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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A enorme (e inadiável) tarefa de regular o capitalismo digital
Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. Há poucos dias, os patinetes elétricos voltaram às ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais , que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar . E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons , grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção . “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
Analise respectivamente as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto:
I. Se a vírgula destacada em amarelo fosse excluída, não haveria qualquer tipo de mudança na frase.
II. O ponto final destacado em azul pode ser substituído por uma vírgula sem acarretar problemas na frase, desconsiderando necessidade de maiúsculas ou minúsculas.
III. A vírgula destacada em verde marca um aposto.
IV. O ponto final destacada em laranja pode ser substituído por dois-pontos sem acarretar erro.
Quais estão corretas?
 

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A enorme (e inadiável) tarefa de regular o capitalismo digital
Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. Há poucos dias, os patinetes elétricos voltaram às ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais, que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
A respeito dos nexos coesivos presentes no texto, analise as assertivas a seguir, assinalando, V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A conjunção ‘Embora’ poderia ser substituída pela expressão “Apesar de”, sem acarretar erro à frase.
( ) A conjunção ‘Entretanto’ é uma conjunção que indica oposição e tem o mesmo sentido de ‘Contudo’.
( ) O advérbio ‘Mas’ veicularia a mesma ideia que ‘Entretanto’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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A enorme (e inadiável) tarefa de regular o capitalismo digital
Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri(a). Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. Há poucos dias, os patinetes elétricos voltaram às ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais, que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar(b). E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb(c). Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças(d). As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital(e). Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
Assinale a única alternativa que NÃO apresenta linguagem figurada, ou seja, conotativa.
 

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Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. Há poucos dias, os patinetes elétricos voltaram às ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais, que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes assertivas a respeito de expressões temporais do texto:
I. A expressão ‘Uma vez’ veicula uma ideia de que algo ocorreu somente uma única vez no passado.
II. Se a palavra ‘atrás’ fosse retirada, acarretaria mudanças de sentido na frase em que se insere.
III. A expressão ‘Desde então’ sinaliza que algo acontece ou vem acontecendo desde uma determinada época ou momento.
Quais estão corretas?
 

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Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
Analise as seguintes propostas de substituição de palavras do texto:
I. ‘abordar’ por ‘corroborar’.
II. ‘diante’ por ‘perante’.
III. ‘nascimento’ por ‘criação’.
Quais necessitam de ajustes em sua estrutura para fins de correção do período em que estão inseridas?
 

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Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
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Analise as seguintes assertivas sobre as ideias presentes no texto:
I. De acordo com o texto, a economia de plataformas não é um simples setor pequeno ou sem importância, já que a sua influência e o impacto da sua regulamentação irradia para todo o sistema econômico.
II. Segundo o texto, a mudança tecnológica se iniciou há basicamente 10 anos, e as consequências dessas transformações, além de outros aspectos, para o mercado trabalhista, parecem difíceis, até hoje, de mensurar.
III. As plataformas digitais necessitam, segundo o texto, de regras pensadas especificamente para elas, e não tentar adequar o modelo atual a esse novo capitalismo digital.
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Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. ....... poucos dias, os patinetes elétricos voltaram às ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais, que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram ........”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, ....... não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
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A respeito das lacunas pontilhadas respectivamente, analise as seguintes assertivas:
I. A primeira lacuna fica corretamente preenchida pela palavra ‘Há’, visto se tratar de um uso impessoal do verbo ‘haver’.
II. A segunda lacuna fica corretamente preenchida pela palavra ‘desfuncionais’.
III. A terceira lacuna fica corretamente preenchida pela conjunção ‘porque’.
Quais estão corretas?
 

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Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. Há poucos dias, os patinetes elétricos voltaram às ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais, que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual às plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar a produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito às condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
O significado da palavra disruptiva,, considerando o contexto, é de algo
 

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A enorme (e inadiável) tarefa de regular o capitalismo digital
Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. Visivelmente irritado pela atitude desses representantes da nova economia, a administração municipal lhes deu em dezembro um prazo de 72 horas para retirar todos os seus veículos. Há poucos dias, os patinetes elétricos voltaram ____ ruas da capital espanhola. Entretanto, agora é a Prefeitura que decide onde, quanto e como. Os patinetes são apenas um exemplo de como as plataformas digitais, que abrangem um número crescente de setores, podem mudar o panorama das sociedades do século XXI.
Ninguém duvida que o capitalismo digital tenha chegado para ficar. E que revolucionará a organização do trabalho e o microcosmo empresarial. Em 2015, o Dimmons, grupo de pesquisa da Universidade Aberta da Catalunha sobre a internet, registrou 32 áreas nas quais a atividade digital já está presente. Dois anos depois, esse número dobrou. Agora, voltou a se multiplicar. Tudo indica que a tendência continua. Uma vez assumida a importância da revolução, a grande tarefa pendente é como ela deve ser regulada. E aqui a grande questão é como abordar um fenômeno cuja capacidade disruptiva era desconhecida até pouco tempo atrás.
“Estamos diante de uma transformação tão profunda como a industrialização, e tentamos aplicar normas antigas. É preciso pensar em algo novo. É tão absurdo adaptar o modelo regulatório feudal ao capitalismo quanto aplicar o modelo atual ____ plataformas”, afirma Juan José Montero, professor de Direito Administrativo da Universidade Nacional de Educação à Distância (UNED). O economista José Moisés Martín Carretero aponta na mesma direção. “É muito difícil usar uma regulação baseada no triângulo empresa-trabalhador-cliente em uma nova realidade, na qual o intermediário quebrou esse triângulo. As tentativas até agora foram disfuncionais”, diz ele. “A economia de plataformas não é um setorzinho. A transformação afetará todo o sistema econômico. As impressoras 3D, por exemplo, permitem levar ____ produção industrial para casa. E se hoje todos andamos com pequenos computadores em nossos bolsos, por que não vamos ter amanhã essas impressoras em nossas casas?”, acrescenta Mayo Fuster, diretora do grupo Dimmons.
O mundo começou a mudar faz uma década. Em São Francisco, dois estudantes sem dinheiro pensaram entre 2007 e 2008 que poderiam faturar alguma coisa oferecendo aos visitantes um colchão em sua casa. Dessa ideia nasceria o que hoje é o Airbnb. Pouco depois, a mesma cidade californiana assistiria ao nascimento do Uber. Do nada, passou a ter mais de 100 milhões de usuários. Desde então, com apenas um clique você pode encomendar um maço de cigarros ou contratar os serviços de um cuidador de crianças. As consequências para o mercado trabalhista, a dinâmica empresarial e as relações sociais ainda parecem difíceis de calcular.
O vice-presidente do Comitê de Mercado Interno do Parlamento Europeu, Sergio Gutiérrez, está ciente da dificuldade de regular a nova realidade digital: “Demos um passo de gigante na construção de um mercado único digital. Mas estamos atrasados no que diz respeito ____ condições sociais e trabalhistas de trabalhadores e consumidores”, reconhece.
(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html - Texto adaptado para esta prova)
Considerando as regras do uso de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas.
 

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Segundo Bergmann, a inversão da sala de aula estabelece um referencial que oferece aos estudantes uma educação:
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