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Tabela para o fator !$ (1+i)^n !$ na qual “i” está na coluna e “n” está na linha.

Tabela para o fator !$ \large{1 \over (1+i)^n} !$ na qual “i” está na coluna e “n” está na linha.

A taxa de 15% ao ano, capitalizada ao quadrimestre, tem como taxa efetiva anual:
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Assinale a alternativa correta quanto às limitações ao poder de tributar.
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Segundo o Guia do PMBOK, 6ª. Edição, um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único, é chamado de:
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1278947
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Quanto ao instituto da substituição tributária do ISSQN, regulado pela Lei Complementar Municipal nº 306/1993, assinale a alternativa INCORRETA.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O Homem que decompôs a Bossa Nova
Por Vladimir Safatle
Havia aquilo que fazia da trajetória de João Gilberto algo profundamente singular. Pois poderíamos falar simplesmente de sua posição como um dos “criadores” da bossa-nova, certamente um dos momentos maiores da forma-canção brasileira. Seu hibridismo que articulava o centro e a periferia, a pulsação do samba e os trabalhos harmônicos que podiam ir do jazz até lembranças das harmonias não funcionais!$ ^{(A)} !$ de Debussy era a forma musical própria a um país que se acreditava destinado a produzir!$ ^{(B)} !$ novas conciliações em um ritmo no qual os conflitos acabavam por se dissolver em uma inesperada acomodação.
Estávamos no final dos anos cinquenta do século passado e as travas que pareciam impor ao país suas paralisias seculares enfim estavam presumidamente a ponto de se dissolver. Sim, havia algo de utopia naquela música e seria necessário ouvi-la escutando também a utopia do tempo histórico que ela expressa. Se, do ponto de vista arquitetônico, o Brasil mostrara sua carga utópica através da instauração geométrica da conquista de seu próprio interior, isso através de um sonho modernista que redundara em Brasília e suas misturas de árvores distorcidas do cerrado e curvas de concreto armado, havia a versão musical dessa carga utópica, e ela se encontrava na bossa-nova.
A fragilidade das vozes de seus cantores e cantoras, seus tons anasalados, tão característicos do canto de João Gilberto, tinham algo da ironia de quem parece vencer o intransponível através de um menor esforço. De quem venceria as clivagens do país um pouco no tom que encontramos em “Pra que discutir com madame”, ou seja, zombando dos limites que procuravam nos impor. Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas.
Mas essa não foi a história do Brasil, e não haveria momento mais sintomático do falecimento de João Gilberto do que agora!$ ^{(C)} !$ . É como se sua música ficasse como uma promessa não realizada que nos lembra de algo que queríamos, mas que não conseguimos ser. Só que há algo mais que impressiona em João Gilberto e isso pode nos ser precioso agora. Algo que nos lembra de movimentos raros!$ ^{(D)} !$ , que só encontramos em verdadeiros atos de criação.
Toda criação traz em si mesma o princípio de sua própria decomposição. Mais do que o criador da bossa-nova, João Gilberto foi seu desconstrutor. Todo criador real luta contra as próprias formas que ele produz, cria falhas nos edifícios que levanta. Este João Gilberto desconstrutor é ainda mais impressionante do que o criador. Lembrem, por exemplo, de sua “versão” de "You do something to me", de Cole Porter. Raros foram os momentos em que a música popular conseguiu unir!$ ^{(E)} !$ , de forma tão irônica, sutileza e anarquia. As marcações de ritmo estão “fora do tempo”, assim como o canto está em uma relação completamente anárquica com o tempo, atravessando, atrasando e acelerando. As síncopes abundam, pervertendo sistematicamente a lógica dos tempos forte e fraco. De certa forma, tudo está “fora do lugar” nessa versão, mas como se uma prova maior de inteligência consistisse em tirar as coisas do lugar e ainda permitir à forma produzir relações e “funcionar”.
Este João Gilberto era alguém que não podia se aquietar com as estruturas que ele mesmo criou, que parecia precisar complexificar cada vez mais o que tendia a se tornar, novamente, regular. Lembremos dele neste momento triste no qual um país vê ir embora um grande criador.
Texto adaptado. Disponível em: https://epoca.globo.com/
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO esteja empregada como pronome relativo.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
O Homem que decompôs a Bossa Nova
Por Vladimir Safatle
Havia aquilo que fazia da trajetória de João Gilberto algo profundamente singular. Pois poderíamos falar simplesmente de sua posição como um dos “criadores” da bossa-nova, certamente um dos momentos maiores da forma-canção brasileira. Seu hibridismo que articulava o centro e a periferia, a pulsação do samba e os trabalhos harmônicos que podiam ir do jazz até lembranças das harmonias não funcionais de Debussy era a forma musical própria a um país que se acreditava destinado a produzir novas conciliações em um ritmo no qual os conflitos acabavam por se dissolver em uma inesperada acomodação.
Estávamos no final dos anos cinquenta do século passado e as travas que pareciam impor ao país suas paralisias seculares enfim estavam presumidamente a ponto de se dissolver. Sim, havia algo de utopia naquela música e seria necessário ouvi-la escutando também a utopia do tempo histórico que ela expressa. Se, do ponto de vista arquitetônico, o Brasil mostrara sua carga utópica através da instauração geométrica da conquista de seu próprio interior, isso através de um sonho modernista que redundara em Brasília e suas misturas de árvores distorcidas do cerrado e curvas de concreto armado, havia a versão musical dessa carga utópica, e ela se encontrava na bossa-nova.
A fragilidade das vozes de seus cantores e cantoras, seus tons anasalados, tão característicos do canto de João Gilberto, tinham algo da ironia de quem parece vencer o intransponível através de um menor esforço. De quem venceria as clivagens do país um pouco no tom que encontramos em “Pra que discutir com madame”, ou seja, zombando dos limites que procuravam nos impor. Essa música só poderia mesmo vir de um país que, por um momento, parecia acreditar em sua capacidade de saltar por cima do atraso e de abraçar seu destino de espaço de hibridação contínua das formas.
Mas essa não foi a história do Brasil, e não haveria momento mais sintomático do falecimento de João Gilberto do que agora. É como se sua música ficasse como uma promessa não realizada que nos lembra de algo que queríamos, mas que não conseguimos ser. Só que há algo mais que impressiona em João Gilberto e isso pode nos ser precioso agora. Algo que nos lembra de movimentos raros, que só encontramos em verdadeiros atos de criação.
Toda criação traz em si mesma o princípio de sua própria decomposição. Mais do que o criador da bossa-nova, João Gilberto foi seu desconstrutor. Todo criador real luta contra as próprias formas que ele produz, cria falhas nos edifícios que levanta. Este João Gilberto desconstrutor é ainda mais impressionante do que o criador. Lembrem, por exemplo, de sua “versão” de "You do something to me", de Cole Porter. Raros foram os momentos em que a música popular conseguiu unir, de forma tão irônica, sutileza e anarquia. As marcações de ritmo estão “fora do tempo”, assim como o canto está em uma relação completamente anárquica com o tempo, atravessando, atrasando e acelerando. As síncopes abundam, pervertendo sistematicamente a lógica dos tempos forte e fraco. De certa forma, tudo está “fora do lugar” nessa versão, mas como se uma prova maior de inteligência consistisse em tirar as coisas do lugar e ainda permitir à forma produzir relações e “funcionar”.
Este João Gilberto era alguém que não podia se aquietar com as estruturas que ele mesmo criou, que parecia precisar complexificar cada vez mais o que tendia a se tornar, novamente, regular. Lembremos dele neste momento triste no qual um país vê ir embora um grande criador.
Texto adaptado. Disponível em: https://epoca.globo.com/
No texto, temos o trecho “ela se encontrava na bossa-nova”. A transposição do excerto para a voz passiva analítica, mantendo-se o mesmo tempo verbal, é dada corretamente em:
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1243349
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Analise as assertivas abaixo que dizem respeito à disciplina do imposto sobre a transmissão "inter-vivos", por ato oneroso, de bens imóveis e de direitos reais a eles relativos (ITBI) na Lei Complementar Municipal nº 197/1989, e assinale a alternativa correta.
I. Na transmissão de bens imóveis ou na cessão de direitos reais a eles relativos, que se formalizar por escritura pública, considera-se ocorrido o fato gerador na data de sua lavratura.
II. Na cessão de direitos hereditários, formalizada no curso do inventário, para fins de cálculo do ITBI, a base de cálculo será o valor dos bens imóveis que ultrapassar o respectivo quinhão, sendo que neste quinhão serão considerados apenas os bens imóveis.
III. Consideram-se bens imóveis para os fins do ITBI o solo com sua superfície, os seus acessórios e adjacências naturais, compreendendo as árvores e os frutos pendentes, o espaço aéreo e o subsolo.
IV. O ITBI é devido quando os bens imóveis transmitidos, ou sobre os quais versarem os direitos, se situarem no território do município de Porto Alegre, ainda que a mutação patrimonial decorra de ato ou contrato celebrado ou de sucessão aberta fora do respectivo território.
V. A transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão, incorporação, cisão ou extinção de pessoa jurídica está ao abrigo da imunidade do ITBI, exceto se a atividade preponderante do adquirente for transações de compra e venda desses bens ou direitos, locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil, sendo preponderante se mais de 50% da receita operacional da pessoa jurídica adquirente dos bens ou direitos decorrer dessas transações e a preponderância ocorrer nos dois anos anteriores e nos dois anos subsequentes à data do título hábil a operar a transmissão, considerando um só período de apuração de quatro anos, para pessoa jurídica já em atividade na data da transmissão.
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Tabela para o fator !$ (1+i)^n !$ na qual “i” está na coluna e “n” está na linha.
Tabela para o fator !$ \large{1 \over (1+i)^n} !$ na qual “i” está na coluna e “n” está na linha.
Um título financeiro com valor nominal de R$ 40.000,00 será descontado hoje, seis meses antes do seu vencimento. Para a quitação do título, o seu valor atual será calculado por meio do desconto racional composto. Se a taxa de desconto é de 7% ao mês, então o valor atual desse título financeiro será:
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A negação da proposição “Pedro estudaria para o concurso da prefeitura se, e somente se, Maria o ajudasse a estudar” é:
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1152784
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Sobre as Leis Complementares nº 530/2005, nº 535/2005 e nº 732/2014 e o Decreto nº 19.946/18, assinale a alternativa correta.
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