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Foram encontradas 130 questões.

1395970 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rio Grande-RS
Wallon afirma que, dos três aos seis anos, o apego às pessoas é inextinguível necessidade da pessoa da criança e se ela for privada disso pode ser vítima de:
 

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1395747 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rio Grande-RS
Segundo Antunes (2000), as formas mais complexas de aprendizagem devem ocorrer pela combinação de todas. Qual deveria ser a aprendizagem mais estimulada através das transformações dos saberes, tanto no lar quanto na escola?
 

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“Um currículo que respeita a diversidade precisa de um espaço/tempo objetivo para ser concretizado. (...) A diversidade indaga o currículo, a escola, as suas lógicas, a sua organização espacial e temporal.” (GOMES, 2007). Portanto, afirma a autora, ao falarmos em diversidade devemos considerar:
I. A construção das identidades.
II. O contexto das desigualdades.
III. As lutas sociais.
Quais assertivas estão corretas?
 

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1395301 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rio Grande-RS
Nas etapas do desenvolvimento mental, de acordo com Jean Piaget, o período pré-operatório estende-se, aproximadamente, dos dois aos sete anos de idade. Nessa etapa, Piaget sugere aos educadores que proporcionem às crianças atividades que estimulem a:
I. Motricidade.
II. Convivência grupal.
III. Capacidade de observação.
IV. Expressão artística.
Quais estão corretas?
 

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Educação no Brasil
Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de deque da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:
O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731.100 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).
Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom deque sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
Logo, agora não mais pelo bom deque e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina. O professor trata-o(I) como um objetivo claro e preciso.
O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias(II) dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queiram chamar – perdura sem o docente.
É preciso abandonar a crença deque as atitudes dos professores só se modificam à medida que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos.
Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário.
Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das(III) unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.
(FONTE: Eliane da Costa Bruini, http://www.brasilescola.com/educacao/educacao-no-brasil.htm
- Texto Adaptado)
Analise as assertivas que seguem, relativas a determinadas palavras do texto.
I. Todas as ocorrências da palavra o nas linhas representam artigos definidos.
II. Na linha, a palavra maus é classificada como advérbio, pois interfere no sentido do adjetivo executores.
III. Na linha, o uso da expressão estâncias em lugar de instâncias não provocaria alteração semântica ao período.
Quais estão INCORRETAS?
 

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Transporte de crianças em veículos tem lei própria, mas falta precisão
O Código Brasileiro de Trânsito determina que, em veículos de passeio, as crianças devem ser transportadas no banco traseiro até os 10 anos de idade, sempre com a utilização de cinto ou de dispositivo de retenção, as chamadas cadeirinhas. Os bebês de até um ano de idade devem ser transportados em um assento do tipo concha, virado no sentido contrário ao do veículo. Entre 1 e 4 anos, a criança deve ser acomodada na cadeirinha. As maiores, entre 4 e 7 anos e meio precisam utilizar o assento de elevação, o booster, que já permite o uso do cinto do veículo. Já os mais crescidos, até os 10 anos, podem fazer uso apenas do cinto.
"Se ocorrer um acidente em que a criança esteja utilizando um equipamento, o índice de lesão é inferior a 3%, enquanto sem ele, o patamar sobe a 60%", alerta Alberto Sabbag, diretor da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego).
A utilização destes equipamentos de acordo com idade, porém, é alvo de críticas por parte de alguns especialistas do setor, que os consideram insuficientes. Muitos alertam que a resolução que regulamenta o uso das cadeirinhas, a 277 do Contran, ignora peso e altura, que podem variar em uma mesma faixa etária. Por isso, recomendam aos pais que observem também a estatura e a massa de cada criança.
Apenas em duas exceções é permitido o transporte de menores de 10 anos na frente. A primeira em modelos que possuam apenas o banco dianteiro, como em picapes. A segunda chega a ser, no mínimo, inusitada: se refere à hipótese em que a quantidade de crianças menores de 10 anos exceda a lotação do banco traseiro, quando o de maior estatura pode viajar no banco dianteiro. O mais curioso, porém, é que a resolução 277 isenta os veículos escolares da obrigação de utilização dos dispositivos de retenção.
No caso de condução escolar, a legislação determina as especificações dos veículos, além de requerer um treinamento especial dos motoristas encarregados, que devem ter carteira de habilitação categoria D. Esse tipo de transporte ainda é regulamentado de maneira complementar pelos Detrans estaduais e fiscalizado pelos municípios, que podem instituir outras exigências.
A adoção de veículos escolares padronizados é comum em alguns países, como, por exemplo, os Estados Unidos. No Brasil, apenas o programa "Caminhos da Escola", de transporte escolar público, estipula características padronizadas para os veículos.
Os veículos escolares têm de obedecer uma série de especificações determinadas por lei. Os artigos de 136 a 139 do Código de Trânsito instituem regras, entre elas a inconfundível faixa horizontal amarela com a inscrição "escolar". A lotação e o tipo do veículo utilizado também são especificados pelo Código, que impõe a capacidade mínima para oito ocupantes, o que permite a utilização de vans, como, por exemplo, a Volkswagen Kombi, além de micro-ônibus e ônibus. O número de cintos de segurança deve obedecer ao número de passageiros. O código estipula uma vistoria semestral para a verificação dos equipamentos obrigatórios. A preocupação se estende à obrigatoriedade do tacógrafo, que registra velocidade e tempo gasto no percurso.
Os motoristas encarregados devem possuir habilitação da categoria D, permitida apenas para pessoas com idade superior a 21 anos. Outro pré-requisito é não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias nos últimos 12 meses. Uma importante exigência para o transporte escolar é o curso especializado, cuja normatização, determinada pelo Contran, estipula uma duração mínima de 50 horas/aula. "O curso propõe não apenas a segurança na direção, mas também um trabalho de relacionamento com as crianças, uma habilidade difícil que precisa ser desenvolvida", afirma Nereide Tolentino, consultora da Volvo. A presença de um auxiliar em veículos maiores também se faz necessária para checar a acomodação de cada criança, além de controlar o embarque e desembarque dos pequenos passageiros.
(FONTE: Julio Cabral, http://carros.uol.com.br/ultnot/2009/02/02/ult634u3368.
jhtm - Texto Adaptado)
Assinale a alternativa cujas palavras substituiriam adequadamente inusitada e reincidente, mantendo-se a mesma relação de sentido com o texto.
 

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Ao analisar aspectos da educação pós-moderna, Gadotti (1999) identifica as seguintes características:
I. Pretende resgatar a unidade entre história e sujeito, perdida durante as operações modernizadoras de desconstrução da cultura e da educação.
II. Intimamente ligada à cultura, a educação pós-moderna mostra-se multicultural e permanente.
III. Prioriza a apropriação dos conteúdos do saber universal, buscando, com isso, a igualdade e a unidade entre os saberes.
Quais estão corretas?
 

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1392860 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rio Grande-RS

De acordo com o Artigo 28, da Lei Orgânica do Município de Rio Grande, o processo legislativo compreende a elaboração, dentre outros, de:

I. Resoluções.

II. Portarias.

III. Decretos legislativos.

Quais documentos estão corretos?

 

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1392168 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Rio Grande-RS
Analise as assertivas abaixo, observando quais os procedimentos a serem tomados no caso de um passageiro de transporte escolar ter uma convulsão.
I. Afastar objetos próximos e proteger a cabeça da vítima.
II. Segurar a língua da pessoa convulsionada.
III. Tentar conter os movimentos convulsivos.
IV. Passada a convulsão, confortar a vítima.
V. Após a vítima melhorar, pode-se prosseguir com o roteiro normalmente, sem necessidade de assistência médica.
Quais estão corretas?
 

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Segundo Hernandez (1998), NÃO podemos considerar como um projeto de trabalho um percurso
 

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