Foram encontradas 206 questões.
'Acham que temos que esperar a morte', diz diretora
de Livros Restantes , filme que desafia o etarismo
Filme retrata aposentada que redescobre vida viajando,
valoriza diversidade catarinense e celebra cinema
nacional
O novo filme estrelado pela atriz Denise Fraga, Livros
Restantes , parte da pergunta: "Existe idade para parar
de viver?". A provocação acompanha a personagem Ana
Catarina, uma mulher aposentada que decide deixar a
cidade onde viveu a vida inteira para viajar, como explica
a diretora Márcia Paraíso. Para ela, a história confronta o
etarismo e a forma como a sociedade tenta limitar a
existência das mulheres.
"Existe essa coisa da sociedade, do etarismo, de achar
que chegamos em um momento em que temos que
esperar a morte chegar, ou que determina um espaço
para nós, ou que deixamos de ser visíveis. Esse lugar
que nos colocam, especialmente as mulheres", afirma
[...].
Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma
decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de
amigos décadas atrás. Algumas dedicatórias ainda
preservavam significado; outras, não mais. Fraga conta
que o roteiro a tocou profundamente. "O Livros
Restantes parece que chegou pra mim como um carimbo
de maturidade também, de coisas que eu tenho
pensado. Eu vejo lá esse poder que o cinema tem, horas
em que eu estou servindo a personagem, mas estou
completamente ali dentro", relata.
Quase todo o longa foi filmado na Barra da Lagoa, em
Florianópolis, um território pesqueiro e ponto recorrente
da obra de Paraíso. A diretora destaca o desafio de
retratar Santa Catarina para além dos estereótipos de
um estado "rico, branco e conservador".
"Eu tinha muito preconceito com o estado porque o que
eu conhecia de Santa Catarina era o que me venderam
sobre Santa Catarina. Mas é o estado da Antonieta de
Barros [primeira mulher negra brasileira a assumir um
mandato popular]; onde o Movimento [dos Trabalhadores
Rurais] Sem Terra é extremamente organizado; produziu
um poeta como Cruz e Sousa. Eu gostaria muito que o
filme fosse um respiro sobre uma Florianópolis, que tem
uma cultura muito peculiar, um jeito de dizer que o Brasil
não conhece", explicou.
O elenco conta também com o ator Augusto Madeira,
que celebra o momento do audiovisual brasileiro após
anos de retrocessos. "[...] Ainda precisamos melhorar,
mas estamos muito mais fortes. Então, isso nada mais é
que o reflexo de anos e anos de uma política cultural
incentivada, contínua", avalia.
Fraga acrescenta, por fim, que "o cinema é, para um
país, o maior veículo de comunicação daquela cultura, daquele país para o mundo. Eu nunca fui para a China,
toda a China que eu sei dentro de mim é pelo cinema. O
cinema é o veículo de uma nação. Ele é uma coisa muito
impressionantemente eficaz nesse sentido de ter a
identidade de uma nação".
(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/12/05/acham-que-temos-que-esp
erar-a-morte-diz-diretora-de-livros-restantes-filme-que-desafia-o-etaris
mo/. Acesso em: 05 dez. 2025. Adaptado.)
"Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de amigos décadas atrás."
I.O verbo "tomar", no sentido de adotar uma atitude ou uma decisão, é transitivo direto, ou seja, pede que seu sentido seja completado por um objeto direto. Desse modo, esse verbo, nesse contexto, não é regido por nenhuma preposição.
II.O verbo "devolver", nesse contexto, é bitransitivo, isto é, pede tanto um objeto direto quanto um objeto indireto. No caso do complemento indireto, o verbo será regido pela preposição "a", ainda que, na construção do período em análise, esse complemento esteja subentendido.
III.O verbo "ganhar", no sentido de receber algo, pede dois complementos na construção de seu sentido: um direto (o que ganhou) e um indireto (de quem ganhou). No caso do objeto indireto, o verbo ganhar é regido pela preposição "de".
É correto o que se afirma em:
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'Acham que temos que esperar a morte', diz diretora
de Livros Restantes , filme que desafia o etarismo
Filme retrata aposentada que redescobre vida viajando,
valoriza diversidade catarinense e celebra cinema
nacional
O novo filme estrelado pela atriz Denise Fraga, Livros
Restantes , parte da pergunta: "Existe idade para parar
de viver?". A provocação acompanha a personagem Ana
Catarina, uma mulher aposentada que decide deixar a
cidade onde viveu a vida inteira para viajar, como explica
a diretora Márcia Paraíso. Para ela, a história confronta o
etarismo e a forma como a sociedade tenta limitar a
existência das mulheres.
"Existe essa coisa da sociedade, do etarismo, de achar
que chegamos em um momento em que temos que
esperar a morte chegar, ou que determina um espaço
para nós, ou que deixamos de ser visíveis. Esse lugar
que nos colocam, especialmente as mulheres", afirma
[...].
Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma
decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de
amigos décadas atrás. Algumas dedicatórias ainda
preservavam significado; outras, não mais. Fraga conta
que o roteiro a tocou profundamente. "O Livros
Restantes parece que chegou pra mim como um carimbo
de maturidade também, de coisas que eu tenho
pensado. Eu vejo lá esse poder que o cinema tem, horas
em que eu estou servindo a personagem, mas estou
completamente ali dentro", relata.
Quase todo o longa foi filmado na Barra da Lagoa, em
Florianópolis, um território pesqueiro e ponto recorrente
da obra de Paraíso. A diretora destaca o desafio de
retratar Santa Catarina para além dos estereótipos de
um estado "rico, branco e conservador".
"Eu tinha muito preconceito com o estado porque o que
eu conhecia de Santa Catarina era o que me venderam
sobre Santa Catarina. Mas é o estado da Antonieta de
Barros [primeira mulher negra brasileira a assumir um
mandato popular]; onde o Movimento [dos Trabalhadores
Rurais] Sem Terra é extremamente organizado; produziu
um poeta como Cruz e Sousa. Eu gostaria muito que o
filme fosse um respiro sobre uma Florianópolis, que tem
uma cultura muito peculiar, um jeito de dizer que o Brasil
não conhece", explicou.
O elenco conta também com o ator Augusto Madeira,
que celebra o momento do audiovisual brasileiro após
anos de retrocessos. "[...] Ainda precisamos melhorar,
mas estamos muito mais fortes. Então, isso nada mais é
que o reflexo de anos e anos de uma política cultural
incentivada, contínua", avalia.
Fraga acrescenta, por fim, que "o cinema é, para um
país, o maior veículo de comunicação daquela cultura, daquele país para o mundo. Eu nunca fui para a China,
toda a China que eu sei dentro de mim é pelo cinema. O
cinema é o veículo de uma nação. Ele é uma coisa muito
impressionantemente eficaz nesse sentido de ter a
identidade de uma nação".
(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/12/05/acham-que-temos-que-esp
erar-a-morte-diz-diretora-de-livros-restantes-filme-que-desafia-o-etaris
mo/. Acesso em: 05 dez. 2025. Adaptado.)
(__)Em "O Livros Restantes parece que chegou pra mim como um carimbo de maturidade [...]", tem-se uma elipse, figura de linguagem que consiste na omissão de um termo que o contexto ou a situação permitem facilmente identificar.
(__)Em "Algumas dedicatórias ainda preservavam significado; outras, não mais.", tem-se uma outra manifestação da elipse que é a zeugma, a supressão de um termo já expresso no enunciado anterior.
(__)Em "Eu gostaria muito que o filme fosse um respiro sobre uma Florianópolis, que tem uma cultura muito peculiar, um jeito de dizer que o Brasil não conhece", a palavra "respiro" constitui uma metáfora, produzindo o sentido de "folga, trégua".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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'Acham que temos que esperar a morte', diz diretora
de Livros Restantes , filme que desafia o etarismo
Filme retrata aposentada que redescobre vida viajando,
valoriza diversidade catarinense e celebra cinema
nacional
O novo filme estrelado pela atriz Denise Fraga, Livros
Restantes , parte da pergunta: "Existe idade para parar
de viver?". A provocação acompanha a personagem Ana
Catarina, uma mulher aposentada que decide deixar a
cidade onde viveu a vida inteira para viajar, como explica
a diretora Márcia Paraíso. Para ela, a história confronta o
etarismo e a forma como a sociedade tenta limitar a
existência das mulheres.
"Existe essa coisa da sociedade, do etarismo, de achar
que chegamos em um momento em que temos que
esperar a morte chegar, ou que determina um espaço
para nós, ou que deixamos de ser visíveis. Esse lugar
que nos colocam, especialmente as mulheres", afirma
[...].
Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma
decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de
amigos décadas atrás. Algumas dedicatórias ainda
preservavam significado; outras, não mais. Fraga conta
que o roteiro a tocou profundamente. "O Livros
Restantes parece que chegou pra mim como um carimbo
de maturidade também, de coisas que eu tenho
pensado. Eu vejo lá esse poder que o cinema tem, horas
em que eu estou servindo a personagem, mas estou
completamente ali dentro", relata.
Quase todo o longa foi filmado na Barra da Lagoa, em
Florianópolis, um território pesqueiro e ponto recorrente
da obra de Paraíso. A diretora destaca o desafio de
retratar Santa Catarina para além dos estereótipos de
um estado "rico, branco e conservador".
"Eu tinha muito preconceito com o estado porque o que
eu conhecia de Santa Catarina era o que me venderam
sobre Santa Catarina. Mas é o estado da Antonieta de
Barros [primeira mulher negra brasileira a assumir um
mandato popular]; onde o Movimento [dos Trabalhadores
Rurais] Sem Terra é extremamente organizado; produziu
um poeta como Cruz e Sousa. Eu gostaria muito que o
filme fosse um respiro sobre uma Florianópolis, que tem
uma cultura muito peculiar, um jeito de dizer que o Brasil
não conhece", explicou.
O elenco conta também com o ator Augusto Madeira,
que celebra o momento do audiovisual brasileiro após
anos de retrocessos. "[...] Ainda precisamos melhorar,
mas estamos muito mais fortes. Então, isso nada mais é
que o reflexo de anos e anos de uma política cultural
incentivada, contínua", avalia.
Fraga acrescenta, por fim, que "o cinema é, para um
país, o maior veículo de comunicação daquela cultura, daquele país para o mundo. Eu nunca fui para a China,
toda a China que eu sei dentro de mim é pelo cinema. O
cinema é o veículo de uma nação. Ele é uma coisa muito
impressionantemente eficaz nesse sentido de ter a
identidade de uma nação".
(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/12/05/acham-que-temos-que-esp
erar-a-morte-diz-diretora-de-livros-restantes-filme-que-desafia-o-etaris
mo/. Acesso em: 05 dez. 2025. Adaptado.)
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3985736
Ano: 2025
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FURG
Orgão: Pref. Rodeio Bonito-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FURG
Orgão: Pref. Rodeio Bonito-RS
Provas:
Conforme disposto na Constituição Federal, é vedada a
acumulação remunerada de cargos públicos, exceto
quando houver compatibilidade de horários no caso de:
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De acordo com a norma técnica, que estabelece os
critérios para projeto de instalações prediais de água fria,
é correto afirmar que a pressão dinâmica mínima e a
pressão estática máxima admissíveis nos pontos de
utilização de água fria são, respectivamente:
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Tipicamente em todo mundo, o projeto de edificações é
composto por seis etapas:
1.Concepção do produto (Estudo preliminar conforme NBR 13.531).
2.Definição do produto (Anteprojeto conforme NBR 13.531).
3.Identificação e solução de interfaces (Projeto Básico ou Pré-executivo conforme NBR 13.531).
4.Detalhamento de especialidades (Projeto Executivo conforme NBR 13.531).
5.Pós-entrega do projeto.
6.Pós-entrega da obra.
Assinale a alternativa que indica o escopo referente à etapa de pós-entrega do projeto:
1.Concepção do produto (Estudo preliminar conforme NBR 13.531).
2.Definição do produto (Anteprojeto conforme NBR 13.531).
3.Identificação e solução de interfaces (Projeto Básico ou Pré-executivo conforme NBR 13.531).
4.Detalhamento de especialidades (Projeto Executivo conforme NBR 13.531).
5.Pós-entrega do projeto.
6.Pós-entrega da obra.
Assinale a alternativa que indica o escopo referente à etapa de pós-entrega do projeto:
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