolver. Sim, havia algo de utopia naquela música e seria necessário ouvi-la escutando também a utopia do tempo histórico que ela expressa. Se, do ponto de vista arquitetônico, o Brasil mostrara sua carga utópica através da instauração geométrica da conquista de seu próprio interior, isso através de um sonho modernista que redundara em Brasília e suas misturas de árvores distorcidas do cerrado e curvas de concreto armado, havia a versão musical dessa carga utópica, e ela se encontrava na bossa-nova.
A fragilidade das vozes de seus cantores e cantoras, seus tons anasalados, tão característicos do canto de João Gilberto, tinham algo da ironia de quem parece vencer o intransponível através de um menor esforço. De quem venceria as clivagens do país um pouco no tom que encontramos em “Pra que discutir com madame”, ou seja, zombando dos limites que procuravam nos impor. Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas.
Mas essa não foi a história do Brasil, e não haveria momento mais sintomático do falecimento de João Gilberto do que agora. É como se sua música ficasse como uma promessa não realizada que nos lembra de algo que queríamos, mas que não conseguimos ser. Só que há algo mais que impressiona em João Gilberto e isso pode nos ser precioso agora. Algo que nos lembra de movimentos raros, que só encontramos em verdadeiros atos de criação.
Toda criação traz em si mesma o princípio de sua própria decomposição. Mais do que o criador da bossa-nova, João Gilberto foi seu desconstrutor. Todo criador real luta contra as próprias formas que ele produz, cria falhas nos edifícios que levanta. Este João Gilberto desconstrutor é ainda mais impressionante do que o criador. Lembrem, por exemplo, de sua “versão” de "You do something to me", de Cole Porter. Raros foram os momentos em que a música popular conseguiu unir, de forma tão irônica, sutileza e anarquia. As marcações de ritmo estão “fora do tempo”, assim como o canto está em uma relação completamente anárquica com o tempo, atravessando, atrasando e acelerando. As síncopes abundam, pervertendo sistematicamente a lógica dos tempos forte e fraco. De certa forma, tudo está “fora do lugar” nessa versão, mas como se uma prova maior de inteligência consistisse em tirar as coisas do lugar e ainda permitir à forma produzir relações e “funcionar”.
Este João Gilberto era alguém que não podia se aquietar com as estruturas que ele mesmo criou, que parecia precisar complexificar cada vez mais o que tendia a se tornar, novamente, regular. Lembremos dele neste momento triste no qual um país vê ir embora um grande criador.
Texto adaptado. Disponível em: https://epoca.globo.com/
Considere o seguinte período do texto: “Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas” e, em seguida, analise as afirmações que são feitas a respeito dele, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O período é composto por três orações.
( ) Temos nesse período duas orações adjetivas coordenadas entre si através da conjunção “e”.
( ) O período é composto por uma oração principal, uma oração assindética e uma oração coordenada sindética aditiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1441669 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Considerando o que dispõe a NBC – TG Estrutura Conceitual, a respeito da sua finalidade e status, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Estrutura Conceitual não é uma norma propriamente dita e, portanto, não define normas ou procedimentos para qualquer questão particular sobre aspectos de mensuração ou divulgação.
( ) Nada na Estrutura Conceitual substitui qualquer norma, interpretação ou comunicado técnico.
( ) É finalidade da Estrutura Conceitual dar suporte aos órgãos reguladores nacionais.
( ) Não é finalidade da Estrutura Conceitual dar suporte ao desenvolvimento de novas normas, interpretações e comunicados técnicos e à revisão dos já existentes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas